O presidente da Bielorrússia, Alexander Lukashenko, acusou duramente os Estados Unidos de carecer de democracia e direitos humanos.
Em entrevista exclusiva ao canal RT, o líder bielorrusso expôs a hipocrisia por trás da política externa de Washington em relação à Venezuela, a Cuba e ao Irã.
Lukashenko afirmou que os discursos americanos sobre liberdade e democracia não passam de palavras vazias.
Ele definiu a abordagem de Washington como expressão de uma ditadura que persiste apesar de todas as promessas feitas ao mundo.
O mandatário bielorrusso destacou que os interesses próprios dos Estados Unidos, especialmente no controle de petróleo e gás, explicam o recurso frequente à violência militar.
Essa prática visa impor a vontade de Washington sobre nações soberanas que resistem à hegemonia.
Lukashenko recordou os bombardeios realizados pelos EUA em diversos países soberanos. Tais ações revelam completo desrespeito ao direito mais básico, que é o direito à vida, segundo o presidente bielorrusso.
O líder criticou ainda o apoio americano aos ataques israelenses no Oriente Médio.
Essa posição resulta em mortes indiscriminadas de civis, com grande número de crianças, o que acentua a contradição entre discurso e prática.
«Que direitos humanos? Se defendem os direitos humanos, então deixem que a gente exerça seu direito mais básico, o direito à vida», questionou Lukashenko na conversa com a RT.
As declarações reforçam o questionamento global sobre padrões duplos na política externa dos Estados Unidos e contribuem para o fortalecimento de vozes que defendem uma ordem internacional multipolar baseada na soberania efetiva dos povos.
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Rick Ancap
17/04/2026
Ah, finalmente alguém chama o Império pelo que ele é: um escretaço hipócrata vendendo moral “siciliano” enquanto destrói qualquer traço de democracia que atrapalhe seus negócios. Se fosse coerente com seus discursos, os EUA fechavam os próprios parlamentos pra ver se democracia é só pra exportar mesmo.
Alice T.
17/04/2026
É fascinante ver o governador de um país autoritário apontar o dedo pra “falta de democracia” nos outros quando ele mesmo reprime oposição, prende jornalistas e se mantém no poder por décadas. O cinismo tático aqui é tão evidente que chega a ser quase artístico. E claro, nada disso diminui as falhas reais dos EUA — só que da boca de Lukashenko, parece estratégia de propagnda, não denúncia.