O presidente Luiz Inácio Lula da Silva criticou duramente a política de Donald Trump em relação ao Irã. Suas declarações apontam que as medidas adotadas por Washington geram graves problemas para os cidadãos dos Estados Unidos, especialmente no que se refere aos preços da energia.
O mandatário brasileiro concedeu entrevista ao El País na qual questiona a lógica segundo a qual o poder dos EUA autorizaria o país a ditar regras internacionais. Lula enfatizou os efeitos adversos dessa postura sobre a própria população norte-americana.
A decisão de intensificar a pressão contra a República Islâmica do Irã não previu o disparo nos preços dos combustíveis. Os trabalhadores comuns são os principais prejudicados por essa escalada de tensões no Oriente Médio.
Os preços da gasolina nos EUA atingiram média de 4,09 dólares por galão. O valor representa aumento expressivo ante os 2,94 dólares verificados antes do agravamento da situação.
O índice de preços ao consumidor registrou alta anual de 3,3 por cento. O avanço mensal de 0,9 por cento teve como principal motor a disparada nos custos energéticos.
A gasolina apresentou elevação de 21 por cento no período, constituindo a maior variação desde o início da série histórica em 1967.
O Estreito de Ormuz continua vital para o fluxo de 20 por cento do petróleo mundial. Restrições impostas pelo Irã a embarcações de países hostis e ataques a instalações elevaram os riscos de desabastecimento global, em resposta direta à agressão imperialista liderada por Washington.
Negociações entre os EUA e o Irã permanecem paralisadas. Teerã rejeita o que considera exigências irreais de Washington, que por sua vez anunciou bloqueios adicionais na rota marítima.
O Conselho de Segurança da Rússia alertou que o chamado diálogo poderia encobrir planos de invasão terrestre. O aviso surge em meio ao envio de mais tropas americanas para a região.
Os impactos econômicos não se limitam ao setor de transportes. Agricultura, indústria e produção em geral enfrentam pressões inflacionárias que encarecem insumos e logística.
A inflação corrói o poder de compra dos trabalhadores, especialmente daqueles de menor renda. O custo de vida em ascensão gera insatisfação que pode comprometer a estabilidade interna do governo Trump.
Com informações de rt.com.
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Pedro
17/04/2026
A rapaziada lá em Brasília preocupada com a crise de energia nos Estados Unidos, enquanto a gente aqui chora toda vez que encosta na bomba. A gasolina tá pela hora da morte e o IPVA já tá batendo na porta de novo pra esfolar quem vive de aplicativo. A gente roda o dia inteiro no trânsito, engole sapo de passageiro, e no fim do dia o dinheiro só dá pra sustentar o próprio carro mesmo.
Karina Libertária
17/04/2026
Esse ex-presidiário abrir a boca pra falar do Trump é muito unbelievable, total falta de mindset! Em vez de ficar criticando os EUA, ele devia ir cuidar dessa cambada de vagabundo que só quer sugar Bolsa Família e não gosta de workar. Quem é smart de verdade tem que pegar o seu money e fazer investments no exterior agora mesmo pra fugir desse país de losers!
Luciana
17/04/2026
Engraçado ver o pessoal lá de Brasília preocupado com a crise energética dos americanos e a briga com o Irã, enquanto a gente aqui perde o sono com os juros abusivos do cartão de crédito. Sinceramente, debater essa politicagem internacional não põe comida no prato de ninguém, nem abaixa o preço do nosso botijão de gás. A gente precisa é de foco na economia real do dia a dia, porque o pequeno empresário não aguenta mais pagar a conta dessas futilidades.