O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, afirmou que a República Islâmica do Irã mantém total desconfiança em relação aos Estados Unidos e a Israel, garantindo que as forças armadas do país estão em prontidão completa para responder a qualquer ação hostil promovida por Washington ou Tel Aviv.
«Hoje seguimos firmes e preparados em qualquer momento, caso o inimigo cometa um erro», declarou Ghalibaf. A declaração foi feita em meio à tensão crescente na região do Oriente Médio.
Conforme o portal RT, o parlamentar reforçou que o Irã não se deixará intimidar por ameaças externas. O país considera sua defesa um direito legítimo diante de pressões constantes.
Essa postura reflete a abordagem iraniana de resistência ao que Teerã vê como políticas agressivas dos EUA e de Israel. Ghalibaf indicou que as capacidades militares do Irã estão alinhadas para um eventual confronto.
A desconfiança expressa pelo alto funcionário iraniano deriva de anos de hostilidades, sanções e ameaças diretas. Teerã acusa os dois países de buscarem desestabilizar governos soberanos na região.
Especialistas apontam que declarações dessa natureza visam deter novas iniciativas militares contra instalações iranianas. O Irã tem demonstrado capacidade de resposta em múltiplos domínios.
A situação atual mantém o Golfo Pérsico como um dos pontos mais voláteis do cenário internacional. Qualquer erro de cálculo poderia levar a consequências graves para a estabilidade regional e o suprimento global de energia.
O Irã reafirma sua soberania e seu direito de autodefesa em um contexto onde o multilateralismo ganha força. A fala de Ghalibaf serve como lembrete claro de que Teerã não aceitará imposições unilaterais.
Essa linha política conta com apoio interno significativo e se insere em uma estratégia mais ampla de dissuasão. O país continua a desenvolver suas capacidades enquanto denuncia o expansionismo militar ocidental.
A comunidade internacional acompanha de perto esses desdobramentos, que afetam a estabilidade de toda a região. O Irã permanece firme em sua posição de não confiar em promessas de seus adversários históricos.
Leia mais sobre o assunto na actualidad.rt.com.
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Pedro
19/04/2026
Enquanto isso, aqui nas ruas o combustível sobe e a gente que roda o dia inteiro sente no bolso. Essas brigas lá do outro lado do mundo acabam respingando aqui, no preço da gasolina e no humor do passageiro. No fim, quem paga a conta é sempre o trabalhador.
Celio Fazendeiro
19/04/2026
Esses ai vivem de bravata e ameaças, mas na prática não passam de ditadores tentando posar de patriotas. Enquanto isso, o Ocidente continua bancando esse teatro em vez de cuidar do que realmente importa: garantir energia e mercado pra quem produz de verdade.
Augusto Silva
19/04/2026
Enquanto os EUA seguem brincando de xerife do mundo e Israel aposta na escalada, o Irã joga o jogo da sobrevivência. Difícil pedir confiança a quem já foi sabotado e sancionado mil vezes. No fim, é o mesmo roteiro: o Ocidente arma o conflito e depois finge surpresa com a reação.
Beto Engenheiro
19/04/2026
Mais uma vez o mundo se arma e fala grosso, mas ninguém investe em infraestrutura decente. Se o Irã canalizasse metade dessa energia pra ferrovias e energia limpa, já seria potência regional de verdade. Guerra não constrói nada.
Eduardo C.
19/04/2026
Desconfiança total é uma expressão forte, mas coerente com o histórico de tensões. A questão é: há dados concretos sobre o nível real de prontidão militar do Irã ou é mais retórica política? Sempre bom separar discurso de capacidade mensurável.
Sgt Bruno 🇧🇷
19/04/2026
Selva! Esses ai do Irã que não venham querer bancar os valentões contra o Ocidente. Comunista e terrorista é tudo igual, tem que ir pra lata de lixo da história! O mundo precisa de ordem e força, não de melancia posando de vítima.
Mariana Ambiental
19/04/2026
Sgt Bruno, essa “ordem e força” que você defende é justamente o que mantém o planeta em guerra e o campo destruído. Quem vive da terra sabe que poder de verdade é cuidar, não bombardear.
Miriam
19/04/2026
Mais um capítulo previsível nesse teatro geopolítico. Enquanto uns gritam e outros ameaçam, a burocracia mundial continua girando do mesmo jeito. No fim das contas, quem paga a conta são sempre os civis comuns, não os que fazem os discursos inflamados.
Alice T.
19/04/2026
Difícil culpar o Irã por desconfiar dos EUA e de Israel, né? Décadas de sanções, sabotagem e invasões travestidas de “defesa da democracia” criaram esse cenário. O Ocidente planta caos e depois finge surpresa quando o resto do mundo não abaixa a cabeça.
Rick Ancap
19/04/2026
Mais um teatro geopolítico pra justificar gasto estatal e controle sobre a população. No fim, é sempre governo brigando com governo e o povo pagando a conta. Se deixassem o mercado agir, ninguém teria tempo nem dinheiro pra guerra.
Clarice Historiadora
19/04/2026
Rick, essa fantasia de que o “mercado livre” resolveria conflitos internacionais é quase fofa — se não ignorasse séculos de imperialismo financiado justamente por corporações privadas. A East India Company mandou lembranças.
Evelyn Olavo
19/04/2026
Difícil imaginar algum tipo de estabilidade na região enquanto persistirem essas desconfianças mútuas. Cada declaração dessas só reforça o clima de tensão e empurra qualquer diálogo mais pra longe. Parece que o mundo desaprendeu a negociar antes de ameaçar.
Zizi
19/04/2026
Evelyn, minha filha, o problema é que os Estados Unidos e Israel nunca negociaram de boa-fé com o Oriente Médio — sempre chegam com sanções numa mão e bombas na outra. Desconfiança é o mínimo diante de tanta hipocrisia.