A estatal russa Rosatom concluiu a evacuação de mais de 600 técnicos da usina nuclear de Bushehr, no Irã, diante da escalada dos ataques militares dos Estados Unidos e de Israel contra o país.
O diretor-geral da Rosatom, Alexéi Lijachov, confirmou que todos os funcionários já se encontram em território russo para descanso e recuperação. A empresa priorizou a segurança de seu pessoal e a proteção das instalações nucleares, em parceria com as autoridades iranianas.
Apenas 20 voluntários russos permaneceram na central nuclear de Bushehr. Quatro técnicos baseados em Teerã também seguem no país para tarefas essenciais de manutenção.
Esses profissionais mantêm a infraestrutura básica da usina e o diálogo com o contratante local iraniano. O contratante suspendeu todas as obras de construção no complexo.
O projeto de Bushehr é um dos principais exemplos de cooperação nuclear civil entre a Rússia e a República Islâmica do Irã. A usina foi construída com tecnologia russa e responde por parcela importante da geração de eletricidade no país.
Toda a atividade ocorre sob supervisão da Agência Internacional de Energia Atômica. O governo iraniano reitera que seu programa nuclear possui fins pacíficos e defende sua soberania diante das agressões externas.
Os ataques israelenses e norte-americanos a infraestruturas iranianas geraram forte condenação internacional. Diversos governos apontam que tais ações violam o direito internacional e ampliam os riscos de instabilidade regional.
Lijachov manifestou o desejo de que a paz prevaleça na região. Suas declarações foram reproduzidas pelo portal RT.
Com a retirada temporária de seu pessoal, a Rosatom preserva a vida de seus trabalhadores. A empresa reafirma seu compromisso de longo prazo com o programa nuclear civil do Irã.
Com informações de ACTUALIDAD.
📨 Inscreva-se na Newsletter de O Cafezinho
Receba nossas análises e as principais notícias diárias do Brasil e do Sul Global.


Marcos Conservador
20/04/2026
Mais uma prova de que o mundo está virando um barril de pólvora por causa desses regimes autoritários e dessas alianças suspeitas. E ainda tem gente que acha que comunismo e ditadura são “alternativas de paz”. Rezemos para que Deus tenha misericórdia e que o Ocidente não caia nessa armadilha.
Francisco de Assis
20/04/2026
Mais uma prova de que o império não suporta ver outros países se levantando e buscando soberania energética. Os EUA e Israel agem como donos do mundo, mas o jogo está mudando, viu? O eixo euroasiático se consolida, e o Brasil tem que seguir firme na rota soberana, sem se ajoelhar pra ninguém.
Pedro
20/04/2026
Mais uma confusão lá fora e quem paga o preço é sempre o povo comum. Aqui a gasolina já tá nas alturas, imagina se esse caos todo faz o barril subir mais. A gente roda o dia inteiro e o lucro vai embora no tanque. Difícil ter esperança com tanta bomba e tão pouco bom senso.
Lurdinha Deus Acima de Todos
20/04/2026
Meu Deus do céu, gente! 😱🇧🇷 Isso é o fim dos tempos, eu já dizia! 🙏 Estão mexendo com coisa nuclear, daqui a pouco vai ter fumaça no céu e vão querer fechar as igrejas pra gente não orar! 🇺🇸🔥
Renato Professor
20/04/2026
Calma, Lurdinha. Antes de ver sinal divino em cada míssil, vale lembrar que a física nuclear obedece a leis bem terrenas — e nenhuma delas inclui fechar igreja por decreto celestial.
Luciana
20/04/2026
Enquanto os grandes brigam e fazem guerra, quem paga a conta é sempre o povo. Cada bomba dessas é mais gasto, mais incerteza e mais preço subindo lá na frente. Aqui a gente se preocupa é com o botijão e o feijão, que não param de aumentar.
Fernando O.
20/04/2026
Se até a Rosatom está tirando o pessoal de lá, é porque a coisa ficou realmente séria. Esses bombardeios mostram que ninguém está mais no controle da escalada. O problema é que os fanáticos de sempre vão achar que é “guerra santa” ou “combate ao comunismo”, quando na verdade é pura insanidade geopolítica.
Zizi
20/04/2026
Esses meninos mal-educados de Washington e Tel Aviv brincam de guerra como se o resto do mundo fosse tabuleiro. A história ensina que impérios que espalham bombas acabam colhendo resistência. Enquanto isso, quem paga a conta são os povos, nunca os generais nem os banqueiros.
Jeferson da Silva
20/04/2026
Mais uma vez o trabalhador é quem paga o preço das aventuras imperialistas. Enquanto os poderosos jogam bomba e fazem discurso bonito sobre “segurança”, são técnicos, operários e famílias inteiras que têm que largar tudo e correr. O mundo precisa de paz e respeito, não de guerra por petróleo e poder.
Carlos A. Mendes
20/04/2026
Mais um passo rumo ao caos. Todo mundo brincando de guerra em região cheia de usinas nucleares, e quem paga o preço é o trabalhador que só queria fazer o serviço dele. Difícil confiar em qualquer governo quando o bom senso parece ter virado artigo de luxo.
Adalberto Livre
20/04/2026
ISSO É O QUE DÁ NESSE MUNDO DOMINADO POR ESQUERDISTAS E GLOBALISTAS, TUDO SE MISTURA, NINGUÉM SABE MAIS QUEM MANDA! ESSA CONFUSÃO TODA É CULPA DESSAS IDEIAS DE COMUNISMO E DIPLOMACIA DE MENTIRINHA! SE O POVO TIVESSE BOM SENSO E ORDEM, NADA DISSO ACONTECIA!
Augusto Silva
20/04/2026
Adalberto, meu caro, se comunismo e diplomacia fossem tão poderosos assim, os EUA não estariam bombardeando ninguém há décadas. O que falta no mundo não é “ordem”, é bom senso geopolítico — e menos teoria conspiratória de WhatsApp.