Milhares de venezuelanos iniciaram uma grande peregrinação nacional contra as sanções impostas pelos Estados Unidos e seus aliados, em mobilização que reafirma o direito do povo venezuelano de viver sem bloqueios econômicos.
A vice-presidenta executiva da Venezuela, Delcy Rodríguez, convocou a população a demonstrar unidade nacional. Ela enfatizou a necessidade de superar divisões políticas para exigir soberania e paz diante das medidas coercitivas.
As colunas de peregrinos partiram de vários pontos do país, incluindo Maracaibo, no estado de Zulia. Os participantes também saíram de Táchira, na região andina, e de Maroa, no estado de Amazonas.
Todos os grupos convergem para a capital Caracas. A peregrinação culmina no primeiro de maio com um grande ato público pelo Dia Internacional dos Trabalhadores.
Rodríguez pediu o fim do ódio, da intolerância e do classismo presentes em certos setores. A líder denunciou especialmente grupos de ultradireita radicados no exterior que apoiam as sanções contra seu próprio país.
A vice-presidenta também condenou ataques racistas registrados na Espanha. O incidente ocorreu durante evento em que a presidente da Comunidade de Madri, Isabel Díaz Ayuso, premiou a opositora venezuelana María Corina Machado.
Cada sanção aplicada pelos Estados Unidos e pela Europa representa um obstáculo ao progresso econômico do país. Essas medidas reduzem a renda dos trabalhadores venezuelanos e dificultam a aquisição de bens essenciais.
O governo venezuelano denuncia que as sanções unilaterais bloqueiam o acesso a recursos financeiros internacionais. Elas também restringem a venda de petróleo e a importação de alimentos e remédios necessários à população.
A peregrinação ocorre sob a bandeira de uma Venezuela livre de sanções. O movimento representa um ato de resistência pacífica à política de asfixia econômica imposta externamente.
A mobilização demonstra a resiliência do povo venezuelano diante do isolamento promovido pelo Ocidente. O país tem buscado fortalecer parcerias com nações do BRICS para superar esse cerco.
A chegada dos peregrinos a Caracas deve reforçar a unidade nacional. As autoridades preveem que o ato de primeiro de maio una as demandas sociais com a defesa da soberania venezuelana.
Leia mais sobre o assunto na actualidad.rt.com.
Leia também: Na Venezuela, sanções dos EUA contribuíram para colapso econômico
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Evelyn Olavo
20/04/2026
É impressionante ver o povo venezuelano transformando resistência em caminhada coletiva. As sanções só punem quem menos tem culpa, e essa peregrinação mostra que ainda há dignidade e esperança mesmo diante da pressão econômica.
Vanessa Silva
20/04/2026
É triste ver um povo precisar marchar para pedir o básico: poder trabalhar e se desenvolver sem bloqueios externos. Sanções não resolvem nada, só aprofundam crises e empurram as pessoas para fora do país. O foco devia ser reconstruir a economia e as cidades, não punir a população.
Jeferson da Silva
20/04/2026
O povo venezuelano tem toda razão em se levantar contra essas sanções criminosas. Quem sofre é o trabalhador, não o governo. Aqui no Brasil a gente sabe bem o que é pagar a conta das decisões dos poderosos enquanto o povo rala pra sobreviver. Solidariedade total aos companheiros da Venezuela!
Tadeu
20/04/2026
Sinceramente, essas marchas e peregrinações não mudam nada na prática. Enquanto isso, a economia deles segue afundada e a inflação aqui continua me tirando o sono. Queria ver o mesmo empenho em arrumar as contas do país e garantir estabilidade de verdade.
Eduardo C.
20/04/2026
Interessante ver esse movimento popular ganhando força. As sanções têm números concretos por trás — queda do PIB, inflação explosiva, escassez. Antes de julgar, seria bom olhar esses dados e entender quem realmente paga a conta dessas medidas.
Fernando O.
20/04/2026
É curioso ver o quanto as sanções acabam punindo mais o povo comum do que qualquer elite política. A economia da Venezuela já estava fragilizada, e esse tipo de bloqueio só agrava a miséria. A galera que ainda defende essas medidas como “pressão democrática” devia olhar os números da inflação e da fome antes de repetir discurso automático.
Carlos A. Mendes
20/04/2026
Essas sanções só servem pra piorar a vida de quem já tá sofrendo. É claro que o governo deles tem seus problemas, mas punir o povo não resolve nada. No fim, quem paga a conta são sempre os mais pobres.
Zé Trovãozinho
20/04/2026
Lá vem o teatrinho chavista de novo. Enquanto o povo passa fome e foge do país, o regime faz “peregrinação” pra culpar os outros. Cuba do Norte em ação: sempre tem um inimigo externo pra justificar o desastre interno.
Marcos Conservador
20/04/2026
Esses atos “espontâneos” na Venezuela sempre têm dedo do regime. É fácil culpar os EUA, mas o verdadeiro bloqueio é o socialismo que destruiu o país. Enquanto o povo caminha, Maduro continua no palácio com luxo e discurso pronto sobre “imperialismo”.
Renato Professor
20/04/2026
Marcos, antes de repetir esse mantra da “culpa do socialismo”, vale olhar os dados: as sanções dos EUA reduziram em mais de 90% a receita de exportação venezuelana. Difícil governar qualquer país quando te proíbem de vender o que produz.