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Covid-19: Brasil tem 3,05 milhões de casos e 101,7 mil mortes

Por Redação

10 de agosto de 2020 : 23h02

Mais de 2,16 milhões de brasileiros já se recuperaram da doença

Publicado em 10/08/2020 – 19:25

Por Jonas Valente – Repórter da Agência Brasil – Brasília

Agência Brasil — Desde o início da pandemia, o Brasil acumula 3.057.470 casos de covid-19, conforme balanço diário divulgado hoje (10) pelo Ministério da Saúde. Desde ontem, foram 22.048 novos casos informados pelas secretarias de saúde. Ontem(9), o painel apresentava 3.035.422 pessoas infectadas desde o início da contagem.

O número de mortes chegou a 101.752. Há ainda 3.569 óbitos em investigação. Nas últimas 24 horas, foram registrados 703 óbitos. Ontem, o sistema do Ministério da Saúde marcava 101.049 falecimentos.

Atualmente, 791.096 pacientes com covid-19 estão em acompanhamento. Já a quantidade de pessoas recuperadas chega a 2.163.812.

Os números diários de casos e mortes são menores aos domingos e segundas em função da dificuldade de pessoal para alimentação dos bancos de dados durante os fins de semana. Já na terça-feira, em geral, há mais casos pois o balanço diário traz o acúmulo dos casos registrados nos dias anteriores.

A taxa de letalidade (número de mortes pelo total de casos) ficou em 3,3%. A mortalidade (quantidade de óbitos por 100 mil habitantes) atingiu 48,4. A incidência dos casos de covid-19 por 100 mil habitantes é de 1454,9.

Covid-19 nos estados

Os estados com mais mortes em função da covid-19 são: São Paulo (25.151), Rio de Janeiro (14.108), Ceará (7.979), Pernambuco (6.970) e Pará (5.893). As Unidades da Federação com menos óbitos foram Tocantins (461), Mato Grosso do Sul (523), Roraima (547), Acre (562), Amapá (603).


Boletim epidemiológico covid-19

Edição: Liliane Farias

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1 comentário

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Aureliano

11 de agosto de 2020 às 08h17

Pandemia e lançamento da nota de 200 reais: tudo entrelaçado

NOTAS DE 200 reais: sugestões para o capetão Bolsonaro e sua sinistra quadrilha

Deixem para lançar a cédula de R$ 200,00 no final do mês de outubro próximo quando então o número de mortos pelo coronavírus estará na casa dos 200 mil.

A cédula de 200 reais deverá conter a assinatura dos quatro cavaleiros do apocalipse, aqueles que lançaram o BraZil nessa merda em que ele se encontra hoje: Fabrício Queiroz (o homem do RACHADÃO da Familícia), Paulo Guedes (o banqueiro dos banqueiros), General Pazuello (que jura ser ministro/sinistro da saúde) e a dele, sim, dele, a do “adorável” capetão corona. A assinatura desse último deverá ficar ao lado da gravura de um jet sky.

E para facilitar as transações entre Queiroz e a familícia, as notas de 200 deverão ser mais leves e do mesmo tamanho das notas de 100 reais, mas com as cores verde e amarela da bandeira braZileira (cuidado para não confundir com as cores da bandeira de Israel).

O reverso da nota de 200 deverá ser quase totalmente ocupado por uma gravura da Floresta Amazônica em chamas com um bocado de corpos indígenas, em brasa viva, espalhados pelo descampado. Mas deixem um lugarzinho para uma gravura da nova bandeira braZileira, cujo lema de agora em diante será MORTE E PROGRESSO.

Convidados para o lançamento da nota de 200:
Convidem o Trump, mesmo que ele não seja reeleito. Façam uma relação caprichada com o nome dos maiores bandidos, genocidas e criminosos da presente década e reservem lugares para eles na tribuna de honra ao lado de Bolsonaro.

Mas não convidem ninguém da China. Lembrem-se: nós somos subservientes até o olho do cu aos Estados Unidos e não há injeção de ozone no fiofó que nos salve.

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