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Temer e Moro ganham prêmio da Istoé

Por Miguel do Rosário

06 de dezembro de 2016 : 23h22

Além do usurpador golpista, o outro ganhador de prêmio da Istoé foi Sergio Moro. Aliás, não se sabe em que horas Sergio Moro analisa os autos, visto que vive em premiações da mídia aqui e lá fora, ou frequentando rega-bofes tucanos.

Pela legislação, juiz não pode ganhar prêmio, mas a lei não parece valer muito no Brasil, sobretudo se se trata de um juiz.

Prefiro não comentar mais que isso… Deixo para os leitores.

***

Na Revista Istoé

“Um prêmio motivador para que nós salvemos o País”, diz Temer ao receber a homenagem ‘Brasileiros do Ano’

06.12.16 – 22h37

O presidente Michel Temer recebeu a homenagem principal na premiação Brasileiros do Ano, realizada na noite desta terça-feira (06) em São Paulo. Promovida pela Editora Três, a premiação é dedicada às personalidades que tiveram destaque em 2016.

“Este prêmio tem um significado muito grande. Verifico o entusiasmo que todos participam. Premiar é um estímulo. temos de aproveitar a crise. Ela é mobilizadora. Quando você sai dela, você sai melhor. O que o Brasil mais quer é a democracia da eficiência, querem ética na política. Em face deste prêmio nós estamos muito mais obrigados a cumprir nosso deveres e honrar o Brasil. Nós vamos sair da crise. Precisamos do apoio de todos. Quando leio a IstoÉ, me certifico dos grande problemas do País. Vocês costumam apurar os fatos. vão às profundidades dos fatos. Este é um prêmio motivador para que nós salvemos o País”, disse em seu discurso.

Em 2016, o presidente Michel Temer (PMDB) recebeu a missão de assumir o comando do País em um momento conturbado política e economicamente.

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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20 comentários

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Fernando Nóbrega de Andrade

07 de dezembro de 2016 às 10h32

A Revista Isto É “Uma put … ria”

Está agradecendo os altos valores dos repasses do governo com publicidade.

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Maria Thereza G. de Freitas

07 de dezembro de 2016 às 09h44

Miguel e demais, que bobagem! Moro não precisa de tempo para analisar processos. Ele forma sua convicção pelas manchetes do pig.

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Terceira Onda ?

07 de dezembro de 2016 às 09h22

kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk ! Sencacionalista ta de mais né… não, pera…

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Ocomentarista Tcomment

07 de dezembro de 2016 às 08h46

“Essa proposta financeira que o sr. recebeu para se manter no cargo de pagar 700 mil dólares por mês também foi levada ao presidente do PMDB à época (o temeroso)?” “Não dr., aí estou indeferindo essa questão”, interrompeu o justiceiro, imediatamente. “Isso não é objeto da acusação e não tem competência desse juízo para esse tipo de questão, ou seja, O TEMEROSO NÃO VEM AO CASO”!

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Marcos Augusto Neves

07 de dezembro de 2016 às 07h51

Vindo de uma revista dessa, nada de novo. Não leio e nunca lerei.

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Antonio Passos

07 de dezembro de 2016 às 06h48

A hora deles está chegando. A pós verdade tem pernas muito mais curtas do que a mentira. O Brasil dessa escória está acabando, é o canto do cisne deles

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foo

07 de dezembro de 2016 às 05h33

“Pela legislação, juiz não pode ganhar prêmio”

Onde isso esta’ escrito? Pode citar a fonte?

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Messias Franca de Macedo

07 de dezembro de 2016 às 01h16

“Governo Temer é terrorista ao sugerir reforma da previdência social”
A afirmação é de Remígio Todeschini, do Instituto de Previdência de Santo André, no ABC, ex-secretário de políticas públicas de emprego do Ministério do Trabalho. Ele explica a reforma da previdência no estúdio do Seu jornal.
Publicado em 06 de dez de 2016
https://www.youtube.com/watch?v=xpzAx2WY9Go

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ROBERT RODOLFO

07 de dezembro de 2016 às 00h49

Não podemos esquecer aquele caso do executivo da OAS (se não me engano), Coutinho de Sá, que ficou encarcerado 9 meses, tendo como consequência o fim do seu casamento, a perda do emprego e a longa separação da filha pequena, transtorno depressivo que requereu tratamento, além das ameaças de um réles carcereiro que dizia que ele nunca mais veria a filha. Depois o pior, condenação a ONZE ANOS de prisão pelo juizeco da Guantánam brasileira que extorque delações torturando psicologicamente os delatores. Pois bem, depois de todas essas crueldades o cidadão é ABSOLVIDO POR UNANIMIDADE JÁ NA 2ª INSTÂNCIA. Qualquer indenização monetária (que será paga por nós) a esta vítima da quadrilha de Curitiba não terá o poder de reconstruir sua vida.

Quantas vidas mais este juizeco da república de Curitiba precisará destruir, famílias, empregos e tudo o mais para que uma instância superior tome alguma iniciativa (se a globo deixar, claro)? Esse indivíduo precisava sofrer uma sindicância administrativa e ser demitido a bem do serviço público, sem prejuízo das ações judiciais de suas vítimas.

É preciso também, na minha visão de leigo, que destas indenizações por erro judiciário, alguma coisa tem que sair do bolso dos responsáveis, nem que seja um salário mínimo, ao invés de ficar nas costas dos contribuintes. Deveria haver uma lei responsabilizando o autor do erro, principalmente quando há flagrante má-fé na condenação. No caso do sr. Coutinho de Sá, por exemplo, parece que o juizinho ficou putinho com linha de defesa de seus advogados que não aceitaram ficar submetidos ao humor desse doente mental e resistiram bravamente.

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Gilberto Alves

07 de dezembro de 2016 às 00h46

Premio “Peruca de Boi” para o Temer e toda a velhacada de Brasilia. Corno e o que nao falta na Capital mundial dos Cornos………E para o Moro o Premio “Pegador de Traveco”.

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Evaldo Martins

07 de dezembro de 2016 às 00h40

Queria saber quanto o Temer pagou à Revistinha para ganhar este prêmio da revistinha.
Eu queria que alguém me beliscasse para saber se isso é realidade brasileira.

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    Maria Thereza G. de Freitas

    07 de dezembro de 2016 às 09h48

    há alguns dias os blogues publicaram o aumento de verba oficial pro PIG. Dá pra receber um bocado de prêmio

    Responder

Carlos Moreira

06 de dezembro de 2016 às 23h50

“Premiação Brasileiros do Ano”
Para o prêmio de Juiz Parcial do ano… Sérgio Moro!
Para o prêmio de maior Traidor da história… Michel Temer!
E para o prêmio de Revista de Merda… Istoé! digo… Época! Correção: Veja!
Ah tanto faz é tudo lixo mesmo!

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    Terceira Onda ?

    07 de dezembro de 2016 às 09h17

    E tudo “O MESMO” lixo ^^

    Responder

Messias Franca de Macedo

06 de dezembro de 2016 às 23h40

ATENÇÃO PARCELA DO BEM DA NAÇÃO BRASILEIRA

O picareta traíra decorativo já passou da hora de ser preso!
Entenda

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Nesta 2ª (5.dez), o presidente Michel Temer e o ministro da Fazenda Henrique Meirelles decidiram que parte da dívida tributária das empresas deve ser perdoada.

06/12/2016

Um estudo apresentado pela Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN) mostra que menos de 13 mil pessoas e empresas devem cerca de R$ 900 bilhões em impostos.
A reportagem é do Poder360 e as informações são do repórter Gabriel Hirabahasi.
Segundo a diretora de Gestão da Dívida Ativa da União da PGFN, Anelize Ruas, a soma dos débitos da sonegação fiscal é de R$ 1,8 trilhão. A Procuradoria Geral diz que são 4,3 milhões de devedores.
Destes, quase 13 mil –0,3% do total– são considerados “grandes devedores”. Eles são responsáveis por 63,7% de uma dívida de R$ 1,4 trilhão, a não-previdenciária. Ela não inclui, por exemplo, os recolhimentos devidos do FGTS.
A Fazenda Nacional considera como “grande devedor” pessoas físicas ou jurídicas responsáveis por débitos maiores que R$ 15 milhões. Os valores do levantamento são referentes a setembro de 2016.

FONTE: http://fernandorodrigues.blogosfera.uol.com.br/2016/12/06/cerca-de-13-mil-pessoas-e-empresas-devem-r-900-bilhoes-em-impostos/

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    Maria Thereza G. de Freitas

    07 de dezembro de 2016 às 09h46

    o perdão está explicado. são grandes sonegadores, tudo amigo

    Responder

Rachel

06 de dezembro de 2016 às 23h38

O q mais gostei foi da tag: fascismo
E não sabia que juiz não pode ganhar prêmio. Mas não vem ao caso.

Responder

    foo

    07 de dezembro de 2016 às 05h34

    Eu tambem nunca ouvi falar que juiz nao pode ganhar premio.

    Seria bom esclarecer essa parte.

    Responder

17Abril2016

06 de dezembro de 2016 às 23h34

Premio da IstoE deve cheirar mrd.

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