Analista da Ideia fala sobre “voto útil” dos eleitores de Ciro a Lula no 1° turno

Imagem: Reprodução

Ciro detona Moro e o classifica como Rolando Lero

Por Redação

04 de fevereiro de 2022 : 14h23

Nesta sexta-feira, 14, o pré-candidato a presidência pelo PDT, Ciro Gomes, voltou a publicar um react nas suas redes sociais onde detona o ex-juiz Sérgio Moro (Podemos), seu adversário direto na briga pelo terceiro lugar.

Desta vez, o pedetista reagiu as falas de Moro sobre erradicação da pobreza durante entrevista ao Canal Livre, programa de entrevista da TV Bandeirantes.

“Ô, Sérgio Moro, o que erradica a pobreza é emprego, é salário, é aposentadoria, é moradia decente, é transporte qualificado, é saúde que preste, é educação que preste. Isso vai ser regido por uma força tarefa? O nome dessa força tarefa, Sérgio Moro, é governo”, disse.

Em um determinado momento, Ciro compara o ex-juiz com Rolando o Lero, personagem interpretado pelo ator Rogério Cardoso na Escolinha do Professor Raimundo, do humorista Chico Anysio.

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6 comentários

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marco

06 de fevereiro de 2022 às 09h57

Só lembrando,” Ciro , nem com reza brava”.
Petista não vota no Ciro, simples assim.
E nós o trabalhistas ,desta vez iremos todos para París.

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Foo

05 de fevereiro de 2022 às 06h49

Ciro acertou em cheio na forma do “react”.

E acho que ele tem mesmo que continuar batendo no Moro, mostrando como ele é despreparado.

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Galinzé

04 de fevereiro de 2022 às 21h34

Um mar de baboseira e obviedades, sempre as mesmas cretinices inúteis há décadas.

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Zulu

04 de fevereiro de 2022 às 21h33

Cirolipa não é um político, é um comentarista político cômico.

Moro também não é político, dá pra ver claramente.

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Kleiton

04 de fevereiro de 2022 às 17h09

Quem quer ganhar a eleições deveria se confrontar com quem tem as maiores chances de ganhar e não com quem não tem nenhuma.

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Alexandre Neres

04 de fevereiro de 2022 às 15h01

Tio Rei fez uma boa análise das eleições deste ano sob um ângulo interessante hoje na Folha. Eis um trecho:

“Eis aí, entendo, mais um efeito positivo da entrada de Lula (PT) na disputa. Como, a rigor, ele lidera a corrida presidencial desde 2013 – sim, eu realmente escrevi “2013” -, assumiu a ponta nas pesquisas de intenção de voto tão logo o Judiciário corrigiu alguns dos desmandos do juiz-ministro-consultor-candidato, que comandou o transe coletivo de ataque à democracia que resultou em Bolsonaro.

A elegibilidade do ex-presidente representa um freio de arrumação na ordem democrática. Se a vontade renitente (desde 2013!!!) de parcela considerável do povo é fraudada por patranha judicial, o que se tem é democracia corrompida. Depois de tudo o que se sabe sobre a Lava Jato e a Vaza Jato, com a Alvarez & Marsal como a cereja no bolo da impostura, Sergio Moro estar por aí, a voejar sobre o processo político, constitui a prova provada do acerto das decisões do STF.

No embate essencial entre “conservadores” e “progressistas”, sempre destacando o apelo à terminologia genérica, o PT lidera a pressão mudancista, redistributivista, igualitarista, que atribui ao Estado um papel ativo na correção das iniquidades sociais. O PDT de Ciro Gomes parece negar a evidência, o que pediria longa digressão sobre o partido e o político. Não cabe aqui. O que importa: se Lula estiver no segundo turno e Ciro não, a maior parte do eleitorado do pedetista migra para o petista. E também o contrário.

Se Lula é o principal nome dos “progressistas”, quem é que vai comandar os democratas “conservadores”? Essa é, convenham a questão posta desde que o ex-presidente voltou ao jogo. É mentira que se está a buscar uma “terceira via”. Isso, tenho repetido, é bobagem. O que se tenta, de verdade, é mesmo encontrar quem tem condições de hegemonizar a segunda: a do conservadorismo legítimo.

“Ei, Reinaldo, esse seu raciocínio está a ignorar Bolsonaro?” Pois é… Está, sim! Porque ele nunca foi e nunca será um conservador de instituições. É a aberração que o delírio persecutório lavajatista tornou viável. Este senhor, seja por filiação a algumas ideias literalmente exóticas (importadas da extrema direita dos EUA e da Europa), seja por destrambelhamento e ignorância, é diruptivo. Moro, como resta a cada dia mais claro, é só o candidato ao lugar de Bolsonaro no panteão do reacionarismo.

As federações partidárias dão aos realmente conservadores a chance de encontrar um nome para enfrentar os progressistas. Hoje, vivemos sob o governo da “terceira via”, que é a do caos. Com as federações, entendo, o país tem a chance de voltar aos confrontos no terreno da normalidade democrática. Vai acontecer? Não sei. Não faço previsões.”

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