Mojtaba Ferdosipoor, chefe da seção de interesses do Irã no Egito, afirmou que Teerã não entregará seu urânio enriquecido aos Estados Unidos nem a qualquer outra nação. A declaração foi feita em entrevista à rede Al Jazeera e reforça a posição soberana iraniana diante das pressões de Washington.
Segundo o diplomata, Donald Trump busca apresentar supostas vitórias políticas para obter concessões nas negociações. Ferdosipoor ressaltou que essas alegações não correspondem à realidade.
O representante iraniano garantiu que o governo do Irã não tomou e não tomará qualquer decisão de transferir material nuclear a potências estrangeiras. Ele defendeu o princípio da soberania nacional sobre o ciclo completo do combustível atômico.
Ferdosipoor responsabilizou os Estados Unidos pelo aumento das tensões no estreito de Ormuz. Ele atribuiu a instabilidade atual diretamente às ações norte-americanas na região.
O estreito de Ormuz constitui rota essencial para o transporte global de petróleo e gás. Qualquer perturbação na área provoca impactos imediatos sobre os preços internacionais de energia.
O diplomata iraniano afirmou que Teerã busca negociações concretas e não mera aparência diplomática. Todas as demandas legítimas do país precisam ser atendidas para que o diálogo avance.
Ele reiterou que o programa nuclear iraniano tem fins exclusivamente pacíficos. O Irã age em total conformidade com o Tratado de Não Proliferação Nuclear, do qual é signatário.
De acordo com o portal Mehr News, Ferdosipoor enfatizou que o Irã não aceitará medidas coercitivas que limitem seu direito ao uso pacífico da energia nuclear. O diplomata indicou ainda que a estabilidade no estreito de Ormuz depende do fim das provocações militares e do respeito à soberania regional.
Ferdosipoor criticou a presença de forças navais dos EUA como fator de instabilidade. Ele defendeu que a via marítima permanecia aberta e funcional antes das ações que elevaram o nível de tensão.
Essa declaração mantém a linha adotada por Teerã desde a saída unilateral dos Estados Unidos do acordo nuclear de 2015. A decisão americana resultou no retorno das sanções econômicas e no agravamento das tensões com o Ocidente.
O diplomata deixou claro que o Irã permanece aberto ao diálogo. O país exige, porém, respeito mútuo e a remoção de imposições externas sobre seu desenvolvimento científico.
O pronunciamento reforça a determinação iraniana em preservar autonomia tecnológica e energética. Teerã considera o controle sobre seu programa nuclear questão essencial de segurança nacional.
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Celio Fazendeiro
19/04/2026
Mais uma vez o Irã fazendo pose de valentão pra cima do Ocidente. Esses ai vivem de criar confusão pra manter o petróleo caro e o povo distraído. Se os EUA apertarem um pouco, eles voltam correndo pra negociar.
Mariana Ambiental
19/04/2026
Celio, essa narrativa de “valentia” serve bem pra justificar sanção e bombardeio, né? O Irã defende seus recursos como qualquer país que não quer ser quintal energético do Ocidente — o problema é que o império não suporta ver alguém fora da coleira.
Silvia D.
19/04/2026
Mais uma vez, vemos o mundo brincando com fogo em vez de buscar diálogo e cooperação. Enquanto isso, quem sofre são as populações, que precisam de paz, comida e saúde – não de novas tensões nucleares. A diplomacia e a razão deveriam prevalecer sobre a disputa de poder.
Rubens O Pescador
19/04/2026
Esses gringos se acham donos do mundo, mas quando outro país diz “não”, já chamam de ameaça. Lembro dos tempos do Lula, que o Brasil conversava com o Irã e com os EUA sem precisar se ajoelhar pra ninguém. Diplomacia de verdade dava resultado, e o povo ainda tinha feijão e carne no prato.
Clarice Historiadora
19/04/2026
A velha mania dos EUA de achar que o mundo inteiro deve se curvar aos seus interesses estratégicos. O Irã, com todos os seus problemas internos, tem razão em não aceitar imposições unilaterais. Essa postura americana em Ormuz é puro eco da lógica imperial do pós-guerra, que já deu no que tinha que dar.
Jeferson da Silva
19/04/2026
Os EUA adoram posar de guardiões da paz, mas vivem cutucando o vespeiro pra manter o controle do petróleo e do comércio. O Irã tá só se defendendo de décadas de sanção e ameaça. No chão de fábrica a gente aprende: quem manda demais, um dia leva troco.
Karina Libertária
19/04/2026
Mais um drama internacional que não leva ninguém a lugar nenhum. O Irã devia focar em business, não em bater de frente com os EUA. Aqui em Miami a gente vê o quanto é importante pensar global e investir right, não ficar preso a ideologia. Quem não entende isso fica sempre pra trás.
Augusto Silva
19/04/2026
Karina, fácil falar de “pensar global” tomando café em Miami, né? O problema é que os EUA não deixam ninguém “focar em business” quando o petróleo está em jogo — aí a ideologia vem disfarçada de porta-aviões.
Beto Engenheiro
19/04/2026
Mais uma crise que podia ser evitada se o mundo investisse pesado em infraestrutura e comércio em vez de ficar brincando de ameaça. Enquanto gastam bilhões com mísseis, as rotas marítimas e ferrovias da região seguem atrasadas. Quer paz? Constrói, não provoca.
Pedro
19/04/2026
Enquanto isso, aqui no Brasil a gente mal consegue pagar a gasolina pra rodar. Esses conflitos lá fora só fazem o preço do combustível subir mais um pouco e quem sofre é o motorista que tá na rua todo dia. Já nem sei mais o que é estabilidade.
Tonho Patriota
19/04/2026
ISSO AÍ, O IRÃ TÁ CERTO, NÃO PODE ENTREGAR URÂNIO PRA ESSES GLOBALISTAS DOS EUA QUE QUEREM DOMINAR O MUNDO! TUDO É UM PLANO PRA CONTROLAR O NÍOBIO BRASILEIRO E FAZER A GENTE VIRAR COMUNISTA, TÔ FALANDO HÁ ANOS! FAZ O L AÍ PRA VER O QUE ACONTECE!
Francisco de Assis
19/04/2026
Ô Tonho, tu anda vendo conspiração até no cafezinho, homem! O Irã tá defendendo sua soberania, como o Brasil devia fazer mais — mas esse papo de nióbio e comunismo é viagem de quem acredita em zap, viu?