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Maia volta a criticar CPMF e diz que imposto causa distorções

Por Redação

06 de agosto de 2020 : 16h28

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse nesta quinta-feira, 6, ao programa ‘Ponto a Ponto’ com a jornalista Mônica Bergamo que a recriação da CPMF seria um impasse para a recuperação do Brasil.

“A CPMF é um imposto que gera muitas distorções. Se por um lado arrecada, por outro lado vai gerar um impacto negativo no PIB brasileiro. Certamente, é pegar de uma mão para tirar de outra”

A crítica de Maia é referenciada pela proposta da equipe econômica liderada por Paulo Guedes que defende a criação de um imposto cobrado em movimentações financeiras, nos moldes da antiga CPMF.

Para compensar o impacto da medida, Guedes também propôs desonerar a folha de pagamento e reduzir a contribuição patronal para o FGTS, dos atuais 8% para 6%. A proposta tem sido alvo de críticas tanto dos sindicatos quanto do próprio Congresso Nacional.

Assista a entrevista completa!

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1 comentário

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Alexandre Neres

06 de agosto de 2020 às 16h52

Maia disse que Moro pode ser um forte candidato em 2022 e tratou de delimitar seu espectro político em matéria no UOL:

“Na entrevista, Maia citou outros nomes que, segundo ele, também podem entrar fortes na disputa presidencial em 2022. Entre eles estão Ciro Gomes (PDT), o ex- ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta (DEM-MS), o prefeito de Salvador, ACM Neto (DEM), o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), e o apresentador Luciano Huck.”

“Acho que tem muitos nomes que estão nesse campo aqui, mas que precisam entender que precisa sair um nome único daqui para que a gente tenha chance de disputar uma eleição contra o presidente Bolsonaro e contra o PT, que são as duas principais forças da política brasileira hoje”, disse.

Agora que entendi porque Ciro vive atacando o PT. Centro-direita e terceira via estão irmanados para enfrentar as duas maiores forças da atualidade da política brasileira. Nunca estive tão certo das minhas convicções políticas em lutar contra a extrema-direita filofascista e contra os maiores responsáveis pela draga por que passamos, quais sejam, as elites do atraso.

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