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Lavrov defende modelo de 2015 como única base sólida para negociações entre EUA e Irã

11 Comentários🗣️🔥 Um homem passa em frente a um banner com as bandeiras dos EUA, Paquistão e Irã e a inscrição “Islamabad Talks”. (Foto: actualidad.rt.com) O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Serguei Lavrov, afirmou que as negociações entre os Estados Unidos e o Irã podem alcançar resultado positivo. O chanceler russo defendeu que o […]

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Um homem passa em frente a um banner com as bandeiras dos EUA, Paquistão e Irã e a inscrição "Islamabad Talks". (Foto: actualidad.rt.com)

O ministro das Relações Exteriores da Rússia, Serguei Lavrov, afirmou que as negociações entre os Estados Unidos e o Irã podem alcançar resultado positivo. O chanceler russo defendeu que o diálogo deve seguir os princípios concretos do Plano de Ação Integral Conjunto assinado em 2015.

Lavrov fez essas declarações durante coletiva de imprensa realizada em Moscou. Ele indicou que as tratativas podem ser retomadas em Islamabad, capital do Paquistão.

A posição da Rússia diante do processo permanece de caráter essencialmente analítico. O chanceler russo observou que o cenário político na região se altera com grande rapidez, exigindo prudência e observação constante dos fatos.

O ministro considerou difícil avaliar o nível real de confiança entre as partes. A experiência internacional demonstra a necessidade de basear as conversas em evidências concretas e verificáveis.

Até o momento prevalecem ameaças recíprocas e promessas genéricas sem ações palpáveis. O Irã possui motivos fundados para manter ceticismo diante de garantias ocidentais.

O Plano de Ação Integral Conjunto foi aprovado pelo Conselho de Segurança da ONU em 2015. Os Estados Unidos romperam o acordo de forma unilateral três anos depois, durante o primeiro mandato de Donald Trump.

Conforme o portal RT, Lavrov ressaltou que o acordo de 2015 já respondia a todas as preocupações atualmente levantadas por Washington. O chanceler russo sustentou que alcançar resultado similar representaria grande sucesso para todas as partes.

O presidente Donald Trump despachou o enviado especial Steve Witkoff para conduzir as conversações com os iranianos em Islamabad. As discussões ganham urgência diante do atual patamar de tensão bilateral.

A Rússia continuará acompanhando de perto o desenrolar dessas negociações. Moscou mantém posição favorável a soluções baseadas no direito internacional e na soberania das nações.

Leia mais sobre o assunto na actualidad.rt.com.


Leia também: Lavrov afirma que Rússia está pronta para mediar reaproximação entre Irã e países do Golfo


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Alice T.

21/04/2026

Lavrov pode até ter seus interesses, mas pelo menos fala em diálogo — coisa que os EUA esquecem sempre que não são eles ditando as regras. Engraçado como os mesmos que vivem falando em “ordem internacional baseada em regras” ignoram as próprias quando o assunto é Irã.

Zé Trovãozinho

21/04/2026

Esse papo de “modelo de 2015” é só mais uma tentativa de dar sobrevida a acordos que nunca funcionam. Enquanto isso, o Irã segue fazendo o que quer e os EUA fingem que controlam a situação. É o tipo de diplomacia que só serve pra enganar trouxa — parece até coisa da Cuba do Norte.

    Renato Professor

    21/04/2026

    Zé Trovãozinho, antes de repetir slogans de WhatsApp, vale lembrar que o acordo de 2015 reduziu em mais de 90% o estoque de urânio iraniano e criou um sistema de inspeções inédito. Chamar isso de enganação é confessar que nunca leu uma página do tratado.

Sgt Bruno 🇧🇷

21/04/2026

Ah, lá vem de novo essa conversa fiada de diplomacia que nunca dá em nada. Enquanto isso, os comunistas vão se infiltrando e rindo da cara do Ocidente. Era hora de mostrar força de verdade, não ficar repetindo modelo de 2015. Selva!

    Mariana Ambiental

    21/04/2026

    Sgt Bruno, força sem diplomacia é só barulho vazio. O acordo de 2015 evitou guerra e garantiu inspeção real — coisa que tanque nenhum resolve.

Carlos A. Mendes

21/04/2026

Tomara que essa conversa renda algo de verdade, porque o mundo anda precisando de menos briga e mais diplomacia. O acordo de 2015, com todos os defeitos, ainda parece o único caminho sensato — mas vai convencer os americanos disso?

Beto Engenheiro

21/04/2026

Conversa, conversa e pouca entrega concreta. Enquanto ficam discutindo modelos de 2015, o mundo precisa é de estabilidade real pra voltar a investir em infraestrutura e energia. Sem resultado prático, é só diplomacia de vitrine.

Luciana

21/04/2026

Essas conversas entre potências até parecem importantes, mas no fim o que muda pra gente aqui é o preço do combustível e do gás. Se essa negociação ajudar a baixar o dólar e segurar o petróleo, aí sim faz diferença no meu bolso. O resto é discurso bonito pra inglês ver.

Vanessa Silva

21/04/2026

Faz sentido retomar o modelo de 2015, afinal foi o único acordo que trouxe estabilidade real por um tempo. O que não dá é insistir em soluções improvisadas a cada nova crise — o mundo precisa de previsibilidade, não de bravatas políticas.

Marcos Conservador

21/04/2026

Lá vem mais um comunista de terno e gravata querendo posar de pacificador. Esse papo de “modelo de 2015” é só cortina de fumaça pra empurrar acordos que enfraquecem o Ocidente e fortalecem regimes autoritários. Já vi esse filme — e sempre acaba com mais controle estatal e menos liberdade.

    Jeferson da Silva

    21/04/2026

    Marcos, fala sério… liberdade pra você é o quê, patrão mandando e trabalhador engolindo calado? Enquanto esses “acordos” definem o rumo do petróleo e da indústria, quem rala na fábrica continua pagando a conta.


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