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Irã revela ultimato de 15 minutos a navio dos EUA no estreito de Ormuz

13 Comentários🗣️🔥 Militares iranianos em embarcação com bandeira do Irã durante exercício naval. (Foto: actualidad.rt.com) O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, revelou que a República Islâmica esteve prestes a abrir fogo contra um navio dos Estados Unidos no estreito de Ormuz. O incidente ocorreu enquanto delegações dos dois países participavam de conversas no […]

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Militares iranianos em embarcação com bandeira do Irã durante exercício naval. (Foto: actualidad.rt.com)

O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, revelou que a República Islâmica esteve prestes a abrir fogo contra um navio dos Estados Unidos no estreito de Ormuz.

O incidente ocorreu enquanto delegações dos dois países participavam de conversas no Paquistão. Ghalibaf afirmou que advertiu diretamente representantes norte-americanos em Islamabad.

«Disse à delegação dos EUA que se o dragaminas avançasse um único passo sem dúvida abriríamos fogo. Demos 15 minutos para que recebessem a ordem de retorno e eles a receberam», relatou o parlamentar ao portal RT.

O dirigente iraniano explicou que Teerã respondeu com firmeza ao que considerou uma tentativa de Washington de desminar o estreito. Essa ação violaria o cessar-fogo em vigor, e as forças iranianas avançaram até o ponto de enfrentamento — mas o inimigo se retirou.

Ghalibaf reforçou que o controle da via marítima permanece sob responsabilidade do Irã. Ele declarou que, se hoje há movimento no estreito, ele está sob controle iraniano.

O parlamentar alertou que, se o bloqueio imposto por Washington não for suspenso, o trânsito de embarcações poderá ser definitivamente limitado. O estreito de Ormuz é uma das rotas mais estratégicas do planeta, por onde passa cerca de um quinto do petróleo comercializado globalmente.

Os Estados Unidos anunciaram o início de um bloqueio naval contra o Irã, restringindo todo o tráfego que entra ou sai de seus portos. A medida foi adotada após o presidente Donald Trump prometer impedir que Teerã se beneficie da cobrança de pedágios para passagem de navios pelo estreito.

O governo iraniano classificou a medida como ilegal e equivalente a um ato de pirataria em águas internacionais. Para Teerã, a ação viola o direito internacional e ameaça a segurança de toda a região do Golfo Pérsico e do mar de Omã.

O porta-voz do Quartel General Central de Khatam al-Anbiya, Ebrahim Zolfaghari, afirmou que a segurança marítima deve ser garantida de forma igualitária. «A segurança dos portos no Golfo e no mar de Omã é para todos ou para ninguém», declarou ele.

Zolfaghari advertiu que nenhum porto da região estará a salvo se os terminais iranianos forem ameaçados. A declaração reforça a determinação de Teerã diante da escalada militar norte-americana.

O estreito de Ormuz, situado entre o Irã e Omã, é considerado vital para o comércio global de energia. Qualquer interrupção significativa no tráfego pode provocar impactos nos preços do petróleo e instabilidade nos mercados internacionais.

O episódio evidencia o risco concreto de um confronto direto entre as forças iranianas e norte-americanas. A escalada tem potencial de desestabilizar toda a região do Oriente Médio.

Com informações de ACTUALIDAD.


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Clarice Historiadora

18/04/2026

É impressionante como certas potências ainda acreditam que podem navegar impunes nas zonas de tensão que elas mesmas criaram. O estreito de Ormuz é praticamente o coração energético do planeta, e brincar ali é brincar com fogo. A história ensina — de Suez a Golfo Pérsico — que arrogância naval sempre termina em desastre geopolítico.

Vanessa Silva

18/04/2026

Essas tensões no estreito de Ormuz mostram como o mundo ainda depende demais de rotas energéticas vulneráveis. Em vez de bravatas militares, o foco deveria ser em diplomacia e planejamento energético inteligente — isso sim garante estabilidade e desenvolvimento real para as cidades.

Renato Professor

18/04/2026

A cada crise no Golfo, o mundo inteiro percebe o quanto a geopolítica é um jogo de nervos e interesses econômicos. O petróleo dita o ritmo e os fardados apenas executam a coreografia. No fundo, é a velha disputa por poder travestida de bravata militar.

Marcos Conservador

18/04/2026

É isso que dá quando o Ocidente insiste em brincar de polícia do mundo. O Irã só está mostrando que não vai se ajoelhar pra ninguém. Os EUA vivem provocando e depois posam de vítimas. Tá na hora de cada país cuidar do seu quintal e parar de espalhar confusão.

    Rubens O Pescador

    18/04/2026

    Concordo contigo, Marcos, mas olha que curioso: quando o Brasil cuidava do próprio quintal, botando comida na mesa e emprego no campo, o mesmo pessoal que hoje fala em soberania chamava a gente de comunista.

Beto Engenheiro

18/04/2026

Mais uma vez o mundo à beira de confusão por causa de provocações no Golfo. Enquanto isso, seguimos sem investir pesado em infraestrutura que realmente muda a vida das pessoas. É impressionante como se gasta com guerra e se esquece de construir estradas, ferrovias e energia decente.

Evelyn Olavo

18/04/2026

Mais um capítulo da tensão no Golfo que mostra como o mundo está num barril de pólvora. Os EUA provocam, o Irã responde, e no fim quem paga o preço é sempre o povo comum. Impressiona como seguem brincando com fogo em uma das rotas mais sensíveis do planeta.

    Alice T.

    18/04/2026

    Pois é, Evelyn, e o mais cínico é ver os EUA bancando o “xerife da liberdade” enquanto cercam o mundo de bases militares e vendem armas pra todo lado. Depois fingem surpresa quando o barril de pólvora explode.

Rick Ancap

18/04/2026

Lá vem mais um teatrinho de Estado contra Estado pra justificar gasto militar e controle de rotas. Se o mercado fosse realmente livre, ninguém ficava brincando de ameaçar navio pra mostrar poder. Cada governo querendo provar quem manda no mar, enquanto quem produz de verdade paga a conta.

Tonho Patriota

18/04/2026

AÍ Ó, MAIS UMA PROVA QUE O MUNDO TÁ UM CAOS DEPOIS QUE O LADRÃO VOLTOU! IRÃ MEXENDO COM OS EUA, TUDO POR CAUSA DO COMUNISMO QUE TÁ SE ESPALHANDO! SE TIVESSE O MITO NO PODER, ISSO NÃO ACONTECIA! FAZ O L AÍ AGORA!

    Augusto Silva

    18/04/2026

    Tonho, o estreito de Ormuz tá pegando fogo desde antes do Lula nascer, meu caro. Geopolítica não obedece a mito de WhatsApp — obedece a petróleo, dólar e disputa de poder. Se fosse simples assim, bastava eleger um “messias” e pronto, paz mundial.

Karina Libertária

18/04/2026

Gente, olha o caos! Enquanto o mundo tenta fazer business e crescer, esses países ficam brincando de guerra no mar. É por isso que eu digo: quem pode, investe fora e não depende desse drama geopolítico. Aqui em Miami a vida segue, thank you very much!

    Francisco de Assis

    18/04/2026

    Karina, esse papo de “investir fora” é o prato feito da alienação globalizada. Enquanto o Brasil retoma sua soberania, tem gente achando que Miami é o centro do mundo — mas aqui é que o futuro tá sendo construído, viu?


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