Mais de 70% dos eleitores já estão decididos sobre o voto presidencial, diz DataFolha

Enquanto Macri aumenta energia em 700%, aqui a luz vai ficar mais barata

Por Miguel do Rosário

26 de fevereiro de 2016 : 15h46

Enquanto Macri, novo presidente da Argentina, aumenta a energia em mais de 700%, aqui haverá redução no preço da energia.

Sobre a Argentina, não sou eu que digo, é o Valor:

ScreenHunter_77 Feb. 26 16.41

No Brasil, seguimos o caminho contrário: a energia vai baixar.

E há uma razão: houve investimento em infra-estrutura energética. Foram construídas novas de linhas de transmissão, o sistema foi interligado, construímos novas hidrelétricas e termoelétricas. O Brasil começa a se tornar modelo de geração de energia eólica.

***

Na Agência Brasil.

Com bandeira verde, energia deve ficar mais barata a partir de abril

25/02/2016 21h02 Brasília
Pedro Peduzzi – Repórter da Agência Brasil

A partir de abril, o consumidor deverá pagar menos pela energia. A redução será possível com a adoção da bandeira verde no sistema de bandeiras tarifárias, que adota as cores verde, amarela e vermelha para informar o consumidor, a cada mês, se a energia está mais cara ou mais barata.

“Com isso, a partir de abril não haverá mais ônus para o consumidor”, disse o ministro de Minas e Energia, Eduardo Braga, que fez o anúncio nesta quinta-feira (25). Para o consumidor, isso deverá resultar em uma redução média entre 6% e 7% na conta de luz.

Neste mês, o governo anunciou que, em março, seriam desligadas sete usinas térmicas com custo de geração acima de R$ 420 por megawatt-hora (MWh). Posteriormente, foi decidida uma redução incluindo 15 usinas que geravam energia a um custo de R$ 250 por MWh.

“Agora estamos anunciando o desligamento das usinas térmicas com custo de geração acima de R$ 211. Com isso, a partir de abril, entraremos em regime de bandeira verde. Ao adotar a bandeira verde, deixa-se de cobrar esse ônus. Mas em março ela [bandeira] continuará amarela”, disse o ministro.

Ao todo, em abril, 5 mil MW gerados pelas térmicas já terão sido desligados do sistema, o que representará uma economia total de R$ 10 bilhões ao ano. Braga disse que, mantida a previsão positiva da situação hidrológica, mais 2 mil MW gerados em usinas térmicas poderão ser desligados nos próximos meses.

Todas essas decisões são tomadas durante as reuniões do Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico, que avalia fatores como entrada de nova energia, capacidade dos reservatórios e comportamento de carga.

“Não é apenas uma questão de redução de consumo. A entrada da energia gerada em novas usinas, como as de Belo Monte, Jirau e Santo Antônio tem contribuído [para os desligamentos das térmicas]”, acrescentou Braga.

Edição: Nádia Franco

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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7 comentários

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Vitor

28 de fevereiro de 2016 às 10h05

Esses gênios devem achar q o dinheiro dos subsídios saíam da carteira da Cristina e não do povo… Não eh possível!

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Edivaldo

28 de fevereiro de 2016 às 04h10

Manda os coxinhas morar na Argentina.

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Francisco

27 de fevereiro de 2016 às 00h48

Droga!! Não vai ter apagão… de novo!!!

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Estenio Duarte

26 de fevereiro de 2016 às 16h56

Poxa, aí não né… Se a justificativa para a queda da conta aqui é o investimento recente… na Argentina a culpa é da falta de investimento feito? Pela Kirchner?

Que bom que a conta vai abaixar, mas essa argumentação não faz sentido. Ou defende um lado ou o outro. Os dois não dá.

Em tempo. Estou querendo muito que todos os investimentos em infra fiquem prontos… são muitos e pouco falados. Só ouvi falar da obra de Belo Monte na campanha presidencial.

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    Vitor

    26 de fevereiro de 2016 às 18h39

    O Miguel vem perdendo o bom senso nos últimos dias, liga não!
    Ele acho q todo governo de esquerda eh bom, mesmo com evidências como Maduro, Cristina e Dilma…. Melhor não contrariar!

    Responder

Hell Back

26 de fevereiro de 2016 às 16h28

Qual a empresa privada que iria construir usinas hidroelétricas para vender a eletricidade a um preço tão baixo para o consumidor?

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Maria Aarecida Jubé

26 de fevereiro de 2016 às 16h17

Mas se o TSE conseguir colocar o Aecím no poder, ele vai querer dar um aumento pelo menos igual ao do Macri, pois o Aecím disse a ele que está muito interessa no que ele está fazendo na Argentina.

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