Miguel do Rosário analisa pesquisa CNT/MDA e aliança com Ciro Gomes

Geraldo Magela/Agência Senado

MPF pede novamente prisão de Paulo Preto, solto por Gilmar em HC

Por Redação

14 de Maio de 2018 : 19h39

Após ser libertado pelo ministro Gilmar Mendes do Supremo Tribunal Federal por meio de um Habeas Corpus, o doleiro Paulo Preto, ex-diretor da Dersa, apontado por delatores como receptor de propinas destinadas ao PSDB. Conforme publicado pelo Cafezinho em 02/05, o doleiro teria recebido 173 milhões de reais.

Ao não comparecer no depoimento, Paulo Preto teve novamente pedido de prisão feito pelo Ministério Público: “Não há justificativa para a sua ausência, sobretudo a desnecessidade da mesma em virtude de um HC que lhe concedeu a liberdade, não o dispensou de comparecimento aos demais atos processuais”, afirmou a procuradora Adriana Scordamaglia na peça, em trecho publicado pelo Poder 360. O novo pedido de prisão está em análise na justiça.

ACUSAÇÕES:

A Lava-Jato fica no chinelo quando o assunto é desvio de dinheiro durante obras do governo tucano em São Paulo. Segundo a Folha de São Paulo noticiou nesta quarta-feira (02/05), o ex-diretor da Dersa Paulo Vieira de Souza, conhecido como Paulo Preto, é suspeito de ter desviado R$ 173 milhões em obras do rodoanel. Acusado de ser o operador do PSDB, Paulo Preto pode ter alcançado o recorde de desvios na gestão Kassab (PSD).

Paulo Preto só parou na gestão Fernando Haddad (PT), quando o ex-prefeito petista interrompeu obras da ligação entre a Avenida Roberto Marinho com a rodovia Imigrantes.

 

Apoie O Cafezinho

Crowdfunding

Ajude o Cafezinho a continuar forte e independente, faça uma assinatura! Você pode contribuir mensalmente ou fazer uma doação de qualquer valor.

Veja como nos apoiar »

Nenhum comentário

Os comentários aqui postados são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do site O CAFEZINHO. Todos as mensagens são moderadas. Não serão aceitos comentários com ofensas, com links externos ao site, e em letras maiúsculas. Em casos de ofensas pessoais, preconceituosas, ou que incitem o ódio e a violência, denuncie.

Escrever comentário »


Deixe uma resposta