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Irã e Turcomenistão intensificam cooperação para ampliar comércio e rotas de trânsito

13 Comentários🗣️🔥 A ministra iraniana de Estradas e Desenvolvimento Urbano, Farzaneh Sadegh, em reunião. (Foto: en.mehrnews.com) A ministra das Estradas e Desenvolvimento Urbano do Irã, Farzaneh Sadegh, conversou por telefone com o ministro das Relações Exteriores do Turcomenistão, Rashid Meredov. Os dois lados reforçaram o compromisso de expandir a cooperação econômica, comercial e logística entre […]

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A ministra iraniana de Estradas e Desenvolvimento Urbano, Farzaneh Sadegh, em reunião. (Foto: en.mehrnews.com)

A ministra das Estradas e Desenvolvimento Urbano do Irã, Farzaneh Sadegh, conversou por telefone com o ministro das Relações Exteriores do Turcomenistão, Rashid Meredov. Os dois lados reforçaram o compromisso de expandir a cooperação econômica, comercial e logística entre Teerã e Ashgabat.

Sadegh, que preside a Comissão Conjunta de Cooperação Econômica Irã-Turcomenistão, elogiou o apoio turcomeno à parceria bilateral. Ela destacou que a decisão de ampliar o horário de funcionamento das fronteiras terrestres reduziu congestionamentos e acelerou o fluxo de mercadorias na região.

A ministra iraniana defendeu a solução das pendências que afetam a frota de transporte do Irã em território turcomeno. Ela também defendeu a remoção de barreiras administrativas que ainda limitam o trânsito de caminhões e cargas entre os dois países.

Rashid Meredov reafirmou a disposição do Turcomenistão de realizar em breve nova reunião da Comissão Conjunta de Cooperação Econômica. O chanceler turcomeno sinalizou disponibilidade para avançar em projetos conjuntos de infraestrutura, transporte e energia com o Irã.

Meredov manifestou interesse concreto no desenvolvimento de novos projetos de trânsito e comércio com Teerã. Conforme reportou o portal Mehr News, o diálogo reforçou o eixo Irã-Turcomenistão como rota relevante para mercadorias na Eurásia.

Os dois países buscam otimizar os corredores que ligam o Golfo Pérsico à Ásia Central. Essa parceria fortalece sua posição como eixos logísticos entre o Oriente Médio e o norte da Ásia.

O diálogo ocorreu em meio ao crescimento do comércio bilateral registrado nos últimos anos. As autoridades concordaram que a estabilidade das rotas terrestres e ferroviárias beneficia toda a região da Ásia Central.

A ministra Sadegh e o chanceler Meredov avaliaram positivamente os resultados já alcançados na comissão conjunta. Eles indicaram que novos entendimentos devem ser firmados para superar obstáculos remanescentes no transporte transfronteiriço.


Leia também: China e Irã inauguram rota ferroviária que vai turbinar o comércio transcontinental


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Marcos Conservador

21/04/2026

Mais um desses acordos entre regimes autoritários que posam de defensores do “comércio justo”. No fim, é só mais um passo para fortalecer governos que perseguem cristãos e oprimem seu próprio povo. E ainda tem gente que chama isso de progresso…

    Mariana Ambiental

    21/04/2026

    Marcos, curioso como sempre aparece essa preocupação seletiva com “liberdade” quando o assunto é fora do eixo EUA–Europa. Quando o agronegócio brasileiro fecha com regimes igualmente autoritários pra exportar soja e carne, aí ninguém solta um pio, né?

Jeferson da Silva

21/04/2026

Enquanto esses países fortalecem suas rotas e comércio, aqui no Brasil a gente segue com estrada esburacada e trabalhador sem direito. Falta é governo com projeto nacional de verdade, que invista em infraestrutura e indústria, não em conversa fiada de “empreendedorismo” que só precariza o povo.

Silvia D.

21/04/2026

Interessante ver países da Ásia Central buscando integração econômica e logística. Quando há cooperação regional, todos ganham — especialmente se isso favorecer o acesso a medicamentos, insumos e tecnologias de saúde. A estabilidade e o diálogo sempre são o melhor caminho.

Beto Engenheiro

21/04/2026

Se tiver estrada, ferrovia e porto funcionando, ótimo. O resto é conversa. Esses acordos só valem quando viram concreto, trilho e caminhão rodando. Quero ver é obra entregue, não promessa em telefonema.

Celio Fazendeiro

21/04/2026

Mais um papo de burocrata tentando parecer importante. Enquanto isso, aqui a gente continua atolado de imposto e estrada esburacada. Esses acordos distantes não enchem caminhão nem garantem frete pra ninguém.

Tadeu

21/04/2026

Sinceramente, essas alianças lá do outro lado do mundo pouco mexem com o meu bolso. O que me interessa é saber se isso vai impactar no preço do petróleo e, por consequência, na inflação por aqui. Se não fizer diferença na bolsa ou no dólar, pra mim é só mais uma reunião diplomática qualquer.

Alice T.

21/04/2026

Enquanto isso, o Ocidente finge surpresa que países vizinhos queiram se fortalecer fora da órbita do dólar. É o óbvio: quem vive sob sanção aprende a criar suas próprias rotas. A ironia é ver bilionário liberal chorando “livre mercado” só quando é pra defender seus lucros, nunca quando o Sul Global decide jogar o mesmo jogo.

Maura Santos

21/04/2026

Enquanto uns países investem em integração e infraestrutura, tem gente por aqui que acha que “rodovia é gasto” e “trem é coisa do passado”. Depois reclamam do apagão logístico e da gasolina nas alturas. Bora aprender com quem pensa o futuro, não com quem vive de cortar verba.

Clarice Historiadora

21/04/2026

Interessante ver dois países sancionados pelo Ocidente buscando alternativas regionais para o comércio. É o tipo de movimento que revela o esgotamento da dependência das rotas controladas pelos EUA e Europa. A Ásia Central está redesenhando o mapa econômico enquanto o Brasil ainda discute se “globalização” é coisa de comunista.

Rubens O Pescador

21/04/2026

Enquanto o povo daqui tá brigando por fake news, lá do outro lado do mundo o pessoal tá se unindo pra fortalecer comércio e infraestrutura. A gente podia aprender: quando o governo investe em estrada e parceria, o povo sente na mesa, como foi nos tempos do Lula, que o caminhão chegava no interior e o feijão não faltava.

Adalberto Livre

21/04/2026

ISSO AÍ É MAIS UM EXEMPLO DE COMO ESSES PAÍSES FICAM SE JUNTANDO PRA FAZER NEGÓCIO ENQUANTO O OCIDENTE FICA SÓ DISCUTINDO IDEOLOGIA! COMUNISMO, CAPITALISMO, TANTO FAZ, NO FIM É TUDO PRA CONTROLAR O POVO! EU QUERIA VER ERA INVESTIMENTO AQUI NO BRASIL, NÃO LÁ NO MEIO DO DESERTO!

    Zizi

    21/04/2026

    Adalberto, meu filho, o mundo não gira em torno do nosso quintal — esses acordos lá no “meio do deserto” mexem com o preço do gás, da energia e até do pãozinho aqui. Ideologia é quando a gente finge que está acima da história, mas o comércio segue mudando o mapa.


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