Análise em vídeo das manifestações do 2 de outubro e as vaias a Ciro

Destruir o último líder popular a qualquer preço

Por Redação

12 de fevereiro de 2016 : 12h51

por Roberto Amaral, no Brasil 247

A característica certamente mais exemplar de nossa história é a conciliação. De cúpula sempre (ou seja, conciliação em nome da preservação dos interesses da classe dominante), impedindo a revolução (como tal entenda-se também a simples ameaça de emergência das massas) e retardando as reformas das mais simples às mais essenciais – todas, como meras reformas, pleiteadas conforme as regras do regime que não visavam a alterar.

Em todos os momentos graves, a ruptura – ainda quando uma exigência histórica – cedeu espaço à concordata pois o essencial foi sempre a conservação dos donos do poder no poder. Da Colônia ao Império, do Império à República, e até aqui.

Mas a opção pela conciliação não impediu que nossa história fosse, desde o Primeiro Reinado, juncada de irrupções militares, às vezes quase só motins, como aqueles que precederam (preparando-a) a Independência e a sucederam (consolidando-a), até a resignação do Imperador, de malas prontas para o cerco do Porto e a revolução liberal que, depondo d. Miguel, faria D. Maria, a rainha brasileira dos portugueses, subir ao trono.

No Segundo Império a preeminência militar senta praça após a infeliz guerra ao Paraguai, quando nossas forças de terra e mar alcançam algum grau de organização e profissionalismo/profissionalização e, animadas pelas penosas vitórias nos campos de batalha, decidem exercer presença na política imperial.

Era propício o momento, com as seguidas crises dos seguidos gabinetes, as campanhas abolicionista e republicana e, no plano ideológico, o positivismo grassando na caserna e conquistando a jovem oficialidade. Assim, na formação histórica brasileira, temos duas linhas convergentes sob o fundo autoritário: a conciliação e a insurgência militar.

Mas na altura do II Reinado nada que sugerisse, nem de leve, o que seria a presença desestabilizadora dos militares na República. Se o marco inaugural foi a ‘parada militar’ do 15 de novembro, que derrubou o Império e viu a República consolidar-se com o golpe de Floriano, o ciclo se fecha com a conjuração do golpe de 1º de abril de 1964, que se afirmaria como uma ditadura de 20 anos.

Entre um polo e outro, de intentonas e sublevações seria rico o primeiro terço do século: o levante do Forte de Copacabana (1922), a insurgência paulista de Miguel Costa (1924) e a coluna Prestes (1924-1927) caracterizaram a República Velha, que morreria em 1930 com a irrupção civil-militar que passaria à história como Revolução de 30, hegemonizada pelos tenentes de 22 e 24, que comandariam as forças militares e permaneceriam no proscênio da política até a ditadura de 1964: Eduardo Gomes, Juarez Távora, Cordeiro de Farias, Ernesto Geisel…

A revolução de 1930 – que empossa Getúlio Vargas –, transforma-se na ditadura do Estado Novo em 1937, após sufocar um putsch integralista (1932) e um levante de militares comunistas comandados por Luís Carlos Prestes (1935). Os mesmos generais responsáveis pelo golpe de 1937 (à frente de todos os generais Góis Monteiro e Eurico Gaspar Dutra) agora se levantam contra Vargas, e abrem caminho (1945) para a restauração democrática.

Inicia-se com um general, o ex-ministro da Guerra da ditadura, o general Dutra, o ciclo de presidentes eleitos pelo voto popular e de regimes democráticos que os mesmos militares sufocariam 18 anos passados.

Após uma sequência de golpes militares e tentativas de golpe – deposição e renúncia de Vargas (1954); tentativa de impedimento da posse de JK-Jango e contragolpe militar de Lott-Denis (1955), tentativa de impedir a posse de Jango (crise da renúncia de Jânio Quadros) e golpe parlamentarista (1961) – a estratégia da preeminência militar abandona as intentonas e as irrupções, para exercer um efetivo superpoder, pairando acima dos três poderes constitucionais, regendo a República sem depender da soberania popular ou submeter-se a qualquer regramento.

Foi o largo período dos pronunciamentos militares manifestando-se sobre a vida civil e interferindo na política. Naquele então o Clube Militar era uma instância suprema, na qual os destinos do País eram decididos. Naquele então, os militares se pronunciavam sobre tudo, até sobre os índices do salário-mínimo, e podiam exigir e obter a demissão do ministro do Trabalho que ousava favorecer os interesses dos trabalhadores.

Momento dos mais significativos dessa preeminência – ou do exercício desse poder para-constitucional –, seria observado, no regime democrático, em 1954, com a ‘República do Galeão’, anunciando o que seriam os tempos da ditadura de 1964-1984.

Os fatos estão no registro da história. Em agosto de 1954, uma desastrada tentativa de assassinato de um jornalista (Carlos Lacerda) termina com a morte de seu guarda-costas, um major da aeronáutica (Rubens Vaz), da ativa, o que enseja a brigadeiros e coronéis da FAB instalarem um IPM – à revelia da Polícia Civil – e, sob o pretexto das investigações desse crime, instaurarem o que ficou batizado como a ‘República do Galeão’, em homenagem ao aeroporto carioca em cujas instalações militares os coronéis operavam, à margem da ordem legal.

E assim sem leis a observar, desconhecendo limites a obedecer, o comandante do inquérito, ou presidente dessa República auto-constituída dentro da República constitucional, tornou-se um reizinho absoluto, porque tudo podia, todas as diligências, todas as prisões, senhor que era de todas as jurisdições. Porque tinha o respaldo de seus superiores – fortalecidos em face da fragilidade crescente do governo e de seu chefe – e o aplauso da grande imprensa, que o incentivava.

Tudo queria, tudo podia e tudo alcançava porque seu objetivo, o objetivo do IPM e da ‘República’, não era apurar a morte do major guarda-costas, mas atingir, como afinal atingiria mortalmente, a honra do presidente Getúlio Vargas, alvo da mais injuriosa, da mais violenta campanha de imprensa jamais movida no Brasil contra um chefe de Estado.

A infâmia, a injúria e a difamação não conheciam limites, invadindo mesmo sua privacidade e a intimidade de sua família. Vargas, o homem, o presidente, o líder de massas era o objetivo da imprensa unanimemente hostil, a serviço da direita derrotada com sua eleição em 1950.

Destruí-lo era o desejo de uma oposição desvairada, era o projeto de militares sublevados e de setores ponderáveis da classe-média, conquistados para a razzia antivarguista pelas denúncias, jamais comprovadas, de um ‘mar de lama’ que correria pelos inexistentes porões do discreto e quase ascético Palácio do Catete.

Enterrado Vargas, empossados Café Filho (presidente), Eduardo Gomes (ministro da Aeronáutica) e Juarez Távora (ministro chefe da Casa Militar), encerraram-se os inquéritos e nem os militares, nem a imprensa, nem a antiga oposição voltam a falar em corrupção.

Em 1964, retornam os IPMs, os inquéritos comandados por coronéis, e a caça às bruxas, primeiro indiscriminadamente, em seguida de forma metódica, com alvo preciso, o ex-presidente Juscelino Kubitscheck. Mas aí era um regime de exceção, uma ditadura.

Os inimigos do novo regime foram transformados, uns (pessoas e entidades, como os sindicatos) em subversivos, outros em corruptos, e porque eram inimigos do regime eram, necessariamente, aos olhos deste, subversivos ou corruptos. Antes de acusados eram condenados, pois a acusação era a justificativa da condenação prévia, e os acusados eram presos para que seus crimes fossem apurados, apurados para justificarem a condenação e a pena, já imputadas.

Juscelino era, nos primeiros anos do golpe militar, o único líder civil do regime anterior politicamente sobrevivente. Jango, Brizola e Arraes amargavam o exílio. Torna-se, assim, JK, o inimigo a ser abatido. Como não poderia ser acusado de subversivo, foi condenado como corrupto, pela imprensa e pelos militares, a imprensa repetindo o ditado dos militares, embora nada tivesse sido ou fosse apurado contra ele.

Condenado, foi chamado a depor duas ou mais vezes em inquéritos militares (pois a pena decretada era sua desmoralização pública) até que, ameaçado, temendo maiores humilhações e mesmo temendo por sua integridade física, optou pelo exílio. Os militares não falaram mais nos inquéritos abertos e a imprensa o ignorou até ser obrigada a registrar o pranto nacional em sua trágica morte.

A história não se repete, mas saltam aos olhos as semelhanças entre o ódio vítreo que se construiu contra Vargas e JK e este que a imprensa brasileira, quase em uníssono, destila, alimenta e propaga contra o ex-presidente Lula, açulando, não mais as Forças Armadas como antes, mas agora agentes policiais sem comando, procuradores sem limites e juiz na presidência de inédita jurisdição nacional.

A história não se repete. Mas o ex-presidente Lula já foi chamado a depor, na Polícia Federal, umas duas ou três vezes, e agora é intimado, com a mulher, a depor em inquérito aberto pelo Ministério Público paulista. Precisa explicar porque desistiu da compra de um tríplex em Guarujá e porque visitava um sítio em Atibaia, e porque incentivou a indústria automobilística quando o País precisava criar empregos.

Condenado sem sursis como corrupto pela imprensa – como Vargas e JK –, exposto à execração pública, decaído em seu prestígio, como agora, Lula – e eis o que se pretende – estará afastado das eleições de 2018, seja como candidato, seja como grande eleitor.

Condenação decretada, pena anunciada, procura-se uma narrativa: eis o propósito, a finalidade dos inquéritos abertos e a serem abertos. Trata-se de destruir o último grande líder popular brasileiro. E isso vale, aos olhos de seus algozes, todo e qualquer preço.

A burguesia regurgita o sapo barbudo que as massas a fizeram engolir nas últimas eleições.

Roberto Amaral é Cientista político e ex-ministro da Ciência e Tecnologia entre 2003 e 2004

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79 comentários

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Graça Melo

15 de fevereiro de 2016 às 13h16

Isto não vai acontecer! Quem disse que Lula vai se suicidar! A bandidagem midiática vai queimar todos seus neurônios e não vai conseguir, para azar deles.

Responder

Patricia Tita

14 de fevereiro de 2016 às 19h05

Nunca conseguirão !

#LulaEuConfio
#LulaEuRespeito
#LulaEuVoto

Responder

Patricia Tita

14 de fevereiro de 2016 às 19h05

Nunca conseguirão !

#LulaEuConfio
#LulaEuRespeito
#LulaEuVoto

Responder

J Reinaldo Santos

14 de fevereiro de 2016 às 06h11

DESTRUIR O QUE É BOM EPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPPP

Responder

Noêmia Machado

14 de fevereiro de 2016 às 02h30

Não basta ser COXOBOSTA, tem que mostrar nas redes sociais e afins , a sua DEMÊNCIA . AAAAAAAAAFFFFFFFFFFFFFFFF

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Nero Alexandrino

14 de fevereiro de 2016 às 02h16

Manda o Pele filiar-se ao PT e o Juiz
Sergio Moro estara em seu encalco em menos de 24;00hs levando-o para depor em Curitiba-Pr !

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Maria Do Socorro Araujo de Sousa

13 de fevereiro de 2016 às 19h31

Ninguém pode ter raiva do próximo. Tudo eu entrego nas mãos de Deus .é só confiar.e trabalhar.

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Maria Do Socorro Araujo de Sousa

13 de fevereiro de 2016 às 19h27

Quem tiver raiva da Dilma senta no toco e faça carreiraaaaaaaaaa

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Jeronimo Dias Duarte Duarte

13 de fevereiro de 2016 às 18h37

O último líder popular que conheço,deixou uma carta testamento e suicidou-se.Este que você imagina nem homem corajoso é,quanto mais lider,se não já tinha ingerido chumbinho.

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Agrônomo De Goiás Fesurv Unirv

13 de fevereiro de 2016 às 16h28

Responder

Agrônomo De Goiás Fesurv Unirv

13 de fevereiro de 2016 às 16h28

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Deodoro Alvarenga

13 de fevereiro de 2016 às 15h43

Nao conseguirao. Lula e’ um gigante. O melhor de todos.

Responder

Jose S. Junior

13 de fevereiro de 2016 às 12h26

um santo…

Responder

Jose S. Junior

13 de fevereiro de 2016 às 12h26

um santo…

Responder

Marlene Lopes

13 de fevereiro de 2016 às 12h07

De fato o PT de Lula e Dilma nos tiraram de uma fria e nos jogaram numa gelada

Responder

Marlene Lopes

13 de fevereiro de 2016 às 11h47

Ninguém destrói o Lula ,ele faz isso sozinho

Responder

Eugenia B Braga

13 de fevereiro de 2016 às 11h34

Sou otimista. O PT e seu grande líder vão deixar espremê-lo até o último caldo. E depois eles vão mostrar a caixa preta da oposição. Eu espero por isso.

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Júnior Testa

13 de fevereiro de 2016 às 10h41

Manda o Lula pra Venezuela, lá sim é o lugar dele.

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Alex Barth

13 de fevereiro de 2016 às 03h19

popular para os colegas dele!!!!

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Eugenia B Braga

13 de fevereiro de 2016 às 02h54

Não acredito que vamos assisti uma repetição, da história do Brasil??

Responder

Eugenia B Braga

13 de fevereiro de 2016 às 02h54

Não acredito que vamos assisti uma repetição, da história do Brasil??

Responder

Alexandre Gonzaga

13 de fevereiro de 2016 às 02h08

“Lar” não “lista”

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Rosemary Barros

13 de fevereiro de 2016 às 01h45

Vão morrer tentando… o povo não é bobo…

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Kuka Lucena

13 de fevereiro de 2016 às 01h17

Entendi…. Ministro em 2003 e 2004….PT deu esmolas aos pobres, enriqueceu mais ainda os ricos , o partido mais corrupto e ainda tem gente que acha que tudo é mentira…. Inacreditavel!!!!

Responder

Kuka Lucena

13 de fevereiro de 2016 às 01h17

Entendi…. Ministro em 2003 e 2004….PT deu esmolas aos pobres, enriqueceu mais ainda os ricos , o partido mais corrupto e ainda tem gente que acha que tudo é mentira…. Inacreditavel!!!!

Responder

Paulo Afonso da Silva

13 de fevereiro de 2016 às 00h54

Lula foi o melhor Presidente do Brasil. Não tem nem com quem comparar. Vendo… #EmLulaEuConfio. #Lulalá2018 #EmLulaEuConfio

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Emerson Pereira Pires

13 de fevereiro de 2016 às 00h50

Estão fazendo com o Lula o que fizeram com Getúlio Vargas. Tudo que eles querem é um Carlos Lacerda.

Responder

Emerson Pereira Pires

13 de fevereiro de 2016 às 00h50

Estão fazendo com o Lula o que fizeram com Getúlio Vargas. Tudo que eles querem é um Carlos Lacerda.

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Luiz Angelo

13 de fevereiro de 2016 às 00h18

Prender por seus crimes é diferente de destruir!

Responder

Luiz Angelo

13 de fevereiro de 2016 às 00h18

Prender por seus crimes é diferente de destruir!

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Reginaldo Souza

13 de fevereiro de 2016 às 00h06

eles estão tentando , mas não vão conseguir.

Responder

Anderson Zamir De Moura Lima

12 de fevereiro de 2016 às 23h55

café aproveita que a mamata esta acabando agora apareceu o caso do estadio do curinthians …… kkkkkkk

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Edson Maia

12 de fevereiro de 2016 às 23h27

Um líder que cria uma crise exclusiva para o povo. Que só o povo paga pela crise e a burguesia sequer tem um arranhão… Que líder cara palida ?????

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José Ciríaco Pinheiro

12 de fevereiro de 2016 às 22h46

LULA2018! Estamos contigo!!

Responder

Solange Pestana

12 de fevereiro de 2016 às 22h23

Deixe que fale é Lulaaaa em 2018

Responder

Antonio Carlos Baioco

12 de fevereiro de 2016 às 22h18

O MITO..GIGANTE LULA NINGUEM CONSEGUE DESTRUIR. ..PRESIDENTE..2018..

Responder

Trabalho de Evangelismo

12 de fevereiro de 2016 às 22h11

DEMAGOGIA BARATA E DESONESTIDADE NAO E SER LIDER POPULAR .O POVO E QUEM ESTA DIZENDO

Responder

Moacir Coelho da Gama

12 de fevereiro de 2016 às 21h45

O que o Lula fez para ser comparado a Juscelino e Getúlio? Kkkkk

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Moacir Coelho da Gama

12 de fevereiro de 2016 às 21h36

Ele mesmo se destruiu com suas mentiras e falcatruas.

Responder

Jamal Saad Said

12 de fevereiro de 2016 às 21h24

lider e a puta que o pariu esse vagabundo verme, lider pra negas dele safado

Responder

Luiz Marques Jr.

12 de fevereiro de 2016 às 21h23

Fico com medo do que pode acontecer para tentar dete-lo , Getúlio e Kubstchek foram assassinados !

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Luiz Henrique

12 de fevereiro de 2016 às 21h09

EM LULA EU CONFIO E RESPEITO, EM 2018 EU VOTO LULA, EU VOTO PT.

Responder

Wagner Jacques

12 de fevereiro de 2016 às 20h59

Síndrome de Cornulus Mansus

Responder

Wagner Jacques

12 de fevereiro de 2016 às 20h59

Cada PseudoIntelectual tem o PseudoLider que merece…

Responder

Werickssen Motta

12 de fevereiro de 2016 às 20h42

Ele se auto destruiu com tanta corrupção ….. menos vitimismo e mais bom senso né ?

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Paulo Eduardo Marasckin

12 de fevereiro de 2016 às 20h39

Destruir o Luladrão e o PT é o mínimo que uma nação roubada por 12 anos pode fazer…
#AdeusPT
#LulaNaCadeia

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Mauricio Cardoso Bento

12 de fevereiro de 2016 às 20h12

TO dentro.

Responder

Francisco Bello

12 de fevereiro de 2016 às 20h12

Maduro…….???

Responder

Francisco Bello

12 de fevereiro de 2016 às 20h12

E nosso camarada Fidel, morreu…..????

Responder

Fatima Paris

12 de fevereiro de 2016 às 20h01

Covardia sem preço

Responder

Neide D'Orazio

12 de fevereiro de 2016 às 19h54

Vão tentar de tudo mesmo. Aliás, sempre tentaram e sempre deram tiro no próprio pé. Lula não está sendo perseguido por homens descentes, mas sim por uma MÁFIA.

Responder

Vera Lucia Alves Milanez

12 de fevereiro de 2016 às 19h52

mas nós estamos com os olhoss bem abertos!

Responder

Raimundo Freitas Freitas

12 de fevereiro de 2016 às 18h48

Lula deveria mostrar que é corajoso e seguir o exemplo de Getúlio Vargas!

Responder

    Olindina Freire

    13 de fevereiro de 2016 às 01h25

    Por que vc ñ mostra essa coragem ??? Garanto que ñ vai fazer falta !!!!

    Responder

    Raimundo Freitas Freitas

    13 de fevereiro de 2016 às 03h41

    Idiota! dependente do governo! Quem quer parecer paladino dessa merda é a MULA que vocês elegeram!

    Responder

    Marcos Mujalli

    13 de fevereiro de 2016 às 19h11

    Com certeza não fará falta nenhuma , mostra sua coragem babaca

    Responder

    Raimundo Freitas Freitas

    14 de fevereiro de 2016 às 14h15

    O mole vai acabar daqui até abril. 56.000.000 vão para a ” truta que partiu”! kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

    Responder

Gf Andrezão

12 de fevereiro de 2016 às 18h44

Nunca serão..!!

Responder

Jose Agnaldo

12 de fevereiro de 2016 às 18h40

Pena que Deus não dá asas à cobras; se eu fosse um General, Almirante ou brigadeiro, eu botava essa cambada pra correr, tomava tudo que estivesse em nome deles;mas tudo isso sem violência; mas dependia somente dos bandidos.

Responder

Misael B. S. Filho

12 de fevereiro de 2016 às 18h39

O PT devia ter Regulamentado a Mídia enquanto tinha poder pra isso, não fez, agora é vítima dessa imprensa fascista que tenta destruir LULA e o PT numa cartada só, a luta é árdua o desgaste é grande, líderes do PT estão presos, mas haveremos de lutar com todas as forças e vencer essa batalha, eles não desistem e nos também não desistiremos, nossa vitória é certa e a falência deles é iminente.

Responder

    Norberto Prosdocimi Alcântara

    12 de fevereiro de 2016 às 21h00

    por isso querem tirar eles de qq jeito e custo… Regulamentação de Mídia Já!!!!!

    Responder

    Moacir Coelho da Gama

    12 de fevereiro de 2016 às 21h40

    Esse tal de Misael deveria ir para Venezuela para viver com os ditadores bolivarianos, já que gosta de ditadura, coitado! Acorda mané.

    Responder

    Antonio De Pádua

    13 de fevereiro de 2016 às 01h06

    Misael venezuela e um bom lugar para vc morar com a familia , deixa o Brasil para quem não e comunista , o Norberto esta convidado tambem .

    Responder

    Antonio De Pádua

    13 de fevereiro de 2016 às 01h06

    Misael venezuela e um bom lugar para vc morar com a familia , deixa o Brasil para quem não e comunista , o Norberto esta convidado tambem .

    Responder

    Zildo Noh

    13 de fevereiro de 2016 às 05h58

    Moacir Coelho da Gama, a regulamentação está prevista na constituição meu caro.

    Responder

    Geraldo Nascimento

    13 de fevereiro de 2016 às 13h52

    falencia o brasil ja ta abeira da falencia por causa do lulo petismo

    Responder

    Mariana Bottura

    13 de fevereiro de 2016 às 20h46

    Kkkkkkkkkk. Quanta asneira

    Responder

Jose Agnaldo

12 de fevereiro de 2016 às 18h37

Outra coisa, todos os dirigentes da extinta cortina de ferro, usaram desse expediente e hoje estão ricos, compram times de futebol e outros que tais.

Responder

Jose Agnaldo

12 de fevereiro de 2016 às 18h35

Destruir o destruidor da economia, não crime nem golpe; ggolpe é empobrecer o pais.

Responder

Marijo Bueno

12 de fevereiro de 2016 às 18h29

Cuidado, com atentados, o que nao falta e loucos,o senhor se cuide.

Responder

Replicante Seletivo

12 de fevereiro de 2016 às 18h27

A que nível de degradação mental chegou a elite jurídico-midiática do Brasil. Nem no mais chafurdado chiqueiro temos tanta hipocrisia e manipulação, como temos atualmente nesta mídia corporativa enlameada e tão comprometida com o atraso, a segregação, a viralatice, o entreguismo e a absurda concentração das riquezas confiscadas de um país.

Responder

Paulo Roberto Soares

12 de fevereiro de 2016 às 18h25

Qdo se confirmou a vitória da Dilma em 2014, vaticinei: vão matar o Lula… Sim, pois sabem que depois dela virão outros 8 anos de Lula, e os que estão agonizando com os impérios que não mais se sustentam não conseguirão segurar a situação por mais tanto tempo. Se não aniquilarem a figura pública, extinguirão a pessoa.

Responder

Tereza Lima

12 de fevereiro de 2016 às 18h22

45

Responder

Flávio Levi Moura

12 de fevereiro de 2016 às 18h13

A ofensiva pelo linchamento simbólico/político do presidente Lula é, realmente, um acinte contra toda esquerda brasileira. Uma estratégia inaceitável de disputa política. No entanto, O PT titubeou e negligenciou ao acreditar na fabula da conciliação de classes, baseada na equivocadíssima premissa, segundo a qual a burguesia aceitaria abrir mão do comando estratégico do aparato estatal. Foi um erro que custará alto ao partido. Isto impediu o PT de implementar um projeto mais claro de poder, sem concessões absurdas ao grande capital.

Responder

    Zildo Noh

    12 de fevereiro de 2016 às 21h45

    Nossa elite e colonialista, está e a verdade não vêem o Brasil como país e seu povo como cidadoes com direitos etc. O pior que Dilma está no mesmo caminho.

    Responder

Ma Do Carmo Barbosa Galdino

12 de fevereiro de 2016 às 18h04

O povo vai deixar? Fica esperto aí, Moro!

Responder

Thiago Luiz

12 de fevereiro de 2016 às 14h42

A operação lava jato foi criada antes das eleições de 2014, na espera de uma eventual vitória de Aécio. Após isso, a lava jato não terminaria, ela iria continuar até a eliminação total do partido do trabalhadores de uma forma ou de outra. Só que, para os interessados em encobrir seus crimes não tiveram êxito e o povo politicamente mais consciente agora quer ver essa operação pegar os criminosos tucanos e de outros partidos que se imaginam imunes a justiça.
A hora deles vai chegar. Aécio perdeu.
http://dai.ly/x3r71zg

Responder

Carlos Hums

12 de fevereiro de 2016 às 13h09

Sem mais.

Responder

Ricardo Cebalho

12 de fevereiro de 2016 às 12h55

Não adianta querermos tampar o sol com a peneira, maior inimigo da esquerda é a mídia.
O que temos que fazer? . Como o inimigo e comum a todos seguimentos, proponho: Temos que unir
toda a a esquerda, e usar a sabedoria de todos para declarar guerra a essa mídia fascista. Convocar todos jornalistas, juristas, partidos, sindicatos, organizações e todos os grandes pensadores, para estudarem formas e metas e organização de luta contra essa corja. vamos parar de hipocrisia .

Se algum líder não levantar essa bandeira e trabalhar nesse sentido, vamos ficar eternamente refém
desta mídia casa grande. É engano pensar que com blogs na internet faremos frente ao poder econômico que eles possuem.

Ricardo Cebalho

Responder

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