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Crise política provoca desmonte da engenharia nacional

Por Miguel do Rosário

20 de abril de 2016 : 15h28

Charge: Latuff

 Empresas usam crise para retirar direitos

No site da Fisenge

Demissões, paralisações de obras, diminuição dos salários e precarização das condições de trabalho. Essas são algumas das situações pelas quais a engenharia nacional está passando. Em recente matéria publicada no dia 22/3, no site da revista Exame, intitulada “E agora, engenheiros, seguir na área ou migrar?”, o texto aponta sérias problemáticas. Há trechos preocupantes que afirmam a prática da exploração e precarização do trabalho como forma de superação da crise: “Aceitar remunerações mais baixas ou buscar aprimoramento técnico são algumas das saídas apontadas pela gerente da Robert Half para engenheiros que querem seguir na área”.

A engenheira química e diretora da mulher da Fisenge, Simone Baía, acredita que as empresas usam esse discurso para não cumprir o Salário Mínimo Profissional (SMP) e retirar mais direitos dos trabalhadores. “Induzir à aceitação de baixas remunerações me parece um artifício para além do não cumprimento do SMP. O setor empresarial quer promover uma ampla retirada de direitos da classe trabalhadora”, disse Simone.

Dados do Caged (Ministério do Trabalho e Emprego) apontam o total de 53.770 engenheiros desligados em todo o ano de 2015. Além da perda de postos de trabalho, este cenário influencia diretamente na qualidade das condições de trabalho. “Historicamente, nosso país foi construído a partir da lógica de acúmulo de riqueza, e não pela igualdade de direitos. Se queremos falar sobre democracia, precisamos democratizar as relações de trabalho, que são relações sociais”, pontuou Jardel Leal, supervisor técnico do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). O Brasil advém de uma formação colonial agrária com resquícios da escravidão e de ditaduras nas suas relações sociais. “A formação para cidadania é confundida com a formação para o mercado de trabalho. A lógica ainda é de mando, e não estamos formando cidadãos como sujeitos políticos portadores de direitos, oferecendo remuneração digna e respeito às condições de trabalho”, destacou Jardel.

A crise política está promovendo um verdadeiro desmonte da engenharia nacional com a paralisação de obras, rompimento de contratos e demissões em massa. Esta conjuntura abre uma avenida de oportunidades para a entrada de empresas estrangeiras e a precarização das relações de trabalho. No Brasil, os espanhóis e os chineses estão ocupando boa parte do espaço, além de uma defesa das terceirizações capitaneada pela Fiesp e determinados parlamentares. “Em primeiro lugar, é importante frisar que defendemos a apuração e a responsabilização dos casos de corrupção. O que estamos vendo hoje é a apropriação dessa situação para promover uma agenda de retirada de direitos da classe trabalhadora e de perda da soberania nacional”, afirmou o engenheiro civil e sanitarista, Clovis Nascimento, presidente da Fisenge.

Jovens engenheiros e mulheres
Um outro elemento preocupante é a entrada de recém-formados no mercado de trabalho. Isso porque as empresas oferecem remunerações abaixo do Salário Mínimo Profissional e condições de trabalho precarizadas. “Praticamente em todas as modalidades há uma oferta grande de pessoas recém-formadas e uma demanda muito pequena de vagas. E o resultado são pessoas jovens, recém-qualificadas e desempregadas. O próprio mercado pressiona para que os profissionais aceitem remunerações mais baixas em função deste desequilíbrio entre a oferta e demanda. Precisamos defender o cumprimento do SMP, pois nossos salários serão, a cada dia, mais atacados”, disse a engenheira de alimentos e diretora da Fisenge, Silvana Palmeira.

As mulheres, embora maioria da população brasileira, ainda ganham menos que os homens. Segundo os dados do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), homens ainda ganham mais do que as mulheres: em 2014, homens tinham o salário médio de R$ 1.831, enquanto as mulheres ganhavam R$1.288. As mulheres negras têm a menor remuneração, com valor médio salarial de R$ 946, e os homens brancos com maior rendimento, de R$ 2.393 no mesmo ano. De acordo com Simone Baía, o Salário Mínimo Profissional da engenharia é um importante instrumento para equiparação salarial. “Temos um valor que é o piso mínimo estabelecido e, embora muitas empresas insistam em descumprir, nós, mulheres engenheiras, conseguimos entrar no mercado de trabalho com um valor salarial igual. É claro que não encerra com as vulnerabilidades, uma vez que homens ocupam mais espaços de poder e seus salários aumentam mais rápido”, ela explicou.

Direitos trabalhistas
Em uma entrevista viralizada na internet, o atual presidente da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), Benjamin Steinbruch, afirmou: ”Normalmente, não precisa de uma hora de almoço, porque o cara não almoça em uma hora. Nos EUA, nós vemos o cara almoçando com a mão esquerda e trabalhando com a mão direita”. Os empresários defendem amplamente a flexibilização das leis trabalhistas, bem como parlamentares e seus grupos políticos. O documento do PMDB “Ponte para o Futuro” defende, na prática, o Estado mínimo e a ampla retirada de direitos com as reformas trabalhista e da previdência.

A defendida “modernização do Estado” se materializa com a pressão pela aprovação do Projeto de Lei 4330 na Câmara (agora PLS 30 no Senado), que possibilita a terceirização das atividades-fim das empresas. Na prática, uma empresa poderá contratar profissionais terceirizados e promover a chamada “pejotização”, ou seja, a contratação por Pessoa Jurídica, uma relação de trabalho precarizada que não garante direito a férias, FGTS, entre outros benefícios sociais. O senador Paulo Paim, relator do projeto, destaca que está em curso uma agenda de retirada de direitos sociais. “Dados mostram que em cada 100 ações na Justiça do Trabalho, 80 correspondem a terceirizados, que também são maioria nos acidentes e mortes no trabalho. Ainda há o projeto que prevê a prevalência do negociado sob o legislado, que praticamente rasgará a CLT”, explicou Paim.

Segundo estudo elaborado pela Central Única dos Trabalhadores (CUT) e pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), os trabalhadores terceirizados, que somam cerca de 12,7 milhões de indivíduos (6,8%) do mercado de trabalho, recebiam, em dezembro de 2013, 24,7% a menos do que os que tinham contratos diretos com as empresas. Além disso, tinham uma jornada semanal de três horas a mais e estavam mais suscetíveis a acidentes de trabalho.

Na França, estudantes, ao lado de movimentos sindical e social, vão às ruas contra uma reforma trabalhista promovida pelo governo. As mudanças preveem flexibilização da jornada de trabalho, hoje de 35 horas, e novo contrato para menores de 26 anos que oferece um período de experiência de dois anos. Neste período, patrões podem cancelar o contrato sem oferecer explicações ou aviso, o que irá precarizar a força de trabalho da juventude francesa.

Por outro lado, no Brasil, os bancos prevalecem entre os maiores lucros do país: 6 dos 20 maiores lucros pertencem a eles, de acordo com levantamento da Economática. “Gastamos quase metade de tudo que arrecadamos pagando instituições financeiras privadas”, afirmou a auditora aposentada da Receita Federal e coordenadora nacional da Auditoria Cidadã da Dívida, Maria Lúcia Fattorelli. O senador Paulo Paim alerta que é necessária uma mudança na política econômica. “Hoje, temos uma política que beneficia o sistema financeiro. Precisamos baixar a taxa de juros, fortalecer o mercado interno e promover uma reforma tributária”, completou.

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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26 comentários

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Italo

07 de fevereiro de 2017 às 03h33

Odeio páginas esquerdistas.
Vossas utopias não vos deixam enxergar o óbvio que está em vossas frentes: melhor aceitar um emprego que pague mal do que ficar desempregado por orgulho ao piso. Ha ha ha
O Brasil está assim por causa da burrice da vossa presidenta que quebrou o país com sua corja, além de ser uma débil mental.
Reclamem para ela agora. Ah! Esqueci. Vós não estais em crise. Socialista geralmente é riquinho que paga de altruísta. Babacas!

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Gustavo Horta

21 de abril de 2016 às 19h29

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Gustavo Horta

21 de abril de 2016 às 19h28

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Gustavo Horta

21 de abril de 2016 às 19h28

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Maria Aparecida Lacerda Jubé

21 de abril de 2016 às 10h11

Criaram a crise para isso mesmo, fragilizar o trabalhador, essa corja sempre foi contra os direitos dos trabalhadores, quando da aprovação da PEC da Empregada Doméstica, esse ódio ficou bem visível, a fixação do Cunha em tirar direitos trabalhistas é outra forma bem clara desse ódio, sem falar na proibição no governo FHC de criar Escolas Técnicas, para não especializar o trabalhador, fidelizando-o à empresa onde aprendeu determinado tipo de trabalho, com salário determinado pelo patrão.

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Eliza Almeida

20 de abril de 2016 às 19h40

Os engenheiros estão ficando sem emprego,mas muitos apoiaram a votação do impeachment no domingo, são fãs da Operação Lava Jato. Aliás a classe média fã da Operação Lava Jato comemorou o impeachment, pois ainda não entendeu que a Ponte Para o Futuro do Temer-Cunha é justamente o ataque aos seus direitos trabalhistas (a classe média é que será terceirizada), que terá os salários achatados, os pobres já foram. Mas, os empresários médios, pequenos também perderam, num primeiro momento comemorarão a retirada dos direitos trabalhistas, mas sentirão no bolso a diminuição do consumo e, portanto, dos lucros. Afinal, o pacote Temer-Cunha já está anunciando privatizações (quando a Telesp foi privatizada, havia a cobrança da assinatura, que na época chegava perto de R$ 3,00, pós privatização a assinatura subiu para mais de R$25,00. Se você não usasse o telefone, só de assinatura pagaria cerca de R$25,00. Em valores atualizados seria como pagar R$ 75,00 sem usar o telefone. Somado ao aumento dos impulsos, o telefone era uma peça de decoração com custos para muitas famílias). Mas, a dupla que representa o fim da corrupção no Brasil, já promete aumentar as tarifas de energia elétrica, os impostos (os que aplaudiram o impeachment, que soltaram fogos, que comemoraram como se fosse um final de copa do mundo é que pagarão o pato). Cunha já aprovou projetos na camara que beneficiam as empresas de saúde. Cunha é o líder que as empresas de saúde precisam para aumentar bastante os custos dos planos de saúde. Portanto, essa classe média que perderá direitos e benefícios (o plano de saúde poderá ser um deles) sentirá os efeitos da aventura golpista. Não poderão correr para o SUS, já que Cunha e Temer pretendem também acabar com o nosso sistema de saúde pública. Os aposentados que comemoraram no domingo junto com seus filhos, netos, noras e genros a votação dos imaculados deputados terão os seus salários congelados. O Brasil sem investigação da corrupção voltará a ser o paraiso dos golpistas, o pior é saber que será pelas mãos de uma parte da população que é midiotizada, que se informa apenas pelo PIG. Eu sabia que parte dos meus impostos eram destinados aos programas sociais, como Bolsa Família, Minha Casa, Minha Vida, Pronatec, Agricultura Familiar, entre outros. Agora, sei que irão integralmente para custear a farra das viagens com dinheiro público, os jantares em restaurantes caríssimos, lojas de grife, hotéis super caros, joalherias, compra de imóveis, de carros de luxo, aviões, iates, enfim, tudo que o dinheiro surrupiado dos brasileiros possa comprar (os midiotas devem ter assistido uma reportagem do Fantástico, no ano passado que mostrava os gastos da família Cunha no exterior). Muitos dos políticos aplaudidos no domingo pelos midiotas figuram em listas como Zelote, Mossak, HSBC, Furnas. Realmente, somos uma república das bananas, um país que derruba uma presidenta que não está em nenhuma das listas dos sonegadores, que não tem nenhum processo de corrupção, que não cometeu nenhum ato ilícito, será substituída por uma dupla acusada de corrupção. Parafraseando Duvalier, limpar a corrupção com Temer e Cunha é o mesmo que limpar o chão com merda.

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    theDarkbozo

    21 de abril de 2016 às 01h08

    Hehehehahhaa, melhor que stand up.

    Responder

    AZ Botelho Paiva

    21 de abril de 2016 às 01h51

    Somente uma curiosidade: Que Classe você seria? Milionária ou recebedora de benesses do governo?

    Responder

mmcassio

20 de abril de 2016 às 18h42

A PRIMEIRA COISA QUE O GOVERNO TEM Q CORTAR É O SALÁRIO DO JUDICIÁRIO GOLPISTA !!!! ELES QUE VÃO RECEBER DA GLOBO!!!!Fora da legalidade constitucional, só nos resta a desobediência civil e auto-organização popular!!!! E é isso que vai acontecer!!! Esse judiciário não mais me representa!!!

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    theDarkbozo

    21 de abril de 2016 às 01h11

    Pior cara, lei é para os fracos. Eu quero poder ficar até tarde assistindo TV sem minha mãe brigar comigo.

    Responder

Vinicius Alonso

20 de abril de 2016 às 17h55

Deixa eu explicar uma coisa a vocês…as empresas precisam dar lucro. É a lógica capitalista. Ninguém vai montar um empresa para dar prejuízo. Logo, se uma empresa der prejuízo, ela não vive. Por isso a diminuição dos salários, dos benefícios. Ou é assim ou a empresa fecha.Dificil entender??

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    Alexandre Moreira

    20 de abril de 2016 às 18h12

    Essa sua ligica neoliberal é tão burra que não resolve nem o problema do empresário. A solução está em reativar o mercado da construção civil, através de fomentos governamentais massivos em programas como o minha casa minha vida, e infraestrutura (estradas, ferrovias, portos, etc). Congelamos por cinco anos os juros da dívida interna e teremos 500 bi por ano para investir na recuperação econômica. Ou então sentamos com os chineses e programamos a remuneração antecipada da produção de petróleo e derivados por dez anos. Está é a base do desenvolvimentismo 2.0 que a elite burguesa ferozmente combate, porque ela não ganha sozinha, tem que dividir com o povo. Abre o olho coxinha, você é só massa de manobra dos ricos.

    Responder

      mmcassio

      20 de abril de 2016 às 18h44

      KKKKK!! BOA!!! ESSES COXINHAS SE MERECEM MESMO!!!! ELES TEM QUE FAZER FILA PARA AR O C… AO BOLSONARO!!!

      Responder

    Eliza Almeida

    20 de abril de 2016 às 18h52

    Corta salários, diminui o número de consumidores, logo, quem perde também são os empresários, principalmente, os menores com menos poder de fogo para concorrer com os grandes.

    Responder

    fausto

    20 de abril de 2016 às 19h23

    Isso é o que se tem quando transformam interesse pessoal em “ciência” ou leis jurídicas.
    A gravidade aplica-se a Newton; Kepler não escapa da atração dos corpos; mas nesta “ciência econômica” eu não vejo os propositores de leis e teorias serem afetados.
    O mundo todo está implodindo por causa disso… menos a China e talvez a Finlândia (que vai começar a pagar 800 euros a todos os seus moradores, tendo ou não trabalho).

    Responder

    Avelino Oliveira

    20 de abril de 2016 às 21h16

    Oi Vinicius
    Realmente é difícil entender.
    Diminua o seu salário, e deixe que os outros aumentem os deles.
    Com seus argumentos Skaf soltaria rojões.

    Responder

      theDarkbozo

      21 de abril de 2016 às 01h14

      É, a gente não precisa de patrões. Devíamos todos nos demitir, dinheiro e capitalismo é um mal. To juntando uma galera pra alugar um barco que vai pra Cuba, dia 26 agora. Partiu? Como dinheiro é um mal, o barco terá de ser a remo, mas suave, a gente chega la!

      Responder

    Robinson Pimentel

    20 de abril de 2016 às 21h22

    Tá, e você chegou a estudar um pouco de administração e economia para saber como as empresas fazem para angariar lucros? E dane-se os restos, né? Esse sistema capitalista está levando o mundo à degradação, acho que já está na hora de repensarmos esse sistema. Está na hora de partirmos para uma reengenharia!

    Responder

      theDarkbozo

      21 de abril de 2016 às 01h12

      É cara, capitalismo é uma merda! Só não xingo mais pq to procurando um iMac irado aqui no mercado livre.

      Responder

        AZ Botelho Paiva

        21 de abril de 2016 às 01h58

        Realmente o sistema capitalista é isto que você falou. Porem ainda não apareceu nada melhor.

        Responder

        Fabricio Araujo

        16 de agosto de 2016 às 12h55

        Tu tempera a merda que come parsa?

        Responder

          theDarkbozo

          16 de agosto de 2016 às 12h58

          Não, passa sua receita ae.

      AZ Botelho Paiva

      21 de abril de 2016 às 01h56

      Desde o tempo da vovó, ela já dizia que este papo de dizer que o Sistema capitalista esta levando o mundo à degradação. É papo de incompetentes. E eu sempre acreditei que ela estava certíssima. O dó!!!

      Responder

      Vinicius Alonso

      21 de abril de 2016 às 23h52

      O que vocÊ acha??? que o estado vai empregar todo mundo??

      Responder

Luiz Mattos

20 de abril de 2016 às 16h09

GREVE GERAL JÁ!

Responder

    AZ Botelho Paiva

    21 de abril de 2016 às 02h01

    Já não. Vamos deixar para segunda feira. Amanhã é feriado, deixa o pessoal emendar.

    Responder

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