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Foto: Divulgação

Polícia do Paraná diz que assassinato de tesoureiro do PT não foi crime de ódio

Por Redação

16 de julho de 2022 : 09h25

Nesta sexta-feira, 15, a Polícia Civil do Paraná disse que o assassinato do tesoureiro do PT, Marcelo Arruda, não pode se enquadrar em crime de ódio e por motivações políticas.

Arruda foi morto a tiros, no fim de semana passado, pelo policial penal federal Jorge Guaranho, em Foz do Iguaçu (PR), durante sua própria festa de aniversário de 50 anos.

Em coletiva de imprensa, a PC alega que o policial penal foi até a festa para provocar a vítima e que isso motivou a discussão por divergências políticas. Porem, também foi dito que não há provas de que, quando Guaranho retornou a festa armado, ele queria cometer um crime de ódio.

A delegada chefe da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa, Camila Cecconello, afirmou que “o que temos é a alegação da mulher dele dizendo que ele voltaria porque disse ter sido humilhado. Então é difícil falar que ele matou por um crime de ódio, pelo fato de a vítima ser petista. Ele voltou pela escalada de ódio”.

O policial penal que é apoiador de Jair Bolsonaro (PL) será indiciado por homicídio duplamente qualificado, pelo motivo torpe e por causar perigo comum a terceiros.

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10 comentários

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carlos

17 de julho de 2022 às 10h12

Depois do escândalo do auxílio moradia que beneficiou até os cachorros dos juízes que tinham imóveis próprios se equiparando aos trabalhavam fora de seu estado de origem, agora chegaram a criação dos penduricalhos, que foram ditos anos atrás com o presidente do TJ São Paulo que foi entrevistado na TV HBO . Agora eu quero ver a reforma do judiciário acontecer, porque o judiciário faz que trabalha e o legislativo faz legislativo junto ao executivo faz que executa. Daqui a pouco o PIB só vai dar pra pagar despesas dos poderes dessa malfada republiqueta, de bananas .

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Pony

16 de julho de 2022 às 21h19

Fala Alexandre,

que foi que tá nervoso, você não é assim…

Vou dar uma festa do meu aniversário semana que vêm e vou fazer um bolo com a cara de Vaccari Neto e da Dilma Guerreira do povo brasileiro abraçados para a gente tirar umas fotos.

Você tá convidado viu, traz o revólver para a gente trocar uns tiros com Bolsonaristas diante dos nosso filhos…vai ser legal.

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Dudu

16 de julho de 2022 às 21h06

Alexandre,

você que entende de festas, em breve é meu aniversário e estou na dúvida se vou por a foto do Renan Calheiros, do Alckmin ou do Cabral na parede para o pessoal tirar as fotos e trocarmos uns tiros com desconhecidos…..kkkkkkk

O que você acha….? Kkkkkkkkkkkk

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Jhonatan

16 de julho de 2022 às 20h29

Fazer uma festa de aniversário com tema um criminal pluricondentado e morrer trocando tiro na mesma diante da própria família é coisa de desadatados.

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Galinzé

16 de julho de 2022 às 20h16

Alexandre,

eu do pitaco no que eu quiser assim como você faz sua festinha com o tema que você quiser, do Batman, da Peppa Pig, do Dirceu, do Palocci…kkkkkkk

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Galinzé

16 de julho de 2022 às 10h06

O que nao se enetende é como um sujeito de 50 anos faz uma festa do proprio aniversario com tema um lavador de dinheiro publico como se fosse um menino de 5 anos fazendo festinha do Homem Aranha…é normal isso ?

Nao tem um minimo de amor proprio esse cara ?

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    Alexandre

    16 de julho de 2022 às 18h14

    A festa era dele, quem pagou foi ele e o tema quem escolhe é ele. Se eu quiser fazer uma festa com o tema Vida de Inseto, você tem é que ficar quieto na sua e não dar pitaco.

    Responder

Querlon

16 de julho de 2022 às 09h47

E’ obvio que nao foi politco, os dois nao estavam disputando nada na politica, cargos, interesses economicos ligados a politica, ecc…nem se conheciam.

Sao somente dois idiotas violentos como tem milhoes no Brasil.

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Fanta

16 de julho de 2022 às 09h43

O “crime de odio” nao existe, o odio é um sentimento nao é um crime.

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Alexandre Neres

16 de julho de 2022 às 09h42

Paraná – República de Curitiba – Lava Jato – Moro – Bolsonaro – voto em papel – Forças Armadas – polícia – arma – clube de tiro – crime – discurso de ódio – intolerância política – violência indiscriminada contra as mulheres

Daí o incauto indaga o que tem uma coisa a ver com a outra. Querem que eu desenhe?

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