O porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, alertou que uma escalada de violência no Oriente Médio geraria consequências ainda mais graves para a segurança regional e para a economia mundial.
Peskov indicou que a situação atual segue tensa e que novos confrontos poderiam intensificar a instabilidade nos mercados de energia em todo o planeta. O porta-voz explicou que a Federação da Rússia não atua como mediadora direta nas conversações em curso.
Moscou permanece disposta a oferecer todo o apoio necessário para que se alcance uma solução pacífica. O Kremlin acompanha atentamente os desdobramentos na região e sustenta contatos com todos os atores envolvidos.
Peskov reiterou o compromisso da Rússia com a busca de estabilidade por meio do diálogo diplomático. Segundo o portal RT, as negociações em Islamabad não alcançaram o resultado esperado para o encerramento do conflito.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, culpou o Irã pelo impasse nas discussões. Trump alegou que Teerã se recusou a fazer concessões sobre seu programa nuclear.
Essa postura, segundo Washington, contribuiu para o fracasso das tratativas realizadas na capital paquistanesa. As tensões se concentraram no estreito de Ormuz, via marítima crucial para o suprimento global de petróleo.
A República Islâmica reafirmou seu controle sobre a passagem e advertiu que não tolerará violações de sua soberania. O Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica declarou que o estreito permanecerá sob proteção iraniana enquanto Washington mantiver sua postura de pressão e agressão.
A força iraniana advertiu que embarcações hostis seriam interceptadas na área. Trump rebateu afirmando que o Irã não ditará as regras para o tráfego marítimo internacional, e as autoridades norte-americanas intensificaram sua presença militar na região.
O Ministério das Relações Exteriores do Irã informou que ainda avalia sua participação na próxima fase de negociações. O episódio destacou o potencial do estreito de Ormuz para afetar os preços internacionais de energia.
Para o Kremlin, a prioridade consiste em evitar qualquer agravamento militar que comprometa a economia global. Peskov insistiu que somente uma solução diplomática abrangente pode garantir a segurança energética e a estabilidade mundial.
Leia mais sobre o assunto na actualidad.rt.com.
Leia também: Kremlin alerta para impactos prolongados das tensões no Oriente Médio sobre a energia global
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Lurdinha Deus Acima de Todos
20/04/2026
Gente, eu avisei lá no grupo da família! 🇧🇷🙏 Isso tudo já tava profetizado, o mundo tá virando de ponta-cabeça! Agora até o Kremlin tá falando, é sinal dos tempos, minha gente! Preparem-se e orem muito, porque vem coisa grande por aí! 🇺🇸🔥
Beto Engenheiro
20/04/2026
Enquanto o pessoal briga no deserto, o mundo inteiro paga a conta no combustível e nos insumos. Falta investimento pesado em infraestrutura global pra reduzir a dependência dessas regiões. Sem obra concreta, a economia fica refém da geopolítica.
Mariana Ambiental
20/04/2026
Enquanto os poderosos brincam de guerra, quem paga a conta é o povo — e a natureza, que sofre com destruição e exploração. O capitalismo global vive de crises, e cada conflito serve pra justificar mais lucro pra indústria bélica e mais miséria pros de baixo.
Eduardo C.
20/04/2026
Difícil discordar: qualquer aumento de tensão ali impacta diretamente o preço do petróleo e, por consequência, a inflação global. Gostaria de ver números concretos sobre quanto uma escalada poderia adicionar ao barril e ao custo de energia na Europa — sem isso, o alerta do Kremlin fica mais no campo da retórica do que da análise.
Rubens O Pescador
20/04/2026
O povo que paga o pato é sempre o mesmo, né? Quando o petróleo sobe por causa dessas brigas lá fora, é o botijão e o arroz aqui que viram luxo. Lembro bem que na época do Lula a gente enchia o carrinho no mercado e ainda sobrava pra um churrasquinho de domingo. Hoje, com essa bagunça toda, só quem lucra é especulador.
Celio Fazendeiro
20/04/2026
Ah, agora o Kremlin virou economista preocupado com o mundo? Falam de crise global, mas vivem de exportar gás e petróleo pra lucrar com cada conflito. Essa choradeira é puro teatro pra manter influência e encher os cofres enquanto o resto paga a conta.
Maura Santos
20/04/2026
Célio, pode até ser teatro, mas o palco foi montado pela dependência global desse mesmo petróleo. Quando a direita grita “livre mercado”, esquece que quem dita o preço do gás é justamente quem eles fingem desprezar.
Miriam
20/04/2026
É o tipo de alerta que devia ser levado a sério, mas o pessoal prefere transformar tudo em disputa ideológica. Enquanto isso, quem trabalha com orçamento público já sente o impacto de qualquer turbulência lá fora. Melhor baixar o tom e cuidar da gestão com calma.
Tonho Patriota
20/04/2026
AH PRONTO, AGORA ATÉ O KREMLIN TÁ DANDO AULA DE ECONOMIA! ISSO AÍ É TUDO PLANO DO GLOBALISMO PRA SUBIR O PREÇO DA GASOLINA E CULPAR O BRASIL. FAZ O L AÍ QUE O COMUNISMO VEM EMBALADO JUNTO COM A CRISE!
Alice T.
20/04/2026
Tonho, o Kremlin tá falando de economia porque guerra mexe com petróleo e isso afeta o mundo todo, inclusive o Brasil. Não é comunismo, é mercado — o mesmo que os liberais juram entender, mas esquecem quando a conta chega.
Francisco de Assis
20/04/2026
Esses alertas do Kremlin mostram o quanto o mundo tá num barril de pólvora, meu povo. Enquanto os poderosos brincam de guerra, quem sofre é o trabalhador. Mas o Brasil, com Lula, tá jogando o jogo certo: soberania, diálogo e paz. É assim que se protege o povo e o futuro da nação.
Adalberto Livre
20/04/2026
AH PRONTO, AGORA O PUTIN VIROU ECONOMISTA TAMBÉM! ESSES COMUNISTA ADORAM DAR PITACO NO MUNDO, MAS NÃO CONSEGUEM FAZER UM CELULAR FUNCIONAR SEM COPIAR DO OCIDENTE! SE CADA UM CUIDASSE DO SEU QUINTAL, NÃO TAVA ESSA BAGUNÇA TODA!
Augusto Silva
20/04/2026
Adalberto, curioso é que o “quintal” russo exporta energia e fertilizantes que seguram a inflação no mundo inteiro — inclusive no seu churrasco de fim de semana. Economia global não se resolve com cerca de bambu, meu caro.