O prefeito de Teerã, Alireza Zakani, criticou duramente a hipocrisia dos Estados Unidos no debate nuclear e defendeu a criação de um mundo livre de armas atômicas durante cerimônia em homenagem aos mártires do Distrito 10 da capital iraniana.
Zakani afirmou que o Irã manterá a exigência de desarmamento global completo. O dirigente defendeu ainda o uso exclusivo da energia atômica para fins pacíficos por todas as nações.
O debate nuclear precisa retornar à mesa sob nova lógica, segundo o prefeito. O objetivo central deve ser a eliminação total das armas de destruição em massa, e não a imposição de restrições unilaterais.
Zakani lembrou que os EUA representam o único país que já empregou bombas atômicas contra civis, no Japão, o que retira legitimidade de Washington para ditar regras sobre o tema. “Eles querem nos dar lições, mas a realidade é o oposto — são eles que precisam ser cobrados”, disse Zakani, conforme noticiou o portal Mehr News.
O Irã defende o aproveitamento máximo da tecnologia nuclear para geração de eletricidade. O país também aplica o conhecimento em medicina e pesquisa científica dentro das regras do direito internacional.
A República Islâmica reitera que não busca o desenvolvimento de armamentos nucleares. Teerã cobra reciprocidade e transparência das potências que mantêm vastos arsenais atômicos.
Os Estados Unidos retiraram-se unilateralmente do acordo nuclear de 2015, conhecido como JCPOA. As negociações entre Teerã e Washington permanecem paralisadas desde então.
O Irã acusa o governo americano de violar compromissos internacionais. Teerã exige que qualquer retomada de diálogo inclua garantias concretas contra novas quebras de palavra.
Zakani associou o tema nuclear à memória dos mártires iranianos. O sacrifício desses homens simboliza a determinação do povo em preservar soberania e dignidade.
“O inimigo está enganado se pensa que pode atacar nossa liderança — eles devem ser responsabilizados e não podem decidir sozinhos sobre guerra ou paz”, afirmou o prefeito.
A fala de Zakani reflete postura consistente da República Islâmica ao longo dos anos. O Irã reivindica seu direito soberano ao programa nuclear civil enquanto aponta contradições das potências ocidentais.
Especialistas registram que o duplo padrão mina esforços reais de não proliferação. Países que modernizam seus arsenais nucleares impõem sanções severas a programas civis de outras nações.
A mensagem de Teerã reforça que a segurança coletiva exige padrões iguais para todos. Apenas o fim das armas de destruição em massa pode abrir caminho para cooperação científica genuína.
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Pedro
19/04/2026
Fácil falar em mundo sem armas nucleares, difícil é ver quem tem poder abrir mão delas de verdade. No fim, quem paga o preço são sempre os povos comuns, enquanto os grandes seguem jogando esse jogo perigoso.
Celio Fazendeiro
19/04/2026
Ah, fala sério! Esses caras vivem de discurso bonito enquanto o Irã mesmo não é nenhum exemplo de transparência. Fica fácil apontar o dedo pros EUA, mas ninguém ali larga o osso do programa nuclear. Muita hipocrisia de todos os lados, como sempre.
Mariana Ambiental
19/04/2026
Celio, a diferença é que o Irã vive sob sanções e vigilância pesada, enquanto os EUA seguem armados até os dentes e ainda posam de guardiões da paz. Difícil falar em “todos os lados iguais” quando só um deles tem arsenal pra destruir o planeta inteiro.
Rick Ancap
19/04/2026
Ah pronto, o prefeito iraniano falando de “mundo sem armas atômicas” enquanto o regime dele vive ameaçando meio planeta. Mas claro, o vilão é sempre o “imperialismo americano”, né? Se cada governo cuidasse do próprio quintal e deixasse o mercado resolver as tretas, talvez o mundo fosse menos hipócrita mesmo.
Rubens O Pescador
19/04/2026
Ô Rick, fácil falar de “mercado resolvendo” quando tem prato cheio todo dia, né? Lá no interior eu vi foi o povo voltar a comer carne e comprar botijão sem fiado quando o Lula tava no Planalto — isso sim resolve mais que bomba atômica ou discurso de moral americana.
Augusto Silva
19/04/2026
Difícil discordar do iraniano nesse ponto: os EUA pregam desarmamento, mas mantêm o maior arsenal nuclear do planeta e ainda posam de guardiões da paz. É o velho “faça o que eu digo, não faça o que eu faço” em escala atômica. Enquanto isso, o mundo segue refém da hipocrisia das potências.
Silvia D.
19/04/2026
Falar em mundo sem armas nucleares é essencial, mas precisa vir acompanhado de compromisso real com a vida e a saúde das pessoas. As armas atômicas são uma das maiores ameaças à sobrevivência humana — não há sistema de saúde capaz de lidar com suas consequências.
Karina Libertária
19/04/2026
Ai, fala sério… esse papo de “mundo sem armas nucleares” vindo do Irã é tipo um fake statement total. Enquanto isso, os EUA seguem defendendo a liberdade e o free market. Se cada país cuidasse da sua própria house e investisse right, o mundo já tava bem melhor.
Zizi
19/04/2026
Karina, minha filha, “defender a liberdade” com ogivas apontadas pro resto do planeta é um conceito bem peculiar de free market, viu? Esses meninos de Washington adoram vender paz, mas entregam guerra com nota fiscal.
Lurdinha Deus Acima de Todos
19/04/2026
Ahhh meu Deus 🙏 olha só, até o prefeito lá do Irã tá vendo a hipocrisia desses poderosos 🇺🇸😡! Falam de paz, mas vivem com o dedo no botão! O mundo precisa de oração e juízo, senão isso tudo vai explodir de vez 😢🇧🇷🙏
Carlos A. Mendes
19/04/2026
Difícil discordar quando ele fala em hipocrisia, né? Os EUA cobram o desarmamento dos outros, mas mantêm um arsenal gigante e ainda posam de guardiões da paz. No fim, todo mundo sabe que quem tem bomba dita as regras — e isso nunca vai dar certo pra humanidade.
Marcos Conservador
19/04/2026
Falar em “mundo sem armas atômicas” vindo do Irã é até engraçado. Esses líderes vivem apontando o dedo pros outros, mas não abrem mão de seus próprios planos. E os EUA, com toda a sua hipocrisia, também não são exemplo pra ninguém. No fim das contas, é tudo jogo de poder disfarçado de discurso moral.
Adalberto Livre
19/04/2026
AH PRONTO, AGORA ATÉ PREFEITO DO IRÃ QUER DAR LIÇÃO DE MORAL! FALA DE MUNDO SEM ARMA NUCLEAR MAS O REGIME LÁ É CHEIO DE SEGREDO E PROPAGANDA. OS EUA TÊM SUAS FALHAS, MAS PELO MENOS NÃO FINGEM SER SANTINHOS COMO ESSES AI. ESSA GENTE ADORA APONTAR O DEDO PRO OCIDENTE!
Clarice Historiadora
19/04/2026
Adalberto, o problema é que quem mais fala em “defesa da liberdade” costuma ser justamente quem espalhou ogivas pelo planeta desde 1945. Antes de chamar o Irã de hipócrita, vale lembrar quem foi que matou centenas de milhares em Hiroshima e Nagasaki em nome da “democracia”.