Mais de 70% dos eleitores já estão decididos sobre o voto presidencial, diz DataFolha

Imagem: Agência Brasil

Genial/Quaest: Lula tem 48% dos votos válidos no 1° turno

Por Gabriel Barbosa

07 de setembro de 2022 : 08h39

A Genial/Quaest divulgou nesta quarta-feira, 7, a nova rodada de pesquisa eleitoral para a presidência da República que mostra cenário de estabilidade.

Segundo a pesquisa, o ex-presidente Lula (PT) continua na liderança com seus 44% das intenções de voto. Enquanto isso, Jair Bolsonaro (PL) oscilou dois pontos, dentro da margem, indo de 32% para 34% das menções. Nos votos válidos, Lula fica com 48% e Bolsonaro 37%.

O ex-ministro Ciro Gomes (PDT) fica na terceira colocação com 7% das menções seguido por Simone Tebet (MDB) com 4%. Como a margem de erro é de dois pontos, Ciro e Tebet estão tecnicamente empatados. Felipe D’Ávila (Novo) e Soraya Thronicke (União Brasil) ficaram com apenas 1%, cada. Branco/Nulo 5% e Indecisos, 4%.

Na simulações de segundo turno, o ex-presidente Lula segue com favoritismo isolado com 51% dos votos totais e 56,6% dos votos válidos contra 43,3% de Jair Bolsonaro (39% dos totais).

A Genial/Quaest ouviu 2000 eleitores em 120 municípios das cinco regiões do País entre os dias 1° e 4 de setembro de 2022. O nível de confiabilidade é de 95% e pesquisa foi registrada na Justiça Eleitoral sob o código BR-00807/22.

Acesse a pesquisa completa clicando aqui.

Gabriel Barbosa

Jornalista com passagens pelo Grupo de Comunicação O POVO (Ceará), RedeTV! e Band News FM. Pós-graduando em Comunicação e Marketing Político.

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4 comentários

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Mario borges

08 de setembro de 2022 às 09h13

Aos que vieram aqui num blog progressista defender o débil mental que nos governa eu digo o seguinte:
O débil mental que vocês chamam de mito porque também são débeis mentais se vangloriou da própria masculinidade em praça pública e em nenhum momento citou os 200 anos de independência do Brasil – festa da qual ele se apropriou para juntar a turma de fanáticos que vocês são e que não veem que ele comprou 107 imóveis dos quais 51 foram comprados com dinheiro vivo afora os outros incidentes de corrupção do seu governo- algo intolerável e hipócrita para um cara que se elegeu com o lema de combate à corrupção. O que ele quiz com essa afronta foi ameaçar e intimidar os 69 por cento da população que não está com ele. Juntar uma parcela do seu eleitorado de 31 por cento de intenções de voto não significa absolutamente nada. Não tem bala e nem banho de sangue que vai convencer 79 por cento da população a aceitar um regime fascista não. Mussolini quando morreu em condições desastrosas tinha 30 por cento do apoio da população e deu no que deu. Por fim, não precisamos nos humilhar em sites e blogs fascistas de vocês para defender a esquerda.

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EdsonLuíz.

07 de setembro de 2022 às 15h24

Quatro fatos importantes sobre o segundo turno das eleições de 1989 para presidente, para que não sejam deformados :

▪ Lula rejeitou absolutamente o apoio de Ulisses Guimarães em 1989.
▪ Roberto Freire foi o articulador da frente de apoio a Lula pelos demais partidos políticos no 2q`° turno de 1989.
▪ Brizola buscou um nome viável contra Fernando Collor no segundo turno de 1989, já que as pesquisas indicavam que Lula e ele perderiam.
▪ O PSDB, que nos anos seguintes o PT e Lula arruinaram espalhando ódio leviano fermentado com mentiras, participou da frente de partidos contra Fernando Collor e apoiou Lula.

■ Brizola.
Em 1989, no 1° turno :
• Color ficou em 1°;
• Lula ficou em 2°;
• Brizola ficou em 3°;
• Mário Covas ficou em 4°.

Brizola viu por pesquisas que Lula e ele perderiam para Collor e que Mário Covas ganharia.

Com essa informação, Braizola propôs que Lula renunciasse ao 2° turno e ele também renunciaria. Assim, Mário Covas, que havia ficado em 4° lugar, é que disputaria com Collor e seria apoiado por todos.

Lula NÃO aceitou a proposta de Brizola!

■ Roberto Freire.
Roberto Freire, em 1989, foi candidato a presidente da repúblicaq pelo PCB.

Roberto ser candidato dos comunistas, em um país com mais de 90% de católicos à época, assustava muito e ele teve apenas 1,2% de votos. Mas a admiração a Roberto Freire, pelo grande preparo que ele demonstrava nos debates e entrevistas e a defesa da democracia expressada por Roberto, que agora se expressa por meio do Partido Cidadania23, fez dele o nome mais respeitado entre os candidatos.

Roberto Freire, durante os debates, assumia expontaneamente o papel de proteger Lula, que sofria grande preconceito e agressões por parte da candidatada daquele ano e Lula ainda não dominava certos temas e Roberto ia acertando as coisas sem retirar o mérito de Lula. Eram inúmeros os candidatos. O Lula protegido por Roberto nos debates não era o Lula corrupto de agora.

De forma natural, Roberto conseguiu juntar em uma frente de partidos para apoiar Lula —e derrotar Fernando Collor—– o PSDB, o PCB (aquele PCB eurocomunista, não esta versão radical e stalinista de hoje), o PDT (com dificuldade: Brizola tinha grande ranço de Lula e Lula tinha medo de Brizola) e parte do MDB*. O apoio do PSB e o PCdoB Lula já possuia.

*Lula aceitou receber o apoio de parte do PMDB, mas não aceitou ser apoiado por Ulisses Guimarães.

■ Ulisses Guimarães.
Em 1989, Ulisses era o grande fiador da abertura política e emblema do Processo Constituinte e da nova Constituição, que ele chamava de Constituição Cidadã. Tudo indicava que Ulisses teria uma imensa votação. Mas provavelmente a associação que o eleitor fazia de Ulisses com Sarney fez dele um candidato inviável.

No governo Sarney a infração foi às alturas e a má-fama das máquinas de etiquetar preço é dessa epoca. A associação de Ulisses com Sarney era bem errada, por sinal, mas coitado do povo: qual tempo o povo tem para se informar e fazer as associações corretas?

Essa mesma associação indevida que o povo fazia, de Ulisses com Sarney, e o medo que Lula tinha de Ulisses, assim como tinha medo de Brizola (medos já confessados por Lula), levaram Lula a rejeitar o apoio de Ulisses Guimarães.

■ PSDB.
O PSDB, desde a primeira iniciativa de Roberto Freire de juntar forças para derrotar Fernando Collor, aderiu de pronto e foi o grande articulador e financiador dos palanques de campanha, embora não sem discordâncias internas. À época, os palanques e comícios gigantes eram uma das partes mais importantes das campanhas e cada candidato realizava mais de um comício gigabte por dia.

Posteriormente, por irresponsabilidade, o PT se negou a ajudar o PSDB e Fernando Henrique no seu governo, boicotou tudo o que pode do PSDB e espalhou – e ainda espalha– muito ódio e leviandade sobre o PSDB, que nada fez ao PT, a não ser de bom. Essa leviandade do PT contribuiu mais para o esvaziamento do PSDB que os próprios erros dos tucanos.

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EdsonLuíz.

07 de setembro de 2022 às 13h54

O apoio de Lula e de jair bolsonaro a ditadores e autocratas é pusilânime!

Eles são incapazes de condenar claramente o esfolamento da liberdade e da busca por progressismo, a começar pela consolidação do liberalimo econômico e social,que a Rússia está impondo à Ucrânia para voltar a submetê-la.

Ditadores e autocratas são
iliberais, antidemocratas, antiprogressistas e autoritários por definição definição!

Lula apoia os autocratas e ditadores ditos ‘de esquerda’;

jair bolsonaro apoia autocratas e ditadores ditos ‘de direita’.

E os dois apoiam Vladimir Putin no esfolamento das liberdades e da democracia na Ucrânia, incluindo os estupros das mulheres e meninas (e até de soldados e civis da resistência), o assassinato de crianças e a destruição total das cidades com chuvas de mísseis.

Na Ucrânia é destruída pela Rússia uma escola a cada quatro dias, segundo dados do governo da Ucrânia.

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Jonathan

07 de setembro de 2022 às 12h26

Num dia desse e com esses numeros de pesquisas da Faria Lima qualquer candidato e ex-presidente teria juntado milhares de pessoas na rua para mostrar a propria força…porque nao fizeram isso ?

Qual ocasiao melhor para fechar a eleiçào no primeiro turno do que essa…?

Ou é exatamente o contrario…nao organizaram nada para nao passar vergonha e enterrar a narrativa comparando as imagens dos dois lados ? Kkkkkkkkkkkkkk

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