O presidente do Parlamento iraniano Mohammed Bagher Ghalibaf afirmou que persistem divergências significativas entre Teerã e Washington nas negociações em curso.
Ele concedeu entrevista à televisão e reconheceu algum progresso sem esconder as dificuldades restantes. De acordo com o portal alemão tagesschau.de, Ghalibaf declarou que as partes ainda estão longe de uma rodada final de conversas ou de qualquer acordo definitivo.
Questões fundamentais continuam abertas apesar dos contatos mantidos. O estreito de Ormuz representa um dos principais pontos de atrito no processo negocial.
A via marítima é vital para o comércio global de petróleo e enfrenta restrições impostas pelos Estados Unidos, que Teerã respondeu com medidas próprias na rota estratégica. Donald Trump reiterou que a interdição americana contra portos iranianos será mantida até a assinatura de um acordo.
Teerã considera a medida incompatível com o andamento das negociações. Ghalibaf classificou a abordagem dos Estados Unidos como tola e ignorante.
O parlamentar lembrou que a República Islâmica havia sinalizado abertura parcial para o tráfego marítimo antes de recuar diante da continuidade da pressão externa. A Guarda Revolucionária Islâmica emitiu alerta claro sobre qualquer tentativa de travessia não autorizada.
Embarcações que desrespeitarem as restrições serão tratadas como colaboradoras do lado adversário na região. Navios com bandeira indiana foram atingidos por disparos no local, o que levou Nova Délhi a convocar o embaixador iraniano para prestar esclarecimentos.
Um navio de cruzeiro da empresa TUI registrou impacto próximo enquanto navegava sem passageiros pelo Golfo Pérsico. Três outras embarcações retidas na área conseguiram atravessar o estreito de Ormuz apesar da volatilidade.
Autoridades iranianas confirmaram o recebimento de novas propostas americanas, que agora passam por avaliação interna. O Conselho Supremo de Segurança Nacional definiu que sua delegação não fará qualquer concessão que comprometa os interesses nacionais.
Ghalibaf reforçou a determinação de Teerã em defender sua soberania e segurança. Ele projetou confiança na capacidade iraniana de resistir a pressões externas durante todo o processo de diálogo.
As conversas diretas de alto nível entre os dois países ocorreram recentemente sem produzir resultados concretos. O contato marca o diálogo mais relevante entre as partes em décadas e expõe o tamanho dos obstáculos ainda a superar.
O controle das rotas energéticas no Golfo Pérsico permanece elemento central do impasse. Teerã insiste em negociar a partir de posição firme enquanto Washington mantém instrumentos de coerção marítima sobre a República Islâmica.
A manutenção das restrições no estreito de Ormuz eleva o risco de novos incidentes navais na região. Especialistas acompanham de perto o potencial de escalada caso as divergências identificadas por Ghalibaf não sejam resolvidas nas próximas rodadas.
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Celio Fazendeiro
19/04/2026
Lá vem mais um país cheio de pose querendo bancar o coitadinho diante dos EUA. O Irã vive criando caso pra tentar arrancar vantagem, mas não engana ninguém. Enquanto isso, o mundo segue refém dessas brigas inúteis de gente que não produz nada de útil.
Zizi
19/04/2026
Esses meninos mal-educados de Washington ainda pensam que o mundo gira em torno deles. O Irã, com todos os seus problemas, tem o direito de defender sua soberania. O tempo do imperialismo mandando e desmandando já passou — o povo quer diálogo e respeito, não imposição.
Mariana Ambiental
19/04/2026
Os EUA adoram posar de defensores da paz enquanto espalham sanções e bases militares pelo planeta. O Irã pode ter seus problemas internos, mas é hipocrisia cobrar diálogo sincero quando Washington só entende o idioma do petróleo e do dólar.
Rick Ancap
19/04/2026
Mais uma novela diplomática que só serve pra político posar de importante enquanto o mercado continua girando. Se deixassem o livre comércio rolar sem tanta interferência estatal, talvez nem existisse esse teatrinho todo. Cada governo tentando controlar o outro e quem paga a conta é sempre quem produz de verdade.
Jeferson da Silva
19/04/2026
Rick, esse papo de “livre mercado” é bonito no PowerPoint, mas na vida real ele só serve pra justificar patrão explorando mais e Estado lavando as mãos. Quem produz de verdade tá na fábrica, suando, e não especulando com a miséria alheia.
Pedro
19/04/2026
Enquanto eles brigam lá do outro lado do mundo, a gente aqui continua brigando com o preço da gasolina. Essas tensões sempre acabam respingando no petróleo e, no fim, quem paga a conta é o motorista comum. Difícil ver saída quando cada notícia dessas ameaça mais um reajuste no posto.
Carlos A. Mendes
19/04/2026
Essas negociações parecem um eterno cabo de guerra. Os EUA sempre acham que podem ditar as regras, mas o Irã não é fácil de dobrar. No fim, quem paga o preço dessas disputas são os povos, não os governos.
Beto Engenheiro
19/04/2026
Mais uma novela diplomática que não leva a lugar nenhum. Enquanto eles brigam por palavras, o mundo precisa de acordos que destravem investimento e infraestrutura de verdade. Política externa sem resultado prático é só desperdício de tempo.
Tonho Patriota
19/04/2026
LÁ VEM MAIS ENROLAÇÃO DESSES PAÍSES COMUNISTAS! O IRÃ E OS EUA TÃO TUDO DE MÃOS DADAS POR TRÁS, É TUDO TEATRO PRA CONTROLAR O NÍOBIO E O PETRÓLEO! FAZ O L AÍ PRA VER O QUE ACONTECE, DEPOIS NÃO RECLAMA QUANDO TIVER TOMANDO MAMADEIRA DE PÊRA COM CHIP 5G!
Maura Santos
19/04/2026
Tonho, respira que o chip 5G ainda não veio na mamadeira, tá? Enquanto você caça comunista imaginário, o apagão e o desmonte da Petrobras foram bem reais — e vieram da turma que dizia “acabar com a mamata”.
Karina Libertária
19/04/2026
Ai meu Deus, lá vem mais drama do Oriente Médio… Enquanto isso, os EUA seguem fazendo o que sabem: defendendo seus próprios interesses, como qualquer país racional faria. O Irã podia focar em modernizar a economia em vez de ficar chorando por atenção. Aqui em Miami a gente aprende que o mundo não gira em torno de teorias conspiratórias, honey!
Augusto Silva
19/04/2026
Karina, racional mesmo seria reconhecer que “defender interesses” não inclui invadir países e sabotar economias alheias. E quanto a modernizar, o Irã faria isso bem mais rápido se não estivesse sob sanções impostas justamente por quem se diz defensor da liberdade, honey.
Sgt Bruno 🇧🇷
19/04/2026
Lá vem mais papo furado desses aiatolás e dos americanos frouxos. Enquanto ficam negociando e fazendo teatrinho, o mundo segue refém desses regimes. Se tivesse um general de verdade no comando, já resolvia isso rapidinho. Selva!
Alice T.
19/04/2026
Sgt Bruno, esse papo de “resolver rapidinho” com bomba e farda é justamente o que mantém o mundo refém. Se general resolvesse crise diplomática, o Oriente Médio já seria um paraíso há décadas, né?