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Exército de Israel destrói escola no sul do Líbano durante trégua

12 Comentários🗣️🔥 Ilustração editorial sobre Exército de Israel destrói escola no sul do Líbano durante trégua. (Ilustração: Cafezinho / Flux Pro) O exército de Israel demoliu uma escola pública na cidade libanesa de Khiam, no sul do país, durante a vigência de uma trégua de dez dias entre as partes envolvidas. A Agência Nacional de […]

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Ilustração editorial sobre Exército de Israel destrói escola no sul do Líbano durante trégua. (Ilustração: Cafezinho / Flux Pro)

O exército de Israel demoliu uma escola pública na cidade libanesa de Khiam, no sul do país, durante a vigência de uma trégua de dez dias entre as partes envolvidas.

A Agência Nacional de Notícias do Líbano informou que o prédio foi minado com explosivos e detonado na madrugada. O edifício ficou completamente destruído após a explosão.

As forças israelenses também dispararam artilharia nas proximidades de Kunin, no distrito de Bint Jbeil. Essas ações ampliaram as violações ao cessar-fogo em vigor na região.

A agência Mehr News relatou que armadilhas explosivas foram instaladas em residências das vilas de Beit Lif, Shamaa, Biyyada e Naqoura. Todas essas estruturas foram completamente destruídas pelas forças israelenses.

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, havia anunciado a trégua após conversas com o presidente do Líbano, Joseph Aoun, e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu. As operações militares persistiram apesar do acordo formalizado entre os lados.

Relatos da imprensa israelense indicam planos para demolir construções civis em todo o sul do Líbano. Empreiteiros contratados operam equipamentos de engenharia pesada nas ações de demolição.

O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, declarou que todas as casas nas vilas próximas à fronteira seriam demolidas. Ele citou o modelo aplicado em Rafah e Beit Hanoun, na Faixa de Gaza.

Katz afirmou ainda que o exército manteria controle sobre a área até o rio Litani após o término da ofensiva. A declaração sugere presença prolongada das forças israelenses em território libanês soberano.

Autoridades libanesas registram cerca de 2.300 mortos, mais de 7.500 feridos e mais de 1,2 milhão de deslocados internos desde o início das hostilidades. A destruição de escolas e infraestruturas civis gerou críticas de organizações humanitárias internacionais.

O incidente expõe as dificuldades para a manutenção da trégua mediada internacionalmente e aprofunda a crise humanitária no sul do Líbano.


Leia também: Israel rompe cessar-fogo e retoma ataques no sul do Líbano, forçando nova fuga de civis


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Tonho Patriota

21/04/2026

ISSO AÍ É TUDO PLANO DO COMUNISMO MUNDIAL, MINHA GENTE! ESSAS NOTÍCIAS SÃO PRA FAZER O POVO FAZER O L E ACHAR QUE ISRAEL É O VILÃO. ACORDA BRASIL, TEM NÍOBIO NO MEIO DISSO AÍ, E A MÍDIA NÃO CONTA!

    Mariana Ambiental

    21/04/2026

    Tonho, respira. Nióbio não explica bombardeio em escola, nem trégua violada. Às vezes o vilão é só quem tem o míssil na mão mesmo.

Adalberto Livre

21/04/2026

ISSO É UM ABSURDO!!! TRÉGUA É PRA PARAR DE ATACAR, NÃO PRA APROVEITAR E DESTRUIR ESCOLA!!! ESSA GENTE NÃO TEM RESPEITO NENHUM, DEPOIS QUEREM POSAR DE VÍTIMAS!!! TÁ DIFÍCIL ENTENDER ESSE MUNDO, VIU?!

    Clarice Historiadora

    21/04/2026

    Pois é, Adalberto, difícil mesmo — ainda mais quando a trégua vira licença pra massacre. A história mostra que império nenhum sobrevive sustentado em ruínas de escola, mas parece que Israel insiste em testar essa tese na prática.

Beto Engenheiro

21/04/2026

Mais uma prova de que trégua sem fiscalização não vale nada. De que adianta assinar acordo se continuam destruindo infraestrutura civil? Isso só atrasa décadas a reconstrução da região e mostra o quanto falta compromisso real com a paz.

Silvia D.

21/04/2026

É revoltante ver um ataque desse tipo acontecer justamente durante uma trégua. A destruição de uma escola é um golpe direto contra o futuro das crianças e contra o direito à vida e à educação. Isso mostra o quanto precisamos defender a razão, os direitos humanos e a paz acima de qualquer narrativa de guerra.

Renato Professor

21/04/2026

É impressionante como a palavra “trégua” perdeu qualquer sentido quando usada por potências militares. Destruir uma escola durante um cessar-fogo é o retrato mais claro da falência moral de quem confunde segurança com barbárie.

Carlos A. Mendes

21/04/2026

Difícil entender como algo assim acontece durante uma trégua. Se nem pausa humanitária é respeitada, fica impossível confiar em qualquer acordo. E o pior é que quem paga sempre é a população civil, nunca os chefes das guerras.

Sgt Bruno 🇧🇷

21/04/2026

Selva! Esses comunistas e terroristas se escondem até em escola e depois querem posar de vítimas. Israel tá certo em não dar moleza pra quem ameaça a segurança, tem que mandar pra lata de lixo mesmo!

    Zizi

    21/04/2026

    Menino Bruno, quando um exército bombardeia uma escola cheia de civis, não é defesa, é barbárie. História ensina que quem chama massacre de “segurança” acaba repetindo as piores páginas da humanidade.

Rick Ancap

21/04/2026

Mais um exemplo de como confiar em Estado dá nisso: destruição, ineficiência e ninguém responsabilizado. Se fosse uma empresa privada, já teria falido ou pago indenização. Mas como é “governo”, fica tudo por isso mesmo.

    Maura Santos

    21/04/2026

    Rick, se fosse empresa privada, ela só mudava o nome e continuava vendendo bomba com outro CNPJ. O problema não é “Estado”, é quando o poder — público ou privado — vira licença pra matar sem prestar contas.


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