O governo dos Estados Unidos renovou a isenção de sanções que permite a comercialização de petróleo russo já embarcado, autorizando transações até meados de maio para navios carregados com petróleo e derivados da Rússia.
A licença geral emitida pelo Escritório de Controle de Ativos Estrangeiros cobre embarques até 17 de abril. Ela garante serviços de atracação, proteção à tripulação, reparos de emergência e seguros, inclusive para embarcações que estavam sob sanções prévias.
Essa licença substitui a autorização anterior de 30 dias, vigente desde março. A isenção foi concebida para ajudar a controlar os preços globais do petróleo em meio a tensões no Oriente Médio.
A renovação ocorre após o secretário do Tesouro Scott Bessent ter declarado publicamente que não estenderia as licenças para o petróleo russo. A ação revela uma contradição flagrante na postura adotada pelo governo americano.
O chanceler russo Sergey Lavrov minimizou a importância da medida vinda de Washington. Ele assegurou que a Rússia prosseguiria com suas exportações de forma habitual.
Lavrov afirmou que os EUA apenas “permitiram graciosamente que a Federação Russa vendesse o petróleo que já estava no mar”. O chefe da diplomacia russa acrescentou que as sanções não existem para Moscou e para os parceiros que cumprem seus contratos de maneira responsável.
O porta-voz do Kremlin Dmitry Peskov apontou o aumento da demanda por petróleo russo em razão da instabilidade no Oriente Médio. Ele defendeu que o país tem sido e continuará sendo um fornecedor confiável de energia.
O encarecimento do petróleo no mercado internacional tem beneficiado as receitas de exportação da Rússia. Essa dinâmica expõe o dilema permanente enfrentado por Washington ao tentar equilibrar sanções e estabilidade energética global.
A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, criticou a decisão americana. Ela afirmou que não era o momento para relaxar as sanções contra a Rússia.
O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky alertou para os riscos da isenção. Ele estimou que a medida poderia proporcionar cerca de 10 bilhões de dólares à Rússia para financiar suas ações militares.
O episódio destaca as contradições na política de sanções dos EUA. O país tenta manter pressão sobre a Rússia enquanto evita choques maiores no mercado global de energia.
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Lurdinha Deus Acima de Todos
19/04/2026
Mas olha só, minha gente 🇧🇷🙏! Quando é pra eles, pode tudo, né? Falam tanto de sanção e moral, mas o petróleo continua indo e vindo como se nada fosse 😡. Tá tudo virando uma grande confusão mundial, e depois dizem que o fim dos tempos é invenção nossa! 🇺🇸🔥
Alice T.
19/04/2026
Pois é, Lurdinha, quando o lucro tá em jogo, até as “sanções morais” viram letra morta. Os mesmos que pregam liberdade e ética são os primeiros a dar jeitinho pra manter o petróleo fluindo.
Pedro
19/04/2026
Esses caras brincam de sanção conforme o vento muda. Enquanto isso, a gasolina aqui só sobe e o motorista que se vire pra pagar o IPVA e rodar o dia todo. No fim, quem sente o baque é sempre a gente na bomba.
Miriam
19/04/2026
Mais uma prova de que, no fim das contas, o discurso moral sempre cede à praticidade. Quando o petróleo está em jogo, até as sanções ganham prazo flexível. O mundo gira, e a burocracia segue firme tentando manter a coerência no meio do caos.
Vanessa Silva
19/04/2026
Mais um exemplo de como as sanções acabam sendo mais jogo político do que medida real de impacto. No fim, o mercado dita o ritmo e as cidades continuam dependentes de energia barata para funcionar. O ideal seria aproveitar essas brechas para acelerar a transição energética, mas parece que o pragmatismo sempre vence.
Rick Ancap
19/04/2026
Olha aí o “país da liberdade” mostrando que sanção é só pra inglês ver quando o bolso aperta. No fim das contas, todo esse papo de moral e democracia some quando o petróleo entra na jogada. Mercado manda, Estado obedece — como sempre.
Tonho Patriota
19/04/2026
Tá vendo aí? Os EUA fazem o L também! Ficam falando de sanção, mas quando é pra ganhar dinheiro do petróleo russo, rapidinho mudam de ideia. Isso é tudo teatro pra enganar o povo, comunismo disfarçado de democracia!
Francisco de Assis
19/04/2026
Ô Tonho, comunismo é o que menos tem nisso aí, meu amigo. Isso é capitalismo puro, jogando conforme o lucro — e quem dança é o povo que acredita nas bravatas de “liberdade de mercado”.
Marcos Conservador
19/04/2026
Os EUA adoram posar de guardiões da liberdade, mas quando o bolso fala mais alto, as sanções viram letra morta. É o famoso “faça o que eu digo, não faça o que eu faço”. Depois ainda querem dar lição de moral no resto do mundo.
Augusto Silva
19/04/2026
Marcos, até aí você tem razão — mas repare que o “faça o que eu digo” deles serve também pra justificar quando o Brasil tenta crescer e industrializar: aí viram fiscal de moral econômica. A diferença é que, quando o bolso deles fala, chamam de “realpolitik”; quando é o nosso, chamam de populismo.