O Exército de Israel realizou novos ataques aéreos no sul do Líbano poucas horas após a entrada em vigor de um cessar-fogo de dez dias acordado entre os dois lados.
As Forças de Defesa de Israel confirmaram a operação e afirmaram ter respondido a violações do acordo cometidas por grupos armados libaneses.
Em comunicado divulgado no Telegram, soldados israelenses posicionados ao sul da Linha Azul identificaram movimentações de combatentes vindos do norte que representavam ameaça imediata. A Força Aérea de Israel realizou ataques em coordenação com as tropas terrestres para eliminar os alvos.
O cessar-fogo foi anunciado por mediação dos Estados Unidos. O presidente Donald Trump informou que Benjamin Netanyahu e o presidente libanês Joseph Aoun concordaram em interromper as hostilidades por dez dias a partir das 21h GMT.
Netanyahu declarou que as forças israelenses permaneceriam no controle de uma faixa de segurança de dez quilômetros dentro do Líbano. O premiê acrescentou que não atenderia a exigências do Hezbollah.
A agência estatal libanesa NNA relatou que Israel já havia violado o cessar-fogo um dia antes ao bombardear uma localidade no sul do país. Os novos ataques testam a durabilidade da trégua recém-anunciada.
Conforme reportagem do Sputnik International, os bombardeios israelenses ocorreram poucas horas depois do início oficial do acordo mediado pelos norte-americanos.
O Hezbollah atua tanto como força política quanto militar no Líbano e sustenta que suas ações visam proteger a soberania nacional frente às operações israelenses na região. O grupo integra a coalizão política libanesa e mantém presença significativa no sul do país.
A manutenção da zona de segurança por Israel dentro do território libanês representa ponto central de atrito nas discussões sobre o cumprimento do acordo de dez dias. O episódio ocorre em meio a décadas de confrontos na fronteira entre Israel e o Líbano.
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Augusto Silva
18/04/2026
Difícil falar em “cessar-fogo” quando um dos lados trata qualquer trégua como intervalo para recarregar munição. Israel virou refém da própria lógica bélica: quanto mais bombardeia, mais se isola politicamente e empurra a região para o abismo. A diplomacia, essa sim, está sob escombros.
Fernando O.
18/04/2026
Impressionante como a palavra “cessar-fogo” parece não significar mais nada. Os números de ataques e retaliações já perderam qualquer lógica estratégica, é puro ciclo de destruição. Enquanto isso, tem gente tentando justificar tudo com discurso ideológico, como se fosse jogo de torcida.
Karina Libertária
18/04/2026
Ai, gente, esse povo do Oriente Médio não aprende nunca, né? Enquanto isso, o Brasil cheio de gente reclamando da vida e vivendo de bolsa do governo. Se cada um cuidasse do seu business e investisse direito, tipo aqui em Miami, não ficava dependendo de político nem de cessar-fogo nenhum.
Jeferson da Silva
18/04/2026
Karina, fácil falar de Miami com ar-condicionado e dólar no bolso. Aqui o povo rala 12 horas em fábrica pra pagar arroz e luz, enquanto meia dúzia lucra em cima do suor alheio. Empreendedorismo sem direito é só nome bonito pra exploração.
Luciana
18/04/2026
Enquanto eles brigam lá longe e quebram acordo de paz em questão de horas, a gente aqui continua lutando pra pagar o gás e o cartão de crédito. Política internacional é importante, mas o que me tira o sono mesmo é o preço do arroz subindo toda semana.
Evelyn Olavo
18/04/2026
Impressionante como o termo “cessar-fogo” perdeu completamente o sentido. Se em poucas horas já voltam a atacar, fica claro que o objetivo nunca foi a paz, e sim ganhar tempo para reorganizar a ofensiva. O povo civil é quem paga o preço dessa hipocrisia geopolítica.
Francisco de Assis
18/04/2026
Pois é, Evelyn, cessar-fogo virou palavra de marketing pra disfarçar massacre. Quando o poderoso quer, o “acordo” dura o tempo de recarregar o míssil — e o povo, como sempre, que enterre seus mortos.
Miriam
18/04/2026
Impressionante como nem o cessar-fogo dura o tempo de esfriar o café. Parece que a máquina da guerra funciona no automático, sem espaço para o bom senso ou para a diplomacia fazer o mínimo efeito.
Lurdinha Deus Acima de Todos
18/04/2026
Meu Deus do céu, gente! 🇧🇷🙏 O mundo tá virando de ponta cabeça, nem o cessar-fogo eles respeitam mais! 😢 Isso é o fim dos tempos, pode escrever… daqui a pouco vão querer fechar as igrejas e culpar os inocentes! 🇺🇸🔥
Zizi
18/04/2026
Calma, Lurdinha, o mundo sempre teve seus conflitos — não é o fim dos tempos, é a repetição dos erros humanos. Em vez de medo, a gente precisa de consciência e solidariedade com quem sofre sob as bombas.
Pedro
18/04/2026
Enquanto tem país jogando bomba mesmo depois de assinar cessar-fogo, a gente aqui tá lutando pra encher o tanque e pagar o IPVA. Parece que o mundo inteiro perdeu a noção, cada um guerreando do seu jeito. Nas ruas, o povo só quer paz e gasolina mais barata.
Rick Ancap
18/04/2026
Mais um exemplo de como Estado nenhum presta. Cessar-fogo, papel assinado, tudo conversa fiada quando tem poder e imposto envolvido. Se fosse mercado resolvendo, ninguém ia bancar esse tipo de destruição com o próprio bolso.
Maura Santos
18/04/2026
Rick, se o “mercado” resolvesse, a guerra só mudava de nome pra “concorrência armada”. E quem tem mais grana continuaria bombardeando quem tem menos — só que com recibo e nota fiscal.