A Rússia sediará o segundo Open Dialogue intitulado “O Futuro do Mundo. Uma Nova Plataforma para o Crescimento Global”, entre 27 e 29 de abril, no Centro Nacional Rússia em Moscou.
Representantes de mais de 40 países participarão dos debates sobre inovação, sustentabilidade e desenvolvimento humano. O fórum busca consolidar discussões práticas sobre o futuro da economia mundial.
Como já destacamos em nossa cobertura anterior, a diplomacia russa tem buscado reafirmar sua posição global em meio às tensões internacionais.
De acordo com o portal RT, o programa organiza-se em quatro eixos centrais. Esses temas orientarão as atividades ao longo dos três dias de encontro.
O primeiro eixo dedica atenção a investimentos em pessoas, priorizando educação e questões demográficas. O segundo concentra-se em tecnologia, com especialistas tratando de inteligência artificial e cibersegurança.
O terceiro eixo aborda meio ambiente, com análises sobre ecologia e modelos de economia circular. O quarto explora conectividade, incluindo comércio, moedas digitais e logística global.
O evento contará com palestras, sessões de apresentação de ideias e rodadas de networking. Essas atividades visam estimular parcerias entre governos, empresas e centros de pesquisa.
O concurso de ensaios que antecedeu o fórum recebeu 1.638 textos de diversos países. Mais de 300 trabalhos integraram a lista longa de selecionados.
O tema de investimento em pessoas respondeu por 40% das submissões. Tecnologia atraiu 24%, enquanto conectividade ficou com 20% e meio ambiente com 16%.
Autores estrangeiros demonstraram especial interesse pelo uso de tecnologia na agricultura. Esse foco sinaliza a relevância crescente da inovação no setor alimentar.
Os organizadores empregaram um assistente de inteligência artificial chamado ODI para avaliar os ensaios. A ferramenta identificou plágio e grau de dependência de modelos generativos.
Apenas textos originais com mínima interferência de inteligência artificial avançaram. Setenta e cinco autores selecionados possuem títulos acadêmicos avançados.
Dezoito novos países aderiram ao projeto nesta edição, entre eles Nepal, Armênia, Nicarágua e Uruguai. Ensaístas premiados em edições anteriores atuarão como jurados e especialistas.
O Open Dialogue é organizado em parceria com o Centro Terceira Roma de Expertise Intersetorial. A ação conta com apoio da Administração da Presidência da Federação Russa.
As inscrições permanecem abertas no site oficial do evento. O fórum busca contribuir para estratégias de desenvolvimento baseadas em soberania tecnológica e cooperação internacional.
Com informações de RT.
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Zé Trovãozinho
20/04/2026
Mais um evento de fachada pra tentar vender a ideia de que a Rússia é polo de “crescimento global”. O país tá atolado em sanções e isolamento, mas quer posar de líder mundial. Isso aí é pura propaganda pra enganar incauto — tipo o que fazem em Cuba e na Venezuela.
Luciana
20/04/2026
Bonito esse papo de “plataforma de crescimento global”, mas aqui o crescimento que eu vejo é o da conta de luz e do preço do gás. Essas reuniões cheias de discurso não enchem panela. Queria ver esse povo falando de juros do cartão e custo de vida, aí sim seria um diálogo aberto de verdade.
Tadeu
20/04/2026
Esses fóruns internacionais falam bonito sobre “crescimento global”, mas no fim o que interessa é se isso vai mexer em algo real na economia. Enquanto não impactar a inflação ou o mercado financeiro de verdade, é só mais um evento pra foto e discurso.
Fernando O.
20/04/2026
Interessante ver a Rússia tentando se colocar como articuladora de um “novo crescimento global”. No papel soa bonito, mas na prática o país ainda vive de commodities e política de força. Quero ver se esse diálogo traz números concretos ou só mais discurso geopolítico pra inglês ver.
Celio Fazendeiro
20/04/2026
Mais um desses encontros cheios de discurso bonito e pouca prática. Enquanto isso, o povo rural que realmente produz riqueza continua sem apoio e atolado em burocracia. Quero ver se esse tal “crescimento global” chega ao campo ou fica só na conversa de salão.
Beto Engenheiro
20/04/2026
Tomara que esse papo de “nova plataforma de crescimento” vire coisa concreta, com investimento pesado em infraestrutura. O mundo precisa é de ferrovia, porto e energia funcionando, não de discurso bonito em auditório. Se sair projeto real disso aí, ótimo. Se for só conversa, mais um evento pra inglês ver.
Maura Santos
20/04/2026
Enquanto o resto do mundo tenta discutir “crescimento global”, a Rússia finge que não está atolada em sanções e isolamento. É tipo aquele amigo que fala de futuro sustentável mas chega de SUV a diesel. Quero ver quem vai topar esse “diálogo aberto” sem corar de constrangimento.
Marcos Conservador
20/04/2026
Mais um desses encontros globais cheios de papo bonito sobre “crescimento” enquanto empurram ideologias disfarçadas. Aposto que no fim o objetivo é o mesmo de sempre: mais controle estatal e menos liberdade individual. Já vi esse filme, e o roteiro é vermelho.
Mariana Ambiental
20/04/2026
Marcos, curioso como vocês chamam de “controle estatal” qualquer tentativa de frear corporações que destroem solo, floresta e gente. Liberdade pra quem, afinal — pro latifúndio ou pra comunidade que quer viver da própria terra?
Rubens O Pescador
20/04/2026
Olha só, enquanto o mundo discute crescimento global lá na Rússia, aqui o povo tá é tentando manter o feijão no prato. Lembro quando o Brasil também era respeitado nesses debates, com Lula levando comida e dignidade pro povo e ainda falando de igual pra igual com qualquer país. Hoje a gente só assiste de longe, com o prato vazio e o orgulho ferido.
Lurdinha Deus Acima de Todos
20/04/2026
Ah pronto, mais um desses encontros de “crescimento global” que ninguém entende direito 😅🇧🇷🙏 Será que isso aí não é o tal plano pra unificar tudo e mandar nas nações? Misericórdia, gente, fiquemos atentos e orando, porque o fim tá chegando e querem até mexer com as igrejas! 🇧🇷🙏🇺🇸
Renato Professor
20/04/2026
Lurdinha, minha cara, esses encontros não são conspirações apocalípticas, e sim fóruns de cooperação econômica — coisa que a extrema-direita costuma temer porque exige estudo, não fé. O “fim” que se aproxima é só o da ignorância sobre como o mundo realmente funciona.