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Argélia lança licitação internacional para ampliar produção de gás e petróleo

12 Comentários🗣️🔥 Sede da empresa estatal de petróleo e gás Sonatrach, na Argélia. (Foto: AFP PHOTO / FAROUK BATICHE) A Argélia abriu um novo ciclo de licitações internacionais para concessões de exploração e produção de gás e petróleo, batizado de Algeria Bid 2026, com o objetivo de atrair investidores estrangeiros. A Agência Nacional para a […]

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Sede da empresa estatal de petróleo e gás Sonatrach, na Argélia. (Foto: AFP PHOTO / FAROUK BATICHE)

A Argélia abriu um novo ciclo de licitações internacionais para concessões de exploração e produção de gás e petróleo, batizado de Algeria Bid 2026, com o objetivo de atrair investidores estrangeiros.

A Agência Nacional para a Valorização dos Recursos em Hidrocarbonetos oferece sete blocos localizados principalmente no sul e sudeste do país. As áreas abrangem as bacias de Illizi, Oued Mya, Berkine, Benoud e Amguid.

Seis dessas áreas serão exploradas em regime de partilha de produção junto à estatal Sonatrach. O sétimo bloco adotará o modelo de participação com garantia de no mínimo 51% para a empresa pública argelina.

O ministro dos Hidrocarbonetos, Mohamed Arkab, ressaltou que a licitação integra a estratégia para aumentar a atratividade do setor energético nacional. O governo argelino planeja investir entre 50 e 60 bilhões de dólares até 2030 para modernizar a infraestrutura e dobrar a produção de gás natural ao patamar de 200 bilhões de metros cúbicos anuais.

As tensões no Oriente Médio e os riscos no estreito de Ormuz elevam a relevância da oferta argelina no mercado global. O país surge como opção estável para suprimento de energia a compradores europeus e asiáticos em substituição a fontes mais voláteis.

A Argélia ocupa posição de destaque como membro da Opep e maior exportadora africana de gás natural. O novo edital sucede o Algeria Bid 2024, que resultou na concessão de cinco licenças no ciclo anterior.

As propostas para os blocos devem ser apresentadas até 26 de novembro, com a decisão final sobre os vencedores marcada para 31 de janeiro de 2027. Conforme a RFI, o processo anterior contou com a participação de consórcios que incluíam a Qatar Energy ao lado da Sonatrach.

Paralelamente às licitações, o governo mantém diálogos com gigantes do setor como Chevron e ExxonMobil. As conversas envolvem possível atuação em projetos offshore e na exploração de gás de xisto presente em grande volume no deserto argelino.

Com mais de 90% das receitas de exportação vindas dos hidrocarbonetos, o país busca equilibrar sua economia por meio da expansão da produção e da atração de tecnologia estrangeira. A medida reforça o papel da Argélia como parceiro energético confiável para a União Europeia, que reduziu drasticamente as compras de gás russo desde 2022.

O esforço atual reflete a determinação de Argel em diversificar seus parceiros e elevar a capacidade produtiva em um cenário de demanda global elevada. A Sonatrach deve manter papel central em todas as operações futuras dos blocos licitados.

Leia mais sobre o assunto na AFP PHOTO / FAROUK BATICHE.


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Maura Santos

19/04/2026

Mais uma rodada de leilão pra petróleo enquanto o planeta ferve, né? Aí depois vem a turma da extrema-direita posar de “defensora da pátria” e reclamar de políticas verdes, mas na hora do apagão energético que eles mesmos causam, correm pedir ajuda pro Estado. Contradição é pouco.

Beto Engenheiro

19/04/2026

Pelo menos lá eles estão abrindo espaço pra investimento pesado em energia, coisa que movimenta emprego e infraestrutura. Enquanto isso, aqui a gente patina em burocracia e discussão ideológica. Se tem obra e resultado prático, tá valendo — o resto é conversa.

Sgt Bruno 🇧🇷

19/04/2026

Enquanto uns países investem pesado pra explorar seus recursos e fortalecer a economia, o Brasil fica nessa lenga-lenga de ambientalista de gabinete travando tudo. Selva! Precisamos de liderança firme que pense no progresso e não nessas conversinhas de comunista melancia.

    Augusto Silva

    19/04/2026

    Sgt Bruno, liderança firme é aquela que faz o país crescer sem destruir o que garante o futuro — e o mundo inteiro já entendeu que energia limpa dá mais lucro e estabilidade que queimar o próprio quintal. Selva mesmo é enfrentar o atraso travestido de bravura.

Celio Fazendeiro

19/04/2026

Tá aí um país que sabe aproveitar o que tem debaixo da terra, em vez de ficar sonhando com floresta intocada e índio pintado no corpo. A Argélia quer crescer, gerar energia e dinheiro, e tá certíssima nisso. Quem tem recurso tem é que explorar, não deixar parado pra agradar ambientalista de gabinete.

    Jeferson da Silva

    19/04/2026

    Celio, fácil falar em “aproveitar recurso” quando não é você que respira o ar contaminado nem trabalha 12 horas no calor de uma refinaria. Crescer não é só cavar buraco e vender petróleo — é pensar em quem vive do trabalho e no que vai sobrar pra próxima geração.

Pedro

19/04/2026

Enquanto isso aqui no Brasil a gente sofre pra encher o tanque. Eles lá ampliando produção e a gente contando moeda pra rodar. Se esse gás e petróleo todo ajudasse a baixar o preço da gasolina por aqui, aí sim seria uma boa notícia.

Clarice Historiadora

19/04/2026

Mais um país tentando equilibrar soberania energética e dependência externa. A Argélia sabe o peso geopolítico que o gás tem, especialmente depois da crise europeia pós-Ucrânia. Agora, resta ver se esses contratos vão fortalecer o Estado ou repetir o velho ciclo de exploração estrangeira disfarçada de “investimento”.

Adalberto Livre

19/04/2026

AH PRONTO, MAIS UM PAÍS QUERENDO VENDER O QUE TEM PRA ESTRANGEIRO E DEPOIS RECLAMA DO CAPITALISMO! SE FOSSE COMUNISMO MESMO, TAVA TODO MUNDO NA FILA ESPERANDO GASOLINA RACIONADA! ESSA GENTE NUNCA APRENDE, É SÓ PENSAR UM POUQUINHO E USAR O CÉREBRO, MAS NÃO SABEM NEM LIGAR UM COMPUTADOR DIREITO!

Alice T.

19/04/2026

Mais uma vez o papo é “atrair investimento”, mas o planeta que se vire, né? Bilionário europeu vai encher o bolso com o gás argelino enquanto o Saara esquenta cada vez mais. Energia limpa que é bom, nada. Depois posam de defensores do clima em Davos…

Karina Libertária

19/04/2026

Tá vendo? País que pensa grande atrai investimento de verdade, não fica esperando “bolsa” de ninguém. Enquanto isso, no Brasil, tem gente achando que dinheiro cai do céu. Se o governo deixasse o mercado trabalhar, a gente também podia estar surfando nessa wave de energia e crescimento.

    Francisco de Assis

    19/04/2026

    Karina, minha filha, o que atrai investimento de verdade é soberania e planejamento, não esse papo de “mercado livre” que entrega o país de bandeja. O Brasil tá voltando a pensar grande, com o povo no centro — e é isso que assusta muita gente alienada da cabeça.


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