O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que a desigualdade social não é um fenômeno natural, mas uma escolha política que reflete decisões conscientes de governos e elites econômicas.
A declaração ocorreu durante a conferência Global Progressive Mobilization, realizada em Barcelona. Lula defendeu uma articulação mundial para restaurar a democracia e fortalecer o multilateralismo.
O presidente lembrou sua origem humilde e defendeu que o combate à pobreza exige coragem para enfrentar interesses concentrados. Ele também defendeu a reforma do Conselho de Segurança da ONU, argumentando que o formato atual não reflete o equilíbrio de poder do século XXI.
Lula apelou diretamente às potências globais para que cessem os conflitos armados. Ele citou os Estados Unidos, a Rússia, o Reino Unido, a França e a China ao afirmar que o mundo não aguenta mais essa loucura de guerras.
De acordo com o Diário do Centro do Mundo, o presidente fez autocrítica ao campo progressista. A esquerda não conseguiu romper com o modelo econômico liberal dominante em várias partes do mundo.
Esse modelo prometeu prosperidade, mas entregou fome, insegurança e crises sucessivas. Lula apontou a concentração extrema de renda como uma das raízes da instabilidade global.
Um punhado de bilionários detém a maior parte da riqueza mundial. O presidente criticou o conceito de meritocracia por mascarar desigualdades estruturais e justificar privilégios.
Ele defendeu políticas públicas que promovam redistribuição de renda e oportunidades reais para os mais pobres. Lula afirmou que o sucesso não depende apenas do esforço individual.
Essa visão ignora as barreiras históricas impostas pela pobreza e pela exclusão social. O presidente reconheceu erros cometidos por governos progressistas nas últimas décadas.
Parte da esquerda tentou agradar o empresariado e acabou desmoralizada. Esse distanciamento abriu espaço para o avanço da ultradireita, que se alimenta da frustração social.
Lula afirmou que os progressistas foram vítimas da própria inocência política. Ele defendeu a construção de um novo pacto global baseado em solidariedade, paz e respeito mútuo.
O presidente declarou querer paz, amor e fraternidade, afirmando que sua arma é o argumento e a razão.
A conferência reuniu lideranças políticas, acadêmicos e movimentos sociais de diversos países. O objetivo foi discutir alternativas ao neoliberalismo e estratégias para enfrentar a crise democrática mundial.
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Jeferson da Silva
18/04/2026
Falou tudo o presidente. Essa tal de meritocracia é papo furado pra justificar salário baixo e demissão fácil. Quem tá no chão de fábrica sabe que o que falta não é esforço do trabalhador, é vontade política de dividir o bolo de verdade.
Beto Engenheiro
18/04/2026
Falar é fácil, quero ver transformar esse discurso em obra concreta. Se desigualdade é escolha política, então que escolham investir pesado em infraestrutura, emprego e transporte. Pista duplicada e trem rodando reduzem mais desigualdade do que qualquer seminário em Barcelona.
Adalberto Livre
18/04/2026
LÁ VEM O LULA COM ESSA CONVERSA DE ESCOLHA POLÍTICA… ESCOLHA POLÍTICA É ELE GASTAR NOSSO DINHEIRO E CHAMAR ISSO DE JUSTIÇA SOCIAL! MERITOCRACIA É TRABALHAR DURO, NÃO DEPENDER DE ESTADO. ESSE PAPO É PRA ENGANAR OTÁRIO!
Zé Trovãozinho
18/04/2026
Lá vem o Lula com esse papo de “escolha política” pra justificar o fracasso do próprio governo. Meritocracia é o que move os países sérios, não esse chororô socialista. Se continuar nessa toada, o Brasil vai virar a nova Cuba do Norte rapidinho.
Augusto Silva
18/04/2026
Zé Trovãozinho, meritocracia sem igualdade de ponto de partida é só um nome bonito pra privilégio hereditário. Se fosse assim tão eficiente, os países mais ricos não teriam gasto trilhões em políticas redistributivas — e, curiosamente, continuam liderando o ranking de desenvolvimento.
Rick Ancap
18/04/2026
Lá vem o Lula com esse papo de “escolha política” pra justificar o fracasso do Estado. Desigualdade é resultado de esforço e produtividade, não de discurso de palanque. Se o governo parasse de sugar imposto e deixasse o mercado funcionar, o povo teria chance de verdade.
Pedro
18/04/2026
Enquanto isso, aqui no Brasil, a gente escolhe entre encher o tanque ou pagar o IPVA atrasado. Falar de desigualdade é bonito lá fora, mas a realidade das ruas mostra que quem trabalha rodando o dia inteiro continua levando o peso dessas escolhas políticas nas costas.
Miriam
18/04/2026
Concordo plenamente: desigualdade não cai do céu, é fruto de decisões e prioridades. O problema é que muita gente ainda prefere acreditar em “mérito” como se fosse mágica pessoal. No serviço público a gente vê todo dia como as oportunidades são distribuídas – e não é por acaso.
Marcos Conservador
18/04/2026
Lá vem o Lula com esse papo de “escolha política” pra justificar o fracasso e o coitadismo. Meritocracia é o que faz o país andar, não esse discurso de inveja travestido de justiça social. É fácil falar mal de quem produz enquanto vive de imposto dos outros.
Rubens O Pescador
18/04/2026
Ô Marcos, meritocracia é bonita no discurso, mas lá no interior eu vi foi gente trabalhadora acordando antes do sol e mesmo assim passando aperto. No tempo do Lula o povo comprava carne e o filho podia estudar — isso é política que dá mérito pra quem sua de verdade.
Eduardo C.
18/04/2026
Difícil discordar dos números: o 1% mais rico concentra quase metade da renda nacional. Chamar isso de “mérito” é distorcer a matemática. Se a desigualdade é uma escolha política, então está mais do que na hora de revisar as fórmulas desse sistema.
Celio Fazendeiro
18/04/2026
Mais um discurso pra plateia europeia, cheio de culpas e chavões. Falar que desigualdade é escolha política é fácil quando se vive cercado de mordomias pagas pelo contribuinte. Quero ver escolher trabalhar e produzir em vez de demonizar quem gera riqueza no campo e na cidade.
Renato Professor
18/04/2026
Celio, justamente quem trabalha e produz deveria entender que a desigualdade não é castigo divino, mas resultado de decisões políticas que favorecem uns e sacrificam outros. A economia solidária mostra que gerar riqueza coletiva também é produzir — só assusta quem confunde privilégio com mérito.
Sgt Bruno 🇧🇷
18/04/2026
Ah pronto, lá vem o Lula com esse papo de “escolha política”. Escolha política é essa gastança sem fim e o toma-lá-dá-cá pra manter o poder. Meritocracia é o que move o país pra frente, não esmola e discurso bonito. Selva!
Maura Santos
18/04/2026
Sgt Bruno, meritocracia num país onde metade nem tem acesso básico a transporte decente ou educação de qualidade é piada pronta. E sobre “gastança”, lembra do apagão e dos bilhões torrados em sigilo de 100 anos? Pois é, escolha política também.