Bate papo com Joana Mortágua, deputada portuguesa!

Não é piada! Gestão atual da Eletrobrás pagou R$ 2 mi pra ser xingada

Por Miguel do Rosário

24 de Abril de 2018 : 15h54

A reportagem da Agência Sportlight demonstra, com provas cabais, que não existe nada mais corrupto do que o neoliberalismo alucinado do governo atual, esse bebê de proveta nascido dos genes da Lava Jato e da Globo.

Ontem, minha mãe contou-me que continua recebendo mensagens de whatsapp com os mesmos fake news sobre o BNDES, de que o banco teria gasto bilhões em “ditaduras” da América Latina e África.

São mentiras, naturalmente, expliquei a minha mãe. Mas essa disseminação histérica de fake news contra o BNDES, um dos mais competentes bancos públicos de investimento do mundo, reflete bem a doença neoliberal que infectou o país e produziu os fundamentos ideológicos que permitiram o golpe.

Financiamentos para que empresas nacionais de construção exportem serviços de engenharia ao exterior, gerando empregos e divisas no Brasil, são criminalizados.

Quaisquer  investimentos em coisas importantes, duradouras, são diabolizados, como fez o próprio Sergio Moro, ao tratar das refinarias em processo de construção pela Petrobras.

Agora, quando o BNDES é usado para financiar programas de privatização, ou seja, quando o dinheiro público é dado a grandes capitalistas, do Brasil e do exterior, para que adquiram nossos melhores ativos, sem que para isso precisem botar um centavo do próprio bolso, a imprensa corporativa, os lavajateiros do sistema de justiça, e os partidos neoliberais não falam nada.

Quando uma das principais estatais do país, como a Eletrobrás, é flagrada pagando R$ 2 milhões, sem licitação, para que uma agência de comunicação divulgue notícias negativas sobre a estatal, e, com isso, preparando o terreno para que seja vendida a preço vil na bacia das almas,  também não falam nada.

A histeria dos lavajateiros, pelo jeito, só se materializa quando o Estado faz investimentos objetivos em infra-estrutura e desenvolvimento. Aí todas as forças lavajateiras são mobilizadas para paralisar os projetos, aterrorizar os servidores responsáveis e criminalizar os políticos e empresários envolvidos nas articulações.

Abaixo, o início da matéria da Sportlight, assinada por Lucio de Castro:

Atual gestão da Eletrobras pagou quase R$ 2 milhões para que falassem mal da própria empresa

POR LÚCIO DE CASTRO · PUBLICADO 24/04/2018 – 04:00

A Eletrobras pagou quase dois milhões de reais para ser mal falada. Sem licitação.

Tratada oficialmente como “desestatização” ou “democratização do capital”, a privatização da empresa, prioridade do governo de Michel Temer, recebeu um forte impulso em 20 de setembro de 2017, quando a estatal assinou com a RP Brasil Comunicações, do grupo FSB Comunicação, a maior assessoria de imprensa do país.

Objeto do contrato ECE-DJS 1252/2017, obtido pela reportagem via Lei de Acesso à Informação (LAI): “assessorar a Eletrobras na comunicação relativa ao projeto de acionista majoritário de desestatização da empresa”.

O valor exato do contrato foi de R$ 1.800.000,00 (um milhão e oitocentos reais). Sendo R$ 1.574.000,00 (um milhão, quinhentos e setenta e quatro mil reais) para elaboração e execução do objeto, dividido em vários itens (ver quadro abaixo) e R$ 226.000,00 para despesas comprovadas com a execução.

Para ler a matéria, clique aqui.

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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3 comentários

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Lucy

25 de Abril de 2018 às 15h46

Vá vimos esse filme na época dos APAGÕES PLANEJADOS DE FHC, um plano secreto planejado pelo Consenso de Washington assinado pelo crocodilo caimão FHC o maior lesa pátria e mais corrupto vendilhão da pátria da América Latina assinou em Washington em 15 de março de 1993 (época que o corrupto e traidor FHC era ministro das relações exteriores de Itamar Franco) FHC e Pedro Lalau Parente (ex funcionário do FMI) assinaram um plano secreto para “sabotar o sistema elétrico brasileiro” cuidadosamente planejado para mudar a imagem do sistema elétrico brasileiro que era uma referência mundial. Isso aconteceu na era FHC milhares de sabotagens, cortes de verbas de manutenção nas subestações, cortes de investimentos em linhas de transmissão geraram milhares de blackouts, apagões em metrôs de São Paulo e Rio de Janeiro, milhares explosões em subestações, um feroz programa de terceirização levou a demissão de 18 mil empregados primeirizados nas 34 empresas de distribuição de energia do Brasil e milhares de mortes e acidentes de trabalho ocorreram na era FHC e centenas de bilhões de reais foram perdidos na indústria com esses apagões do lesa pátria sr FHC que enriqueceu seus familiares com essa sabotagem o filho corrupto de FHC sr PHC e o corrupto genro DAVID ZYLBERSZTAJN (esse canalha entregou a Eletropaulo a maior empresa de energia do Brasil para os gringos da AES American Energy Systems) ganharam centenas de milhões de dólares via ESQUEMA BANESTADO (esquema de corrupção da nossa triste ré-pública) e apartamentos milionários em Paris, Barcelona e New York em troca das privatarias das 34 empresas de distribuição de energia (Eletropaulo, CEMIG, CELGO, ECELSA, CERJ, ELETRONORTE, CPFL, todas privatizadas na bacia das almas JUSTIFICADAS pelos apagões de FHC.
Pobre Brasil agora assistimos a etapa final desse maquiavélico golpe orquestrado pela CIA no treinamento do juizeco tucano afeminado, parente dos fundadores do PSDB no paraná (Osvaldo Malucelli Moro,Hidelbrando Moro e Joeal Malucelli suplentes dos corruptos tucanos do Paraná Srs Alvaro Dias e Osmar Dias (os irmãos metralha tucanos que foram finaciados pelo doleiro tucano Alberto Youssef e ainda ajudaram o prefeito tucano corrupto sr Jairo Gianoto a matar o secretário das finanças do Paraná sr Luiz Antonio Pailicchi morto metralhado após ter ajudado os tucanos do Paraná a roubar 500 milhões de dinheiro público em milhares de malas de dinheiro Paolicchi foi metralhado e seu corpo foi deixado num porta malas de um carro no centro de Maringá em 2011. Sergio Moro soltou Alberto Youssef dezenas de vezes no caso BANESTADO após prisões do delegado José Castilho Neto na Operação Macuco em 1999 e 2001 e Sergio Moro ainda soltou seu amigo pessoal o corrupto prefeito tucano sr Jairo Gianoto o chefe da quadrilha tucana no Paraná e mandante do assassinato de Luiz Antonio Paolicchi. Esse crime de queima de arquivo é bem ao estilo tucano em Minas Gerais estado onde ocorreu o MENSALÃO TUCANO na era FHC as laranjas do mensalão tucano SRA CRISTIANE APARECIDA E SRA MIRTES transportaram milhares de malas de dinheiro da CEMIG e FURNAS para remunerar o quadrilhão de FHC e seu corrupto comparsa o VAMPIRÃO MI-SHELL TEMER essas duas laranjas do mensalão tucano foram mortas em 2002 no apagar das luzes do governo FHC. O crime foi investigado pela DHPP de BH pelo policial LUCAS GOMES ARCANJO que foi assassinado após postar dezenas de vídeos no Youtube (Policial Lucas Gomes Arcanjo denuncia Aécio Cheira Neves e Eduardo Azeredo por associação ao tráfico de drogas e assassinatos do mensalão tucano”)
http://www.cafenapolitica.com.br/prejuizo-com-privataria-de-fhc-chegaria-a-15-trilhoes-de-dolares/

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Luiz Carlos P. Oliveira

24 de Abril de 2018 às 19h47

O que o contrato quos dizer com “identificação e preparo de porta vozes” e também com “treinamento de influenciadores”? Tá na cara que é um esquema muito usado pela privataria: forçar a desmoralização de uma estatal para justificar sua venda. Cabe um levantamento na imprensa e identificar quem foi pago para falar mal da Eletrobrás.

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Gustavo Horta

24 de Abril de 2018 às 17h16

LULA E O RIZOMA DA MALDADE – Brasil 247
> https://gustavohorta.wordpress.com/2018/04/24/lula-e-o-rizoma-da-maldade-brasil-247/

… …Vamos direto ao ponto: o judiciário não condenou Lula; resolveu impor ao ex-presidente a pena de degredo. O processo judicial e a situação prisional de Lula comprovam que não vivemos num estado democrático e de direito.Mais que isso: o insucesso nas tentativas de extirpá-lo do processo e da disputa eleitoral, primeiro tentando desmoralizá-lo – via perseguição midiática -, depois, aprisionando-o; a impossibilidade de eliminá-lo, dado sua liderança política nacional e seu prestígio e reconhecimento internacional, levou alguns de seus algozes a lançarem mão da mais perversa das ações: isolá-lo numa solitária (maquiada de “cela individual”), impondo-lhe, na sequência, inúmeras restrições de visita.

Para um homem forjado e acostumado com intenso e ininterrupto contato com as pessoas, nada mais cruel e perverso que o isolamento, à força, do convívio social e, mais que isso, do mínimo convívio com seus amigos e correligionários. … …

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