O presidente de Belarus, Aleksandr Lukashenko, afirmou que o Irã conhecia a localização exata de todos os depósitos de armas e bases militares dos Estados Unidos no golfo Pérsico, o que permitiu a Teerã responder com precisão à ofensiva norte-americana.
Em entrevista à RT, Lukashenko revelou que Washington havia posicionado centenas de mísseis em porta-aviões e embarcações próximas às costas iranianas. O líder bielorrusso destacou que o Irã sabia exatamente onde estavam os arsenais americanos em países como Emirados Árabes Unidos, Catar, Kuwait e Arábia Saudita.
Segundo Lukashenko, o Irã lançou ataques de mísseis e drones depois que os Estados Unidos celebraram vitória prematura na região. Ele observou que nem o sistema de defesa israelense Cúpula de Ferro conseguiu interceptar os projéteis e que bases norte-americanas no golfo Pérsico também foram atingidas.
O mandatário bielorrusso criticou duramente a destruição de escolas, museus, edifícios residenciais e instalações energéticas provocada pelos ataques dos EUA no Irã. Ele alertou que a eliminação de líderes iranianos pelos norte-americanos gerará graves consequências, citando a Venezuela como símbolo de resistência.
Lukashenko reconheceu que o arsenal iraniano ainda é inferior ao norte-americano em volume. Mesmo assim, enfatizou que a diferença tecnológica não é tão grande quanto se imagina, citando drones e mísseis com alcance de até 4.000 quilômetros protegidos em bases subterrâneas nas montanhas.
O presidente de Belarus avaliou que o conflito atual no Oriente Médio não terá vencedores claros. Ele considerou que a trégua vigente representa apenas uma paz frágil, cuja continuidade dependerá das decisões do presidente dos EUA, Donald Trump.
Lukashenko advertiu que as ações de Washington provocaram indignação em todo o mundo muçulmano. Ele afirmou que não apenas iranianos e houthis, mas também populações de países aliados aos EUA podem se voltar contra a presença militar americana na região.
O líder bielorrusso recomendou que os dirigentes norte-americanos busquem solução negociada com urgência. Ele citou Trump, o secretário de Defesa Pete Hegseth e o secretário de Estado Marco Rubio, aconselhando Washington a não seguir os interesses de Israel.
As declarações de Lukashenko apontam para uma transformação no equilíbrio de forças no Oriente Médio, com o Irã consolidando sua capacidade de dissuasão. A entrevista foi divulgada pelo portal RT, que reproduziu as críticas do presidente bielorrusso à política de confronto dos Estados Unidos.
Com informações de ACTUALIDAD.
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Silvia D.
20/04/2026
Mais uma vez, declarações bombásticas que alimentam tensão internacional. O que me preocupa é o impacto disso sobre a saúde das populações envolvidas — guerras e sanções sempre cobram preço alto em vidas e sistemas de saúde. Precisamos urgentemente de diplomacia e racionalidade, não de mais ameaças.
Carlos A. Mendes
20/04/2026
Concordo, Silvia. No fim, quem paga a conta dessas bravatas são sempre as pessoas comuns, não os que ficam brincando de geopolítica em gabinete. Falta mais juízo e menos testosterona nesses discursos.
Celio Fazendeiro
20/04/2026
Mais uma bravata de ditador querendo aparecer. Lukashenko fala o que quiser pra agradar seus amigos do Oriente, mas prova mesmo é que não tem. Enquanto isso, o Ocidente continua bancando o jogo e o resto do mundo paga a conta.
Luciana
20/04/2026
Celio, pode até ser bravata, mas enquanto eles jogam conversa fora, a gente aqui sente no bolso o preço da gasolina e do gás subir. No fim, quem paga a conta somos sempre nós, não importa quem esteja posando de poderoso.
Rick Ancap
20/04/2026
Mais um ditador falando o que quiser pra aparecer na mídia estatal e a galera engole. Se o Irã realmente sabe tudo isso, parabéns pra eles — espionagem é um mercado como qualquer outro. No fim, é só mais um jogo de poder entre Estados que vivem de roubar imposto do povo.
Renato Professor
20/04/2026
Rick, você fala em “mercado” como se espionagem fosse uma feira livre de informação, mas esquece que até o capitalismo mais selvagem depende de Estado, tributação e infraestrutura pública — inclusive pra sustentar os satélites que tornam possível esse “mercado” que você idolatra.
Tadeu
20/04/2026
Essas histórias de espionagem e poder militar até chamam atenção, mas sinceramente, o que me preocupa mesmo é o impacto disso nos mercados. Se essa tensão aumentar, dólar sobe, bolsa despenca e a inflação aqui sente o tranco. Política externa só me interessa quando mexe no meu bolso.
Pedro
20/04/2026
Enquanto esses caras brincam de guerra lá no Golfo, aqui a gente segue brigando com o preço da gasolina e o IPVA que não perdoa. No fim das contas, quem paga a conta das armas deles somos nós, no tanque e no boleto.
Rubens O Pescador
20/04/2026
Esses gringos acham que mandam no mundo, mas agora estão vendo que não é bem assim. Quando o Lula falava em diálogo e paz, riam dele. Hoje o mundo tá pegando fogo por causa dessa mania de querer resolver tudo na bala. No tempo do PT a gente falava em comida e trabalho, não em bomba e base militar.
Adalberto Livre
20/04/2026
MAS É CLARO QUE SABIA!!! ESSES COMUNISTAS E DITADORES TUDO SE AJUDAM, UM PASSA INFORMAÇÃO PRO OUTRO E DEPOIS QUEREM POSAR DE VÍTIMAS! E AINDA TEM GENTE QUE ACHA QUE ISSO É “GEOPOLÍTICA”… É CONSPIRAÇÃO CONTRA O OCIDENTE, ISSO SIM!
Zizi
20/04/2026
Adalberto, meu filho, você anda vendo conspiração até na xícara de café. Geopolítica não é filme de espião, é disputa de poder e interesse — e nisso, os “mocinhos” do Ocidente também têm as mãos bem sujas, viu?
Francisco de Assis
20/04/2026
Rapaz, olha aí o império levando rasteira de novo. O mundo tá mudando, e quem ainda acredita que os EUA mandam em tudo tá dormindo no ponto. O eixo da soberania vai se firmando, e o Brasil tem que seguir firme nesse caminho de independência, sem abaixar a cabeça pra ninguém.
Alice T.
20/04/2026
Impressionante como os EUA vivem falando em “segurança nacional”, mas espalham base militar pelo mundo inteiro e depois se chocam quando outros países sabem onde elas estão. É o famoso fogo que eles mesmos acendem e depois fingem surpresa com o incêndio.
Marcos Conservador
20/04/2026
Mais um ditador amigo de comunista tentando posar de gênio estratégico. É impressionante como essa turma vive de propaganda antiocidental e o povo engole. Enquanto isso, quem defende valores cristãos e liberdade é tratado como vilão.
Mariana Ambiental
20/04/2026
Engraçado como quando é o Irã que mostra inteligência e estratégia, o Ocidente corre pra chamar de “ameaça”. Mas quando os EUA espalham bases pelo mundo, é “defesa”. O jogo de poder global tá mudando, e parece que tem gente em Washington que ainda não percebeu.
Lurdinha Deus Acima de Todos
20/04/2026
Gente, isso aí é o sinal dos tempos, viu! 🇧🇷🙏 Esses países tudo se armando, e o povo nem imagina o que vem por aí… Eu já falei no grupo da família: tão preparando pra fechar as igrejas e ninguém tá vendo! 🇺🇸🔥
Augusto Silva
20/04/2026
Calma, Lurdinha! Se alguém quiser fechar igreja no Brasil, vai ter que enfrentar o Congresso, o STF e metade do país — e tudo isso antes do cafezinho das 10. Esses “sinais dos tempos” costumam ser mais sobre WhatsApp do que sobre geopolítica, viu?