Analista da Ideia fala sobre “voto útil” dos eleitores de Ciro a Lula no 1° turno

Imagem: Divulgação

Time destaca Lula como o ‘presidente mais popular do Brasil’

Por Redação

04 de maio de 2022 : 10h25

Nesta quarta-feira, 4, a revista Time publicou sua nova edição com o ex-presidente Lula (PT) na capa e destacando que o líder progressista é o ‘presidente mais popular do Brasil’.

No texto, a Time diz que “o presidente mais popular do Brasil retorna do exílio político com a promessa de salvar a nação”.

Em outro trecho, o próprio Lula diz que “a política vive em cada célula do meu corpo, porque eu tenho uma causa. E nos 12 anos desde que deixei o cargo, vejo que todas as políticas que criei para beneficiar os pobres foram destruídas”.

A Time lembrou que o governo Lula “por meio de programas sociais progressistas, pagos pelo boom de produtos brasileiros como aço, soja e petróleo, o governo Lula tirou milhões da pobreza e transformou a vida da maioria negra e da minoria indígena do país”.

Já sobre o atual governo, “Bolsonaro deu um golpe em tudo isso, descartando políticas que ampliavam o acesso de pessoas pobres à educação, limitavam a violência policial contra comunidades negras e protegiam terras indígenas e a floresta amazônica”.

Na entrevista que o ex-presidente concedeu a revista, ele foi questionado sobre como será sua condução na economia brasileira, se vencer a eleição deste ano. “Sou o único candidato com quem as pessoas não devem se preocupar [com a política econômica]”, respondeu Lula.

“Porque já fui presidente duas vezes. Não discutimos políticas econômicas antes de vencer as eleições. Primeiro, você tem que ganhar as eleições”.

Outro ponto abordado pela Time foi a política externa e Lula lembrou que acredita na capacidade dos governantes resolverem suas diferenças através do diálogo e da diplomacia.

Com isso, o ex-presidente avalia que o presidente dos EUA, Joe Biden, e os líderes da União Européia não fizeram isso o suficiente no período que antecedeu a guerra entre Rússia e Ucrânia . 

“Os Estados Unidos têm muita influência política. E Biden poderia ter evitado [a guerra], não incitado”, diz ele. “Ele poderia ter participado mais. Biden poderia ter tomado um avião para Moscou para conversar com Putin. Esse é o tipo de atitude que você espera de um líder”.

“Vejo o presidente da Ucrânia, falando na televisão, sendo aplaudido, sendo aplaudido de pé por todos os parlamentares [europeus]”, diz Lula balançando a cabeça com indignação. “Esse cara é tão responsável quanto Putin pela guerra. Porque na guerra, não há apenas uma pessoa culpada”.

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7 comentários

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marco

05 de maio de 2022 às 13h00

“Lula da Silva é o mais famoso líder popular “, não poderia se diferente ,afinal está nas paginas policiais desde 2005

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William

04 de maio de 2022 às 15h07

“çei…”

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Bandoleiro

04 de maio de 2022 às 14h11

Os brasileiros viram domingo passado tanto que Lula é popular….kkkkkkkkkkkkkkkk

Na foto da materia da Time tentaram passar a ideia que tinha muita gente (deve ser do malandro do Stuckert…) para enganar o leitor estrangeiro que muito provavelmente nao viu as imagens de cima veiculadas no Brasil…sao sempre as mesmas “expertices” de quarta serie que na enganam mais ninguem.

Mesmo com show “de gratis” (o da Daniela Mercury custou 100 mil reais) nao conseguiram juntar mais que 4 pelegos na capital do Pais…sem dinheiro desviado para financiar o aparato ta dificil a vida para a esquerdalha falida.

Os agradecimentos da jornalista ao Boulos, Felipe Neto e Cia pela ajuda na materia dizem o resto…

Quem melhor de Lula para saber que o tempo dele se passou…? Resta entender o motivo pelo qual resolveu se candidatar para perder nessa altura da vida de malandro bananeiro que conduziu até hoje.

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Alexandre Neres

04 de maio de 2022 às 12h44

Finalmente, um líder mundial colocou o dedo na ferida e mostrou quem são os dois grandes responsáveis pela guerra, sendo um deles um comediante heroico cujo ato de heroísmo é fazer lives em parlamentos pelo mundo afora enquanto sua população morre em meio à guerra. Ninguém está realmente interessado nas tratativas de paz, a começar por Soneca Biden. Lula precisa mediar esse conflito.

Merece registro a seguinte assertiva do diretor-geral da Organização Mundial da Saúde, Tedros Adhanom Ghebreyesus:

“Toda a atenção dada à Ucrânia é muito importante, claro, porque tem impacto em todo o mundo, mas não é dada uma fração dessa atenção ao Tigray, ao Iémen, ao Afeganistão, à Síria e a todos os outros. Tenho de ser direto e honesto: o mundo não trata a raça humana da mesma forma. Alguns são mais iguais do que outros”.

Por fim, mas não menos importante, queria dedicar ao Pianca, com carinho, artigo impecável do decano do jornalismo brasileiro, Janio de Freitas! Até porque a imprensa ocidental está envolvida em todas essas tretas, desempenhando papel de protagonista e distorcendo os fatos.

São condenados pelo mundo
Conclusão da ONU sobre casos de Lula é esmagadora para Moro e Deltan
domingo, 1 de maio de 2022

Jornal Folha de S. Paulo | Política | Janio de Freitas

A conclusão dos seis anos de exame, na ONU, dos processos contra o ex-presidente Lula é esmagadora para Sergio Moro, mas seu alcance não cessa na condenação moral desse ocupante ilegítimo de uma cadeira de juiz.

Moro e Deltan Dallagnol, também objeto da condenação moral, sem poderosos coadjuvantes não conseguiriam subverter algo tão relevante como é o processo de eleição de um presidente da República.

Não receberem menção direta da ONU não é excluir da condenação moral esses coautores. Outros dos muitos sentidos implícitos, mas não obscuros, na conclusão das duas dezenas de autoridades internacionais do Comitê de Direitos Humanos da ONU é a grande impunidade brasileira.

O velho vício nacional de caráter se impõe, paradoxal, com a inconsequência penal das transgressões judiciais e da articulação eleitoralmente violadora. O ministro Gilmar Mendes, para surpresa de muitos, criou um caso raro.

Sua decisão individual de impedir, sem base jurídica ou factual, que Lula fosse ministro da presidente Dilma abriu o caminho para o golpe no processo eleitoral de 2018, com a retirada forçada de Lula. Na prática, a entrega a Bolsonaro da vitória ilegítima.

Gilmar Mendes viria a ser, porém, o mais áspero crítico de Moro no Judiciário e batalhador pelo reconhecimento, no Supremo, da parcialidade e da suspeição de Moro contra Lula.

O Tribunal Regional Federal da Região Sul, sediado em Porto Alegre, foi o revisor dos atos de Moro.

Endossou-os na aprovação dos atabalhoados relatórios do juiz João Gebran e dos seus companheiros de turma, que não se pouparam em sinais de entendimento com Moro e das mesmas parcialidade e suspeição.

O TRF-4 e os que lá reviram sem rever as transgressões e malandragens de Moro têm lugar destacado na condenação moral. O Conselho Nacional de Justiça não quis perceber irregularidade alguma nos procedimentos de Moro.

Os desvios de conduta judicial e pessoal estavam até na imprensa, apesar de tão discretos quanto possível. Eram inúmeros juristas e advogados sempre prestigiados pelo jornalismo a advertir, sem descanso, para a ocorrência de cada perversão praticada por Moro e por Deltan Dallagnol. Em vão.

Vigorava, em nome do jornalismo, um dos componentes mais deploráveis do acontecimento escandalosamente histórico que foi, ainda é, a distorção da escolha eleitoral de um presidente da República.

Tudo o que houve por ação ou influência da Lava Jato de Curitiba só foi possível pela força do ambiente criado por imprensa e TV combinadas.

Os então editores de primeira página, de telejornais e seus chefes, acompanhados da quase totalidade dos comentaristas profissionais, colunistas e editorialistas, tiveram protagonismo decisivo.

A maioria, no mínimo, consciente das irregularidades a que dava apoio. E do que fazia o Moro a quem aplaudia. Assim está configurada uma dívida monstruosa com o país dos últimos oito anos, desmoralizado, mais degradado do que nunca e aturdido na obscuridade do seu futuro.

São esses protagonistas os que cobram autocrítica -de Lula. Desde que o Supremo Tribunal Federal fixou a convicção de que Moro conduziu com parcialidade e suspeição os processos contra Lula, tornou-o merecedor de passar da cadeira de juiz à de réu.

Suas transgressões foram criminosas: fez e divulgou gravação clandestina de telefone da presidente, divulgou mentiras de Palocci sobre Lula a uma semana da eleição para beneficiar Bolsonaro, e muito mais. Por aí vagueia, no entanto, como autocandidato a presidir o país.

No rol dos construtores deste período desastroso há um oceano de traições à função pública que, em país de alguma decência, não ficariam impunes. Aqui, os gritos são contra a impunidade de crime vagabundo e de ferocidades animalescas.

Mas esta impunidade primária só existe como decorrência da impunidade que, entre tantos, beneficia Moro, Dallagnol e muitos atingidos pela conclusão da ONU. Sintam-se como são: condenados morais pelo mundo.

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Partagas

04 de maio de 2022 às 11h51

Sò estar se falando de Lula no ano de 2022 apòs tudo que aconteçeu é vergonhoso, é claro sinal de atraso civil e cultural.

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Efrem Ventura

04 de maio de 2022 às 11h46

E’ sò soltar o larapio na rua pra ver quanto é popular…kkkkkkkkkkkkk

Lula sempre foi o queridinho dos bancos, das grandes empresas, da grande midia, dos assaltantes de cofres publicos que infestam o Brasil,ecc…o usaram para ganhar bilhoes em troca de poder.

A lavajato e a internet desmantelaram o sistema de imundicia que reinava em Brasilia e se espandia pelo Brasil todo….a bandidagem prolifera quando acha as portas abertas, terreno fertil e complacência e assim foi. Os 60-65 mil homicidios ao ano nao sao por acaso.

Os coitados dos brasileiros ganharam cartoes de credito e uma palavrinha no ouvido como se faz com os meninos…continuam sem esgotos nas casas, sem reboco nas parede e no SPC.

Socar merda na cabeça dos brasileiros foi facil demais…hoje é mais dificil pois aos ouvidos dos mesmos chegam mais de umas opçoes nas quais pensar.

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Canastra

04 de maio de 2022 às 11h32

As baboseiras de sempre nas quais ninguem com mais de 14 anos e que nao seja imbecilizadop or idelogias podres acredita.

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