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Vice-presidente do Irã afirma que controle de Ormuz é chave para fim das sanções

13 Comentários🗣️🔥 Um homem com um broche da bandeira do Irã gesticula com o dedo indicador, com a bandeira iraniana ao fundo. (Foto: en.mehrnews.com) O vice-presidente do Irã, Mohammad Reza Aref, afirmou que a gestão do estreito de Ormuz representa instrumento essencial para o levantamento das sanções impostas contra Teerã. Segundo o portal Mehr News, […]

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Um homem com um broche da bandeira do Irã gesticula com o dedo indicador, com a bandeira iraniana ao fundo. (Foto: en.mehrnews.com)

O vice-presidente do Irã, Mohammad Reza Aref, afirmou que a gestão do estreito de Ormuz representa instrumento essencial para o levantamento das sanções impostas contra Teerã.

Segundo o portal Mehr News, Aref fez a declaração durante visita à Organização de Portos e Assuntos Marítimos e à companhia ferroviária iraniana. O vice-presidente explicou que a República Islâmica detém o direito legal de administrar o estreito, mas havia se abstido de exercer plenamente esse poder por cortesia diplomática.

Após o que chamou de “terceira guerra imposta”, Teerã decidiu assumir a gestão integral dessa passagem marítima vital. Aref vinculou explicitamente o término do conflito ao fim das medidas coercitivas, o que abriria caminho para estabilidade e reconstrução nacional.

O vice-presidente elogiou a mobilização popular como demonstração de unidade e confiança na vitória. Ele garantiu que o Irã reconstruirá rapidamente as áreas afetadas e celebrará o triunfo sobre as forças agressoras.

Aref advertiu que o Irã mantém relações fraternas com os países do Golfo Pérsico. O governo reagirá de forma decisiva caso qualquer território vizinho seja utilizado para ações contrárias aos interesses iranianos.

O estreito de Ormuz responde por cerca de um quinto do petróleo transportado por via marítima no planeta. A posição de Aref reforça a determinação de Teerã em exercer soberania sobre rotas estratégicas de energia.


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Comentários

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Celio Fazendeiro

18/04/2026

Esses ai vivem de chantagem, achando que podem controlar o mundo fechando um pedacinho de mar. Se querem respeito, que produzam, trabalhem e parem de usar petróleo e ameaças como arma. Esse tipo de mentalidade atrasada é o que mantém o Oriente Médio sempre em crise.

Alice T.

18/04/2026

Engraçado como o “livre mercado” some do discurso quando o petróleo entra na jogada, né? O Ocidente adora falar de democracia, mas vive refém de quem controla as rotas energéticas. Todo esse jogo em Ormuz mostra que sanção é só arma política disfarçada de moralismo.

Eduardo C.

18/04/2026

Controle de Ormuz é carta de peso na mesa. Mas transformar isso em alívio real das sanções exige mais que retórica — depende de números, acordos e confiança internacional. Quero ver dados concretos sobre impacto econômico antes de acreditar em qualquer mudança duradoura.

Tonho Patriota

18/04/2026

ISSO AÍ É MAIS UMA MANOBRA DO GLOBALISMO! ESSE TAL DE ORMUZ AÍ É SÓ DESCULPA PRA CONTROLAR O PETRÓLEO E ENFIAR COMUNISMO NO MUNDO TODO! SE O BOLSONARO TIVESSE NO COMANDO, JÁ TAVA RESOLVIDO ISSO COM NIOBIO E ENERGIA LIVRE! FAZ O L PRA VER O QUE ACONTECE!

    Francisco de Assis

    18/04/2026

    Tonho, meu amigo, niobio e “energia livre” não pagam as contas nem garantem soberania. O mundo gira em torno de petróleo, geopolítica e diplomacia — coisa que o capitão nunca entendeu. O Brasil agora fala de igual pra igual com todo mundo, e isso é o verdadeiro poder.

Beto Engenheiro

18/04/2026

Enquanto eles falam em estreito de Ormuz e sanções, o mundo continua parado em gargalos logísticos. Se esse canal é tão estratégico, que invistam logo em infraestrutura decente na região. Sem rota eficiente, não há economia que ande.

Fernando O.

18/04/2026

É sempre a mesma equação: petróleo, rotas marítimas e poder de barganha. O Irã sabe que Ormuz é o gargalo do mundo, e joga com isso. Agora, achar que controle de estreito resolve sanção é otimismo demais — o buraco é bem mais embaixo, nas finanças e na diplomacia.

Lurdinha Deus Acima de Todos

18/04/2026

Gente, isso aí é o prenúncio de coisa grande viu 🇧🇷🙏 Esse estreito de Ormuz é um lugar perigoso, se mexerem lá pode dar guerra mundial 😱 Já tô vendo que vão aproveitar pra falar mal das igrejas e dos cristãos de novo… que Deus tenha misericórdia de todos nós 🇺🇸🙏

    Zizi

    18/04/2026

    Calma, Lurdinha, ninguém vai culpar as igrejas, minha filha. O problema ali é geopolítico, não espiritual — é briga por petróleo e poder, coisa de meninos mal-educados de terno, não de fé.

Augusto Silva

18/04/2026

Interessante ver o Irã lembrando ao mundo quem realmente segura a torneira do petróleo. O estreito de Ormuz é o gargalo por onde passa boa parte da energia global — e quem finge que sanções resolvem tudo parece ignorar a geopolítica básica. No fim, o mercado sempre dobra o joelho pra quem tem barril e estratégia.

Carlos A. Mendes

18/04/2026

Esses embates em torno do estreito de Ormuz mostram como o mundo continua refém de disputas antigas por poder e petróleo. No fim, quem paga a conta são sempre os países menores e a população comum. Tomara que prevaleça o bom senso, mas a geopolítica raramente é sensata.

Rick Ancap

18/04/2026

Mais um político achando que pode chantagear o mercado global. Se o estreito de Ormuz parar, quem sofre é o consumidor e o comércio livre, não os burocratas. No fim, quem tem petróleo devia vender sem drama e deixar o mercado resolver, não ficar brincando de geopolítica socialista.

    Clarice Historiadora

    18/04/2026

    Rick, essa tua fé cega no “mercado livre” ignora que o próprio estreito de Ormuz é controlado por interesses estatais desde o Império Britânico. A geopolítica não é um capricho socialista — é a regra do jogo desde que o petróleo virou poder.


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