Mais de 70% dos eleitores já estão decididos sobre o voto presidencial, diz DataFolha

Procurador do TCU insiste em campanha pelo golpe

Por Miguel do Rosário

22 de setembro de 2015 : 10h01

O procurador do Tribunal de Contas da União, Júlio Marcelo de Oliveira, é um dos principais militantes do golpe paraguaio que a oposição vem preparando meticulosamente.

Há meses ele vem dando entrevistas a todos os grandes órgãos de imprensa, fazendo uma pregação agressiva pela desaprovação das contas do Executivo e incitando a opinião pública contra o governo.

Ele já passou pela Época, foi no blog Antagonista, do Diogo Mainardi (que o tratou como herói), e ontem deu outro depoimento à BBC Brasil.

Oliveira milita para fora e para dentro do TCU. Ele faz parte de um esforço geral para pressionar os ministros do Tribunal de Contas a votarem com unanimidade contra o governo.

Na entrevista à BBC, que eu reproduzo abaixo, para registro histórico, ele prega abertamente o impeachment da presidenta. A própria BBC percebeu e botou no título da matéria a afirmação de Oliveira.

É uma coisa de louco. Mesmo ressaltando que a decisão de dar um golpe usando os argumentos do TCU é uma decisão com “forte carga política”, ele insiste em sua campanha para botar ainda mais lenha na fogueira, com julgamentos peremptórios, como fica bem claro na reportagem.

Trecho da matéria da BBC:

Para Oliveira, o governo usou as “pedaladas” e outras “fraudes” para elevar os gastos de 2014, com objetivo de vencer a eleição.

É incrível como Oliveira sequer se preocupa em esconder sua militância anti-governo. Sua página no Facebook, conforme revelou um militante do PT, era adepta de todos esses movimentos golpistas que pululam por aí, e ele mesmo esteve, junto com a família, presente numa manifestação pelo impeachment da presidenta (foto acima).

No regimento interno do Tribunal de Contas da União, no artigo 39, capítulo VI, está bem claro que é vedado aos ministros do TCU exerceram qualquer atividade “político-partidária”.

E, no entanto, o que vemos é esta orgia política, com o presidente e o procurador do TCU disputando a luz dos holofotes para ver quem faz mais política contra o governo eleito.

FHC secou nossas reservas internacionais para segurar artificialmente o dólar e ganhar as eleições. Foi um dinheiro que desapareceu, assim como o dinheiro das privatizações. Por esta razão os dois governos FHC terminaram com nossas reservas no “volume morto”. Em 2002, tínhamos apenas US$ 16 bihões.

Com Dilma, e especialmente com Dilma, essas reservas subiram para mais de US$350 bilhões.

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Dilma não tocou em nossas reservas, ainda em nível recorde.

Se a presidenta, portanto, quisesse vencer as eleições a qualquer custo, bastava encontrar uma razão qualquer, como fez FHC, para lançar mão das reservas.

As “pedaladas”, que o procurador quer usar como pretexto para o golpe, é o uso de recursos da Caixa para pagar programas sociais, que foram devidamente pagos à estatal.  Não representou nenhuma perda efetiva. A Caixa é 100% estatal e pública.

Se houve alguma irregularidade, é antes uma polêmica contábil. Não é razão, evidentemente, para cassar o voto de 54 milhões de eleitores.

O que o procurador está fazendo é um crime contra o regime interno do TCU, contra o bom senso e contra a democracia.

Em suma, é mais um dos golpistas que infestam os estamentos judiciários, esses mesmos que hoje tentam cumprir o papel que os militares tiveram em 1964.

***

Má gestão das contas é fundamento jurídico para impeachment, diz procurador do TCU

Por Mariana Schreiber, da BBC Brasil em Brasília

21 setembro 2015

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Júlio Marcelo de Oliveira | Foto: Agência Senado

Procurador espera que ministros rejeitem as contas do governo Dilma Rousseff

À frente das investigações sobre as supostas irregularidades nas contas do governo Dilma Rousseff de 2014, o procurador do Ministério Público Júlio Marcelo de Oliveira, que atua no Tribunal de Contas da União (TCU), acredita que a “profunda crise econômica” que o país atravessa é consequência da “farra fiscal”.

A expectativa é que o TCU decidirá em breve, no início de outubro, se recomenda que o Congresso Nacional rejeite ou aprove as contas do governo do ano passado. Se o tribunal considerar que houve irregularidades na gestão fiscal e decidir recomendar sua rejeição – e o Congresso concordar com essa avaliação –, Oliveira acredita que isso poderia ser um argumento jurídico para fundamentar o pedido de abertura do impeachment da presidente.

No entanto, ele ressalta, que está é uma decisão “com forte carga política”.

“Sem dúvida que a má gestão das contas públicas, a ponto de serem rejeitadas, seria um fundamento jurídico. Mas a conveniência política é uma questão privativa do Congresso”, afirmou.

“Minha expectativa é que os ministros percebam a gravidade das infrações, das irregularidades cometidas, e opinem pela rejeição das contas. A gente está em uma crise econômica profunda que é em grande parte fruto daqueles erros de gestão”, argumentou.

Foi Oliveira que solicitou a abertura de uma inspeção no ano passado para investigar se o Tesouro Nacional estava atrasando os repasses de recursos para bancos públicos, com objetivo de melhorar artificialmente as contas públicas, o que ficou conhecido como “pedalada fiscal”.

A investigação resultou em um parecer do ministro José Múcio, que foi aprovado por unanimidade no tribunal em abril, considerando que essas manobras feriram a Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

Segundo reportagem do jornal Folha de S.Paulo publicada na semana passada, a tendência é que, novamente por unanimidade, os nove ministros decidam recomendar a rejeição das contas do ano passado.

Para Oliveira, o governo usou as “pedaladas” e outras “fraudes” para elevar os gastos de 2014, com objetivo de vencer a eleição. Confira abaixo os principais trechos da entrevista:

BBC Brasil – Qual sua expectativa com relação ao julgamento?
Júlio Marcelo de Oliveira – Minha expectativa é que os ministros percebam a gravidade das infrações, das irregularidades cometidas, e opinem pela rejeição das contas. Isso é o que eu espero.
Quanto mais o tempo passa e o Brasil se aprofunda nessa atual crise econômica, mais a sociedade e os próprios ministros percebem o quanto esse momento de desajuste fiscal brasileiro é consequência da farra fiscal que aconteceu em 2014. A gente está em uma crise econômica profunda que é em grande parte fruto daqueles erros de gestão.

BBC Brasil – Por que o senhor acha que a crise atual está ligada a questão fiscal?
Oliveira – Porque esse é o centro da nossa crise. Nós gastamos mais do que arrecadamos. O governo fez dívida com os bancos federais que agora tem que pagar. A arrecadação está em queda, como já estava em 2014, e o governo quer manter o mesmo nível de gastos que existia antes. Isso é impossível. Então, você tem um orçamento enviado ao Congresso com meta de déficit porque o governo não percebeu ainda que o único caminho para resgatar a credibilidade da economia brasileira é o corte de despesas, o equilíbrio entre receita e despesa.

E antes de convocar a sociedade para o pagamento de novos impostos é preciso que haja uma racionalização de gastos. Os cortes anunciados são muito tímidos. Há milhares de cargos comissionados, por exemplo, e o governo indica que só vai cortar marginalmente. Você não vê o governo sendo austero.

BBC Brasil – Caso o TCU recomende a rejeição das contas e o Congresso decida nesse sentido, poderia ser um argumento jurídico para a abertura de um processo de impeachment?
Oliveira – Poderia ser um argumento jurídico, mas aí é uma decisão com uma forte carga política. Sem dúvida que a má gestão das contas públicas, a ponto de serem rejeitadas, seria um fundamento jurídico. Mas a conveniência política é uma questão privativa do Congresso mesmo.

BBC Brasil – Alguns juristas que questionam o impeachment dizem que ele só pode ser aplicado no caso de crimes cometidos durante o mandato.
Oliveira – Eu não vou poder entrar nessa questão porque é um debate que vai ocorrer lá no Congresso. Há os que defendem que o fato de um mandato ser a sequência do outro, e que o fato dessas irregularidades de 2014 terem sido cometidas para obter o mandato seguinte, faria uma conexão entre os fatos e o atual mandato.
Outros defendem o que você disse, que não há conexão, que só aquilo que foi feito a partir de 2015 (pode justificar um processo de impeachment). É um debate que vai acontecer lá no Congresso e eventualmente no Supremo Tribunal Federal (caso haja recurso contra uma eventual decisão). Eu não tenho como emitir uma opinião técnica sobre isso.

BBC Brasil – Voltando ao julgamento do TCU, o governo argumenta que as práticas que estão sendo questionadas agora já foram aplicadas em outros anos, sem ter levado à reprovação de contas. Na visão do governo, uma mudança de avaliação significaria um julgamento político. Como o senhor vê essa crítica?
Oliveira – Esse argumento é absolutamente improcedente. O que aconteceu a partir do fim de 2013, e que marcou todo exercício de 2014, é algo totalmente inédito. Os gráficos do comportamento do pagamento de benefícios – de abono salarial, seguro-desemprego, Bolsa Família – demonstram isso. E todos os gráficos que mostram o relacionamento do governo com a Caixa Econômica têm um comportamento normal, desde 2002 até o meio de 2013. A partir do segundo semestre de 2013, o governo simplesmente para de mandar dinheiro para a Caixa e começa a usar a Caixa como cheque especial.

BBC Brasil – O que é inédito é o volume, certo?
Oliveira – O volume, o uso e a intenção clara de se financiar, de usar a Caixa como meio de financiar outras políticas do governo.

BBC Brasil – Mas as pedaladas já tinham sido usadas antes em volumes menores, esporadicamente, não?
Oliveira – Não, não mesmo. Você tem uma carga de suprimentos (dinheiro) para pagar benefícios, recursos que o Tesouro Nacional manda para a Caixa. Por exemplo, esse mês vamos pagar R$ 500 milhões de seguro-desemprego, que é uma estimativa (de quanto será necessário) segundo a série histórica (de pagamentos desse benefício). Chega o dia de pagar os benefícios. Se naquele dia aparecerem pessoas para sacar R$ 505 milhões, a Caixa não vai fechar o guichê às 15h40 e dizer que não tem dinheiro. Ela paga, no dia seguinte ela comunica ao Tesouro, o Tesouro repõe o valor. É uma coisa imediata. Não é uma coisa que o governo possa ficar usando como empréstimo.

O que aconteceu, a partir de meados de 2013 e ainda em 2014 inteiro, é que o governo não mandava os R$ 500 milhões. A Caixa pagava tudo e o governo ficava estão usando os R$ 500 milhões que tinha que mandar pra lá em outros programas que ele queria turbinar, sem ter dinheiro para isso, sem ter arrecadação suficiente.

BBC Brasil – No caso das pedaladas, por exemplo, o governo argumenta que TCU nunca fez qualquer ressalva. Não seria mais correto primeiro fazer uma ressalva, permitir que o governo se adeque e, no caso de uma continuidade da prática, rejeitar as próximas contas?
Oliveira – A lei (de Responsabilidade Fiscal) já existe desde 2000. O que foi feito desrespeita o centro da lei. Ela abomina que um banco possa financiar seu agente controlador. Então, descumpriu a lei, tem que ter a sanção. Se uma pessoa cometeu homicídio, nós vamos então recomendar que não faça novos homicídios porque da próxima vez aí sim vai ser punido?

Não foi uma coisa superficial, irrelevante, que possa ser chamado de ressalva. Uma ressalva é feita no caso de um decreto ser desrespeitado. Por exemplo, o decreto determina que o prazo para pagar era de 20 dias e você pagou em 25 dias. Mas pagou, não aumentou a dívida pública, não teve impacto significativo.

Isso é (motivo para) uma ressalva, não você deixar R$ 40 bilhões pendurados nos bancos públicos e nem contabilizar isso no Banco Central como dívida pública. Ainda teve isso, todo um concerto de órgãos para fazer algo absolutamente ilegal.

BBC Brasil – O ministro Gilmar Mendes disse recentemente que a análise das contas eleitorais pelo TSE (Tribunal Superior Eleitoral) era um faz de contas. Isso também poderia se aplicar ao TCU, no sentido de que o tribunal sempre vinha aprovando as contas? Isso estaria mudando agora?
Oliveira – Não, aquilo que foi identificado (como problema nas contas públicas) nos anos anteriores não teve a gravidade do que foi identificado em 2014. Então, nos anos anteriores, o tribunal fez ressalvas porque eram (motivos para) ressalvas. O que aconteceu em 2014 não aconteceu antes, merece uma solução diferente.

BBC Brasil – E quando o senhor se refere aos problemas nas contas de 2014, o ponto central são as pedaladas, ou também outras irregularidades?
Oliveira – Não, tem as pedaladas e tem a fraude nos decretos de programação financeira e contingenciamento (decretos bimestrais que revisam as projeções de receita e despesa para o ano). Desde o começo de 2014, esses decretos foram fraudados, porque consideraram dados irreais. Esses decretos, por lei, têm que observar os dados oficiais coletados pelo governo.

E tem também um conjunto de decretos de abertura de créditos orçamentários adicionais feitos no fim do ano que só poderiam ser feitas por lei e foram feitos por decreto. Então, precisaria da aprovação do Congresso Nacional, e a presidente ignorou esse comando constitucional. Esse conjunto de irregularidades e de outras menores compõe o cenário de pouco apreço pelo respeito às normas da gestão fiscal.

BBC Brasil – Quando o senhor fala que eram irreais quer dizer que o governo não considerou que o fluxo de receitas estava vindo abaixo do esperado inicialmente?
Oliveira – Sim. Aquele decreto é feito a partir de uma coleta de informações junto às fontes de arrecadação (Receita Federal, principalmente) e junto aos ministérios que estão executando as despesas.

Por exemplo, o que ficou provado por nós no processo é que o Ministério do Trabalho avisou oficialmente ao Ministério da Fazenda que haveria uma frustração de receita de R$ 5 bilhões no FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador), que é um dinheiro usado para custear o seguro-desemprego. E avisou também que, além disso, as projeções de pagamento dos benefícios indicavam a necessidade de suplementação da dotação (aumento da previsão inicial do Orçamento) em R$ 9 bilhões. Nove mais cinco dá 14. O governo não pode ignorar esse dado. Ele teria que ter contingenciado de alguma despesa não obrigatória esses R$ 14 bilhões para poder assegurar o pagamento do seguro-desemprego, que é uma despesa obrigatória e, portanto, não pode ser contingenciada.

O governo tinha os dados, mas ignorou. Fez um decreto de programação financeira como se a receita estivesse subindo e como se não fosse ter aumento da despesa de seguro-desemprego. Depois, pagou o benefício com dinheiro da Caixa e usou o recurso do seguro-desemprego para pagar a despesa não obrigatória que ele não quis contingenciar. Isso é uma fraude à Lei Orçamentária e à Lei de Responsabilidade Fiscal.

BBC Brasil – Nesse caso, então, o senhor acredita que o governo misturou os dois problemas, o do decreto e das pedaladas?
Oliveira – É, o decreto é a parte orçamentária, você prepara a pedalada. A pedalada financeira, que foi feita no banco, é a concretização, a segunda etapa.

BBC Brasil – E quanto ao decreto de abertura de créditos adicionais, o senhor poderia explicar melhor qual seria o problema?
Oliveira – Chega no fim do ano, algumas despesas do orçamento extrapolam aquilo que está previsto na Lei Orçamentária, como no caso do seguro-desemprego.

Então, hipoteticamente: chegou no fim do ano, eu ia gastar R$ 30 bilhões, mas vou ter que gastar R$ 35 bilhões. Eu tenho, então, que criar um crédito adicional no orçamento de R$ 5 bilhões para aquela despesa. Só que como eu não estou tendo sobra de arrecadação, vou ter que contrair dívida pública. Nesse caso, eu tenho que mandar um projeto de lei para o Congresso, que vai decidir se quer ou não quer fazer aquela despesa. O que o governo fez? Ele baixou um decreto abrindo mais R$ 5 bilhões.

Uma das funções centrais do Congresso é discutir Orçamento e aprovar a despesa pública. Se você fizer isso por decreto, é como se nós estivéssemos numa monarquia, que o imperador decide como vai fazer, do jeito que quiser.

BBC Brasil – O governo diz que não percebeu a crise antes, mas o senhor tem dito que vê uma motivação eleitoral no déficit do ano passado.
Oliveira – Sem dúvida. Tanto que a partir da eleição, no decreto (de programação financeira e contingenciamento) de final de outubro, o governo mudou completamente o discurso em relação ao que ele vinha sustentando até o decreto de agosto.

No decreto de agosto, ele dizia que iria cumprir um superávit de R$ 80 bilhões, no decreto de outubro ele já reconhece que vai haver um déficit de R$ 20 bilhões (as contas do governo – resultado que reúne as contas do Tesouro Nacional, INSS e Banco Central – acabaram fechando o ano de 2014 com um déficit primário de R$ 17,2 bilhões).

Então, uma piora de R$ 100 bilhões em dois meses, o que mostra que até agosto ele estava ignorando a realidade. Ele vivia na fantasia, passou a eleição, caiu na realidade. Quer dizer, em parte, porque até agora não caiu totalmente na realidade, não.

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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50 comentários

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Aldo

16 de outubro de 2015 às 14h53

Temos que fazer a militância política nos grupos de Whatsapp, no Facebook, twitter, só assim podemos vencer essa mídia bandida e impedir a volta dos ladrões de sempre, o PSDB Ladrão! Vamos salvar o Brasil dessa corja!

Responder

Elizângela Carvalho

23 de setembro de 2015 às 14h34

impedido de pleno direito!! Mas o TCU de Direito não conhece nada!

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surreal

23 de setembro de 2015 às 11h11

SÓ PRA REELEMBRAR: http://caixadoistucanodefurnas.blogspot.com.br/

Responder

Antônio Oliveira

23 de setembro de 2015 às 12h42

O cara é pago com dinheiro público para defender suas opções políticas. Aff

Responder

Glauco Renato Costa

23 de setembro de 2015 às 11h28

É a Lei, lei que o PT foi contra quando implantada (Hoje vemos o motivo da sem vergonhice), lei que organizou finanças, LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL, é a Lei do Pais, e Dilma não cumpriu essa mesma lei no fechamentos de contas de seu mandato anterior.
Temos uma presidente que não cumpre LEIS.
Não adianta o mimimi, o chororô, é a Lei, o procurador do TCU, só esta a cumprir a mesma.
Assim como o Impeachment é Lei, ela é a lei 1079 da constituição da Republica Federativa do Brasil.
Sei que vocês “Bafos de Rola do Lula”, e mamadores do PT , são avessos as leis.
Mas elas existem, parem de enganar os retardados daqui Brasil29, pare de enganar esses débeis, faça jornalismo decente.
Golpe é o meu caralho.

Responder

Maria Rocha

23 de setembro de 2015 às 07h02

não sei pq, mas pq os “impicheiros” tem sempre essa mesma cara de chupar sorvete pela testa?

Responder

Jorge Menezes

23 de setembro de 2015 às 02h44

É isso que o PSDB chama de aparelhamento do estado?

Responder

Carla Dias

23 de setembro de 2015 às 02h15

Luiz Eduardo Lopes Gonçalves

Responder

Waldecy Carlos Dionisio

23 de setembro de 2015 às 01h42

Mamando nas tetas do governo sem fazer nada, o cabeça de bagre quer ver o circo pegar fogo!

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Joacir Zanchin

23 de setembro de 2015 às 01h39

Eu també acredito “CORRETO!”. pelo menos um!

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Edilson José Stocco

22 de setembro de 2015 às 22h28

Desde quando ser correto é golpe? Golpe é o que o PT / Lula / Dirceu / Dilma, fizeram com o Brasil.

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    Pedro Paulo

    22 de setembro de 2015 às 20h38

    A patroa vai bem, né? BABACA.

    Responder

Messias Franca de Macedo

22 de setembro de 2015 às 18h54

O jogo da direita raivosa envolvendo Hélio Bicudo – Por egrégio jornalista Paulo Vanucchi

https://soundcloud.com/redebrasilatual/o-jogo-da-direita-raivosa-envolvendo-helio-bicudo

Responder

Elizabeth Teixeira Sampaio

22 de setembro de 2015 às 20h58

Traíra mor do TCU e ninguém toma providências? Cadê o ministro (sonífero) da justiça?

Responder

    Elisabeth Ripoll

    23 de setembro de 2015 às 00h59

    Quem? O Zé? zzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzzz

    Responder

Cora Silva

22 de setembro de 2015 às 18h56

#DilmaFica

Responder

Antonio Cunha

22 de setembro de 2015 às 15h28

Da Revista Fórum

Procurador do TCU que pediu rejeição de contas de Dilma convocou e participou de manifestações pelo ‘impeachment’

Na semana em que o Tribunal de Contas da União (TCU) deu prazo de 30 dias para que o governo federal explique supostas irregularidades nas contas do ano passado, um vídeo coloca em xeque a “imparcialidade” que o órgão deveria carregar ao fazer suas acusações.

Pela primeira vez na história o TCU pediu ao governo esclarecimentos em relação a suas contas. Tal pedido poderia soar normal se não fosse o fato de que o procurador Júlio Marcelo de Oliveira, que representa o Ministério Público junto ao Tribunal de Contas, não fosse um opositor ferrenho do governo Dilma. Ele orientou, essa semana, que os ministros do órgão rejeitem as contas da presidenta. O vídeo divulgado pela página ‘Botando Pilha’, no entanto, mostra seu perfil no Facebook e algumas afinidades que, no mínimo, tiram o crédito de um procurador que investiga as contas da presidência.

Oliveira convocou seus seguidores, em inúmeras ocasiões, a comparecem aos atos pelo ‘impeachment’ de Dilma Rousseff em Brasília. Além de ter participado das manifestações, ele integra grupos como o “Vem pra Rampa”, em alusão ao movimento “Vem pra Rua”, que pede o impeachment de Dilma sem nenhum tipo de alicerce legal e ainda, recorrentemente, faz posts caçoando da figura da presidenta.

http://jornalggn.com.br/noticia/procurador-do-tcu-convocou-e-participou-de-manifestacoes-pelo-impeachment

Responder

Odenir Batista

22 de setembro de 2015 às 17h54

MAIS UM GOLPISTA !!!

Responder

Luiz Antonio Barbosa

22 de setembro de 2015 às 14h18

Espero que ele aguente o efeito rebote, antes, tipo 1964, ninguém sabia quem era quem, poucos conheciam civis mentores do golpe, hoje eles põem a cara à toda hora… é só ver uma câmera do PIG.

Responder

marco

22 de setembro de 2015 às 13h51

Esse e o outro procurador da LAVA A JATO,lembrando que ” VARA ” ,na minha terra,é BANDO DE PORCOS,são BOLSONARIANOS ENRUSTIDOS COMO O CHEFETE.Estão tentando fundar um novo partido no Brasil.O PARTIDO DOS BOLSONAROS ENRUSTIDOS.O novo P.B.E.Principal ponto do PROGRAMA, ” Não somos enrustidos,somente GOLPISTAS “!Somos também,contra mulheres democratas.Por isso,as agredimos!Vão ter muitos filiados,COXINHAS E VERDADE,TODOS DE COR DE ROSA!E as PANELEIRAS.Os portugueses estão curiosos,para saber do que se trata!

Responder

Reinaldo Souza de Oliveira

22 de setembro de 2015 às 16h24

Isenção é isso.

Responder

Reinaldo Souza de Oliveira

22 de setembro de 2015 às 16h24

Isenção é isso.

Responder

Messias Franca de Macedo

22 de setembro de 2015 às 13h22

A verdade sobre Vaccari

Defender Vaccari é defender o legado do Partido dos Trabalhadores e a democracia

https://verdadesobrevaccari.wordpress.com/

Responder

Messias Franca de Macedo

22 de setembro de 2015 às 13h20

Abaixo-assinado,

vamos apoiar e divulgar!

Pela liberdade imediata de João Vaccari Neto

http://www.peticaopublica.com.br/pview.aspx?pi=BR82328

Responder

Messias Franca de Macedo

22 de setembro de 2015 às 13h19

PRESO POLÍTICO NA DITADURA DA ‘GUANTÁNAMO DO PARANÁ’, cárcere reles tentáculo do golpe!

O senhor João Vaccari Neto é um preso político. Está mantido preso – e condenado – em função de delações premiadas, e nenhuma prova documental!
Ademais, cadê os tesoureiros dos demais partidos políticos beneficiados pelas doações das mesmas empreiteiras envolvidas na corrupção? Portanto, a selvageria jurídica objetiva – de forma canalha, covarde e golpista – prender o melhor presidente da história do Brasil. Um atentado à democracia e um acinte inaceitável contra o honesto, leal, sapiente e impávido povo trabalhador brasileiro.
Vamos denunciar esse descalabro surreal a todas as agências noticiosas internacionais, a todos os chefes de Estado do mundo, ao Vaticano do Santo Papa Francisco…

Responder

Messias Franca de Macedo

22 de setembro de 2015 às 13h17

Bresser-Pereira: “Na crise, oposição oportunista se une ao pior do PMDB”

Postado em 22 de setembro de 2015 às 12:30 pm

(…)

FONTE [LÍMPIDA!]: http://www.diariodocentrodomundo.com.br/essencial/bresser-pereira-na-crise-oposicao-oportunista-se-une-ao-pior-do-pmdb/

LÁ VEM O MATUTO QUE SENTE CHEIRO DE GOLPE DESDE O DIA EM QUE NASCEU EM PINDORAMA!

… A eterna e IMUNDA oPÓsição ao Brasil se une também ao pior que há no ‘miniSTÉRIO’ Público, “um monstro”, segundo o jurista Sepúlveda Pertence…

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Procurador do caso Banestado ataca Lula novamente

(…)
O negociador das delações premiadas
Procurador do caso Banestado volta a brilhar na Lava Jato ao lado do juiz-celebridade e do doleiro que mentiu para a Justiça (…) possui ligações curiosas com o caso Banestado, assim como o juiz federal Sérgio Moro e o doleiro Alberto Youssef, personagens reincidentes do Paraná.
(…)
Uma reportagem da Istoé, de setembro de 2003, intitulada “Raposa no galinheiro”, nos dá uma ideia de quem estamos falando. A matéria é escrita pelo jornalista Amaury Ribeiro Júnior. Na época, ele ainda não tinha lançado o livro pelo qual ficou amplamente conhecido: “A Privataria Tucana”.
No texto, ao relatar a viagem de uma comissão com parlamentares e membros do judiciário aos EUA para apurar as denúncias do caso Banestado, o jornalista afirmou: “A viagem seria um sucesso, mas o trem quase descarrilou por causa de uma disputa insólita, cujos motivos até então ocultos se revelaram, no mínimo, de má-fé.”
E continuou: “É que entre os procuradores estava Carlos Fernando dos Santos Lima. Santos Lima, quando servia em Curitiba, foi quem recebeu e manteve engavetado, desde 1998, o dossiê detalhadíssimo sobre o caso Banestado e uma lista de 107 pessoas que figuram na queixa-crime sobre remessa de dólares via agência em Nova York.
(…)

FONTE [LÍMPIDA!]: https://verdadesobrevaccari.wordpress.com/2015/09/21/procurador-do-caso-banestado-ataca-lula-novamente/

Responder

Ma Domont

22 de setembro de 2015 às 16h12

Ridículo!! Deveriam acabar com cargos por indicação nos Tribunais de Contas e o teto constitucional deveria valer pra todos…

Responder

Vagner Camargo

22 de setembro de 2015 às 16h12

Dólar

Responder

Henrique Novaes

22 de setembro de 2015 às 15h52

Que golpe???

Responder

Irion

22 de setembro de 2015 às 12h32

E QUANTO ELE ESTÁ RECEBENDO DA CIA PARA FAZER TUDO ISSO???

Responder

Messias Franca de Macedo

22 de setembro de 2015 às 12h25

[Sobre outro golpista fanfarrão!]
Mais treta na direitona!
Vamos denunciar este “procurador” galhofeiro nazifasciterrorista, irresponsável, petulante, capcioso, tendencioso, aloprado, cínico e aprendiz de golpista de meia tigela IMUNDA!

IMPORTANTE: vamos divulgar o site ttps://verdadesobrevaccari.wordpress.com

Acompanha um abaixo-assinado – A verdade sobre Vaccari
Defender Vaccari é defender o legado do Partido dos Trabalhadores e a democracia

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Procurador do caso Banestado ataca Lula novamente

(…)
O negociador das delações premiadas
Procurador do caso Banestado volta a brilhar na Lava Jato ao lado do juiz-celebridade e do doleiro que mentiu para a Justiça (…) possui ligações curiosas com o caso Banestado, assim como o juiz federal Sérgio Moro e o doleiro Alberto Youssef, personagens reincidentes do Paraná.
(…)
Uma reportagem da Istoé, de setembro de 2003, intitulada “Raposa no galinheiro”, nos dá uma ideia de quem estamos falando. A matéria é escrita pelo jornalista Amaury Ribeiro Júnior. Na época, ele ainda não tinha lançado o livro pelo qual ficou amplamente conhecido: “A Privataria Tucana”.
No texto, ao relatar a viagem de uma comissão com parlamentares e membros do judiciário aos EUA para apurar as denúncias do caso Banestado, o jornalista afirmou: “A viagem seria um sucesso, mas o trem quase descarrilou por causa de uma disputa insólita, cujos motivos até então ocultos se revelaram, no mínimo, de má-fé.”
E continuou: “É que entre os procuradores estava Carlos Fernando dos Santos Lima. Santos Lima, quando servia em Curitiba, foi quem recebeu e manteve engavetado, desde 1998, o dossiê detalhadíssimo sobre o caso Banestado e uma lista de 107 pessoas que figuram na queixa-crime sobre remessa de dólares via agência em Nova York.
(…)

FONTE [LÍMPIDA!]: https://verdadesobrevaccari.wordpress.com/2015/09/21/procurador-do-caso-banestado-ataca-lula-novamente/

Responder

    Messias Franca de Macedo

    22 de setembro de 2015 às 12h34

    O senhor João Vaccari Neto é um preso político. Está mantido preso – e condenado – em função de delações premiadas, e nenhuma prova documental!
    Ademais, cadê os tesoureiros dos demais partidos políticos beneficiados pelas doações das mesmas empreiteiras envolvidas na corrupção? Portanto, a selvageria jurídica objetiva – de forma canalha, covarde e golpista – prender o melhor presidente da história do Brasil. Um atentado à democracia e um acinte inaceitável contra o honesto, leal, sapiente e impávido povo trabalhador brasileiro.
    Vamos denunciar esse descalabro surreal a todas as agências noticiosas internacionais, a todos os chefes de Estado do mundo, ao Vaticano do Santo Papa Francisco…

    Responder

Pedro José da Silva

22 de setembro de 2015 às 15h19

Tá explicado porque o golpe!

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Batista Barros

22 de setembro de 2015 às 14h51

Acha q será fácil. ….Estamos preparados para defender a democracia.

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Haroldo H Da C Lima Lima

22 de setembro de 2015 às 14h51

Por falar em golpe…

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    Glauco Renato Costa

    23 de setembro de 2015 às 11h30

    É a Lei, lei que o PT foi contra quando implantada (Hoje vemos o motivo da sem vergonhice), lei que organizou finanças, LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL, é a Lei do Pais, e Dilma não cumpriu essa mesma lei no fechamentos de contas de seu mandato anterior.
    Temos uma presidente que não cumpre LEIS.
    Não adianta o mimimi, o chororô, é a Lei, o procurador do TCU, só esta a cumprir a mesma.
    Assim como o Impeachment é Lei, ela é a lei 1079 da constituição da Republica Federativa do Brasil.
    Sei que vocês “Bafos de Rola do Lula”, e mamadores do PT , são avessos as leis.
    Mas elas existem, parem de enganar os retardados daqui Brasil29, pare de enganar esses débeis, faça jornalismo decente.
    Golpe é o meu caralho.

    Responder

Flávio Barbosa

22 de setembro de 2015 às 13h54

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Gf Andrezão

22 de setembro de 2015 às 13h52

Homem de bosta…!!!

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Vitor

22 de setembro de 2015 às 10h32

As reservas cresceram especialmente com Dilma eh piada. Eh só olhar o gráfico. E não existe polêmica contábil e sim irregularidade mesmo. Não pode fazer o que ela fez (e todos os outros fizeram), mas isso aqui é uma zona mesmo, então tá tudo beleza…
No mais, segue uma matéria pra vc parar de repetir a asneira que o BNDES dá lucro…
http://mobile.valor.com.br/brasil/4234832/bndes-dara-prejuizo-recorde-tesouro-em-2016
E Dilma fica, até 2018! Infelizmente vai fazer mais um monte de burrada até lá, mas tomara que o Ciro entre depois!

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    Evaristo

    22 de setembro de 2015 às 11h15

    Vitor, me desculpe mas vc deve comer merda né… Não sabe ler gráfico não o analfabeto funcional. difícil não perder a paciência com esse pessoal do quanto pior melhor, me desculpem.

    Responder

      Vitor

      22 de setembro de 2015 às 12h00

      Caro Evaristo, bom dia. Não te culpo pela sua falta de educação, imagino que seus pais não puderam te oferecer por algum motivo. Lamento também por sua deficiência na leitura de gráficos. Nele fica claro que foi no Governo Lula (e não Dilma) que as reservas internacionais foram multiplicadas.
      Espero que você se liberte dessa raiva que sente e não precise mais descontar de forma covarde em pessoas que não conhece.
      Um abraço!

      Responder

        Evaristo

        22 de setembro de 2015 às 12h57

        Só pra constar… Vai ti a merda!!

        Responder

          Vitor

          22 de setembro de 2015 às 13h15

          Obrigado por confirmar meu comentário.
          Tenha uma ótima semana!

Gladiston Reis

22 de setembro de 2015 às 13h26

Impeachment nele rsrsrs

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Lulu Pereira

22 de setembro de 2015 às 13h25

Rééélooouuu, o zé cardozo se encontra?

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Valdir Dantas

22 de setembro de 2015 às 13h19

cade o regimento da casa, ninguem , no minimo impeachment, ministro do psdb??????

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José Soares

22 de setembro de 2015 às 13h13

Vai responder sindicância pela incoerência de suas ações profissionais?

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Carla Santos

22 de setembro de 2015 às 13h11

KKKarioca !

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Carlos Alberto Curioso

22 de setembro de 2015 às 13h06

de saco cheio https://www.youtube.com/watch?v=P9aYfTMJq8o

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