O professor da Universidade de Teerã e ex-assessor do time de negociação nuclear da República Islâmica do Irã, Mohammad Marandi, alertou civis e marinheiros a deixarem imediatamente os países do Golfo Pérsico. Ele citou especificamente os Emirados Árabes Unidos, o Catar, o Bahrein, a Arábia Saudita e o Kuwait como locais de onde as pessoas deveriam sair com urgência.
Marandi publicou o alerta na rede social X e enfatizou que o tempo disponível para a evacuação está se esgotando rapidamente. Todos os tripulantes de navios na região precisam se preparar para abandonar as embarcações sem demora adicional.
O estreito de Ormuz aparece como o principal alvo em qualquer nova escalada militar na área. Navios posicionados nas proximidades dessa passagem estratégica correm risco elevado, segundo o ex-assessor iraniano.
O alerta surge em meio ao recrudescimento das tensões entre a República Islâmica do Irã e os Estados Unidos. O presidente Donald Trump manifestou disposição para que Washington adote novas ações contra o país persa.
A agência Tasnim divulgou que o governo iraniano declarou estar plenamente preparado para um retorno das hostilidades. O Irã possui novas surpresas em sua estratégia e promete transformar qualquer agressão em um cenário extremamente difícil para americanos e israelenses desde o primeiro momento.
O Golfo Pérsico desempenha papel fundamental no suprimento global de petróleo e derivados. Aproximadamente um quinto de todo o petróleo comercializado no mundo passa diariamente pelo estreito de Ormuz.
Qualquer bloqueio ou conflito nessa rota marítima geraria consequências diretas sobre os preços internacionais de energia. Os mercados globais sofreriam variações bruscas e as economias de vários países enfrentariam pressões adicionais.
O ex-assessor Mohammad Marandi possui experiência direta nas negociações nucleares do Irã com potências ocidentais. Suas declarações expressam a visão predominante em círculos próximos ao governo de Teerã sobre os riscos atuais.
O Irã integra o eixo de resistência no Oriente Médio e tem reforçado suas defesas diante de sanções prolongadas. As autoridades persas reafirmam a disposição de proteger a soberania nacional contra qualquer forma de intervenção externa.
Especialistas em assuntos estratégicos destacam a vulnerabilidade da região a interrupções no fluxo energético. O estreito de Ormuz concentra grande parte do tráfego de petroleiros que abastecem a Ásia, a Europa e outras áreas.
Os países listados no alerta abrigam importantes bases militares e infraestruturas energéticas. A presença de forças estrangeiras na área contribui para o clima de instabilidade percebido por analistas iranianos.
Marandi atuou como parte da equipe que negociou o acordo nuclear internacional com o Irã. Sua análise reflete preocupações com a possibilidade de confronto direto que envolva múltiplos atores regionais.
Conforme detalhou o portal RT, o alerta emitido por Marandi ocorre em um contexto de intensificação das declarações cruzadas entre as partes. O Irã segue determinado a resistir a pressões externas e a defender seus interesses vitais na região.
Com informações de ACTUALIDAD.
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Silvia D.
21/04/2026
Esses alertas mostram como a instabilidade na região pode afetar vidas civis, não só estratégias militares. Situações assim sempre acabam gerando crises humanitárias e impactos na saúde pública — é inevitável pensar no quanto hospitais e serviços básicos sofreriam se o conflito escalar.
Vanessa Silva
21/04/2026
Esses alertas sempre me deixam com um pé atrás. É claro que a tensão na região é real, mas sair espalhando pânico não ajuda em nada. O foco deveria ser em diplomacia e planejamento, não em previsões apocalípticas.
Tadeu
21/04/2026
Mais uma tensão lá no Oriente Médio… sinceramente, isso só me preocupa se começar a mexer no preço do petróleo e, consequentemente, na inflação aqui. Enquanto não afetar o câmbio e as bolsas, é só mais uma notícia de geopolítica que o mercado digere em dois dias.
Beto Engenheiro
21/04/2026
Mais um alerta que mostra o quanto a região continua instável. Enquanto isso, o mundo segue dependente do petróleo de lá. Falta investimento pesado em infraestrutura energética em outros lugares pra reduzir esse tipo de risco. O problema é que todo mundo fala e ninguém constrói nada.
Marcos Conservador
21/04/2026
Mais um capítulo da bagunça no Oriente Médio… e claro, lá vem o pânico. Mas ninguém fala que tudo isso é consequência da falta de valores e do avanço de ideologias que minam a ordem. O mundo precisa voltar a ter Deus no centro, não esses jogos de poder disfarçados de diplomacia.
Jeferson da Silva
21/04/2026
Marcos, fácil falar em “falta de valores” quando quem paga o preço dessas guerras é sempre o trabalhador comum, não os que brincam de Deus nas mesas de negociação. O problema não é fé, é poder concentrado demais na mão de poucos.
Lurdinha Deus Acima de Todos
21/04/2026
Gente, eu avisei que isso ia acontecer 😱🙏! Estão brincando com coisa séria lá naquele Golfo, e quem vai pagar é o povo inocente! Deus tenha misericórdia, porque essas potências só pensam em guerra e petróleo 🇧🇷🙏🇺🇸
Francisco de Assis
21/04/2026
Ô Lurdinha, o povo inocente sempre paga a conta, minha irmã. Mas é bom lembrar que o Brasil tá firme, trabalhando pela paz e pela soberania — enquanto essas potências jogam bomba, a gente constrói futuro.
Mariana Ambiental
21/04/2026
Mais um alerta que mostra como o caos geopolítico nasce da cobiça por petróleo e poder. Enquanto as potências brincam de guerra no Golfo, quem paga o preço são os povos e o meio ambiente. Nenhum míssil traz segurança — só destruição e lucro pra quem vende armas.
Celio Fazendeiro
21/04/2026
Mais um alarmismo vindo daquele canto do mundo. Esses “alertas” só servem pra inflar tensão e assustar quem trabalha direito na região. Enquanto isso, o agronegócio aqui continua sustentando o país sem precisar dessas bravatas geopolíticas.
Alice T.
21/04/2026
Célio, o “agronegócio que sustenta o país” depende justamente da estabilidade global que esses alertas tentam preservar. Fingir que o resto do mundo não existe é o verdadeiro alarmismo.