Análise da reunião ministerial de Bolsonaro

Boeing recua e diz que anunciará “acordo” com Embraer só após eleições

Por Miguel do Rosário

03 de setembro de 2018 : 17h03

Quem bom que teve candidato que se insurgiu contra esse “acordo” vergonhoso – que destruirá empregos no Brasil e ainda nos roubará a única empresa de aviação que possuímos – e asseverou que irá anulá-lo caso eleito.

A mera possibilidade de um candidato contrário a esse acordo vencer as eleições fez a gigante americana tomar a decisão de aguardar seus resultados antes de anunciá-lo oficialmente.

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No blog do Lauro Jardim

Acordo entre Boeing e Embraer será anunciado só após as eleições

02/09/2018 09:40

O negócio entre Boeing e Embraer está fechado. Oficialmente, só restaria o o.k. final do governo — que, na verdade, já aprovou tudo.

Mas para ser anunciado mesmo falta saber quem será o vencedor nas urnas de outubro.

Prudentemente, a Boeing quer ter a certeza de que o eleito não vetará que o acordo decole.

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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7 comentários

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gustavo

04 de setembro de 2018 às 10h34

Miguel do Rosário,

Estude um pouco mais sobre o setor e economia para evitar falar bobagem.

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hocuspocus

04 de setembro de 2018 às 10h02

É óbvio que um candidato que não tem chance NENHUMA de vitória ( a menos que os pts/Lula decidam apoia-lo e os eleitores dos pt, ACEITEM) não faria desistir a uma empresa do tamanho da Boeing e tendo a importancia que o negocio tem pra eles.
Se eles colocaram na geladeira por enquanto é pelas reais chances de não ter vitória dos golpistas e esta ameaça é representada pelos pts.
O resto é sonho de cirista.

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JOÃO BATISTA

03 de setembro de 2018 às 20h54

Ciro 12.

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Luan Mello

03 de setembro de 2018 às 19h53

Boa Noite Pessoal,

Gostaria de deixar algumas ponderações:

1 – “nos roubará a única empresa de aviação que possuímos”
A embraer é um empresa privada(Ela não é nossa) com capital aberto. A mesma não
possui um unico controlador. O que o governo tem é uma golden share, isso
não significa que ele é o dono(Apenas que pode vetar uma negociação direta).

2 – “que destruirá empregos no Brasil”
Agora falando de business, a Bombardier é concorrente direta da Embraer. Com
a compra da Bombardier pela Airbus ela se tornou uma concorrente imbativel no cenario
atual da embraer.

Acredito que independente dela ser vendida ou não os empregos referentes a linhas dos
jatos leves irão acabar. Ou porque foi vendida ou porque não terá força no mercado.

Agora, as linhas do KC-390 e do supertucado(2 ótimos produtos da empresa) continuarão
com suas equipes visto que a linha militar não entrara no acordo!

Abraço

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    Egg

    21 de setembro de 2018 às 23h59

    O “nossa empresa” se refere a “nossa empresa brasileira” (empresa nacional). Sobre a fusão das concorrentes da Embrear. Quem garante que isso afetará a Embraer? A Lenovo se fundiu (comprou) com a Motorola e nem por isso as vendas do Apple (concorrente da Lenovo e Motorola) foram afetas. Presta atenção. Se você não sabe do que fala, então é melhor fechar a boca. Sobre aérea militar não ser envolvida. Não sei não. Quem garante? A Boeing vai estar com um pé dentro do Brasil e das tecnologias da Embraer, para botar o outro pé na tecnologia militar não será assim tão difícil. Eu não confio.

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jose ferreira sobrinho

03 de setembro de 2018 às 17h50

SE VOCÊS TIVESSEM FALADO O NOME DO CANDIDATO TERIA SIDO UM RELATO MAIS AGUDO. A BENEFÍCIO DA IMPARCIALIDADE==TALVEZ–BUSCOU-SE O SUJEITO OCULTO DA MATÉRIA. ORA O BRASIL INTEIRO SABE QUE FOI CIRO GOMES. AH SENHORES SE EU FOSSE JORNALISTA SENDO ASSIM TÃO NACIONALISTA ESCREVERIA UM ARTIGO : A-V-I-T-Ó-R-I-A D-E–C-I-R-O. NÃO OCULTARIA O SUJEITO E FELICITARIA O OBJETO DIRETO: O POVO BRASILEIRO.

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