Menu

Trump critica duramente OTAN e a classifica como inútil após reabertura do Estreito de Ormuz

16 Comentários🗣️🔥 Ilustração editorial sobre Trump critica duramente OTAN e a classifica como inútil após reabertura do estreito de Ormuz. (Ilustração: Cafezinho / Flux Pro) O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a criticar a Organização do Tratado do Atlântico Norte. Ele classificou a aliança como ‘inútil’ em publicação na plataforma Truth Social. Trump […]

16 comentários
Apoie o Cafezinho
Siga-nos no Siga-nos no Google News
Ilustração editorial sobre Trump critica duramente OTAN e a classifica como inútil após reabertura do estreito de Ormuz. (Ilustração: Cafezinho / Flux Pro)

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, voltou a criticar a Organização do Tratado do Atlântico Norte. Ele classificou a aliança como ‘inútil’ em publicação na plataforma Truth Social.

Trump relatou ter recebido um telefonema da OTAN oferecendo ajuda após a reabertura do estreito de Ormuz. O mandatário respondeu que o bloco deveria permanecer afastado a menos que quisesse encher seus navios com petróleo.

O presidente norte-americano acrescentou que a OTAN foi inútil quando realmente precisaram dela. Trump descreveu a organização como um tigre de papel.

De acordo com o portal RT, a declaração reflete o ceticismo contínuo de Trump em relação à aliança. O estreito de Ormuz é uma das rotas marítimas mais importantes para o suprimento global de energia.

O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, havia anunciado a reabertura da via para o tráfego comercial. Essa decisão veio após o anúncio de uma trégua entre Israel e o Líbano.

Trump tem feito críticas semelhantes à OTAN desde o seu primeiro mandato como presidente. O republicano insiste que os países europeus devem aumentar significativamente seus orçamentos de defesa.

Ele afirma que os Estados Unidos pagam uma parcela excessiva para manter a organização. Trump defende que a relação deve trazer benefícios econômicos mais claros para Washington.

As declarações ocorrem em um momento de redução das tensões no Golfo Pérsico. A reabertura do estreito alivia preocupações sobre o fluxo de petróleo no mercado internacional.

O presidente havia mencionado anteriormente a possibilidade de bloquear a rota com apoio de nações aliadas. Ele acusava o Irã de tentar extorquir pedágios no trânsito marítimo.

A postura de Trump revela divisões dentro do Ocidente sobre questões de segurança. Os aliados europeus buscam equilibrar sua dependência militar dos Estados Unidos com maior autonomia estratégica.

O debate sobre o papel da OTAN ganha novo fôlego com essas críticas. Analistas observam como isso pode afetar a coesão da aliança no longo prazo.


📨 Inscreva-se na Newsletter de O Cafezinho

Receba nossas análises e as principais notícias diárias do Brasil e do Sul Global.


, ,
Apoie o Cafezinho
Siga-nos no Siga-nos no Google News

Comentários

Os comentários aqui postados são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do site O CAFEZINHO. Todos as mensagens são moderadas. Não serão aceitos comentários com ofensas, com links externos ao site, e em letras maiúsculas. Em casos de ofensas pessoais, preconceituosas, ou que incitem o ódio e a violência, denuncie.

Escrever comentário

Escreva seu comentário

Francisco de Assis

27/04/2026

É impressionante ver essa gente alienada da cabeça batendo palma para o isolacionismo ianque como se fosse virtude, ignorando que isso é apenas o sintoma da decadência de um modelo unilateral. Enquanto o Trump faz barulho pra consumo interno, o governo Lula recoloca o Brasil no centro da geopolítica com altivez e pragmatismo. O Brasil voltou a ser um gigante soberano que dialoga com o mundo todo sem precisar baixar a cabeça para xerife nenhum.

Cíntia Alves

27/04/2026

Trump toca em uma ferida real sobre a eficiência dessas organizações, mas será que o isolacionismo radical não é um remédio amargo demais para uma doença que exige reforma, e não demolição? Enquanto uns gritam contra o globalismo e outros defendem cegamente o status quo, perdemos a chance de discutir uma cooperação que seja pragmática e menos onerosa. No fim das contas, o equilíbrio parece ser o artigo mais escasso nessa mesa de negociações.

João Pereira

27/04/2026

É curioso ver como a discussão se perde em pautas morais enquanto o pragmatismo geopolítico é jogado no lixo. Trump usa a OTAN como bode expiatório para seu isolacionismo, mas as instituições multilaterais também sofrem de uma inércia que alimenta esse tipo de discurso populista. No fim, a instabilidade global cobra um preço que nem a direita nem a esquerda parecem prontas para pagar com seriedade.

Cíntia Ribeiro

27/04/2026

Essa retórica contra a OTAN ignora o papel das instituições multilaterais na manutenção de uma previsibilidade sistêmica global. Independentemente das inclinações ideológicas discutidas aqui, o esvaziamento de alianças históricas sem uma alternativa institucional sólida gera um vácuo de poder perigoso para a estabilidade das democracias ocidentais. O desafio contemporâneo é reformar esses organismos para a realidade multipolar, e não simplesmente descartá-los sob argumentos de obsolescência.

João Batista Alves

27/04/2026

Louvável a postura de quem não se dobra ao globalismo que tenta sufocar a autonomia das nações cristãs e os valores que prezamos. Essas alianças internacionais muitas vezes se tornam instrumentos de uma modernidade vazia que esquece de colocar a proteção da família e a vontade de Deus em primeiro lugar. Que tenhamos sabedoria para distinguir o que é útil de fato para o bem comum e para a manutenção da nossa moralidade.

Clotilde Pátria

27/04/2026

Misericórdia, o Trump é o único que tem coragem de enfrentar esse globalismo satânico que quer transformar o mundo em um puxadinho da China amanhã mesmo! Se a gente não rezar muito e apoiar esses líderes, o comunismo vai bater na porta da nossa família antes do café da manhã. Que Deus tenha piedade de nós e nos livre dessas garras vermelhas, o sinal já foi dado!

    Fernanda Oliveira

    27/04/2026

    Dona Clotilde, o que realmente bate na porta das famílias pretas e periféricas todos os dias não é o comunismo, mas a fome e a falta de futuro que esse sistema do Trump perpetua. É muito triste ver o medo sendo usado para proteger o privilégio de bilionários enquanto a nossa sede por justiça social é tratada como uma ameaça.

Pedro Neto

27/04/2026

Chora não Paulo Ribeiro sua comunista ladrão, Trump neles e quem não gostou vai pra Cuba fazer o L!

    Carlos Oliveira

    27/04/2026

    Ô Pedro Neto, falar de Cuba é o roteiro de sempre, mas quero ver é tu encarar a realidade de quem rala 12 horas no volante e não tem nem direito de adoecer. O Trump é só mais um patrão bilionário jogando xadrez com a vida dos pobres; ele não tá nem aí pra nossa luta por saúde e educação de verdade aqui no chão da rua.

Samara Oliveira

27/04/2026

É muito triste ver como o egoísmo dos poderosos ignora a necessidade de união e cuidado com os mais humildes. Enquanto ficam nesse jogo de palavras sobre o que é útil ou não, esquecem que a verdadeira paz só nasce quando existe justiça social e amor ao próximo. Que Deus nos livre desse orgulho que só serve para dividir as nações e abandonar quem mais precisa.

Sgt Bruno 🇧🇷

27/04/2026

O Trump está certíssimo em enquadrar essa OTAN cheia de general melancia que não serve para nada. Enquanto esses comunistas de diretório acadêmico ficam chorando aqui nos comentários, a verdade é que o sistema globalista está caindo. Selva! Comunistas na lata de lixo da história!

    Paulo Ribeiro

    27/04/2026

    Caro Sargento Bruno, sua leitura sobre o colapso do sistema globalista, embora carregada de um entusiasmo bélico típico de quem vê o mundo pelas lentes do conflito direto, carece de uma análise sobre a natureza profunda do poder no capitalismo tardio. O que você interpreta como a queda de um sistema é, na verdade, o que Antonio Gramsci definiria como uma crise de hegemonia: o interregno em que o velho mundo morre e o novo tarda a aparecer, período no qual surgem os fenômenos mórbidos. Trump não ataca a OTAN por uma súbita conversão ao pacifismo ou por um desejo de respeitar a soberania alheia, mas porque percebe que os Aparelhos Repressivos de Estado, conforme a acepção de Louis Althusser, tornaram-se burocráticos e onerosos demais para a fase atual de acumulação. Ele não quer o fim do império; ele quer uma gestão imperial mais enxuta e brutal, desobrigada de etiquetas diplomáticas.

    Ao classificar a OTAN como inútil diante da dinâmica no Estreito de Ormuz, o trumpismo tenta substituir uma governança coletiva das elites ocidentais por um unilateralismo puramente transacional. Para nós, situados na periferia do capitalismo, é fundamental resgatar a lucidez de José Carlos Mariátegui: o nosso dilema não é a existência de organismos internacionais em si, mas a forma subordinada e colonial como o Brasil se insere neles. Enquanto você celebra o que chama de enquadramento de generais, o que está em curso é o esvaziamento das mediações que, ainda que de forma hipócrita, limitavam a ação direta das potências sobre as nações mais fracas. Sem o verniz da cooperação multilateral, o que resta é a força bruta do mercado e do poderio nuclear agindo sem freios.

    Portanto, cuidado ao desejar a lata de lixo da história para o pensamento crítico; a história é um processo dialético e implacável que costuma cobrar caro de quem confunde bravata retórica com libertação nacional. A verdade incômoda é que o esvaziamento dessas estruturas sob a égide da extrema-direita não devolve a soberania ao povo brasileiro; ao contrário, aprofunda nossa dependência ao nos deixar à mercê de um realismo geopolítico cru, onde o Brasil é visto apenas como um depósito de recursos naturais e um mercado consumidor passivo. A verdadeira soberania não se conquista mimetizando o discurso de líderes estrangeiros que nos desprezam, mas construindo um projeto que rompa com a lógica de submissão que tanto Althusser quanto Gramsci nos ajudaram a desmascarar.

Ana Karine Xavante

27/04/2026

A fala de Trump sobre a inutilidade da OTAN, especialmente após os movimentos no Estreito de Ormuz, não é um lampejo de pacifismo, mas sim a expressão mais pura do isolacionismo oportunista que ignora a complexidade do colapso climático e geopolítico que estamos vivendo. Quando ele critica a aliança, não o faz por reconhecer o rastro de sangue e intervenções desastrosas no Sul Global, mas porque sua métrica de mundo é puramente empresarial e extrativista. Para nós, povos indígenas que sentimos na pele o peso do colonialismo estrutural, essa briga entre potências do Norte é apenas a renegociação de quem vai gerenciar a máquina de guerra que protege o fluxo de combustíveis fósseis. O Estreito de Ormuz é um símbolo dessa dependência doente: territórios inteiros são sacrificados para garantir que o petróleo continue alimentando uma economia que nos asfixia.

É sintomático ler comentários que celebram esse suposto mindset de sucesso em Miami, como se o enriquecimento individual em centros imperiais fosse o ápice da existência humana. Essa visão, que desdenha de políticas de dignidade social no Brasil, é a mesma que sustenta o pensamento de Trump: a ideia de que o mundo é um tabuleiro de vencedores e perdedores, onde a terra e a vida não passam de mercadorias. O que chamam de vencer na vida muitas vezes é construído sobre o apagamento das nossas histórias e a exploração desenfreada dos recursos naturais. Não há vitória real em um sistema que precisa de uma máquina militar — seja ela a OTAN ou o exército isolacionista de uma superpotência — para garantir o acesso a recursos que estão destruindo o equilíbrio do planeta.

Enquanto se discute se a OTAN é útil ou não para os cofres americanos, a verdadeira segurança, que é a segurança climática e territorial, continua sendo negligenciada. O debate sobre investimentos públicos levantado pelo Marcos é válido, mas precisamos ir além do asfalto e dos túneis. A infraestrutura que o século XXI exige é a preservação dos nossos biomas e a demarcação das terras indígenas, que são as verdadeiras barreiras contra o caos ambiental que as guerras por petróleo provocam. Trump e sua base operam na lógica da morte, onde o lucro imediato justifica o abandono de qualquer pacto coletivo. Nossa luta é para que o mundo entenda que a autonomia real não vem de armas ou de mercados financeiros voláteis, mas da reconexão com a terra e do fim dessa hegemonia colonial que dita quem deve viver e quem deve ser bombardeado em nome do progresso alheio.

Karina Libertária

27/04/2026

Trump está certíssimo, essa OTAN é uma perda de money pros tax payers igual esse Bolsa Família que só sustenta vagabundo. Enquanto vocês perdem tempo no Brasil, eu estou aqui em Miami fazendo o meu making money com o mindseting de quem investe no exterior. Aprendam a ser winners e parem de ser uns losers sustentados pelo governo.

    João Carlos da Silva

    27/04/2026

    É fascinante observar como o seu discurso mimetiza a hegemonia cultural que Gramsci denunciava, transmutando a desigualdade em um fetiche de sucesso individual enquanto ignora a função humanitária do Estado. Reduzir políticas de dignidade a essa dicotomia entre winners e losers apenas escancara uma profunda lacuna na compreensão das engrenagens de poder que estruturam a barbárie contemporânea.

    Marcos Andrade Niterói

    27/04/2026

    Karina, esse seu papo de mindset ignora que sem investimento público sério e gestão de verdade, como o Rodrigo Neves provou ser possível em Niterói com o túnel Charitas-Cafubá, a economia e a mobilidade simplesmente travam. Enquanto você exalta o individualismo em Miami, aqui a gente luta contra o descaso desse governo estadual alinhado à extrema-direita, que prefere o caos urbano a investir em projetos fundamentais como o metrô sob a Baía.


Leia mais

Recentes

Recentes