Comentários sobre o áudio vazado de André Esteves (BTG Pactual)

Brasília - O presidente interino Michel Temer durante cerimônia de posse aos novos ministros de seu governo, no Palácio do Planalto. À esquerda, o senador Aécio Neves (Marcello Casal Jr/Agência Brasil)

O STF – Inferno de Lula e céu de Aécio, Jucá & Cia

Por Redação

27 de maio de 2016 : 05h04

Foto: Marcello Casal Jr/ Agência Brasil

por Bajonas Teixeira de Brito Junior, colunista do Cafezinho

A cada dia fica mais claro que o tratamento que o STF dedica aos políticos da oligarquia cleptomaníaca, como Aécio Neves e Romero Jucá, é de complacência e compreensão, enquanto reserva para Lula, e para os políticos ligados ao PT, rompantes teatrais de ira e indignação espumante.  São narrativas opostas, como efeitos políticos divergentes em nada “impessoais e isentos”. No dia 12 desse mês, após suspender a coleta de provas contra Aécio, Gilmar disse que aquilo era “normal, absolutamente normal”. Claro que era. Tanto era que agora, no dia 25, ele bloqueou um segundo pedido da PGR para processar Aécio Neves.

Mas e quanto a Lula? Para quem não está lembrado da reação do STF quando, criminosamente, a gravação de uma conversa privada entre Lula e Dilma foi divulgada, vale reler as palavras do furibundo decano Celso Mello:

“Esse insulto ao Poder Judiciário, além de absolutamente inaceitável e passível da mais veemente repulsa por parte desta Corte Suprema, traduz, no presente contexto da profunda crise moral que envolve os altos escalões da República, reação torpe e indigna, típica de mentes autocráticas e arrogantes que não conseguem esconder, até mesmo em razão do primarismo de seu gesto leviano e irresponsável, o temor pela prevalência do império da lei e o receio pela atuação firme, justa, impessoal e isenta de Juízes livres e independentes”.

Essa indignação foi fabricada para amplificar os ataques da mídia e do PSDB contra Lula, sendo que todos sabiam que juridicamente não fazia sentido. Lula expressou sua percepção do acovardamento do STF em uma conversa privada, sem chances nem intenção de atingir o STF, sem esboçar ou maquinar nenhuma trama para influenciar ou cooptar o Judiciário. Ao contrário, o STF sim, valendo-se de um pretexto ignóbil, veio à público para atacar e malhar a figura de Lula.

E com Jucá? Romero Jucá traça em conversa com Sérgio Machado, político que esteve no PSDB por dez anos, uma estratégia para derrubar Dilma e substitui-la por Michel Temer. A finalidade desse golpe é liquidar as investigações da Lava Jato e estancar a sangria, isto é, impedir a prisão de políticos corruptos do PMDB e seus aliados. Na conversa, é revelado que o PMDB e o PSDB estão envolvidos nos mesmos crimes que a Lava-Jato atribui apenas ao PT. E que o impeachment é parte essencial da conspiração:

MACHADO – Rapaz, a solução mais fácil era botar o Michel [Temer].

JUCÁ – Só o Renan [Calheiros] que está contra essa porra. ‘Porque não gosta do Michel, porque o Michel é Eduardo Cunha’. Gente, esquece o Eduardo Cunha, o Eduardo Cunha está morto, porra.

MACHADO – É um acordo, botar o Michel, num grande acordo nacional.

JUCÁ – Com o Supremo, com tudo.

MACHADO – Com tudo, aí parava tudo.

Não resta dúvida de que se trata de um golpe para brecar as investigações de corrupção e impedir que novas prisões venham a ocorrer. Não é um golpe menor, mas o maior golpe que se poderia dar num regime democrático presidencialista ? derrubar um presidente eleito em nome dos interesses de uma camarilha de políticos corruptos. O nome do Supremo Tribunal Federal, STF, é mencionado como parte do esquema. Mas cadê a indignação dos ministros? Cadê a estupefação e a violência verbal de Celso de Mello contra a “profunda crise moral que envolve os altos escalões da República”? Mas a coisa vai além. O diálogo continua assim:

JUCÁ – [Em voz baixa] Conversei ontem com alguns ministros do Supremo. Os caras dizem ‘ó, só tem condições de [inaudível] sem ela [Dilma]. Enquanto ela estiver ali, a imprensa, os caras querem tirar ela, essa porra não vai parar nunca’. Entendeu? Então… Estou conversando com os generais, comandantes militares. Está tudo tranquilo, os caras dizem que vão garantir. Estão monitorando o MST, não sei o quê, para não perturbar.

Jucá envolveu os sagrados nomes dos ministros na trama conspiratória. E qual foi a reação? Um silêncio sepulcral como se o assunto não lhes dissesse respeito. O problema não é deles, não se falou deles, não se disse que estavam conspirando. Ou seja, não foi dito que estavam acovardados ou acocorados, mas apenas envolvidos ativamente em dois golpes: 1) derrubar Dilma passando por cima do estado democrático de direito, do qual são os guardiões, e 2) desmantelar a Lava-Jato e acabar com o risco de futuras prisões.

Isso sim era material explosivo, nitroglicerina pura, para ativar a mais vociferante ira do STF. Mas qual foi a reação da elevada corte? Coletivamente, nenhuma. Só Gilmar Mendes conversou com jornalistas:

“Não vi isso [tentativa de obstruir a Lava Jato]. A não ser, uma certa impropriedade em relação à referência ao Supremo. Sempre vem essa história: já falei com os juízes ou coisa do tipo. Mas é uma conversa entre pessoas que tem alguma convivência e estão fazendo análise sobre o cenário numa posição não muito confortável”.

Toda a conspiração para Gilmar Mendes não passou de “uma conversa entre pessoas que tem alguma convivência e estão fazendo análise sobre o cenário”. O que acontece aqui? A conversa de dois políticos conspirando, vira uma mera conversa particular entre “pessoas que tem alguma convivência”, isto é, como se fossem cidadãos comuns falando do aniversário do caçula de um deles. E a conspiração para o impeachment, se transforma em simples “análise sobre o cenário”.

Diferente das conversas de Lula, os membros do STF não julgaram necessário que seu decano, afetando indignação e escândalo, falasse em nome do tribunal e fosse duro com Jucá, que alegou ter conversado com ministros do tribunal. Não viram nenhum “insulto ao Poder Judiciário”, nada de “absolutamente inaceitável e passível da mais veemente repulsa”, nenhuma “profunda crise moral” e nem sombra de “reação torpe e indigna”. Após justificar carinhosamente as ações daqueles que envolveram a mais alta corte do país em arranjos para um golpe contra a Constituição, Gilmar Mendes ainda amenizou a situação e tratou tudo como normal e corriqueiro:

“Virou um mantra, um enredo que se repete, pode deixar que resolvo. Isso também aparece de vez em quando nas gravações com advogados. […] Não há o que suspeitar do Tribunal, o Tribunal tem agido com muita tranquilidade, com muita seriedade, muita imparcialidade, a mim me parece que não há nada para mudar o curso”.

Como se vê, são dois pesos e duas medidas, um + zoom gigantesco contra Lula e um – zoom igualmente imenso em favor de Jucá e seu comparsa. Além disso, a própria operação de dar ou retirar a ênfase, funciona construindo imaginariamente um escândalo (no caso de Lula) ou anulando descaradamente uma realidade (o golpe planejado por Jucá, ninguém menos que o presidente do PMDB, ou seja, do partido que ganhou a presidência com a queda de Dilma). A narrativa autoritária atua com muita violência sobre os dados da realidade, os distorcendo ou ignorando, conforme a conveniência do momento. Dá a eles uma amplitude que não possuem, ou os torna inteiramente inocentes, muda-os de natureza (o que é político é transformado em privado e pessoal, quando interessa) ao sabor do arbítrio.

Essa narrativa é, no fundo, o discurso de justificação típico das oligarquias e demonstra seu desprezo pela lógica. O discurso lógico, de obediência às proporções e ao lugar próprio das coisas, nasceu com a democracia grega e se fortaleceu na Ágora, a praça pública. Foram as discussões iniciadas aí por Sócrates, que deram origem à lógica. Hoje a Ágora são as redes sociais, os blogs e os sites dedicados ao trabalho da contrainformação e à luta pela democracia. Esse combate é uma guerra pela coerência, pelo sentido, pela isenção e imparcialidade porque, e sobretudo, é uma luta pela lei.

A existência de uma lei, publicamente constituída, que é válida para todos e que não pode ser distorcida pelos interesses de A ou B, é o que dá coerência e sentido de proporção às narrativas e impõe o respeito pela lógica. E é ela que nos permite, por exemplo, dizer que o comportamento do STF é inteiramente parcial e que confere dois pesos e duas medidas, conforme mire Lula e o PT ou se refira aos políticos das oligarquias e seus partidos. Mas que isso aconteça, que a instituição a quem se destina ser a garantia máxima da Constituição, e, portanto, das leis, não se indigne de ser mencionada num complô contra a democracia e as leis, é o melhor indício da tragédia que vivemos hoje.

Bajonas Teixeira de Brito Júnior – doutor em filosofia, UFRJ, autor dos livros “Lógica do disparate”, “Método e delírio” e “Lógica dos fantasmas”. É professor do departamento de comunicação social da UFES

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14 comentários

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Jerusa Gomes

03 de junho de 2016 às 00h01

É tudo um absurdo, bizarro.

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SIDNEY CURTY MACHADO

27 de maio de 2016 às 19h16

Concordo com os postos que denunciam um esquema de mídia poderosíssimo para acobertar o golpe. Como em 64. Aliás este golpe beira aos mais intrincados esquemas já vistos no mundo. Como a esquerda está combalida no resto do mundo restará uma colisão interna para resistir à situação atual imposta pelo STF e o PMDB que aposta no Psdb para em 2018 se manter no poder indefinidamente. Mas como congregar tão diferentes correntes de pensamento e ações nestestão partidos de esquerda que restaram?

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Jst

27 de maio de 2016 às 13h00

“”Esse insulto ao Poder Judiciário, além de absolutamente inaceitável e passível da mais veemente repulsa por parte desta Corte Suprema, traduz, no presente contexto da profunda crise moral que envolve os altos escalões da República, reação torpe e indigna, típica de mentes autocráticas e arrogantes que não conseguem esconder, até mesmo em razão do primarismo de seu gesto leviano e irresponsável, o temor pela prevalência do império da lei e o receio pela atuação firme, justa, impessoal e isenta de Juízes livres e independentes”.”

Será que ele repetiria este arrazoado depois da divulgação do áudio do Jucá?
Penso que sim. Cara-de-pau e sem vergonhice não tem limites.
Aliás, estes atributos parecem ser a cara do STF atual. E o mais triste é constatar que foram quase todos indicados pelo PT. Como puderam errar tanto(Lula e Dilma)?

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sbernardelli

27 de maio de 2016 às 11h36

O STF JULGA DE ACORDO COM SEUS INTERESSES… O GRAMPO DO MORO SEM AUTORIZOU DO STF E AINDA ENTREGUE PRIMEIRO A GLOBO COMO FOSSE ELES OS JULGADORES NÃO É CRIME, MAS É CRIME O QUE DILMA DISSE A LULA, É CRIME A OPINIÃO DO LULA E QUE AGORA É OPINIÃO DE TODOS. ENQUANTO A VERGONHA DO CAPA PRETA GILMAR DIZ QUE NÃO VIU NADA DE MAIS NO QUE O JUCÁ DISSE… JOGARAM O SUPREMO NA FOSSA E GILMAR COM SUAS OPINIÕES E ATOS AFUNDA MAIS AINDA TODOS OS MINISTROS NA MESMA FOSSA.

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Edson do Nordeste

27 de maio de 2016 às 12h24

MARAVILHA DE TEXTO!

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maria nadiê rodrigues

27 de maio de 2016 às 10h02

O silêncio do STF, ou as poucas tiradas de alguns ministros simplificando os áudios dos que achacam esse poder, são uma resposta clara da influência de todos em favor do impeachment. Ao lado deles se encontra Moro. Imagine se essas conversas tivesse sido com Lula e Dilma, eles chamando a Lava Jato de porra, etc. São instituições que caem no mais absoluto ridículo justo pelo silêncio na hora que deveriam se pronunciar.

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Helena

27 de maio de 2016 às 09h45

Vamos ser realistas e perceber que um dos maiores erros do PT foi o fetichismo do STF. Acreditaram que a coisa se resumia a contar com bons advogados e pronto ficaria tudo bem. Dirceu foi vítima dessa ilusão infantil que foi fatal para comer 50% da reputação do PT. Será que as esquerdas não vão aprender nunca que respeitam um Supremo que é uma farsa e uma desgraça para o Brasil?

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Eder Barbosa de Sousa

27 de maio de 2016 às 09h01

É bom que as esquerdas aprendam, de uma vez, que não basta eleger o Presidente, é preciso eleger maioria no Congresso. Espero que em 2018 as esquerdas entendam isso, e trabalhem para termos um novo Senado e uma nova Câmara, com maioria, para então modificar todo este estado de coisas. Só com maioria no Congresso, se consegue de fato mudar este país, e por um fim às oligarquias que tão mal fazem a este país. A maioria do povo brasileiro sempre teve índole à esquerda – a direita nunca ganhou uma eleição, só chegou ao poder pelo golpe ou enganando o eleitor, como fez FHC, que se dizia de esquerda, mas era mais direita que a própria direita – o que falta é apresentar nomes que motive as pessoas, é mostrar que a esquerda pode sim governar e modificar o país para melhor, não só no aumento da renda e no combate às desigualdades sociais, mas também no aperfeiçoamento das instituições, para que cumpram, imparcial e verdadeiramente, seu papel constitucional. O erro foi este, apoiar candidatos de direita em busca de apoio no Congresso. Se tivessem apoiado candidatos de esquerda, já teriam alcançado maioria nas últimas três eleições. As esquerdas precisam parar de brincar em ser poder, tem de ter poder, dentro do Congresso, para democraticamente, mudar este cenário, deplorável, que vivemos hoje.

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    Jó Ge

    28 de maio de 2016 às 00h17

    Eu penso que deve ser adotado o voto vinculado, ou seja, escolhido o candidato à Presidência, vota-se, necessariamente, nos candidatos a deputados e senadores pelo mesmo partido ou coligação, para se garantir a maioria no congresso. De que vale uma Presidenta com 54 milhões de votos se estes mesmos votos se diluem entre vários outros partidos, inclusive da oposição, no congresso?

    Responder

josecarloslima

27 de maio de 2016 às 09h35

[8h04 27/05/2016] José Carlos Lima: http://www.tijolaco.com.br/blog/o-imperio-contra-ataca-ordem-e-destruir-renan-o-ultimo-freio-cunha-e-temer/
[8h10 27/05/2016] José Carlos Lima: O JOGO DO APARATO MIDIÁTICO-PENAL

Assistindo ao JN nesta noite, tive a impressao de que a midia finalmente deixou de ser imparcial…SQN

CUNHA E TEMER BLINDADOS

O Machado nao se encontrou com Temer nem com Cunha?

Claro que se encontrou e grampeou-os, pois o objetivo de Machado com os grampos era produzir esse rol de provas para ter sua delaçao fosse aceita pelo STF

Por que até agora não vazou nada de um provavel encontro entre eles e Machado…

Com certeza o Teori tem gravaçao deles mas o vazamento é feito conforme o jogo que está sendo jogado pelas forças ocultas que estão por trás dessa trama.

Segundo analistas os vazamentos na midia tem como objetivo detonar Renan e seu grupo.

A ordem seria proteger Temer e Cunha.

“Não importa que estejam podres, desde que obedeçam.”

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Antonio Passos

27 de maio de 2016 às 07h52

Sinceramente, não existe resistência de verdade ao golpe. A esquerda fica tergiversando, repetindo de forma inútil acusações de parcialidades e ilegalidades. É GOLPE ! Fim de papo, vamos LUTAR e não reclamar. Onde estão os DESAFIOS, as desobediências civis, as convocações à REAÇÃO de verdade, as reuniões de personalidades para escrachar os golpistas, as cartas abertas desafiadoras e com acusações claras e diretas, os recursos a todos os tribunais que existem, os pedidos de apoios internacionais ? Não tem nada, só reclamação, só mimimi porque o STF protege uns, persegue outros, etc. Desculpem mas isso é pouco.

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    Alexandre Moreira

    27 de maio de 2016 às 09h06

    Desculpe António mas tudo isso que você descreveu esta acontecendo e de forma bastante acentuada. Foram inúmeros protestos por todo o país, incontáveis cartas posicionando diversas entidades e setores da sociedade contra o golpe, diversas personalidades influentes emitindo opinião, tudo isso com uma grande repercussão internacional. O que não houve foi a devida repercussão interna. A grande mídia nacional tem descaradamente escondido ou diminuído todas essas reações, e vendido à população uma versão manipulada a favor dos golpistas.

    Acho que temos que fazer um contraponto sistêmico aos atos do governo Termer. Por exemplo as desvinculações das receitas da educação e da saúde, deveriam desencadear greves dos funcionários da educação com apoio massivo dos estudantes, e também paralisação estratégica de setores da saúde pública. Alterações das regras da previdência social e flexibilização das leis trabalhistas, deveriam desencadear protestos de aposentados e trabalhadores em geral, com greves e paralisações pontuais. Quando um número expressivo de trabalhadores e população em geral estiver envolvido nos protestos, e estes estiverem afetando vários setores da economia, poderemos convocar um grande ato unificado de paralização e dar um ultimato no governo Temer. Acho que nos cabe neste primeiro momento, enganjar na luta da nossa própria categoria, para mais tarde aderir ao movimento no âmbito nacional.

    Responder

Marcvs Antonivs

27 de maio de 2016 às 06h46

“stf de merda”

Responder

Reinaldo Mechica Miguel

27 de maio de 2016 às 06h40

O STF “sem-pre” FOI UM TRIBUNAL CANALHA. É UMA CORPORAÇÃO COMPOSTA DE SÓRDIDOS JULGADORES E QUE ATRAVÉS SALAMALEQUES JURÍDICOS E JULGAMENTOS HERMÉTICOS FAZEM O QUE BEM ENTENDEM COM OS NOSSOS DESTINOS. SÃO JUÍZES QUE LABUTAM CONTRA OS NOSSOS DIREITOS CONSTITUCIONAIS. SÃO VENDILHÕES DA JUSTIÇA…

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