O exército de Israel demoliu uma escola pública na cidade libanesa de Khiam, no sul do país, durante a vigência de uma trégua de dez dias entre as partes envolvidas.
A Agência Nacional de Notícias do Líbano informou que o prédio foi minado com explosivos e detonado na madrugada. O edifício ficou completamente destruído após a explosão.
As forças israelenses também dispararam artilharia nas proximidades de Kunin, no distrito de Bint Jbeil. Essas ações ampliaram as violações ao cessar-fogo em vigor na região.
A agência Mehr News relatou que armadilhas explosivas foram instaladas em residências das vilas de Beit Lif, Shamaa, Biyyada e Naqoura. Todas essas estruturas foram completamente destruídas pelas forças israelenses.
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, havia anunciado a trégua após conversas com o presidente do Líbano, Joseph Aoun, e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu. As operações militares persistiram apesar do acordo formalizado entre os lados.
Relatos da imprensa israelense indicam planos para demolir construções civis em todo o sul do Líbano. Empreiteiros contratados operam equipamentos de engenharia pesada nas ações de demolição.
O ministro da Defesa de Israel, Israel Katz, declarou que todas as casas nas vilas próximas à fronteira seriam demolidas. Ele citou o modelo aplicado em Rafah e Beit Hanoun, na Faixa de Gaza.
Katz afirmou ainda que o exército manteria controle sobre a área até o rio Litani após o término da ofensiva. A declaração sugere presença prolongada das forças israelenses em território libanês soberano.
Autoridades libanesas registram cerca de 2.300 mortos, mais de 7.500 feridos e mais de 1,2 milhão de deslocados internos desde o início das hostilidades. A destruição de escolas e infraestruturas civis gerou críticas de organizações humanitárias internacionais.
O incidente expõe as dificuldades para a manutenção da trégua mediada internacionalmente e aprofunda a crise humanitária no sul do Líbano.
Leia também: Israel rompe cessar-fogo e retoma ataques no sul do Líbano, forçando nova fuga de civis
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Tonho Patriota
21/04/2026
ISSO AÍ É TUDO PLANO DO COMUNISMO MUNDIAL, MINHA GENTE! ESSAS NOTÍCIAS SÃO PRA FAZER O POVO FAZER O L E ACHAR QUE ISRAEL É O VILÃO. ACORDA BRASIL, TEM NÍOBIO NO MEIO DISSO AÍ, E A MÍDIA NÃO CONTA!
Mariana Ambiental
21/04/2026
Tonho, respira. Nióbio não explica bombardeio em escola, nem trégua violada. Às vezes o vilão é só quem tem o míssil na mão mesmo.
Adalberto Livre
21/04/2026
ISSO É UM ABSURDO!!! TRÉGUA É PRA PARAR DE ATACAR, NÃO PRA APROVEITAR E DESTRUIR ESCOLA!!! ESSA GENTE NÃO TEM RESPEITO NENHUM, DEPOIS QUEREM POSAR DE VÍTIMAS!!! TÁ DIFÍCIL ENTENDER ESSE MUNDO, VIU?!
Clarice Historiadora
21/04/2026
Pois é, Adalberto, difícil mesmo — ainda mais quando a trégua vira licença pra massacre. A história mostra que império nenhum sobrevive sustentado em ruínas de escola, mas parece que Israel insiste em testar essa tese na prática.
Beto Engenheiro
21/04/2026
Mais uma prova de que trégua sem fiscalização não vale nada. De que adianta assinar acordo se continuam destruindo infraestrutura civil? Isso só atrasa décadas a reconstrução da região e mostra o quanto falta compromisso real com a paz.
Silvia D.
21/04/2026
É revoltante ver um ataque desse tipo acontecer justamente durante uma trégua. A destruição de uma escola é um golpe direto contra o futuro das crianças e contra o direito à vida e à educação. Isso mostra o quanto precisamos defender a razão, os direitos humanos e a paz acima de qualquer narrativa de guerra.
Renato Professor
21/04/2026
É impressionante como a palavra “trégua” perdeu qualquer sentido quando usada por potências militares. Destruir uma escola durante um cessar-fogo é o retrato mais claro da falência moral de quem confunde segurança com barbárie.
Carlos A. Mendes
21/04/2026
Difícil entender como algo assim acontece durante uma trégua. Se nem pausa humanitária é respeitada, fica impossível confiar em qualquer acordo. E o pior é que quem paga sempre é a população civil, nunca os chefes das guerras.
Sgt Bruno 🇧🇷
21/04/2026
Selva! Esses comunistas e terroristas se escondem até em escola e depois querem posar de vítimas. Israel tá certo em não dar moleza pra quem ameaça a segurança, tem que mandar pra lata de lixo mesmo!
Zizi
21/04/2026
Menino Bruno, quando um exército bombardeia uma escola cheia de civis, não é defesa, é barbárie. História ensina que quem chama massacre de “segurança” acaba repetindo as piores páginas da humanidade.
Rick Ancap
21/04/2026
Mais um exemplo de como confiar em Estado dá nisso: destruição, ineficiência e ninguém responsabilizado. Se fosse uma empresa privada, já teria falido ou pago indenização. Mas como é “governo”, fica tudo por isso mesmo.
Maura Santos
21/04/2026
Rick, se fosse empresa privada, ela só mudava o nome e continuava vendendo bomba com outro CNPJ. O problema não é “Estado”, é quando o poder — público ou privado — vira licença pra matar sem prestar contas.