31.03 Coletiva com o ministro da Saúde

Mais um passeio pelo outro lado do muro

Por Miguel do Rosário

09 de janeiro de 2015 : 19h34

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Dando um rolé pelos sites institucionais, encontro o seguinte:

1) No site da Procuradoria Geral da República, sou informado que o MP entrou com ação de investigação judicial eleitoral contra o atual governador do Tocantins, Marcelo Miranda (PMDB) e sua vice Cláudia Telles (PV).

2) No portal do Senado, fico sabendo que os parlamentares parecem ter enterrado de antemão a tentativa do Planalto de recriar o imposto de saúde.

3) Na Agência de Notícias da Polícia Federal, há uma notícia sobre uma investigação da PF sobre associação entre traficantes e auditores fiscais do Ceará.

4) Achei bastante legal esse projeto do senador Capiberibe (PSB-AP), que põe fim em qualquer sigilo em processos que envolvam políticos e servidores públicos. É esse tipo de coisa que ajuda, efetivamente, a combater a corrupção: aumentando a transparência. Isso é a democracia curando os males do autoritarismo.

*

Os últimos dias trouxeram várias notícias que merecem destaque. Algumas são velhas de alguns dias, mas repito-as para ficar registrado no blog.

1) A Petrobrás subiu ao pódium como a empresa que mais produz petróleo no mundo, entre todas de capital aberto. A estatal continua sob fortíssimo ataque especulativo, com total ajuda da mídia nacional, mas terminou esta sexta indo na contra-mão da bolsa e da queda na cotação internacional do petróleo. Os papeis da Petrobrás fecharam em alta na BMF e em Nova York.

É importante que os brasileiros entendam, porém, que a economia de um país não é alimentada por papeis na bolsa, mas por matérias-primas fundamentais, como o petróleo, elemento essencial para o Brasil incrementar a sua infra-estrutura.

2) Eduardo Cunha e Anastasia apareceram no Lava Jato, motivando uma hilária defesa por parte de colunistas da grande mídia, como Merval Pereira, no Globo, e Dora Kramer, no Estadão. Dessa vez, nem cheguei perto. Nem preciso. Apenas escutando o bafafá sobre suas colunas, já sei que eles estão simplesmente desesperados porque a inclusão de nomes da oposição estraga a “historinha” que eles querem montar, uma espécie de mensalão 2.

3) Globo e Abril iniciaram um processo de demissão em massa, o que é curioso, visto que a fortuna dos Marinho nunca foi tão grande. O fato me parece emblemático sobre a precariedade dos jornalistas brasileiros. Na contra-mão de todas as profissões liberais: professores, advogados, engenheiros, arquitetos, que estão vendo o seu mercado se expandir e seus salários aumentarem, os jornalistas só vêem o abismo à frente.

No Globo, nem o centenário Artur Xexéo escapou. O Sindicato dos Jornalistas do Rio publicou uma nota de protesto sobre o assunto.

É um momento para refletir sobre a importância da democratização da mídia, um processo que poderia gerar a criação de dezenas de empresas de mídia, regionais e nacionais, absorvendo todos esses profissionais. O Brasil precisa de jornalistas, mas o modelo corporativo vigente no país não é mais viável. A concentração deu o que tinha que dar.

*

Quero deixar aqui minha solidariedade à blogueira feminista Lola, do Lola Escreva, que está sendo vítima de uma série de agressões e ameaças nas redes sociais, boa parte delas patrocinada pelo “humorista” Danilo Gentili.

*

Em relação ao atentado em Paris, creio que ele mostrou o fracasso da guerra ao terrorismo patrocinada pelos EUA. Comparado aos atuais fanáticos do Estado Islâmico (ISIS), Saddam Hussein e Kadafi eram anjos!

No Iraque e Líbia, países atacados covardemente pelo Ocidente, havia o exercício laico do poder, e as mulheres detinham liberdades civis que não possuem em nenhum outro país islâmico. Saddam e Kadafi eram políticos que, malgrado os problemas internos em seus países, sentavam-se à mesa em negociações internacionais e podiam contribuir para a construção de um processo de paz na região e no mundo.

O ataque motivou, como era de se esperar, uma infindável quantidade de teorias de conspiração. Há quem suspeite do dedo da direita europeia, ou mesmo da CIA, visto que não se concebe em que um atentado desse poderia trazer qualquer benefício à causa islâmica ou árabe.

Mesmo nas questões dos desenhos sobre Maomé, o resultado do atentado é a sua difusão numa escala jamais imaginada.

Os desenhistas mortos, assim como as outras vítimas, tornaram-se mártires da liberdade de expressão, e não vem ao caso se o jornal era de esquerda (como era) ou não.

Entretanto, a França é um país extremamente cioso de sua independência política em relação aos EUA, com uma imprensa altamente especializada em assuntos de terrorismo, África e Oriente Médio, e creio que irá se aprofundar bastante no assunto para descobrir a verdade.

Não creio que, nessas circunstâncias, nenhuma teoria de conspiração, se houver alguma, ficará em segredo por muito tempo.

Os franceses irão assumir essa investigação com um espírito apaixonado e patriótico.

Continuo achando que a covardia deste atentado foi algo tão grotesco que poderá ser deflagrado um movimento, dentro do próprio islamismo radical, para se combater esse tipo de violência.

O chefe do Hezbollah declarou que os “jihadistas são mais nocivos que caricaturas”. Bom sinal.

Atualização: A Al Qaeda acaba de assumir a autoria do atentado em Paris.

*

O IBGE divulgou a sua estimativa oficial para a inflação de 2014 e ela ficou abaixo do teto da meta, para grande decepção dos urubus da mídia.

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É uma notícia formidável, porque gera clima para que o Banco Central interrompa a sua febril e insana jornada em busca de juros mais altos.

Para 2015, a previsão ainda é de inflação abaixo do texto da meta.

Uma pena, todavia, que o teto da meta tenha se transformado, na prática, na própria meta, o que é uma característica bem brasileira.

A solução para isso deverá ser, no futuro, rebaixar o texto.

*

Extraordinária a iniciativa do novo ministro da Fazenda, Joaquim Levy, de conversar diretamente com os internautas, através de um Face to Face.

E pensar que os ministros do PT, como Paulo Bernardo, preferiam dar entrevistas às páginas amarelas da Veja.

Guido Mantega, com exceção de uma ou outra entrevista à TV Brasil, também só dava entrevistas à Miriam Leitão. Assim como Mercadante.

Foi preciso aparecer um ministro de fora do PT, acusado de ser um conservador, para inovar a estratégia de comunicação do governo!

O PT vive repetindo chavões sobre democratização da mídia, mas se esquece que pequenos gestos, como este do Levy, já representam um primeiro e importante passo para uma relação mais democrática, direta e honesta entre governo e cidadãos – e esse é um dos objetivos do que se entende como “democratização da mídia”.

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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33 comentários

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Miguel Do Rosario

12 de janeiro de 2015 às 17h10

ze maria de carvalho nada

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CULTURA EM UM CLIQUE!

12 de janeiro de 2015 às 12h14

REINO DE CLIO – VISITAS VIRTUAIS – CULTURA EM UM CLIQUE!

Todo mundo precisa esquecer a política de vez em quando e relaxar. E se isso puder acrescentar algum ganho cultural, melhor ainda. Sugiro conhecer as visitas virtuais a museus que o site Reino de Clio disponibiliza semanalmente. É, quase literalmente, uma viagem! Recomendo conhecer!

http://reino-de-clio.com.br/Museus.html

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gg

11 de janeiro de 2015 às 23h51

Paz é o cacete. Voce ta é caçoando da minha inteligéncia.

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gg

11 de janeiro de 2015 às 23h45

Entao na tua ótica matar jornalistas palestinos pode. Acorda Rosario

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gg

11 de janeiro de 2015 às 17h55

Vai lá no 247 que tem uma foto do primeiro ministro de isrrael. A pergunta é. Voce é charles…

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gg

11 de janeiro de 2015 às 15h24

Kkkkkkk. O primeiro ministro israelense marchando pela paz. Nem fudendo

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    Miguel do Rosário

    11 de janeiro de 2015 às 22h31

    Junto com o presidente da Palestina. Isso é paz.

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Surreal

11 de janeiro de 2015 às 11h46

Aquela carteira de identidade “esquecida” no carro de fuga dos terroristas “false frag” pode ter sido de propósito.

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Ze Maria de Carvalho

11 de janeiro de 2015 às 10h42

e quando saberemos quanto tu recebes do governo petista para dar noticias de primeira e puxar saco do petismo

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    Roberto Weber

    11 de janeiro de 2015 às 09h41

    No mesmo dia em que contares o quanto recebes para trollar o Miguel.

    Responder

    Rogério

    11 de janeiro de 2015 às 21h12

    Trouxa.

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Euler

11 de janeiro de 2015 às 00h14

Sobre o atentado na França. especificamente. O que eu percebo, mais por intuição do que por informação segura, é que há muita manipulação nessa história. Lembra um pouco o 11 de Setembro, que praticamente salvou o mandato de Bush. E forneceu justificativa para a invasão do Iraque e do Afeganistão, além de formalizar a tortura. Tudo em nome da liberdade e da democracia. Quem estava por trás daquilo?

Agora, na França, este atentado totalmente conveniente ao discurso da direita europeia contra a imigração de africanos e outros povos, especialmente os de confissão islâmica. Embora condenando o terrorismo – e é uma pena que não tenham feito um esforço para prender e não matar os terroristas -, não consigo ter essa postura simplista de totalmente a favor da revista Charlie. Ainda mais quando entra o argumento da “liberdade de expressão”.

Em qual país do mundo existe real liberdade de expressão? Quem domina a mídia no mundo inteiro? Aqui no Brasil, que liberdade de expressão existe nos chamados grandes meios de comunicação, que têm um único discurso, neoliberal, colonialista e preconceituoso em relação aos pobres, aos negros, aos muçulmanos, enfim, um discurso afinado com o império norte-americano e seus aliados?

Vamos trazer o problema para o Brasil: o tipo de mau humor de um CQC ou os textos de baixíssimo nível de uma Veja podem ser tolerados até quando? Claro que não defendo o assassinato dos editores e mau humoristas mencionados, mas que é um abuso de poder, isto é. Penso que a liberdade de expressão deveria estar ligada diretamente ao direito ao contraditório, o direito de resposta. A Veja, A Band, a Globo, a Folha, entre outros, nunca, em nenhum momento, garantiram o direito de resposta em igual medida e no tempo imediato às pessoas agredidas.

Não sei se a revista Charlie ofereceu aos líderes muçulmanos este direito de resposta. E nem conheço o conteúdo dessa revista para poder criticá-la com responsabilidade. Mas, olhando de forma mais ampla, o que se percebe é que, para a direita francesa, o ataque à revista não passa de um pretexto para defender suas ideias e práticas segregacionistas, xenófobas e elitistas. Portanto, ao lado da condenação do terrorismo, do assassinato frio e covarde de seres humanos, deveríamos condenar também o uso desse acontecimento pela direita canalha da França, dos EUA e do Brasil, entre outros.

E aos defensores de uma suposta liberdade de expressão sem limite, deixo aqui uma pergunta: o que vocês achariam se algum chargista ironizasse o ataque terrorista contra os editores e cartunistas da revista Charlie? Claro que isso ofenderia os sinceros sentimentos de uma parcela expressiva do povo francês e do mundo. Imagino que determinadas charges contra os muçulmanos devem ofender também os seguidores do islã. O que não justifica nenhum ato de terror, claro, seja de que religião ou partido político for. Mas, a maior fonte de terrorismo hoje vem dos estados imperialistas, com a total conivência dessa mídia “livre” do Ocidente.

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Yacov

10 de janeiro de 2015 às 18h28

Longe de mim querer justificar assassinatos para o que quer que seja além de defesa própria, mas o ocidente invade os países do oriente médio indefesos diante do poderio militar do ‘mundo livre’, massacra a população, expulsa as famílias de suas casas e terras, tomas suas riquezas e fontes de água, e ainda tira sarro de seu profeta Maomé em seus semanários, e quando os muçulmanos reagem, os dizem extremistas. É o fim dos tempos ou não é !?!? Quem é terrorista afinal ?!?!

“O BRASIL PARA TODOS não passa na REDE GLOBO de SONEGAÇÃO & GOLPES – O que passa na REDE GLOBO de SONEGAÇÃO & GOLPES é um braZil-Zil-Zil para TOLOS”

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Everaldo

10 de janeiro de 2015 às 17h08

Sobre demissões de jornalistas, essa tá demorando demais…. A tal da Rachel .. Leiam ( créditos VIOMUNDO)…
http://www.viomundo.com.br/voce-escreve/altamiro-borges-estupidez-de-sheherazade-nao-conhece-limites.html

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José Souza

10 de janeiro de 2015 às 10h56

Vou comentar só o nº3: Se o jornal está demitindo é porque não está vendendo. Se não está vendendo é porque a população aprendeu a não comprar nenhum produto desse nefasto jornal. Parabéns à população e espero que continue até fechar.

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Nikola

10 de janeiro de 2015 às 10h45

Problemas de comunicação no PT??? Que é isso?
Tentem mandar uma mensagem ao PT… O site só fornece telefone e endereço dos diretórios, secretaria, etc.

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Miguel Do Rosario

10 de janeiro de 2015 às 11h11

Corrigido no blog, Claudio.

Responder

Miguel Do Rosario

10 de janeiro de 2015 às 11h11

Corrigido no blog, Claudio.

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Cláudio Ferreira Lins

10 de janeiro de 2015 às 03h55

Marcelo Miranda é do PMDB

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    Miguel do Rosário

    10 de janeiro de 2015 às 08h25

    Sim, corrigi.

    Responder

fernando oliveira

09 de janeiro de 2015 às 23h38

É correto a atitude do jornal frances de costumeiramente ironizar o islâ? Principalmente o que representa para o mundo islâmico Maomé/Allah? Talvez para os franceses não signifique muita coisa. Mas para os muçulmanos, isto é crime passível de morte. E foi o que aconteceu com os editores do jornal. Lembro um fato que aconteceu no Brasil: um pastor, se não me falha a memória, da igreja universal, chutou ao vivo na televisão uma imagem de nossa senhora. Quase o mundo veio abaixo. Quando se pratica tal atitude, um chute numa imagem não significa o que se faz. Significa o que se procura atingir, no caso, o inatingível: a crença de alguém no que ela representa. No caso da França, é como dizem os russos: “não se deve cuspir na alma”. Os franceses assim o fizeram.

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    Miguel do Rosário

    10 de janeiro de 2015 às 00h31

    Atitude é correta sim. Pode-se e deve-se ironizar e esculhambar qq religião. Isso se chama liberdade de expressão e com certeza a resposta não é metralhar desenhistas.

    Responder

      Jaide

      10 de janeiro de 2015 às 01h20

      “Pode-se e deve-se ironizar e esculhambar qq religião.”

      Tenho minhas restrições quanto ao “deve-se”, mas isso não vem ao caso. Quanto ao “pode-se” , há uma exceção conhecida. E, segundo li, um cartunista da Charlie Hebdo foi defenestrado (salvo engano, em 2011) por ter ironizado a “exceção”.

      Responder

        Miguel do Rosário

        10 de janeiro de 2015 às 02h21

        Hoje, no futuro haverá liberdade.

        Responder

jose neves

09 de janeiro de 2015 às 22h24

Mais Miguel, mais!

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Mauricio Gomes

09 de janeiro de 2015 às 21h27

Fiquei horrorizado com as coisas que esse canalha e covarde do Gentili disse sobre a blogueira feminista. E ainda temos a deplorável “Cheirazêdo” querendo tirar uma casquinha dos atentados em Paris e dizendo que a Veja sofre a ameaça de radicais de esquerda. Até quando o nosso dinheiro vai sustentar esses pulhas malditos, que defendem todo tipo de preconceito, agressividade e mau caratismo em nome de uma suposta liberdade de imprensa? Tinham que ter deixado o SBT falir, quando o banco do Sílvio Santos estava afundando. Parece que esse governo é masoquista…

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Sta. Catarina

09 de janeiro de 2015 às 21h17

A indústria bélica do G5 precisa da figura do terrorista para justificar sua “guerra ao terror” e continuar seus negócios escusos mundo afora. Eles próprios financiam treinamento destes lunáticos que posteriormente são manipulados para realizarem estes atentados matando vítimas inocentes na maior parte dos casos. É um círculo vicioso.

Responder

    Jaide

    10 de janeiro de 2015 às 08h59

    É isso, Sta Catarina. Sem esquecer que milhares de vítimas inocentes são rotineiramente massacradas pela máqina mortífera do ocidente e pelos monstros que ela patrocina. E nem um mísero cartazinho “eu sou líbio, eu sou iraquiano, eu sou iemita, etc” se vê nas praças do mundo “civilizado”. Nenhuma dúvida, porém, de que as mortes em Paris serão exploradas à exaustão, ajudando a ampliar os conflitos no Oriente Médio e África. E bem no momento em que o ímpeto guerreiro na Ucrânia parece arrefecer (v. encontro dos quatro na Normandia), com a OTAN já convocando a Rússia (reconduzida à condição de aliada) para a cruzada contra o terror, para o confronto Islã X Ocidente.

    Responder

Eva

09 de janeiro de 2015 às 20h58

Imagino um programa de tv com o conteúdo acima. Imagino ser informada das ações da PF e demais instituições. Cansei de ver o show do datena. Aliás, não vejo. Quero saber dos perrelas e neves e dos envolvidos no trensalão e operação lava a jato. Quero ver o mendes ser citado e cobrado. Quero ouvir os representantes dos empregados da Petrobrás.Quero programas que elevem o espírito e nos encham de orgulho patriótico pelas nossas conquistas.Quero notícias boas do país. Sinto que estamos perto.

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    Anônimo

    10 de janeiro de 2015 às 16h27

    Concordo com seu comentário Eva.

    Responder

Roberto de Paulo

09 de janeiro de 2015 às 20h25

Ler noticias verdadeiras,sem as mentiras dos jornalecos manipulados,acalma o ser,deixa os coxinhas se enforcar sozinhos,é o melhor.

Responder

luiz

09 de janeiro de 2015 às 20h22

muito bom este novo formato do blog
Parabéns

Responder

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