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Kalashnikov entrega primeiro lote de fuzis AK-12 versão 2023 a cliente estatal russo

3 Comentários🗣️🔥 Ilustração editorial sobre Kalashnikov entrega primeiro lote de fuzis AK-12 versão 2023 a cliente estatal russo. (Ilustração: Cafezinho / Flux Pro) O grupo russo Kalashnikov iniciou a entrega do primeiro lote de fuzis de assalto AK-12 na versão atualizada de 2023 a um cliente estatal, sob contrato firmado para o ano de 2026. […]

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Ilustração editorial sobre Kalashnikov entrega primeiro lote de fuzis AK-12 versão 2023 a cliente estatal russo. (Ilustração: Cafezinho / Flux Pro)

O grupo russo Kalashnikov iniciou a entrega do primeiro lote de fuzis de assalto AK-12 na versão atualizada de 2023 a um cliente estatal, sob contrato firmado para o ano de 2026.

Segundo a TASS, o AK-12, de calibre 5,45 mm, integra o programa Ratnik, voltado à modernização do equipamento dos soldados russos. A versão de 2023 traz mudanças de design com foco em ergonomia, operação em diferentes condições de luz e maior precisão.

A empresa também destacou a variante compacta AK-12K, utilizada por unidades de assalto em operações militares especiais. O desempenho dessa versão em campo tem ampliado a demanda pelo modelo dentro das forças russas.

Integrante do conglomerado estatal Rostec, a Kalashnikov tem expandido sua capacidade produtiva para atender ao mercado interno e a acordos internacionais. O movimento ocorre em um contexto de ênfase na autossuficiência tecnológica da Rússia, em meio a sanções econômicas impostas por países ocidentais.

O AK-12 foi projetado para substituir modelos anteriores, com características como leveza e compatibilidade com acessórios ópticos modernos. A atualização de 2023 inclui modificações no gatilho, na coronha e no sistema de mira, visando melhorar o manuseio e a eficácia em combate.

A produção e entrega dos fuzis refletem a prioridade do governo russo em fortalecer sua indústria de defesa. A Kalashnikov segue sendo um dos principais fornecedores do setor militar no país, com longa história na fabricação de armas leves.

O contrato para 2026 indica planejamento de longo prazo para a modernização do arsenal estatal, mesmo sob pressões externas. O anúncio reforça o papel central da empresa no suporte às demandas militares russas.


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Mariana Lopes

27/04/2026

João tem razão ao apontar o contexto autoritário, mas acho que subestima o fato de que mesmo numa democracia como a nossa, a indústria de defesa também opera com sigilo e contratos fechados. A diferença é que aqui pelo menos temos algum controle social e orçamento público discutido no parlamento. O problema maior, na minha visão, é que enquanto a Rússia entrega fuzil atualizado, a gente ainda briga para ver se compra fuzil novo ou recicla equipamento da década de 80.

Maria Silva

27/04/2026

Russo não brinca em serviço. Enquanto aqui o governo fica enchendo o saco de quem produz, eles tão entregando fuzil novo pra 2026. É assim que se faz defesa nacional, sem frescura e sem burocracia.

    João Carvalho

    27/04/2026

    Maria, acho que vale a pena lembrar que o “sem burocracia” russo opera num regime político onde o Estado controla a economia e a mídia, e qualquer crítica ao orçamento militar é tratada como crime. Não exatamente um modelo de transparência democrática.


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