Live de Haddad e Pimenta

Exclusivo: Lupi rebate ataques ao bloco do PDT-PCdoB

Por Miguel do Rosário

12 de fevereiro de 2019 : 13h22

Em entrevista exclusiva ao Cafezinho, o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, respondeu às críticas feitas por Paulo Pimenta, líder do PT, e Marcelo Freixo, deputado federal pelo PSOL, ao bloco formado por PDT, PCdoB e mais oito legendas.

Logo após a vitória de Rodrigo Maia, Pimenta publicou artigo nas redes sociais e deu entrevistas acusando o bloco liderado pelo PDT de “fake”, ou seja, de ser fruto de uma manobra do presidente da Câmara para tirar a liderança do PT. Esse foi o argumento, aliás, usado pelo PSOL, com aval do PT, para tentar cassar o direito do PCdoB de participar do bloco trabalhista.

Na mesma linha, Marcelo Freixo, deputado federal eleito pelo PSOL, referiu-se ao bloco trabalhista como “bloco do sim, senhor”, ecoando entrevista de uma correligionária, que havia dito que havia o bloco do governo, do “sim”, e o bloco do “sim, senhor”.

Também perguntamos a Lupi se o PDT tem mesmo interesse em assumir a presidência da comissão da reforma da previdência, e se não teme ser acusado pela esquerda de ser leniente com a retirada de direitos previdenciários dos trabalhadores, conforme propõe o projeto de Bolsonaro.

Por fim, perguntamos a Lupi a sua opinião sobre o episódio ocorrido na Bienal da UNE, em que Ciro Gomes foi vaiado por petistas, e qual o posicionamento do PDT em relação à campanha pela liberdade de Lula.

A entrevista foi concedida nesta segunda-feira, 11 de fevereiro, após um debate aberto realizado na Fundação Alberto Pasqualini-Leonel Brizola, no Rio de Janeiro.

Assista, no vídeo abaixo (e repetido no alto do post), as respostas de Carlos Lupi.

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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13 comentários

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Sebastião

13 de fevereiro de 2019 às 10h53

EXCLUSIVO? Lupi é presidente do partido de Ciro, cujo o jornalista sempre posta notícia rotineira sobre ele. Seria somente mais uma notícia sobre Ciro, PT e PDT.

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    Sandro

    13 de fevereiro de 2019 às 19h40

    o choro é livre

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Nostradamus ( banquinho & bacia )

13 de fevereiro de 2019 às 09h15

Gostei do vídeo. Só que o problema está no Ciro pavio curto em tempos de ventanias… Justo com a juventude que tanto quer conquistar! Com os matadores milicianos justiceiros tem pavio longo para velórios infindáveis… vai entender o coroné ? Talvez como ministro da economia possa repetir a façanha de FHC… hehehe…

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Batista

13 de fevereiro de 2019 às 01h02

Enquanto Luis Nassif no artigo, “Xadrez dos aloprados no comando do Titanic Brasil”, explicita, a tempestade econômica que se arma no exterior com a desaceleração das economias do primeiro mundo e no Brasil o fator Bolsonaro a lançar-nos rumo ao iceberg anunciado, por pura incompetência, o Cafezinho avança à campanha ‘Ciro 22’, com Nassif ponderando ao final do mesmo:

“(…) A guerra hoje não é entre centro-esquerda e centro-direita. É entre a irracionalidade mais delirante a os setores racionais do país, é entre a liberdade religiosa e o fundamentalismo mais canhestro, entre os direitos sociais e individuais e as milícias. Ou os setores formais e racionais se unem contra essa avalanche fundamentalista ou a reconstrução se tornará impossível.”

Brasil, temos um problema, repetindo: “Ou os setores formais e racionais se unem ou não haverá amanhã tão cedo”.

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Paulo

12 de fevereiro de 2019 às 22h11

“A Previdência não é deficitária!” Uma verdade que, contrariada mil vezes pela mídia, torna-se mentirosa…mas Ciro tem culpa, nessa questão, ao concordar com o regime de capitalização, que não deu certo em lugar nenhum e não vai dar por aqui, já sabemos por experiência prévia. Ciro, não é vergonha rever posição! Reveja isso, por favor! NÃO PODEMOS RIFAR O POVO BRASILEIRO! A hora é esta…

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Brasil Um Pais de Tolos

12 de fevereiro de 2019 às 21h43

As despesas médicas são parcialmente responsáveis ​​por dois terços de todas as falências apresentadas nos EUA, segundo uma nova pesquisa. Custos astronômicos com a saúde significam que a maioria dos americanos é apenas “uma doença séria longe da falência”.

Para muitos americanos, tratar lesões e doenças é apenas o começo de seus problemas. O custo proibitivo da saúde privada arruína financeiramente cerca de 530.000 famílias por ano, segundo um estudo da Universidade da Cidade de Nova York (CUNY) publicado no American Journal of Public Health na semana passada.

Esses casos representam mais de 66% de todos os pedidos anuais de falência nos Estados Unidos.

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Cruel

12 de fevereiro de 2019 às 20h17

O romance da esqueda acabou quando acabou o dinheiro.
oh vida cruel.

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AcesarRocha

12 de fevereiro de 2019 às 15h58

Sejamos realista. A explicação é simples: não existe mais governos do PT e “boquinhas” na Administração Pública onde o parasitismo raquítico do PCdoB e PDT possa se nutrir, por oportunismo. Que envergadora política tem o Lupi? Nenhuma. Certamente, se vivo, o grande Leonel Brizola o desqualificaria.

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    Ronaldo Braga

    12 de fevereiro de 2019 às 22h02

    Disse tudo!

    Responder

Zen

12 de fevereiro de 2019 às 15h06

Independente de alguas discordancias pontuais que possa ter
gostei do video. Parabéns Miguel.

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Marcos Videira

12 de fevereiro de 2019 às 14h28

Penso que o PDT deveria iniciar – imediatamente – cursos de formação Política destinados a todos os cidadãos brasileiros. Usar a Educação Política como meio visando à organização dos cidadãos. Essa ação política tão necessária, em meu entendimento, pode ser realizada pelos diretórios do PDT em todos os Estados.

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    Sebastião

    13 de fevereiro de 2019 às 10h57

    Seria bom, que todos os partidos fizessem isso. Claro, que só iriam cursar o eleitor que se identificasse com o partido. Pois o ensino teria o viés daqueles que ensinam.

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Alan Cepile

12 de fevereiro de 2019 às 14h07

Não vou entrar no mérito da picuinha, o que importa mesmo é o que o Luppi disse a respeito da previdência, essa é a agenda do momento, o povo precisa saber, e a bozolândia vai tentar de todas as maneiras fazer o que bem sabe, criar uma cortina de fumaça para que o povo continue sem entender.

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