Audiência de Glenn na Câmara dos Deputados (ao vivo)

Algumas considerações sobre o caso do assessor de Flavio Bolsonaro

Por Miguel do Rosário

11 de dezembro de 2018 : 13h28

Tenho procurado abordar o “escândalo” do assessor de Flavio Bolsonaro com bastante prudência. Até agora não foi encontrado nenhum ilícito, apenas indícios de movimentação financeira de um assessor, acima de seus rendimentos, além do caso ainda mal contado do cheque de R$ 24 mil para Michele Bolsonaro, e que seria, segundo o presidente eleito, o pagamento de uma dívida.

Hoje a Folha traz reportagem sobre o tema que fala em depósitos seguidos de saque.

Apesar da comoção natural em tudo que envolve um presidente da república, ainda mais alguém tão odiado como Bolsonaro, temos que tomar cuidado com sensacionalismo vulgar. Que depósitos e saques sejam mais ou menos coincidentes, tem uma lógica simples. Eu preciso de uma certa quantia para fazer um determinado pagamento, então cobro uma dívida de alguém, ou peço emprestado, ou arrumo os recursos de qualquer outra forma, e quando estes já se encontram em minha conta, eu vou lá, retiro o dinheiro e faço o pagamento. Não se tratando de milhões de reais em espécie, mas apenas alguns milhares, isso está dentro da normalidade, em especial quando se trata de pequenos negócios informais (ou talvez, ilegais, a se investigar).

As suspeitas mais plausíveis, até aqui, recaem sobre esse hábito (ilegal) de vereadores e deputados de usar salários de assessores para pagar dívidas de campanha, ou mesmo para enriquecer o titular do cargo. Há casos também de assessores que têm ascendência política sobre colegas, a quem cobram o favor do emprego obtido, na forma de um percentual sobre seus salários. É um comportamento de mafioso. Nada que surpreenda muito no mundo político da extrema direita fluminense, cerca de milicianos por todos os lados.

No Globo, vemos reportagem sobre a “simplicidade” da casa de Fabrício Queiroz, que movimentou 1,2 milhão de reais em sua conta. Também aí não há crime nenhum. Mais estranho seria se Queiroz vivesse numa mansão acima de suas posses. No entanto, talvez seja um indício de que o dinheiro movimentado não era dele, e que ele era o “laranja” de alguém. As suspeitas recaem, naturalmente, sobre o filho de Bolsonaro, o deputado estadual Flavio, eleito senador pelo Rio de Janeiro. Mas, repito, é preciso investigar com tranquilidade.

Entretanto, há uma notícia hoje no site do Ministério Público Federal que merece alguma atenção. O Coaf remeteu os dados financeiros suspeitos ao MP federal. E este agora, vendo a batata queimar na sua mão, repassou o caso para o MP estadual. Ou seja, a investigação foi “rebaixada”, já que é notório que o MPF estadual tem menos recursos de investigação que o órgão federal. Se o caso do assessor do senador Flavio Bolsonaro for investigado apenas pelo MP do Estado, estará mais vulnerável a pressões de cima do que se o fosse pelo MP federal, instituição superpoderosa, ou pelos menos que vinha aparentando ser até este momento.

O MPF alega que há “ausência de indícios que justificassem alguma apuração em âmbito federal relacionados a tais nomes [deputados]”. Bem, talvez os procuradores federais não estejam lendo jornais, mas há um assessor investigado que se liga a um senador eleito e a um presidente da república. Há, sim, portanto, indícios que justificam uma apuração em âmbito federal.

***

No site do MPF

Esclarecimento: MPF remete ao MP/RJ relatório que cita fatos alheios à Operação Furna da Onça

Documento recebido pelo MPF na 2ª Região é remetido pelo Coaf a órgãos de persecução penal

O Ministério Público Federal (MPF) esclarece que remeteu nesta segunda-feira (10) ao Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MP/RJ) uma cópia do relatório de inteligência financeira (RIF) do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) com indícios de movimentações de recursos incompatíveis com rendimentos declarados por profissionais da Assembleia Legislativa (Alerj), incluindo assessores de deputados estaduais.

O relatório tinha sido encaminhado espontaneamente pelo Coaf ao MPF e serviu de base para as investigações envolvendo deputados estaduais investigados na Operação Furna da Onça. No entanto, como o documento indicava a existência de movimentações atípicas de outras pessoas que não eram alvos da referida operação, o MPF na 2ª Região (RJ/ES), diante da ausência de indícios que justificassem alguma apuração em âmbito federal relacionados a tais nomes, remeteu o material ao MP/RJ, para que o órgão apure eventuais ilícitos de competência estadual cometidos na Alerj.

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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26 comentários

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CAR-POA

14 de dezembro de 2018 às 17h39

MIGUEL ,TIRA ESTE POST DO AR,SE EM 11/12 ELA JÁ ERA RUIM ,AGORA COM AS NOVAS INFORMAÇÕES VIROU UM ESCÂRNIO !!!!!
PERDEU O PASO,SER CIRISTA DOENTE ESTÁ TE LEVANDO A COMETER SÉRIOS ERROS.

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    Araujo

    24 de dezembro de 2018 às 08h20

    Isto aí Miguel, tira do ar pq não está no padrão 247 (e assim eles não aprovam), regra básica: a verdade tem de ser fatiada antes de jogar pros devotos lulistas. Assim não dá…..

    Responder

Renato

14 de dezembro de 2018 às 08h53

Esta lista da Coaf representa e muito a realidade política nacional, TODOS e não só o que o humor da torcida quer, devem ser investigados:
MOVIMENTAÇÃO SUSPEITA DE FUNCIONÁRIOS DA ASSEMBLEIA DO RJ EM 2016 (EM MILHÕES)
1° André Ceciliano (PT)
R$ 49,3
2º Paulo Ramos (PDT)
R$ 30,3
3º Márcio Pacheco (PSC)
R$ 25,3
4º Luiz Martins (PDT)
(preso) R$ 18,5
5º Dr. Deodalto (DEM)
R$ 16,3
6º Carlos Minc (PSB)
R$ 16,0
7º Coronel Jairo (SD)
(preso) R$ 10,2
8º Marcos Müller (PHS)
R$ 7,8
9º Luiz Paulo (PSDB)
R$ 7,1
10º Tio Carlos (SD)
R$ 4,3
11º Pedro Augusto (MDB)
R$ 4,1
12º Átila Nunes (MDB)
R$ 2,2
13º Iranildo Campos (SD)
R$ 2,2
14º Márcia Jeovani (DEM)
R$ 2,1
15º Jorge Picciani (MDB)
(preso) R$ 1,8
16º Eliomar Coelho (PSOL)
R$ 1,7
17º Flávio Bolsonaro (PSL)
R$ 1,3
18º Waldeck Carneiro (PT)
R$ 0,7
19º Benedito Alves (PRB)
R$ 0,5
20º Marcos Abrahão (Avante)
(preso) R$ 0,3
Fonte: Coaf (Conselho de Controle de Atividades Financeiras)

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    CAR-POA

    14 de dezembro de 2018 às 17h36

    MEU CARO ,OU VC É UM INGÊNUO OU PENSA ISSO DE NÓS.
    Sua jogada é embolar o jogo repartindo a merda ,seja honesto .
    Os pts já sabemos que são “corruptos” ,que dizer agora sim verdadeiro,dos tucanos?
    O PROBLEMA MEU CARO É QUE ESTA BANDA DE DELINQUENTES DOS BOLSOASNOS,SE ELEGEU 2 MESES ATRÁS ACUSANDO OS OUTROS DE CORRUPTOS !!!!!!
    DEU PRA ENTENDER .SEU ELEITOR DE FASCISTA??????

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      Renato

      18 de dezembro de 2018 às 09h36

      Então o raciocínio é: Bolsonaro se elegeu falando que era honesto e isto é muito diferente do PT que perdeu a eleição negando a roubalheira, entendi, e na tua notável sensibilidade votei em “fascistas”, deve ser por que não faço parte da turma da lacradora e não sou faço panfletagem com o 247.

      Responder

GERALDO GALVÃO

12 de dezembro de 2018 às 20h32

São 100 mil por mês, 1,2 milhão no ano; depósitos de assessores do gabinete, na conta do Fabrício, e saque imediato em espécie. Se investigarem a Wal do Açaí algo mais vai vir à tona, desconfio que ela recebia no máximo 1 salário mínimo, e alguém com o seu cartão ficava com o resto. Já existem informações suficientes para entender o roteiro da corrupção.

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MOÉSIO PAIXÃO MATEUS PEREIRA

12 de dezembro de 2018 às 19h19

Ô, Miguel ! Pede para seu republicanismo explicar porque até agora o Fabrício não apareceu.

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antonio

12 de dezembro de 2018 às 17h29

O Hadadd acredita que O JB foi informado sobre esse coaf em 15 de outubro, daí a dispensa dos assessores nessa data. É estranho que até agora o motorista não apareceu para dar sua versão “plausível” que o caso exige. Se a premissa do Hadadd estiver correta, eles já tiveram tempo de sobra para montar uma história minimamente aceitável. Com diz hoje, Fernando Brito, o motorista precisa contratar alguém muito bom em contar história e não um contador.

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Luiz Eduardo

12 de dezembro de 2018 às 09h58

Hoje a maior inimiga da verdadeira informação é a propria mídia oficial. Toda informação que vier através deste veículo vc tem que obrigatóriamente pesquisar muito para atestar a veracidadedos dos fatos.
Quando não noticiam os fatos, são absolutamente tendenciosas nas suas intenções. Este é mais um caso tipico. Lamentável!!!!

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    CAR-POA

    12 de dezembro de 2018 às 10h41

    Garoto,te chamo assim porque teu comentário é ingênuo,portanto vc parece inexperiente.
    O FATO de o asno fascista estar sendo atacado é O FATO,até o Merval colocou algumas lembranças de honestidade para seu ídolo Moro!!! e vcs ( Miguel incluído)me vêm com essa BALELA de “vamos apurar os fatos”.
    MEU CARO O FATO É PATENTE ,CONCRETO E REAL ,ALGUÉM ESTÁ QUERENDO COLOCAR O FUTURO DESGOVERNO DENTRO DE DETERMINADAS REGRAS QUE SÃO DEFINIDAS PELOS “DONOS” DO GOLPE 2016.
    DEU PRA ENTENDER MIGUEL E “REPUBLICANISTAS” DE OCASIÃO?????????????

    Responder

Gustavo

12 de dezembro de 2018 às 09h52

Enquanto isso, o PT de Lula e o PDT de Ciro Gomes lideram a mesma lista de irregularidades do COAF que pegou o assessor de Bolsonaro

https://www1.folha.uol.com.br/poder/2018/12/psc-pt-e-psol-aparecem-em-relatorio-do-coaf.shtml

Nunca a prudência fez tão bem como o dito no texto do Miguel.

Vai ser legal se a nobre senadora e presidente do partido PT subir na tribuna e se explicar com a mesma ênfase e vigor dedicados ao filho do Bolsonaro.

Responder

    Darcy Sales

    12 de dezembro de 2018 às 10h51

    Pelo que li, o relatório do COAF fala da movimentação atípica atribuída a servidores doa gabinetes de petistas, mas não diz que eram repasses extorsivos (aqui no ES isso é chamado de Rachid) detectados na conta do senhor Fabrício. O mais provável é que o Fabrício recebia e repassava aos Bolsonaros. E ainda tem mais, pois se investigarem possíveis empréstimos feitos pelos funcionários do gabinete e repassados aos parlamentares. Veja o caso de Wal do Açaí. Era laranja do “mito”, mas ninguém apurou. Quantas Wal do Açaí existiam no gabinete do “mito”? Quanto Wal “repassava”? Perguntas e mais perguntas…..

    Responder

      Gustavo

      12 de dezembro de 2018 às 15h34

      Oi Darcy,

      Concordo com você. No caso da Wal pra mim é um exemplo inconteste de funcionário fantasma. Tem que apurar mesmo e se tiver irregularidades que sejam todos punidos.

      Responder

Magalhães

11 de dezembro de 2018 às 21h47

Essa é a turma dos mitos ,,,,coaf coaf… que se dizem patriotas coaf coaf
e nacionalistas ,,,,coaf coaf,,,, que se dizem defensores da família ,,coaf coaf,,, e dos bons costumes… coaf coaf….que se dizem horados …coaf coaf….
tudo um bando de hipócritas!!!!!!!!!!!!

Responder

Paulo

11 de dezembro de 2018 às 20h24

O MPF, mais do que depressa, se livrou da batata quente…agora, a bola está com o MP-RJ, o que, em princípio, favorece o abafamento do caso, a não ser que o MP fluminense seja uma exceção dentre os seus congêneres estaduais…

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CAR-POA

11 de dezembro de 2018 às 18h19

TEU “REPUBLICANISMO” É SUSPEITO.Existem fatos estranhos,movimentações suspeitas,pessoas sumidas e o mas imprtante,vc Miguel não faz nenhuma menção ao FATO POLÍTICO que representa esta denuncia.
É ÓBVIO QUE ESTA TRAMA FOI JOGADA À LUZ POR ALGUÉM QUE ESTÁ CONSPIRANDO CONTRA O ASNO.
É óbvio que não é nenhum dos derrotados nas últimas eleições,porque uns estão encurralados pela “autocrítca” que os CANALHAS lhes exigem.O outro está pensando em 2022(trouxa) tentando ficar com o antipetismo dos que torcendo o nariz votaram nos pts no 2° turno,CANALHA.
Estas ficando pelo caminho Miguel ,vc perdeu o brilho dos que querem fazer mudanças e ir a luta.
Vc ficou velho.

Responder

    Francisco

    12 de dezembro de 2018 às 15h20

    Não chega a isso, apenas cumpre o papel designado em mais uma dessas estratégias ‘vencedoras’ elaboradas pelo Ciro, agora não mais só, com ajuda de Wanderley, Mangabeira e PHA.

    Estão a repetir ‘Brizola com Collor’ e pelo jeito repetirão o objeto do desejo, deixando-os a mão no apoio ‘manequim-pontual-dissimulado’, não por desejo próprio.
    É isso.

    Responder

Gustavo

11 de dezembro de 2018 às 17h22

Excelente texto. Pessoalmente acho que muitas explicações são devidas por aqueles eleitos que irão administrar o dinheiro público.

Se bagunças contábeis e de natureza simples já são feitas nas contas pessoais imagine só na complexidade da administração do tesouro nacional ? Sou muito favorável à incessante insistência para que as explicações venham e se delitos foram apurados que se paguem por eles.

Muito elogiosa a postura em apurar a coisa com serenidade. Não é preciso se equiparar às artimanhas daqueles que discordamos para ter razão.

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JC

11 de dezembro de 2018 às 15h52

Discordo. Tem que poluir a Internet, tem que fazer piadas. Tem que martelar no perfil dos minions… Porque esperar celeridade da mesma justiça que estendeu tapete vermelho pra esse sujeito chegar ao poder é ser muito ingênuo. Tem que cair no imaginário popular o quanto, além de despreparado, esse sujeito não representa mudança de absolutamente nada, e que depois de 28 anos na política, a única coisa que esse borracoturnos fez foi aprender as maracutais pra faturar uns “a mais”.
Não adianta falar de guerra híbrida e cair na besteira do republicanismo de “as instituições estão funcionando normalmente”.

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    Lutt

    11 de dezembro de 2018 às 16h50

    Concordo, já jogaram pra o estadual com recomendação de não irem adiante. Vai dar em nada, Miguel melhore suas análises, que podemos concordar em várias, abraco

    Responder

    Luiz Eduardo

    12 de dezembro de 2018 às 09h33

    Vcs esquerdistas nao se convencem nem com fatos. Sao 28 anos sem qualquer envolvimento com quem quer que seja. Vc realmente ainda acha que ele se elegeu para ganhar um qualquer?
    Vc bem com mais outros milhoes de esquerdistas viverao e terao a oportunidade de presenciar um governo austero, responsavel e principalmente moralmente honesto objetivando tao somente o bem estar da nossa nacao.
    Francamente!!!

    Responder

      JC

      12 de dezembro de 2018 às 13h53

      Cara, 28 de porcaria nenhuma. Nem pra participar de esquema ele presta. Mas que mordeu grana dos acessores tá mais do que nítido. Que ocultou valor real do patrimônio pra pagar menos impostos também é óbvio. Mas vc deve ser um tio aposentado que aproveitou enquanto ainda existia lei trabalhista “esquerdista” que lhe garantiu aposentadoria com saúde e um rendimento minimamente digno pra vc vir hoje cagar regra em quem está no mercado de trabalho com décadas e décadas pela frente. Ou um comerciante que não vê a hora de apertar mais um pouco o cinto do seu funcionário em troca da sua viagem com a família. Ou um rentista da bolsa que acha que vai encher as burras pelo resto da vida com seus investimentos.
      Ele entrou pra agradar gente dessas categorias que eu te falei.
      Mas relaxa. O mundo sabe a verdade sobre ele. Um dia vc toma seu tombo.

      Responder

    Apolônio

    13 de dezembro de 2018 às 12h57

    “Tem que martelar no perfil dos minions”
    Amigo, se martelar as falcatruas do seu corrupto de estimação na cara das pessoas realmente mudasse a opinião delas, não haveria mais um petista sequer no mundo. Ao contrário, esse tipo de insistência só costuma galvanizar o apoio ao corrupto.

    Responder

Olinto Antonio Franco de Godoy

11 de dezembro de 2018 às 14h48

É… prudência e cuidado com o sensacionalismo só não vale para certa pessoa e partido…

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Alan Cepile

11 de dezembro de 2018 às 14h43

Qualquer indício que envolva algum político da direita, sobretudo a ainti-petista, nunca vem ao caso para o MPF.

Aí eu pergunto, se essa mesmíssima situação fosse atrelada ao Lula, a nota do MPF seria “ausência de indícios que justificassem alguma apuração em âmbito federal relacionados a tais nomes”???

Duvido muito…

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José Zimmermann Filho

11 de dezembro de 2018 às 14h25

Certo. Prudência e canja de galinha não fazem mal a ninguém. Ou então nos equipararemos aos coxinhas que consideram qualquer reportagem da Globo como uma sentença. Se queremos justiça temos que antes ser justos. A primeira coisa a fazer é desconfiar sempre da grande mídia. Não podemos aceitar golpe atrás de golpe, seja lá quem for que estiver no poder.

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