Mais de 70% dos eleitores já estão decididos sobre o voto presidencial, diz DataFolha

MP-SP chancela discriminação contra babás em clubes da plutocracia paulista

Por Redação

16 de janeiro de 2016 : 05h49

Olha que maravilha de Ministério Público nós temos!

Decidiu em favor do uniforme obrigatório, em cor branca, para babás,
em clubes de rico.

***

Babás devem usar branco em clubes de luxo em São Paulo, decide Ministério Público

Procuradoria arquivou uma denúncia de discriminação de uma babá impedida de entrar no Clube Pinheiros por não usar uniforme

no Brasileiros

A polêmica envolvendo o uso de uniforme por babás em clubes da alta sociedade em São Paulo terminou mal para as funcionárias: o Ministério Público do Estado (MPE) mandou para a gaveta uma denúncia de discriminação contra uma babá frequentemente impedida de entrar em um desses clubes por não estar vestindo branco dos pés à cabeça.

O assunto gerou polêmica no ano passado, quando uma advogada abriu uma denúncia de discriminação na Procuradoria em meados do ano passado. Ela reclamava que a babá de sua filha nunca tinha certeza se conseguiria entrar no Esporte Clube Pinheiros (zona oeste) sem seu uniforme.

Por unanimidade, o Conselho Superior do MPE recomendou trancar e arquivar o caso ao decidir que esses estabelecimentos não cometem ilegalidade ao exigir uniforme em suas dependências.

A orientação foi do relator do caso, Pedro de Jesus Juliotti, que concordou com os argumentos de uma petição protocolada pelos clubes Harmonia, Pinheiros, Paulistano, Sírio, Paineiras e São Paulo Athletic.

Segundo Juliotti, por ser tratar de entidades privadas, “elas podem estabelecer condições para admitir pessoas não associadas”, informa o jornal O Estado de S. Paulo.

 

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164 comentários

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Vera Lúcia Piesanti Molinar

19 de janeiro de 2016 às 18h16

revoltante como nossas instituições são compostas de profissionais que só fazem reproduzir e defender o pensamento neoliberal; quem pensa e vive diferente desses valores não tem vez nas decisões daquela casta. Não praticam a democracia quando decidem algo.

Responder

Eliane Barroso

17 de janeiro de 2016 às 19h29

Horroroso. Clara regressão história da sociedade …

Responder

Fatima Borges

17 de janeiro de 2016 às 19h06

Este Ministério Público NÃO ME REPRESENTA.

Responder

Paulinho Valero

17 de janeiro de 2016 às 17h59

Vocês sempre jogando uns contra os outros.

Responder

Zé Paulo Cunha Rocha

17 de janeiro de 2016 às 14h32

Que as babás aproveitem essa experiência pra que patrão nunca é amigo, muito menos parceiro. …

Que sejam profissionais sim, na hora de trabalhar e na hora de exigir o que é seu também. … que o brasileiro aprenda a ser mais sincero e menos simpático. …

Responder

Zé Paulo Cunha Rocha

17 de janeiro de 2016 às 14h32

Que as babás aproveitem essa experiência pra que patrão nunca é amigo, muito menos parceiro. …

Que sejam profissionais sim, na hora de trabalhar e na hora de exigir o que é seu também. … que o brasileiro aprenda a ser mais sincero e menos simpático. …

Responder

Cassia Barros

17 de janeiro de 2016 às 13h50

Já presenciei tanta injustiça e falta de respeito com as pessoas que trabalham como domésticas e babás. Minha vizinha não deixava a moça que trabalhava para ela como doméstica beber suco nas refeições, segundo ela, “para não ficar mal acostumada”. Na praia, vi uma babá cuidando de uma criança, a família toda almoçando, comendo e bebendo e a garota lá, segurando a criança. Passaram-se as horas e não vi ninguém oferecer um copo dágua ou o que comer para ela, era como se a garota fosse invisível. Odeio esse tipo de situação, dá vontade de ir lá encher o pessoal de desaforos.

Responder

Christiano Fiuza

17 de janeiro de 2016 às 08h48

Advogando em causa própria.

Responder

Christiano Fiuza

17 de janeiro de 2016 às 08h48

Advogando em causa própria.

Responder

Amalia Soares

17 de janeiro de 2016 às 03h33

Essa é a elite conservadora que tem necessidade de mostrar que tem dinheiro e exibir e ostentar ,é a classe que se acha dona do Brasil ,pensamentos de colonizadores ,precisam mostrar a diferença e rebaixar os de classe meno,r para se sentir superior,é por isso toda a revolta deles com o PT ,pois hoje tem pobre até no avião na universidade se formando em medico e tudo mais antes ser médico era estaus de rico ,engenheiro e varios outros ,cursos ,já não é luxo de rico ,e viajar ao exterior já não é privilégio deles ,isso incomoda eles pois não sobra ,muita coisa para se sentir superior pois a maioria é arrogante e sem celebro futeis não dá para os escutar por 10 minutos só falam em coisas futeis sem conteudo,nem engraçados conseguem ser .

Responder

Edmilson Cesar Pinto

17 de janeiro de 2016 às 00h30

O MP é formado de plutocratas, logo não poderia ser diferente!!!!

Responder

Edmilson Cesar Pinto

17 de janeiro de 2016 às 00h30

O MP é formado de plutocratas, logo não poderia ser diferente!!!!

Responder

Monica Figueiredo

17 de janeiro de 2016 às 00h04

Uniformes, não são problemas. Vcs se acham os espertos. Polícia, lixeiro, bombeiros,pilotos, Comissarios,etc…. Usam uniformes.Se vc tem respeito e orgulho pelo que faz o uniforme não te diminui. Parem de ser preconceituosos. No fundo vcs Petistas, defensores dos fracos e oprimidos são preconceituosos sim.Já trabalhei de uniforme e tinha muito orgulho disso. Babás hoje são muito bem remuneradas e não devem se envergonhar ou abaixar a cabeça. É uma questão de postura. Vai lá na casa da Dilma e vê se os empregados trabalham sem uniforme. Vê se o motorista está ou não de terno preto? Se as babás dos netos dela trabalham de roupa comum. Na boa, tem coisa mais séria para se discutir. Como aumento das contas, criação de novos impostos que estão para acontecer.

Responder

    Anônimo

    17 de janeiro de 2016 às 15h51

    Tem uma discussão aí sim querida, o clube obriga. Tem gente que gosta de ostentar seu serviçal quando sai pela rua, mas tem gente que não faz questão. Além disso, é como dizer “precisamos saber distinguir entre as pessoas, as que são convidadas e as que são cidadãos de segunda classe” e pra que o clube precisa saber disso?????? Se uma família prefere não ter a babá uniformizada ela não entra no clube, isto é ridículo, podre. No Natal, no Terraço Itália haviam cuidadoras de idosas que estavam abrindo mão de estar com suas famílias para trabalhar e nenhuma estava uniformizada, as famílias não exigiriam, todas se vestiram com o traje que a ocasião pedia porque elas são pessoas assim como qualquer outra, mas na cabeça de quem sempre foi servido por invisiveis fica dificil aceitar.

    Responder

Fatima Paris

16 de janeiro de 2016 às 23h53

No meu ponto de vista o que importa é que as babás sejam respeitadas, como profissionais que são. Devem ter seus horários de trabalho respeitados, horário de refeição, férias, salário em dia, carteira assinada, FGTS, etc, etc – todos os direitos que a lei possa garantir. De resto… se sao tratadas com respeito – não precisam fingir que são amiguinhas da casa. Se eu fosse babá, se minha filha fosse – creio que não me importaria com um uniforme branco,limpo e decente – assim como fazem médicos, enfermeiras, bombeiros, policiais, aeromoças, o pessoal da Net, da Vivo, etc, etc. O que interessa é direitos trabalhistas. A babá não vai para o Clube para passear – vai para trabalhar. Cuidar das crianças é sua profissão.

Responder

Jorge Menezes

16 de janeiro de 2016 às 22h21

Aguarda-se para os próximos dias,por parte dos clubes,uma definição de como os patrões devem vestir-se para descrimina-los do lixo proletário.

Responder

Silvia Figueroa

16 de janeiro de 2016 às 21h57

De repente, o Denis tem razão acima, mas……..

Responder

Marcos Marcos

16 de janeiro de 2016 às 21h33

Era melhor substituir essa discriminação de vestuário, por um crachá que é algo que utilizamos, inclusive para entrar em firmas, quando fazemos um trabalho.

Responder

Norberto Michels

16 de janeiro de 2016 às 21h20

É ciúmes..é o risco das babás chamarem mais a atenção do que as patroas..

Responder

Jaci Gouvea

16 de janeiro de 2016 às 20h00

Cadê o sindicato delas??? Só recolhe a contribuição? Por que não processa essas madames?? Em outros países até prostitutas são respeitadas… O que está faltando???

Responder

    Monica Figueiredo

    16 de janeiro de 2016 às 23h54

    Melhor comentário! Sindicalistas movam-se. Servem para que? Só para receberem as contribuições?

    Responder

Lucas Merheb

16 de janeiro de 2016 às 19h38

Não se discute aqui o fato de um uniforme ser mais econômico para quem trabalha ou mesmo se ele tem alguma função como segurança ou manuseio de algo. Uma pessoa que visita uma obra utiliza um capacete por questões de segurança. Uma mãe não utiliza uniforme para cuidar do seu filho, ou mesmo para levá-lo a algum lugar, seja ao clube, a um parque, etc. A questão neste caso é a aceitação de uma regra que tem como principal objetivo DISCRIMINAR a pessoa que acompanha a criança, tratando-se de um parente ou de um empregado doméstico. Qual o motivo de tal diferenciação? Será que alguém se sentiria incomodado em não saber se a pessoa que acompanha a criança ao seu lado é uma empregada doméstica ou um parente, devido ao fato se vestir de forma diversa ou ter a cor da pele diferente ? estranho, não? O fato é que quem defende tal regra deveria assumir que considera o clube que frequenta um local de convivência entre “iguais” e que se um indivíduo de outra classe social esteja ente eles como trabalhador, este deve ser identificado de forma a não causar mal estar, ao invés de ficar procurando justificativas que não convence um criança de 7 anos.

Responder

Eder Misael Oliveira

16 de janeiro de 2016 às 18h02

O MP-SP é Fascista

Responder

Cristiane Lanzellotti

16 de janeiro de 2016 às 17h33

Não seria mais inteligente fazer uma carteirinha de acompanhante? Ahhh é que tem que deixar claro o lugar da babá neh, entendi

Responder

Wilson Diniz Filho

16 de janeiro de 2016 às 17h32

ENTÃO É ENQUADRA-LAS COMO VIZITANTES!!! DUVIDO QUE TENHAM UMA COR PRA ESSA CATEGORIA!!!

Responder

Wilson Diniz Filho

16 de janeiro de 2016 às 17h22

O MP DE SÃO PAULO É FORMADO POR………………PAULISTANOS!!!

Responder

Ge Munhoz

16 de janeiro de 2016 às 16h28

Medo que cofundam as babas como maes das crianças. idiotice elevada

Responder

Janaina Garcia

16 de janeiro de 2016 às 15h58

Pura caipirice! Ó Brasil! Nossos serviçais já viraram piada no primeiro mundo!

Responder

Janaina Garcia

16 de janeiro de 2016 às 15h51

Responder

Leda Meira

16 de janeiro de 2016 às 15h34

MP de São Paulo diga-se. Eles têm lá a justiça que mais manda pra cadeia gente que cometeu pequenos delitos, como furtar um pacote de biscoitos! Até que não seria má idéia se eles se separassem. Acho que seria mais benéfico pro resto do país. A desigualdade entre estados diminuiria…

Responder

Enio

16 de janeiro de 2016 às 12h57

A elite criminosa tem MEDO do povo brasileiro.

Responder

Cilene Pares

16 de janeiro de 2016 às 14h51

Essa “Justiça” nos envergonha…

Responder

Gare Symonh

16 de janeiro de 2016 às 14h45

Tipo Assim a Elite, Ultraconservadora – Burguesia Paulista, tentando identificar através de trajes quem é quem,.

Responder

Ernesto Xavier

16 de janeiro de 2016 às 14h31

Qual é o problema, por que discriminação? Não me choca nem um pouco: são clubes privados mesmo, têm o direito de decidir as regras da frequentação. É até uma questão de segurança que pessoas externas sejam facilmente identificáveis.

Responder

Marcelo Cl

16 de janeiro de 2016 às 14h22

Nossas raízes escravistas se revelando e recebendo apoio de muitos brasileiros que arrumam desculpas esfarrapadas para apoiar essa insanidade.

Responder

Francisco Carlos Luciani

16 de janeiro de 2016 às 14h13

Nada contra o uniforme em si, acho muito interessante porque o funcionário poupa suas roupas no desempenho de suas funções. O problema é a obrigatoriedade baseada na discriminação.

Responder

Regina Vieira

16 de janeiro de 2016 às 13h56

Discriminazação não é o caso… mas segurança, afinal todo trabalhador prestador de serviços usa uniforme em trabalho… eletropaulo, comgás, concessionaria de tv e internet… questão de segurança e deliberação legal.

Responder

    Ana M. Silva

    16 de janeiro de 2016 às 15h20

    Não é o caso aqui, a imposição do uniforme é claramente discriminatória!!!

    Responder

    Regina Vieira

    16 de janeiro de 2016 às 15h35

    Respeito opinião. Pela legalidade estou com o mp neste caso.

    Responder

    Noêmia Crespo

    16 de janeiro de 2016 às 15h42

    E se fosse nos EUA, onde a baby sitter frequentemente é uma jovem de família conhecida (i.e., da mesma classe social da família contratante)? Essa exigência seria cabível?

    Responder

    Regina Vieira

    16 de janeiro de 2016 às 16h57

    O Clube Pinheiros tem regras próprias para visitantes convidados de sócios…

    Responder

    Wilson Diniz Filho

    16 de janeiro de 2016 às 17h29

    COXINHA DISFARÇADA!!!

    Responder

    Wilson Diniz Filho

    16 de janeiro de 2016 às 17h33

    ENTÃO É ENQUADRA-LAS COMO VIZITANTES!!! DUVIDO QUE TENHAM UMA COR PRA ESSA CATEGORIA!!!

    Responder

Roberto Locatelli

16 de janeiro de 2016 às 11h44

Do ministério “público” de SP eu não esperaria outra coisa…

Responder

    Anônimo

    16 de janeiro de 2016 às 12h09

    concordo totalmente com teu comentário

    Responder

Eduardo Cajado

16 de janeiro de 2016 às 13h31

Nada mais correto, na minha opinião deveria os uniformes deveriam ser obrigatórios para funcionarios, professores, alunos, etc… O uniforme é uma forma de reduzir os custos e harmonizar o visual.

Responder

    Ana M. Silva

    16 de janeiro de 2016 às 15h19

    Admirável Mundo Novo, né? Cada um de uma cor, as castas…

    Responder

    Eduardo Cajado

    16 de janeiro de 2016 às 16h33

    O uniforme é antes de mais nada uma questão de higiene e bem estar, de Economia, e atenção social, Uniformes escolares, Japão, China, Paraguai, França etc..< Uniforme para médicos e enfermeiros, no mundo todos, Uniforme para motoristas de taxi, Japão.

    Responder

    Wilson Diniz Filho

    16 de janeiro de 2016 às 17h27

    COXINHA TOP!!!

    Responder

    Ana M. Silva

    16 de janeiro de 2016 às 18h19

    Eduardo o uniforme do médico e do gari tem significados totalmente opostos na sociedade, você não acha?

    Responder

    Rodrigo Ferrão

    16 de janeiro de 2016 às 19h02

    Ana, o gari que varre a sua rua e recolhe o seu lixo usa uniforme???

    Responder

    Rodrigo Ferrão

    16 de janeiro de 2016 às 19h04

    Você teria uma opinião de como esse gari poderia se vestir para melhor lhe atender???

    Responder

    Rogério Diógenes

    16 de janeiro de 2016 às 20h15

    Boa, Eduardo!

    Responder

    Monica Figueiredo

    17 de janeiro de 2016 às 00h03

    Uniformes, não são problemas. Vcs se acham os espertos. Polícia, lixeiro, bombeiros,pilotos, Comissarios,etc…. Se vc tem respeito e orgulho pelo que faz o uniforme não te diminui. Parem de ser preconceituosos. No fundo vcs Petistas, defensores dos fracos e oprimidos são preconceituosos sim.

    Responder

Rodrigo Ferrão

16 de janeiro de 2016 às 13h19

A grande maioria aqui que é contra a contratação de babá e empregada utiliza a mãe para passar, limpar, cozinhar e cuidar dos filhos. Viva a vovó empregada!!!

Responder

Raimundo Freitas Freitas

16 de janeiro de 2016 às 13h09

Concordo. Acabe-se logo com a hierarquia. Empregados devem usar todas as instalações que antes eram reservadas a parentes e hóspedes nas casas, patroas devem sentar no banco da frente dos seus veículos, junto com o motorista, babás devem dormir nos quartos dos filhos dos patrões, etc.! Só assim conseguiremos acabar com essa discriminação opressora das “zelites ” plutocráticas! Antes que me esqueça:

Responder

Austregésilo Goncalves

16 de janeiro de 2016 às 12h59

Ministerio PRIVADA.

Responder

Dorgival

16 de janeiro de 2016 às 10h47

Acho que depois desta, para não serem confundidas com babás, as madames e seus provedores vão eliminar o branco de seus guardas roupas . O branco vai virar cor de pobre. Em breve, como quer a Globo, a cor do réveillon vai mudar para o amarelo. Êta elite nojenta. Até parece que um dia não vão virar comida para os vermes.

Responder

Julien Corbineau

16 de janeiro de 2016 às 12h43

Que vergonha do mp.

Responder

Sandro Almeida

16 de janeiro de 2016 às 12h34

E…? Qual o problema em trabalhar uniformizado? Imagina um cirurgião indo operar com traje de jogador de tênis? Ou um piloto de avião de bermuda e chinelo?

Responder

    Antonio Henrique Siqueira

    16 de janeiro de 2016 às 13h02

    Sandro Almeida, no caso das babas, o uniforme tem a intenção de segregar e discriminar. Interprete melhor o contexto.

    Responder

      Anônimo

      16 de janeiro de 2016 às 12h47

      Sandra. É discriminação. Agora entenda. Você sendo sócio de um clube, me nomeia babá. Eu entro no clube sem uniforme, não estou discriminado, ninguém sabe que eu sou babá. Então posso me passar por sócio e utilizar as dependências do clube. O uniforme é justamente para discriminar os sócios dos não sócios. Sendo assim, pode você me dar um “titulo” de babá e eu frequento o clube. É uma baba.

      Responder

    Thiago Fernandes

    16 de janeiro de 2016 às 13h42

    E no caso o uniforme não está sendo exigido por quem a contratou. As babás não trabalham para os clubes

    Responder

    Antonio De Pádua

    16 de janeiro de 2016 às 14h06

    PERFEITO THIAGO !

    Responder

    Anônimo

    16 de janeiro de 2016 às 13h42

    Nada a ver seu comentário

    Responder

    Sandro Almeida

    16 de janeiro de 2016 às 16h40

    A babá não é sócia do clube. Ela presta serviços à outra pessoa.
    Por exemplo, em canteiro de obras visitantes tem que usar capacete com uma cor que indica que ele é visitante…isso é segregação???

    Responder

    Wilson Diniz Filho

    16 de janeiro de 2016 às 17h32

    ENTÃO É ENQUADRA-LAS COMO VIZITANTES!!! DUVIDO QUE TENHAM UMA COR PRA ESSA CATEGORIA!!!

    Responder

    Antonio Henrique Siqueira

    16 de janeiro de 2016 às 17h33

    Sandro Almeida, Ptuz, confundir segurança com discriminação é de doer.

    Responder

    Thiago Fernandes

    16 de janeiro de 2016 às 18h02

    Sandro Almeida Os outros visitantes dos clubes, como convidados dos sócios por exemplo, não têm de usar branco

    Responder

    Sandro Almeida

    16 de janeiro de 2016 às 18h58

    Vocês estão viajando…
    Convidado de sócio é algo totalmente diferente de um prestador de serviços…..e confundir discriminação com norma funcional também é de doer…(e, visitante escreve-se com”S”)…isso sim é de doer.

    Responder

Maurilio de Carvalho

16 de janeiro de 2016 às 12h33

Meus Parceiros

Responder

João Carlos Menck

16 de janeiro de 2016 às 12h31

Nada mais distante que MP e babás os dignos representantes do MP na verdade sabem disso pois convivem em seus assépticos lares diariamente com elas.

Responder

Claudio Amaral

16 de janeiro de 2016 às 12h29

Não sabem eles q no final do jogo, o peão e a rainha voltam para a mesma caixa, imbecis!

Responder

Noêmia Crespo

16 de janeiro de 2016 às 12h23

“Por serem entidades privadas”, podem praticar o racismo e o appartheid social. Então tá.

Responder

Noêmia Crespo

16 de janeiro de 2016 às 12h22

Nos EUA, se uma garota trabalha como Au Pair, compartilha as refeições e atividades comuns da família… Num país como Canadá, Austrália, Inglaterra, algo desse gênero (uniforme branco obrigatório) seria hoje absolutamente impensável. A propósito… “A que horas ela volta”???

Responder

Noêmia Crespo

16 de janeiro de 2016 às 12h20

Como é que as babás vão poder cuidar das crianças pequenas que estão na piscina, se são proibidas de entrar na piscina?

Responder

Josias Vicente

16 de janeiro de 2016 às 12h19

Há alguma dúvida que MP tem lado,…??? Com os gordos salários, claro defender os direitos dos ricos que pagam seus impostos…Pagam…??? Vide OPERAÇÃO ZELOTES…quando descobriram que dentre os maiores sonegadores está a mídia golpista e os mais ricos empresários, resolveram correr atrás do filho de LULA…!!! Chama-se desvio de finalidade…

Responder

Renato Delgado

16 de janeiro de 2016 às 12h03

MP advogando em causa própria

Responder

Erasmo Suzarte Damasceno Damasceno

16 de janeiro de 2016 às 12h01

Em todos os empregos nas fábricas usa – se farda .

Responder

Marisa Calage

16 de janeiro de 2016 às 11h45

Àquelas que não têm nome, mesmo as “tratadas como filhas” uma mordomia infeliz da classe média/ricos que não contentes com a babá diária que dorme toda a semana longe de sua casa, ainda não resistem a FOLGUISTA. Para que têm filho se eles atrapalham tanto??? Quanto a lei, TERRÍVEL.

Responder

Regis Serpa

16 de janeiro de 2016 às 11h42

As mulheres e netas desses magistrados também fazem uso do serviço dessas babás. Simples.

Responder

Lucia Elena Rodrigues

16 de janeiro de 2016 às 11h38

VERGONHA

Responder

Filosofia Livre - Unifesp

16 de janeiro de 2016 às 11h32

A muito tempo que o Ministério Público do Trabalho e a própria justiça do trabalho, juntos, escolheram um só time. Hoje essas instituições somente reconhecem os direitos das classes dominantes.

Responder

Gregorio Garcia

16 de janeiro de 2016 às 11h29

Vai vendo, MP logo receberá auxílio babá…

Responder

Deise Cristina Braga Ferreira

16 de janeiro de 2016 às 11h27

Pobre classe média, ainda na fase de curtir clubinho

Responder

Irene Alexandria

16 de janeiro de 2016 às 11h24

O fiscal da Casa-Grande… [Jessé]

Responder

Antonio De Pádua

16 de janeiro de 2016 às 11h17

qual o problema a baba ir de branco? então os medicos são discriminados tambem !!!!! frescura desse povinho .

Responder

    João Carlo Waldino

    16 de janeiro de 2016 às 11h23

    Isso foi ironia, não foi?!

    Responder

    Antonio De Pádua

    16 de janeiro de 2016 às 11h29

    isso e uma questão de a baba aceita as condições do emprego .

    Responder

    Victor Tavares

    16 de janeiro de 2016 às 11h49

    Joao, não há diálogo com fascista. É uma questão de karma ou de revolução: eles vão engolir toda ira que estão produzindo há anos. De uma forma ou de outra quando menos esperarem

    Responder

    Veronica Cats

    16 de janeiro de 2016 às 12h31

    Tinha esperança que fosse ironia… ?

    Responder

    Claudio Amaral

    16 de janeiro de 2016 às 12h40

    Tenho esperança q ele não pense assim por querer, seja uma leve disritmia cerebral! Melhoras pra ti!

    Responder

    Antonio De Pádua

    16 de janeiro de 2016 às 12h55

    Como seria o poder nas mãos de vcs , a hipocrisia de Cuba ia reina.

    Responder

    Antonio Henrique Siqueira

    16 de janeiro de 2016 às 13h12

    Antonio De Pádua, um medico usa branco por varios motivos, por exemplo, o branco suja facil, portanto seria dificil não perceber um jaleco sujo de um medico, outro exemplo, em um grande hospital com centenas de pessoas circulando fica mais facil indentificar quem esta uniformizado. E no caso das babas, qual o motivo do uniforme??

    Responder

    Antonio De Pádua

    16 de janeiro de 2016 às 13h20

    Antonio Henrique Siqueira seria fácil identificar a pessoa que cuida do seu bem mais precioso.

    Responder

Darcy Costa

16 de janeiro de 2016 às 11h14

Abominável!

Responder

Odilon Coimbra

16 de janeiro de 2016 às 10h57

Vc chega em São Paulo e em qualquer lugar vc encontra babás vestidas de branco, coisa mais ridícula.

Responder

    Vera Lu Cruz

    16 de janeiro de 2016 às 12h17

    ridículo também é receber o salário e ser obrigado a entregar 50% ao chefe de gabinete, né ?? Mas a pose continua para induzir outros a votar em pilantras. Se vestem de branco pq uma grande parte tem curso de enfermagem especialmente voltada ao atendimento de crianças.

    Responder

Silvio Sabá

16 de janeiro de 2016 às 10h56

CAGA REGRAS DA FOLHA DIZ QUE BRASIL ESTÁ QUEBRADO:
https://compasnet.wordpress.com/2016/01/16/caga-regras-da-folha-diz-que-brasil-ta-quebrado/

Responder

Leandro Santos Lima Lima

16 de janeiro de 2016 às 10h54

Esse é o MP q nos temos. Pra investir contra os ladrões daaaa minha cidade o silêncio e lei. Tem gente aqui q nem sabe q.o MP existe.de tanta atuação.

Responder

Denis Oliveira Damazio

16 de janeiro de 2016 às 10h51

Acho ótimo. Chega de luta de classes disfarçada.. Que o rico humilhe bem mais às claras ao pobre pra q esse entenda quem está do seu lado. Metáforas como a bola de ferro (pintada de branco??) são bem vindas.. Migalhas de salário por sub emprego, etc.. Sem duvida, apoio q a justiça também fique às claras e mostre do lado de quem estão… Q aliás é o mesmo lado desde o império…

Responder

    Martha Dias

    16 de janeiro de 2016 às 11h43

    Concordo Denis, infelizmente ainda tem muito pobre coxinha … Quem sabe se sentirem na própria pele …

    Responder

    Iara Souza

    16 de janeiro de 2016 às 14h05

    Perfeito,Denis!

    Responder

    Richard Oliveira

    16 de janeiro de 2016 às 14h10

    Comentário brilhante! Quem tem preguiça de pensar acaba aprendendo de uma forma não muito agradável!

    Responder

    Helio Mendes

    16 de janeiro de 2016 às 14h12

    Caro Denis concordo plenamente com você, e são algumas dessas pessoas que esculhambam nosso governo seguindo o raciocínio desses plutocratas que querem voltar ao poder, aliás os plutocratas Brasileiros tem essas atitudes com o intuito de “domesticar” e mostrar o lugar dessas pessoas que eles consideram inferiores, possa ser que com esse tipo de humilhação essas pessoas abram os olhos.

    Responder

    Paulo Alves

    16 de janeiro de 2016 às 15h15

    Parabens pelo comentário Denis.As coisas precisam ser mostradas sem distorções, cruas, verdadeiras.

    Responder

    Monica Figueiredo

    16 de janeiro de 2016 às 23h52

    Migalhas de salário? O que vcs chamam de migalhas? Vcs sabem quanto ganha uma babá dessas? Me respondam para saber se vcs tem noção!

    Responder

    Denis Oliveira Damazio

    16 de janeiro de 2016 às 23h52

    Comparado ao salario dos patroes???

    Responder

    Monica Figueiredo

    16 de janeiro de 2016 às 23h53

    Ganham mais do que muitos de vcs!!!!

    Responder

    Denis Oliveira Damazio

    16 de janeiro de 2016 às 23h54

    E por que ganham, são obrigadas a se vestir de uniforme?! Voce ficaria feliz de ser forçada a algum uniforme no trabalho?

    Responder

    Monica Figueiredo

    16 de janeiro de 2016 às 23h55

    Já usei uniforme e até prefiro. Economiza as roupas. Mas, isso não vem ao caso. Se incomoda tanto por que o sindicato não se manifesta?

    Responder

    Denis Oliveira Damazio

    16 de janeiro de 2016 às 23h56

    Boa questão.. Deveria.. Mas estamos aqui falando da justiça, que apoia uma obrigação ridícula e humilhante..

    Responder

    Monica Figueiredo

    16 de janeiro de 2016 às 23h57

    Esqueçamos a justiça. No Brasil, sabemos que não é para todos. Estou esperando uma indenização do Governo há 10 anos e está parado no STF.

    Responder

    Monica Figueiredo

    16 de janeiro de 2016 às 23h58

    O governo não quer pagar. E é trabalhista.

    Responder

    Monica Figueiredo

    16 de janeiro de 2016 às 23h59

    Já perderam em todas as instâncias. Não cabe mais recurso. E daí? Eles não pagam.

    Responder

    Monica Figueiredo

    16 de janeiro de 2016 às 23h59

    Esse governo é vigarista.

    Responder

    Monica Figueiredo

    17 de janeiro de 2016 às 00h00

    Vai nessa. Defende. A hora que precisar mesmo, vai cair na real.

    Responder

    Denis Oliveira Damazio

    17 de janeiro de 2016 às 00h00

    A questão eh a justiça.. E a senhora esta preocupada que eh muito cara a baba : Vocês (eu incluso) que recebemos menos q a baba deveriam achar q as babas tenham mesmo eh que calar a boca e agirem como boas escravas.. Eh bem a mentalidade que me preocupava..

    Responder

    Denis Oliveira Damazio

    17 de janeiro de 2016 às 00h01

    Também não estamos falando do governo.. Que cruzamento de assuntos..

    Responder

    Lenin Cristi

    17 de janeiro de 2016 às 00h28

    STJ? Porque STF e matéria constitucional, e lembrando que esse processo independe do presidente em exercício.

    Responder

    Lenin Cristi

    17 de janeiro de 2016 às 00h28

    STJ? Porque STF e matéria constitucional, e lembrando que esse processo independe do presidente em exercício.

    Responder

    Dorival Siqueira

    17 de janeiro de 2016 às 19h59

    FAÇO MINHAS SUA SÁBIAS PALAVRAS

    Responder

    Denis Oliveira Damazio

    17 de janeiro de 2016 às 22h20

    Tomara que aumentem bastante os impostos.. Quem tem dinheiro pra pagar babas de luxo e seus uniformes (ou sera q as babas q pagam) deveriam poder pagar bem mais de imposto (e nao menos, como pagam proporcionalmente os mais ricos!).

    Responder

    Monica Figueiredo

    17 de janeiro de 2016 às 22h23

    Denis Oliveira Damazio , não são obrigadas a aceitar o emprego tb. As condições são pré-estabelecidas. Quanto ao salário dos patrões, que bom. Assim, podem gerar empregos. O que vc tem na cabeça? Vc acha que o governo dará empregos para todos? Se toca e para de falar ????

    Responder

    Denis Oliveira Damazio

    17 de janeiro de 2016 às 22h23

    Ih! Chegou no nivel que adoram.. Nao precisa se preocupar.. Nao vou mais tentar… Deixa pra la..

    Responder

    Monica Figueiredo

    17 de janeiro de 2016 às 22h24

    Lenin Cristi e Dorival Siqueira, estava discutindo com outra pessoa. Vcs entraram na conversa e pegaram o bonde andando. Se toquem.

    Responder

Luiz Gonzaga Meziara

16 de janeiro de 2016 às 10h46

Não entendi, sendo entidade particular pode adotar medidas discriminatórias?

Responder

Luiz Gonzaga Meziars

16 de janeiro de 2016 às 08h43

Interessante, entidades particulares podem adotar medidas discriminatórias?

Responder

Gare Symonh

16 de janeiro de 2016 às 10h41

Cérebro desta Elite Burra Preconceituosa de São Paulo, não difere muito do homem arcaico,.

Responder

Luciana Bertoli

16 de janeiro de 2016 às 10h36

Falou roupas brancas e não o modelo, se eu fosse as babás iria de maiô branco e entrava na piscina.

Responder

    Eliane Freitas

    16 de janeiro de 2016 às 12h05

    Kkkkkkkk ou com shorts bem curto sensualizando. ????????

    Responder

    Luciana Bertoli

    16 de janeiro de 2016 às 12h12

    Já vi babá entrar na piscina infantil ( aquelas que só molha até joelho se ficar em pé) de calça pra segurar bebê enquanto a mãe li a revista de fofoca.

    Responder

Marcos Marcos

16 de janeiro de 2016 às 10h33

Os paulistas não podem permitir isso. Vocês são o exemplo para nosso país. O que fazem, acaba sendo seguido por outras federações. Seu poder econômico, deve ser, também, de igualdade e justiça.

Responder

    Raquel De Vasconcellos Cantarelli

    16 de janeiro de 2016 às 11h21

    Se vc espera que a igualdade e justiça venha dos paulistas, melhor esperar sentado. Sou paulista e me envergonho tremendamente por esse Estado ser justamente o ninho do elitismo. Aqui todo mundo quer ser da “elite”, ou ainda pior, “parecer” que é da “elite”, mesmo que esteja longe disso. E isso se espalha como um veneno por todas as nossas cidades, grandes e pequenas, onde as panelinhas no comando cultivam um imenso orgulho por se diferenciar do povo trabalhador.

    Responder

    Antonio Henrique Siqueira

    16 de janeiro de 2016 às 11h29

    Marcos Marcos, quem governa São Paulo é o PSDB. Não preciso falar mais nada né.

    Responder

    Berenice Coutinho

    16 de janeiro de 2016 às 11h33

    Depois do mestrado na USP. fui morar no nordeste e tenho vergonha de dizer que sou paulista.O preconceito e a injustiça estão há muito tempo enraizados em São Paulo. A elite e a classe média perderam as estribeiras. É só discurso de ódio.

    Responder

    Célio Fernando

    16 de janeiro de 2016 às 11h41

    São Paulo é um exemplo a não ser seguido há muito tempo!

    Responder

    Vera Lu Cruz

    16 de janeiro de 2016 às 12h05

    Antonio Henrique Siqueira, eleito por maioria vinda de outros estados, paulista mesmo é minoria no estado.

    Responder

    Vera Lu Cruz

    16 de janeiro de 2016 às 12h07

    Raquel De Vasconcellos Cantarelli, resta saber se vc é paulista filha de paulistas. Pq se apenas nasceu em SP, pertence ao grupo que vive em SP, desfruta dos servicos que o estado ofereceu anos, mas odeia SP.

    Responder

    Vera Lu Cruz

    16 de janeiro de 2016 às 12h11

    Célio Fernando, seguido não deveria ser seu governador que discriminava todos os outros estados inclusive oferecendo empregos apenas aos pernambucanos que não conseguiram preencher as vagas oferecidas, e seus conterrâneos que só agora se fixam na sua própria terra. SP tem mais pernambucanos, que sua terra.Esses odeiam SP, mas só voltam quando tem bastante dinheiro para explorar os conterrâneos.

    Responder

    Vera Lu Cruz

    16 de janeiro de 2016 às 12h14

    Berenice Coutinho, vc é paulista ?? Veio estudar em SP, se doutorou e depois foi para o nordeste, né. Para usufruir do estado veio ?? Pq não estudou no nordeste ??

    Responder

    Veronica Cats

    16 de janeiro de 2016 às 12h28

    Vera , seu discurso ratifica a imagem do paulista preconceituoso , avesso a críticas , reacionário .
    Sou paulista, filha de paulistas . Ah, sou brasileira tb.!!
    A pessoa que estuda em SP e volta para seu estado é brasileiro como todos nós , estudou por mérito e pode fazer todas as críticas possíveis até pq sofrem preconceito por aqui . Paulistas com o seu tipo de pensamento esquecem a contribuição dos outros estados para SP …. A rua mais badalada de SP , por exemplo, tem o nome de um baiano – Oscar Freire- que construiu a história da medicina legal no Brasil e foi convidado a lecionar e estruturar ,aqui em SP , tal serviço .
    Memória seletiva , minha senhora … Infelizmente a idade não lhe ensinou a destilar menos preconceito.

    Responder

    Luiz Carlos Campos

    16 de janeiro de 2016 às 13h28

    Minha família é paulista ha gerações e meu orgulho de ser paulista se foi a muito tempo.São Paulo a muito se tornou uma parodia terceiro mundista do filme Wall Street e é difícil explicar aos brasileiros de outros Estados o povo babaca e imbecil que nos tornamos,com indicadores ridículos para balizar nosso senso de sociedade.

    Responder

    Ana M. Silva

    16 de janeiro de 2016 às 15h24

    A sra Vera fala como se as pessoas que vêm para São Paulo devessem algum favor pro estado. Elas não receberam nada de graça, mas vendem sua força de trabalho, seu suor, sangue e muitas vezes a sua alma. São Paulo só é o que graças à vida de milhões de brasileiros que migraram pra cá em busca de emprego.
    Eu não nasci aqui e não pretendo voltar para o meu estado de origem, mas como é aqui que pago meus impostos e gasto meu dinheiro, faço as críticas que julgar pertinentes.

    Responder

    Berenice Coutinho

    16 de janeiro de 2016 às 21h17

    Vera Lu Cruz sou paulista, sim, filha de paulista, por isso não poderia estudar no nordeste, embora isso não seja demérito. Esse ano foi um nordestino que tirou a maior nota do ENEM, outro nordestino passou em Harvard, Columbia e MIT. Você deveria fazer terapia, ser menos agressiva, deixar a idéia fixa que todos estão se “aproveitando” do “seu” estado e cuidar da sua vida, que deve estar em fragmentos. Caso contrário, você estaria sentindo empatia e sendo solidária com as babás.

    Responder

    Raquel De Vasconcellos Cantarelli

    17 de janeiro de 2016 às 02h07

    Só esperando D. Vera Cruz dizer: não tá contente com São Paulo? Vai pra Cuba kkk. Mulher, entenda uma coisa, ninguém disfruta de nada do estado de graça, muito pelo contrário

    Responder

Aloysio Guedes

16 de janeiro de 2016 às 10h28

Coisas da corte!!!

Responder

Martha Dias

16 de janeiro de 2016 às 10h08

Em pleno seculo 21… atitudes preconceituosas e arrogantes como se existissem “castas” ou o ser humano fosse diferente…

Responder

    Antonio De Pádua

    16 de janeiro de 2016 às 14h09

    ninguem vive ainda em um pais totalmente comunista Matha, isso acontece em Cuba , a grande diferença e que o povo lá e escravo da elite comunista .

    Responder

    Marcos Jansen

    18 de janeiro de 2016 às 13h46

    Burro. Dá zero pra ele, Martha!!!

    Responder

Roselene Betti

16 de janeiro de 2016 às 10h00

Inacreditável.Só poderia ser em São Paulo mesmo.

Responder

Décio Barbosa Filho Barbosa

16 de janeiro de 2016 às 09h57

Apartheid Law da paulicéia quatrocentona

Responder

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