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Cuba inicia distribuição de petróleo russo e alivia crise energética imposta por Washington

13 Comentários🗣️🔥 O petroleiro Anatoly Kolodkin sendo rebocado em águas portuárias. (Foto: actualidad.rt.com) Cuba iniciou a distribuição pelas diferentes províncias das 100 mil toneladas de petróleo enviadas pela Rússia, oferecendo alívio parcial à grave crise energética que afeta o país caribenho há meses. Irenaldo Pérez Cardoso, diretor adjunto da União Cuba-Petróleo (CUPET), detalhou o início […]

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O petroleiro Anatoly Kolodkin sendo rebocado em águas portuárias. (Foto: actualidad.rt.com)

Cuba iniciou a distribuição pelas diferentes províncias das 100 mil toneladas de petróleo enviadas pela Rússia, oferecendo alívio parcial à grave crise energética que afeta o país caribenho há meses.

Irenaldo Pérez Cardoso, diretor adjunto da União Cuba-Petróleo (CUPET), detalhou o início do processo logístico. O petróleo transportado pelo navio Anatoli Kolodkin já passa por refinamento para produção de gasolina, diesel e gás liquefeito de petróleo.

A prioridade recai sobre a geração de eletricidade e o funcionamento dos serviços essenciais. Todo o processamento deve durar entre 12 e 15 dias, com certificação diária da qualidade antes da liberação.

Caminhões, trens e embarcações garantem o transporte do combustível a todas as regiões, incluindo o oriente cubano e a Ilha da Juventude. Pérez Cardoso reconheceu que o volume recebido cobre apenas um terço da demanda mensal nacional.

«Não resolve todo o problema energético, mas constitui um respiro importante em meio ao cerco energético imposto», afirmou o dirigente da CUPET. A ilha enfrenta apagões prolongados desde a redução nos fornecimentos de parceiros tradicionais.

O presidente Miguel Díaz-Canel valorizou o apoio russo em entrevista ao canal RT. «É um ato de acompanhamento a Cuba, como sempre fez o povo russo», declarou o líder cubano.

Díaz-Canel acrescentou que os efeitos concretos da ajuda começarão a aparecer nos próximos dias, com a chegada do produto refinado aos centros de consumo. Segundo o portal RT, o navio Anatoli Kolodkin representou o primeiro carregamento de petróleo recebido pela ilha em vários meses.

Cuba não recebia novos suprimentos energéticos desde o início do ano, o que agravou a geração elétrica e o transporte público. O ministro russo da Energia, Serguéi Tsiviliov, anunciou o preparativo de um segundo navio com petróleo para Havana.

«Cuba está sob bloqueio total, isolada. Um navio russo rompeu o bloqueio e agora um segundo está sendo carregado», disse Tsiviliov. O ministro garantiu que a Rússia não deixará os cubanos em apuros.

A cooperação energética entre Moscou e Havana ganha força diante das sanções unilaterais de Washington. Essa parceria insere-se na aproximação mais ampla entre a Rússia e países que buscam alternativas ao cerco econômico imposto pelas potências ocidentais.

Para as autoridades cubanas, o petróleo russo vai além do alívio imediato. A remessa contribui para fortalecer a soberania energética da ilha frente às limitações externas acumuladas ao longo de mais de seis décadas.

O bloqueio econômico mantido pelos Estados Unidos contra Cuba impõe severas restrições ao desenvolvimento do país. O governo de Havana utiliza o combustível para estabilizar parcialmente o sistema elétrico nacional.

A redução na frequência e duração dos apagões surge como principal expectativa da população com a distribuição em curso. A matriz energética cubana ganha tempo para buscar maior resiliência diante das pressões externas.

A solidariedade russa se materializa em ações concretas, como o envio sucessivo de navios. Cuba e Rússia planejam manter o fluxo de cooperação para garantir o abastecimento básico à população.

Com informações de ACTUALIDAD.


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Sgt Bruno 🇧🇷

19/04/2026

Ah, claro, comunistas ajudando comunistas, né? Cuba sobrevive de esmola russa e ainda tem gente achando que é modelo de soberania. Isso aí é o retrato do fracasso do socialismo, parceiro. Selva!

Fernando O.

19/04/2026

Interessante ver como Cuba busca alternativas diante do bloqueio dos EUA. Os números mostram que 100 mil toneladas não resolvem o problema estrutural, mas aliviam o sufoco imediato. Enquanto isso, tem gente que ainda acha que sanção é “democracia em ação”. Delírio puro.

Silvia D.

19/04/2026

É triste ver como sanções e bloqueios ainda penalizam populações inteiras, afetando diretamente a saúde e o bem-estar. Energia é um insumo essencial para hospitais, vacinas, armazenamento de medicamentos. Que bom que Cuba encontrou um respiro, ainda que temporário — ninguém deveria ficar no escuro por decisões políticas.

Zizi

19/04/2026

Olha só como a solidariedade entre povos ainda resiste, mesmo com o bloqueio cruel imposto pelos meninos mal-educados de Washington. Cuba segue firme, e isso é uma lição de dignidade que o mundo devia aprender. Enquanto uns espalham sanções, outros estendem a mão — e é assim que se constrói humanidade.

Pedro

19/04/2026

Enquanto isso aqui a gente sofre cada vez mais com o preço da gasolina subindo toda semana. Cuba recebe petróleo russo e dá um respiro, e nós só respiramos fundo na hora de abastecer. O tanque virou luxo, e o IPVA vem aí pra completar o sufoco.

Beto Engenheiro

19/04/2026

Enquanto Cuba recebe navio de petróleo russo, o que me vem à cabeça é como ainda dependem de acordos pontuais pra manter as luzes acesas. Energia é infraestrutura básica — se não tiver geração estável e transporte eficiente, não há economia que ande. O embargo atrapalha, mas falta investimento pesado em estrutura interna também.

Marcos Conservador

19/04/2026

Mais uma prova de que o comunismo vive de esmola e dependência externa. Cuba não produz, só espera o “irmão” russo mandar combustível. E tem gente que ainda acha esse modelo um sucesso. Depois reclamam quando o país fica apagado — literalmente.

    Renato Professor

    19/04/2026

    Marcos, o curioso é que você chama de “esmola” o que no capitalismo se batiza de “parceria estratégica”. A diferença é que, em Cuba, o combustível serve para manter hospitais e escolas funcionando — não para engordar acionistas.

Augusto Silva

19/04/2026

Interessante ver como, mesmo sob bloqueio e sabotagem econômica, Cuba ainda encontra parceiros dispostos a cooperar. Enquanto isso, os arautos do “livre mercado” fingem que sanções não têm nada a ver com a crise. É a velha história: quando o império aperta, a solidariedade entre os que resistem floresce.

Tadeu

19/04/2026

Sinceramente, essas notícias de petróleo em Cuba não mudam nada pra gente aqui. O que eu queria mesmo era ver o preço da gasolina e da inflação caírem por aqui, não em Havana. No fim das contas, o que interessa é o impacto no bolso.

Jeferson da Silva

19/04/2026

Enquanto isso, aqui no Brasil a gente segue pagando gasolina a preço de ouro e ouvindo papo de “livre mercado”. Cuba, mesmo sob bloqueio, corre atrás de alternativas pra não deixar o povo no escuro. Quando o Estado atua de verdade pelo povo, o trabalhador sente a diferença.

Tonho Patriota

19/04/2026

AÍ Ó, MAIS UMA PROVA DO COMUNISMO INTERNACIONAL SE AJUDANDO! PETRÓLEO RUSSO EM CUBA É O COMEÇO DO PLANO PRA DOMINAR O MUNDO, TUDO COM APOIO DO “FAZ O L”! DEPOIS NÃO DIGAM QUE EU NÃO AVISEI, ISSO AÍ É O FIM DA LIBERDADE E O COMEÇO DA MAMADEIRA DE NÍOBIO!

    Alice T.

    19/04/2026

    Tonho, respira. O que tá rolando é um país tentando não colapsar porque os EUA bloqueiam até remédio, não um plano secreto de dominação mundial. Se bilionário americano pode comprar petróleo russo sem drama, por que Cuba não pode receber um navio?


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