A plataforma de turismo PlanetaEXO publicou uma lista com 15 destinos de ecoturismo no Brasil para 2026, logo após o país ser eleito destino do ano pela revista norte-americana Travel + Leisure. A seleção abrange os seis biomas continentais – Amazônia, Cerrado, Mata Atlântica, Caatinga, Pantanal e Pampa – distribuídos em cerca de 8,5 milhões de km².
A escolha da Travel + Leisure considerou diversidade de experiências, complexidade sociocultural, gastronomia, excelência em hospedagem e a natureza. O material do PlanetaEXO detalha épocas ideais de visita, transportes e opções de hospedagem para cada local.
Destaques da lista
- Lençóis Maranhenses (MA): O Parque Nacional tem lagoas interdunares acessíveis entre maio e setembro. Barreirinhas, principal base, fica a cinco horas de carro do Aeroporto de São Luís (SLZ). O aeroporto municipal de Barreirinhas não opera voos comerciais desde março de 2025.
- Amazônia (AM/PA): No Amazonas, os rios cheios entre janeiro e setembro favorecem a navegação no Parque Nacional de Anavilhanas e no Jaú. No Pará, praias fluviais surgem em Alter do Chão na seca de agosto a dezembro. O acesso se dá por Manaus (MAO) e Santarém (STM).
- Barra do Garças (MT): O Parque Estadual da Serra Azul reúne trilhas, cânions e cachoeiras como Samambaia e Santuário das Araras. A cidade está a cinco horas de carro de Goiânia (GYN). Há opções de hospedagem a partir de R$ 160.
- Chapada Diamantina (BA): Com área de 38 mil km², o parque oferece trilhas como a do Vale do Pati. A estação seca, de maio a outubro, é a mais indicada para percursos longos. O aeroporto mais próximo é o de Lençóis (LEC), a 22 km do parque.
- Cambará do Sul (RS): Os cânions Itaimbezinho e Fortaleza chegam a 900 metros de profundidade. A visibilidade é melhor entre maio e agosto, com temperatura média de 8 °C. A cidade fica a 190 km de Porto Alegre (POA).
- Jalapão e Serras Gerais (TO): O Jalapão tem fervedouros de águas borbulhantes e é mais visitado de maio a setembro. As Serras Gerais, a 4 horas de distância, contam com mais de 50 cavernas abertas. O principal acesso é por Palmas (PMW).
A plataforma ressalta que o ecoturismo contribui para a conservação da floresta ao apoiar projetos socioambientais e movimentar a economia local. Pacotes fechados com guias, transfer e refeições são o formato mais adotado pelos visitantes nesses roteiros.


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