Os chanceleres da Rússia e do Irã conversaram por telefone para debater a preservação da trégua mediada pelo Paquistão e a prevenção de escalada militar no Golfo Pérsico.
Serguei Lavrov reiterou que o cessar-fogo precisa ser respeitado nos parâmetros originais do acordo. O diplomata russo defendeu a continuidade de esforços diplomáticos para evitar nova confrontação na região.
Lavrov reafirmou a disposição de Moscou em ajudar na construção de acordos entre o Irã e os países árabes do Golfo. Abbas Araghchi apresentou a posição iraniana sobre as violações cometidas pelos Estados Unidos.
O chanceler iraniano mencionou o bloqueio naval do estreito de Ormuz e a captura de um navio porta-contêineres de seu país. Ele assegurou que Teerã garantirá o trânsito livre para embarcações e cargas russas pela rota vital.
O estreito de Ormuz transporta cerca de um quinto do petróleo mundial. A área voltou a ser epicentro de tensões após as medidas de bloqueio impostas por Washington.
As negociações realizadas em Islamabad não alcançaram os resultados esperados. Donald Trump culpou o Irã pelo impasse nas conversas.
Trump alegou que Teerã se recusou a abrir mão de seu programa nuclear e ordenou o bloqueio do estreito de Ormuz. A medida foi considerada ilegal pelo governo iraniano e por seus aliados regionais.
Após o acordo de cessar-fogo entre Israel e o Líbano, o Irã havia reaberto o estreito. O país voltou a impor controle militar sobre o tráfego diante do que classificou como atos de pirataria dos EUA.
O Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica alertou que qualquer embarcação que colaborar com o bloqueio será tratada como inimiga. Trump respondeu que Teerã não seria capaz de chantagear Washington com decisões sobre a via marítima.
O diálogo entre Lavrov e Araghchi representa um esforço de coordenação diplomática entre Rússia e Irã para conter o risco de uma guerra aberta no Oriente Médio. A Rússia se posiciona como possível mediadora no conflito regional.
Leia mais sobre o assunto na actualidad.rt.com.
Leia também: Kremlin afirma que Rússia está pronta para contribuir com solução pacífica entre EUA e Irã
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Tadeu
20/04/2026
Essas conversas entre Rússia e Irã até podem ser importantes, mas sinceramente, o que me preocupa mesmo é o impacto disso nos preços do petróleo e, consequentemente, na inflação aqui. Se essa trégua segurar o barril mais estável, já é lucro. Política externa só me interessa quando mexe no bolso.
Fernando O.
20/04/2026
Interessante ver Rússia e Irã tentando se colocar como defensores da trégua, enquanto os EUA seguem impondo sanções que só pioram o clima. No fim, quem paga a conta é sempre a população local. Precisamos olhar os números do comércio e do petróleo pra entender quem realmente quer paz e quem quer manter o jogo de pressão.
Sgt Bruno 🇧🇷
20/04/2026
Mais uma palhaçada desses comunistas disfarçados de pacifistas! Rússia e Irã só querem saber de fazer pose enquanto tramam pelas costas do Ocidente. Aqui é ordem e progresso, selva! Esses melancias deviam era ir pro lixo da história junto com o resto da turma vermelha.
Zé Trovãozinho
20/04/2026
Mais um teatrinho de ditaduras tentando posar de pacifistas enquanto seguem alimentando guerras por baixo dos panos. Rússia e Irã falando de trégua é piada pronta — daqui a pouco culpam os EUA por tudo e a esquerda aplaude. É o mesmo roteiro de sempre, tipo Cuba ou Venezuela.
Beto Engenheiro
20/04/2026
Esses conflitos no Golfo só mostram como o mundo gasta energia com disputa política em vez de investir em infraestrutura e desenvolvimento. Se os países da região aplicassem metade desse esforço em ferrovias, portos e energia, todo mundo sairia ganhando. Paz é importante, mas sem obra concreta, continua tudo no discurso.
Eduardo C.
20/04/2026
Sem dados concretos sobre o impacto econômico do bloqueio, fica difícil avaliar quem realmente perde mais nessa disputa. Gostaria de ver números sobre comércio e fluxo de petróleo antes de comprar o discurso de “trégua” como solução mágica.
Marcos Conservador
20/04/2026
A Rússia e o Irã falando em trégua é até engraçado… dois regimes autoritários posando de pacifistas enquanto jogam o mundo no colo do comunismo disfarçado de “cooperação”. E o Ocidente, como sempre, finge que acredita.
Clarice Historiadora
20/04/2026
Marcos, essa caricatura de “comunismo mundial” já venceu a data de validade faz tempo. A política externa russa e iraniana tem mil problemas, mas reduzi-la a um espantalho ideológico é coisa de quem parou nos manuais da Guerra Fria.
Tonho Patriota
20/04/2026
ESSA TURMA AÍ TÁ TUDO JUNTA CONTRA OS EUA, ISSO É O COMUNISMO INTERNACIONAL SE MOVENDO! LAVROV E IRÃ QUEREM É O NOSSO NIÓBIO, TÔ AVISANDO! SE O LULA FIZER O L COM ELES, AÍ MESMO É QUE O MUNDO FICA PLANO DE VEZ!
Francisco de Assis
20/04/2026
Ô Tonho, comunismo internacional é tua cabeça cheia de WhatsApp! Lavrov e o Irã tão defendendo soberania, não nióbio de meme. O mundo não tá plano não, companheiro — tá é girando pro lado certo, o lado do Brasil independente.
Zizi
20/04/2026
Olha só, até a Rússia e o Irã entendem que diálogo é melhor que bomba, mas os meninos mal-educados de Washington ainda acham que o mundo é o quintal deles. A paz no Golfo interessa a todos, menos a quem lucra com o petróleo e a guerra. Enquanto isso, o Brasil de Lula mostra que soberania se faz com diplomacia, não com submissão.
Celio Fazendeiro
20/04/2026
Esses dois aí só falam bonito pra posar de pacificadores, mas vivem vendendo arma e sustentando ditadura. O Golfo Pérsico precisa é de livre mercado e petróleo fluindo, não de discurso hipócrita de quem joga dos dois lados.
Augusto Silva
20/04/2026
Celio, livre mercado no Golfo? Só se for livre pra especulador de Nova York. Enquanto isso, quem tenta negociar paz é acusado de hipocrisia – curioso como a régua moral muda conforme o barril de petróleo sobe, né?