O Corpo de Guardas da Revolução Islâmica do Irã revelou o uso inédito de sistemas de lançamento duplo de mísseis em operações de retaliação contra alvos em Israel e bases dos Estados Unidos no Oriente Médio.
De acordo com o portal RT, os ataques atingiram mais de 30 pontos estratégicos, incluindo áreas centrais e meridionais de Israel, como as cidades de Rishon Letzion, Petah Tikva, Beer Sheva e Tel Aviv.
Os mísseis empregados incluem o modelo Kheibar Shekan, reconhecido por sua alta precisão e capacidade de atingir alvos de grande relevância.
O comandante da Força Aeroespacial do Corpo de Guardas, Majid Mousavi, afirmou que essa nova abordagem militar dobra a intensidade dos ataques realizados anteriormente pela República Islâmica, marcando uma escalada significativa nas operações de defesa do Irã.
A ofensiva iraniana ocorre como resposta direta à ação militar conjunta de Israel e dos EUA, iniciada na madrugada do dia 28 de fevereiro de 2026, com o objetivo declarado de neutralizar capacidades iranianas.
Em resposta à agressão, Teerã lançou múltiplas ondas de mísseis balísticos e drones contra posições israelenses e instalações americanas na região, demonstrando a resiliência e a continuidade operacional de suas forças armadas.
Além disso, o Irã intensificou o controle sobre o Estreito de Ormuz, rota vital para o comércio global de petróleo e gás, impactando diretamente os preços dos combustíveis no mercado internacional.
O governo iraniano também manifestou interesse em buscar uma resolução para o conflito, propondo negociações para cessar as hostilidades.
Enquanto isso, o presidente dos EUA, Donald Trump, mantém uma postura de pressão sobre Teerã, exigindo concessões unilaterais como condição para qualquer avanço diplomático.
A situação na região segue em alta tensão, com implicações globais tanto no campo militar quanto econômico, dado o papel central do Estreito de Ormuz no fornecimento de energia.
A utilização de tecnologias avançadas, como os sistemas de lançamento duplo, evidencia a capacidade do Irã de responder à agressão externa com maior potência e precisão, enquanto analistas internacionais alertam para o risco de escalada caso não haja avanços diplomáticos concretos.


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