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Foto: Rafael Neddermeyer / Fotos Públicas Carteira de Trabalho

Notas anti-apocalípticas: Indicadores da FGV mostram melhora do mercado de trabalho em janeiro

Por Redação

04 de fevereiro de 2016 : 16h58

por Vitor Abdala, na Agência Brasil

Dois indicadores da Fundação Getulio Vargas (FGV) apontam tendência de melhora da situação do mercado de trabalho. O Indicador Antecedente de Emprego (IAEmp), que busca avaliar o comportamento do mercado de trabalho para os próximos meses com base em entrevistas com consumidores e empresários da indústria e dos serviços, teve alta de 5,4%, ao atingir 73,8 pontos em janeiro deste ano – maior patamar desde janeiro de 2015 (74,2 pontos), numa escala de 0 a 200 pontos.

O crescimento foi influenciado principalmente pelo aumento da satisfação dos empresários de serviços sobre a situação corrente de seus negócios (12,8%) e pelo maior intenção de contratação da indústria para os próximos três meses (7%).

O outro índice da FGV, o Indicador Coincidente de Desemprego (ICD), calculado com base na opinião dos consumidores sobre o mercado de trabalho atual, melhorou 2,7%, alcançando 97,3
pontos. Apesar disso, segundo a FGV, o indicador ainda mostra um grande pessimismo com a situação atual do mercado de trabalho.

De acordo com a FGV, o IAEmp é construído com base nos números extraídos das Sondagens da Indústria, de Serviços e do Consumidor, tendo capacidade de antecipar os rumos do mercado de trabalho no país. O ICD é construído a partir de dados desagregados, em quatro classes de renda familiar, do quesito da Sondagem do Consumidor que capta a percepção do entrevistado a respeito da situação presente do mercado de trabalho.

Edição: Talita Cavalcante

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5 comentários

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Marcelo Escobar

05 de fevereiro de 2016 às 01h22

Imagina quando a Dilma cair??? Vão sobrar vagas…

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Ivam Cassemiro

05 de fevereiro de 2016 às 00h54

Só no ramo de calçados 70 postos de trabalho são extintos diariamente.

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Fernando Loureiro

04 de fevereiro de 2016 às 21h27

Eu tenho pensando numa forma de explicitar que, na contramão do que divulga a mídia apátrida, o Brasil não vai entrar em colapso.
Vamos por aqui: numa das crises patrocinadas pelo senhor FHC, o CEO da Xerox de plantão declarou que sua empresa iria investir no Brasil. A indagação foi: como? pq? Ele foi claro: no Brasil existem 30 000 pessoas com renda superior a 1000 dólares ao mês. Isto equivale a uma Argentina.
Pois bem: hoje o PIB de São Paulo é 60% maior do que o PIB da Argentina.
Agora vamos por aqui: a lógica do capitalismo é o lucro, quanto maior, melhor. E os donos do capital podem até perder num momento desde que tenham a expectativa de ganhar mais à frente. Neste momento fica claro que as forças do capitalismo (eu prefiro neoliberais) estão, junto com a mídia apátrida, apostando alto (com objetivos políticos) no “quanto pior, melhor”.
Mas eles não são loucos e não rasgam dinheiro.
É visível que o preço do petróleo vai subir e, no piso que estão as ações da PETROBRÁS, qualquer fundo privado da Europa ou dos EUA compra lotes de ações a preço de banana.
Fiquem certos: o Brasil é muito maior!!!!!!

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Laurencio Tavares

04 de fevereiro de 2016 às 21h12

tão demitindo menos…hahahaha

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Laurencio Tavares

04 de fevereiro de 2016 às 21h12

hhahaah — tá bom…

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