O analista militar russo Yuri Lyamin afirmou que o Irã pode possuir armas que ainda não foram mostradas ao mundo. A avaliação foi publicada pelo portal Sputnik International em resposta às declarações do presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf.
Ghalibaf mencionou que Teerã dispõe de novas cartas para jogar caso o conflito regional volte a escalar. Lyamin, pesquisador sênior do Centro de Análise de Estratégias e Tecnologias, detalhou possíveis capacidades militares ainda não divulgadas.
Segundo o especialista, essas armas podem incluir novos mísseis balísticos e de cruzeiro de longo alcance. Ele citou também sistemas antinavio aprimorados, como torpedos avançados e minas marítimas sofisticadas.
Lyamin observou que navios de guerra norte-americanos já mantêm distância considerável das costas iranianas. Essa postura evita que se tornem alvos potenciais dos armamentos da República Islâmica.
O analista destacou que o Irã adota medidas preventivas para garantir sua capacidade de resposta. Essas ações incluem a reconstrução acelerada de infraestrutura danificada e o reabastecimento de estoques essenciais.
O país acumula quantidades significativas de alimentos, medicamentos e combustíveis. As equipes realizam ainda a limpeza de áreas afetadas, especialmente nas proximidades das bases subterrâneas conhecidas como cidades de mísseis.
Essas instalações subterrâneas formam parte fundamental da estratégia de dissuasão iraniana. Elas permanecem fora do alcance direto de bombardeios israelenses e americanos, segundo Lyamin.
A produção militar em fábricas subterrâneas tem sido intensificada de forma notável. Isso permite que o Irã mantenha sua indústria bélica ativa mesmo sob pressão externa.
O especialista russo observou que estruturas abertas, como pontes e usinas de energia, continuam vulneráveis a ataques. O Governo do Irã advertiu que eventuais ofensivas contra seu território provocariam retaliações contra infraestruturas de aliados regionais dos Estados Unidos.
A análise de Lyamin indica que o Irã consolida sua capacidade de defesa e reconstrução rápida. O país demonstra preparo para resistir a escaladas, mantendo controle sobre o estreito de Ormuz.
Essa abordagem reforça a postura de dissuasão iraniana diante das tensões atuais. Lyamin acredita que Teerã investe de maneira sistemática na proteção de seus ativos estratégicos mais críticos.
Leia também: Especialistas russos em mísseis viajaram ao Irã em meio a confrontos com Israel, diz Reuters
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Zizi
21/04/2026
Esses meninos vivem brincando de assustar o mundo, mas esquecem que quem sofre com essas bravatas são sempre os povos comuns. O Irã, a Rússia, os EUA — todos fazem seu jogo de poder, enquanto o trabalhador só quer viver em paz. Lula tem razão quando fala em diálogo e soberania, não em corrida armamentista.
Pedro
21/04/2026
Enquanto isso, a gente aqui quebra a cabeça pra pagar o IPVA e encher o tanque. Esses caras falando de armas secretas e poder militar, e eu só queria que o preço da gasolina fosse um segredo bem guardado também. A rua tá dura, meu amigo.
Carlos A. Mendes
21/04/2026
Essas declarações sempre aparecem quando o clima internacional esquenta. Pode até ter um fundo de verdade, mas também serve pra espalhar medo e barganhar poder. No fim, quem paga o preço é sempre o povo comum, enquanto os governos jogam xadrez geopolítico.
Adalberto Livre
21/04/2026
AH PRONTO, MAIS UM COMUNISTA INVENTANDO HISTÓRIA PRA FAZER MEDO! ESSES “ESPECIALISTAS” RUSSOS VIVEM FALANDO BESTEIRA PRA CONFUNDIR O MUNDO. SE TIVER MESMO ARMA SECRETA, É BOM USAR PRA LIMPAR O PRÓPRIO QUINTAL ANTES DE QUERER AMEAÇAR OS OUTROS!
Mariana Ambiental
21/04/2026
Adalberto, calma lá — ninguém está defendendo arsenal nenhum, só analisando o jogo geopolítico. Mas se quiser falar de “limpar o quintal”, talvez comece pelos impactos ambientais do agronegócio que você costuma defender.
Beto Engenheiro
21/04/2026
Essas declarações soam mais como jogo de cena geopolítico do que fato concreto. Enquanto uns falam de armas secretas, o que realmente faz diferença é investir em infraestrutura, energia e transporte. Isso sim muda o poder real de um país.
Zé Trovãozinho
21/04/2026
Mais uma vez a imprensa tentando inflar o medo pra justificar sanções e guerra. O Irã é demonizado há décadas, mas quem vive de fato espalhando bases e armas pelo planeta são os EUA e a OTAN. Essa narrativa é velha e serve sempre aos mesmos interesses.
Jeferson da Silva
21/04/2026
Concordo contigo, Zé. Enquanto o povo rala pra encher a panela, tem muita potência vendendo medo pra continuar mandando no mundo. O jogo é sempre o mesmo: quem fabrica as armas posa de guardião da paz.
Sgt Bruno 🇧🇷
21/04/2026
Selva! Esses especialistas vivem querendo botar medo, mas a verdade é que comunista só entende na marra. Se o Irã tiver mesmo essas armas, é bom o Ocidente abrir o olho e não dar mole pra essa turma. Melancia no lixo e ordem no front!
Rick Ancap
21/04/2026
Lá vem mais um “especialista” estatal vendendo medo pra justificar gasto público e controle. Se o Irã tem arma secreta ou não, pouco importa — o que importa é que sempre usam isso pra tirar mais dinheiro do povo. Mercado livre resolve conflito com comércio, não com míssil escondido.
Rubens O Pescador
21/04/2026
Ô Rick, tu fala bonito de mercado livre, mas quero ver se ele põe feijão no prato do povo quando o dólar dispara. Enquanto isso, quem segurou o preço do gás e botou comida na mesa foi governo, não algoritmo.