Análise em vídeo das manifestações do 2 de outubro e as vaias a Ciro

Contradições da terceira via e extremismo de Bolsonaro pavimentam vitória de Lula no primeiro turno

Por Miguel do Rosário

01 de setembro de 2021 : 11h50

Nada é impossível, mas tudo é improvável. A frase é de um sujeito chamado Johnatan Oliveira Wanderley Santos, que não sei quem é.

Ela se aplica perfeitamente a várias situações atuais da política brasileira.

Por exemplo, a terceira via.

Evidentemente nada é impossível. O bolsonarismo pode implodir, e dar espaço a uma alternativa.

Como uma estrela velha, vergada pela densidade de uma rejeição cada vez maior, o governo Bolsonaro pode se tornar um buraco negro.

Mas isso ainda parece improvável, sobretudo porque o presidente desenvolveu uma técnica política que se baseia justamente em focar sua comunicação num nicho específico, que são os eleitores que votaram em Bolsonaro, e que ainda o apoiam. Bolsonaro não se preocupa em falar para quem não votou nele.

A propósito, a pesquisa Quaest (íntegra aqui) traz notícias boas para a oposição neste sentido. A avaliação do governo Bolsonaro se deteriorou muito. No atacado e no varejo. Ou seja, tanto no geral, quanto nos mais diversos extratos sociais.

Dê uma olhada nos gráficos abaixo. Voltamos em seguida.

Comos se pode ver, a melhora em alguns extratos em agosto foi aparentemente apenas um soluço estatístico. Em setembro, há um processo de deterioração bastante claro em toda a parte.

No geral, a avaliação negativa de Bolsonaro subiu para 48%, o que é exatamente o dobro de seu percentual positivo, de 24%.

Até mesmo num setor social que é o principal sustentáculo do governo, os evangélicos, há hoje uma rejeição de 35%, contra aprovação de 32%.

Entre católicos, a rejeição de Bolsonaro subiu para 50%, contra 21% de aprovação.

Em eleitores com outras religiões, ou sem religião, o governo tem avaliação ainda mais negativa.

A perda de apoio na classe média, que era uma tendência clara em julho, mas que parecia ter sido interrompida em agosto, agora voltou a ficar explícita. Entre famílias com renda acima de 5 salários, a rejeição a Bolsonaro subiu para 49%, ao passo que sua aprovação caiu para 22%.

Bolsonaro não conseguiu penetrar na fortaleza lulista, o nordeste. Por lá, a rejeição ao presidente cresceu ainda mais, e atinge hoje 59%, ao passo que a aprovação nunca foi tão baixa, apenas 13%. No Nordeste, ao menos, Bolsonaro virou quase um Michel Temer.

No Sul, porém, Bolsonaro ainda tem 32% de aprovação; mesmo aí, tem “déficit”, porque sua rejeição é maior, 39%.

No Sudeste, que responde por 43% dos entrevistados na pesquisa (e do país), a rejeição a Bolsonaro também cresceu, para 47%, ao passo que sua aprovação declinou para 25%.

****

Passemos à análise dos números eleitorais para 2022.

Vamos começar com um gráfico que eu mesmo preparei, convertendo os números para votos válidos no cenário mais reduzido, com quatro nomes: Lula, Bolsonaro, Ciro e Doria.

Examinem os gráficos. Voltamos em seguida.

O gráfico deixa claro que Lula está puxando votos tanto de Bolsonaro como da terceira e quarta vias.

O esvaziamento de Bolsonaro (sem partido) não vem transferindo votos para candidaturas alternativas, como a de Ciro Gomes (PDT) ou João Dória (PSDB). Esses eleitores estão migrando diretamente para o ex-presidente Lula (PT).

A Quaest mostra que, se as eleições fossem hoje, Lula ganharia no primeiro turno em todos os cinco cenários analisados.

Nos cenários mais enxutos, com menos candidatos, as chances de Lula vencer no primeiro turno são ainda mais altas, o que reforça a extrema dificuldade das principais candidaturas alternativas.

Até há pouco, e em outras pesquisas, Ciro Gomes liderava isolado a terceira via. Não mais, ao menos na Quaest. Ele apenas lidera acima da margem de erro nos cenários 2 e 3, e mesmo acima com apenas 3 pontos de vantagem sobre Doria (9 X 6, no cenário 2, e 8 X 5, no cenário 3).

Ciro está perdendo eleitores.

Em outros cenários, Ciro empata tecnicamente com João Dória (Ciro 8% X Doria 6%, no cenário 1) e Datena (Ciro 6% X Datena 7%).

Nos últimos dias, temos visto alguns nomes ensaiarem candidaturas próprias, tanto de maneira isolada como apoiados por partidos. Simone Tebet e Rodrigo Pacheco, por exemplo, tem sido nomes ventilados por importantes partidos de centro, como MDB e PSD. No caso de Pacheco, ele hoje está no DEM, mas já com um pé no PSD.

O senador Alessandro Vieira, por sua vez, anunciou publicamente sua intenção de se candidatar a presidente da república, embora ainda precise do aval de sua legenda.

Entretanto, o espaço da terceira via, ao invés de estar se abrindo, parece se estreitar.

A Quaest tem medido, desde a primeira edição, o tamanho do eleitorado “nem-nem”, e ele vem encolhendo: era de 31% em julho, caiu para 28% em agosto, e desabou para 25% em setembro.

Curiosamente, ele vem desabando junto com Bolsonaro. Parte dos eleitores que abandonam Bolsonaro, e que também se desencantam com a terceira via, migra diretamente para Lula; outra parte adere aos indecisos, que cresceram de 4% para 7%.

A pesquisa traz cenários de segundo turno, que mostram o distanciamento de Lula em relação a Bolsonaro. Em julho, o petista vencia Bolsonaro por 54% a 33%, 19 pontos de vantagem. Na pesquisa de setembro, a vantagem de Lula se ampliou para 25 pontos, ou 55% a 30%.

Lula ganha tranquilamente em todos os cenários de segundo turno. No caso de um segundo turno contra Ciro Gomes, por exemplo, o petista venceria com vantagem de 27 pontos, ou seja, ainda maior do que aquela registrada contra Bolsonaro. E Ciro é o candidato que, na pesquisa Quaest, melhor pontua contra Lula num eventual segundo turno.

Bolsonaro, por sua vez, perderia para Ciro Gomes por 45% X 33%, ou seja, com 12 pontos de diferença.

Por fim, vale analisar o quadro com as razões do voto em Bolsonaro. Para 27%, o voto na reeleição do presidente é por “gestão”, o que francamente não parece fazer sentido nenhum pois o presidente não trabalha.

O que é interessante aqui são os 25% que dizem votar em Bolsonaro por ele ser “anti-PT”. É um percentual expressivo.

Conclusão & análise

Não há, por enquanto, espaço para a terceira via. Bolsonaro parece ter chegado no osso, mas mantém núcleos importantes de aprovação, especialmente entre evangélicos, no Sul e nas regiões agrícolas. No centro-oeste, por exemplo, a aprovação de Bolsonaro se mantém estável desde julho.

Não é a tôa que Bolsonaro vem cultivando cuidadosamente esses extratos. Nas últimas semanas, vimos Bolsonaro insistir na figura do presidente “da roça”, conversando com agricultores, participando de evento em Mato Grosso, montando a cavalo…

Lula, por sua vez, continua trabalhando para dividir os adversários. Sua viagem ao nordeste não deixou nada a dever ao desempenho que teve no Rio de Janeiro, primeiro estado que visitou após a decisão do STF que lhe restituiu seus direitos políticos.

O petista é uma espécie de Gengis Khan de seus adversários: por onde ele anda, produz devastação em suas hostes e conquista novos territórios. Em Pernambuco, Lula se reaproximou do PSB, e restam cada vez menos dúvidas de que os socialistas devem caminhar juntos com o PT em 2022. O governador de Pernambuco, Paulo Câmara, postou fotos de Lula em suas redes sociais, junto com mensagem de que a oposição deve caminhar unida. O recado está dado.

Como provocação, Lula ainda se encontrou com um dos deputados que, até pouco tempo, era um do mais prestigiados do PDT, Tulio Gadelha, e um dos poucos quadros trabalhistas com uma rede social grande (o que é um ativo importante hoje para qualquer partido).

Correm rumores de que Gadelha estaria de malas prontas para ingressar no PSOL ou no PT, mas ainda não há nada definido. De qualquer forma, sua saída do PDT cria dificuldades para o partido de Ciro Gomes, que perde um cabo eleitoral relevante em Pernambuco.

No Maranhão, Lula provocou outro estrago importante na candidatura de Ciro Gomes, e isso apenas com sua proximidade, pois coube ao senador do PDT, Weverton Rocha, que está no meio de uma intensa campanha para o governo do estado, inundar sua própria rede social com fotos e elogios ao ex-presidente Lula. As postagens causaram constrangimento e perplexidade junto a militância cirista. Muitos reagiram agressivamente, pedindo a expulsão do senador do partido (opinião que foi ignorada solenemente pela cúpula do PDT e ridicularizada pelos militantes inseridos na burocracia da legenda, pois Weverton é um dos quadros mais importantes do PDT, e tem chances reais de ganhar as eleições no Maranhão).

As postagens de Weverton esvaziam precocemente o palanque de Ciro no Maranhão.

No Ceará, Lula fez igualmente uma grande movimentação, sempre ao lado do governador do estado, Camilo Santana, que é do PT, como que para deixar claro que Santana é um quadro dele, de Lula, e não de Ciro.  O movimento ostensivo de Lula cria algumas dificuldades para o pedetista em sua própria casa. O PDT ainda não bateu o martelo sobre o nome que disputará o governo do estado em 2022, mas o cenário nacional já impõe uma série de tensões. O MDB de Eunício Oliveira – principal inimigo político do grupo Ferreira Gomes no Ceará – já deixou claro, por exemplo, que apoiará a candidatura de Capitão Wagner, caso não haja uma ruptura entre o PT e PDT.

O ex-presidente Lula ainda fez questão de visitar o senador Cid Gomes (PDT), irmão de Ciro e postar a foto em suas redes sociais, reforçando sua estratégia de passar a imagem de construtor de pontes e conciliador.

Esses movimentos podem explicar a ascensão de Lula nas pesquisas.

Ciro Gomes, por sua vez, resolveu apostar em ataques cada vez mais violentos ao PT, o que serve de orientação para que sua militância siga pelo mesmo caminho. A pesquisa Quaest mostra que 25% dos eleitores de Bolsonaro votam na reeleição dele por antipetismo. Talvez Ciro esteja de olho nesse filé. Só que esse eleitor, em sua maioria, é inacessível para ele, pela mais absoluta falta de identificação. Pode não ser “fascista”, mas é ultraconservador, e Bolsonaro cumpre melhor que ninguém o papel de líder desses extratos.

Involuntariamente, Ciro Gomes desempenha hoje o papel de principal dique de contenção contra a emergência de uma terceira via conservadora (mas limpinha, ou não fascista), que poderia oferecer um perigo maior ao ex-presidente Lula. Como é uma personalidade forte, com um eleitorado próprio e fiel, Ciro bloqueia o crescimento de uma alternativa que pudesse atrair os votos do centro, sobretudo no nordeste. Quanto mais Ciro e sua militância tentam se posicionar à esquerda de Lula e do PT, a quem acusam de conciliação com o neoliberalismo, mas afastam o eleitorado de centro, que se deixaria atrair pela mensagem contrária, ou seja, por um posicionamento à direita do PT. Ao mesmo tempo, como o centro não consegue crescer no Nordeste, justamente por causa de Ciro, e como Bolsonaro é visto como extremista de direita, então o centro está migrando para… Lula.

Ao mesmo tempo, as agressões contínuas de Ciro ao petismo, acabam por gerar um outro efeito curioso. Setores da esquerda com alguma identificação, nem que seja puramente afetiva, com o ex-presidente Lula, põem de lado suas contradições e diferenças internas, que são muitas, a se unem na rejeição a… Ciro.

O antipetismo cirista tem ajudado, portanto, a unificar o campo pró-petista.

Assim, ironicamente, as hostilidades crescentes de Ciro e ciristas contra Lula, e contra qualquer um que ouse dizer algo positivo sobre o petista, juntamente com o extremismo insuportável, desestabilizador do presidente Bolsonaro, pavimentam o caminho para Lula ganhar as eleições no primeiro turno.

Miguel do Rosário

Miguel do Rosário é jornalista e editor do blog O Cafezinho. Nasceu em 1975, no Rio de Janeiro, onde vive e trabalha até hoje.

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16 comentários

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Alexandre Neres

04 de setembro de 2021 às 11h31

Perfeitos os raciocínios, Tiago Silva. Assino embaixo. Curiosa e paradoxal a sacada do Miguel. Ciro constitui uma barreira intransponível impedindo que a direita limpinha consiga tirar Bolsonero do segundo turno, se houver.

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Tiago Silva

02 de setembro de 2021 às 21h05

Marcos,

Todos os partidos têm estratégias políticas e comunicacionais (como o PDT contratou o ex-Marketeiro do PT para ter um profissional nessa seara, assim como desde 2018 o PDT infelizmente corteja o DEM e parece que Ciro ainda mantém laços muito amistosos no PSDB para além do Tasso Jeirissati). É um pragmatismo que se contrapõe com determinados idealismos, mas que é prática na história eleitoral brasileira desde antes de Getúlio, JK, Adhemar de Barros, Jânio Quadros, Jango, e seguiu após redemocratização com Brizola, Lula, Enéas, Erundina, Collor, FHC, Aécio, etc.

É difícil manter idealismos sabendo ou tendo a noção que mesmo antes da redemocratização o Poder Legislativo é composto em sua imensa maioria por “Centrão” (leia-se Direitão Fisiológico) e “Direita” (Leia-se Golpista desde UDN até os dias atuais de PSDB/DEM/MBL/Farsa-Jato) e parece que essa proporção de representantes da Terra/Capital apenas aumenta mesmo com o fim do financiamento privado de pessoas jurídicas (até porque fazem meios para burlar quando um candidato milionário paga suas próprias despesas ou se usa de “movimentos” para empresas se fazerem representadas no CN).

Talvez seja fácil falar que um partido engana ao não conseguir realizar pontos de seu programa (e o PT não teve força ou coragem para efetivar pontos de seu programa, assim como a Dilma buscou apaziguar o golpismo do Mercado eo tentar fazer a política do derrotado, mas deu no que deu… ou ainda a estratégia do Bozo que mesmo o CN com a mais de 75% de partidos de representantes do Capital, fala que não consegue implementar algo por causa do parlamento, STF, etc). Porém, tem que se ter a noção que uma coisa é falar e depois ter sido governo e outra é falar e nunca ter sido governo (como PDT, PSB e PSOL que até espero que que consigam se manter fiéis a seus princípios, apesar de vermos que mesmo nunca sendo governo há uma boa parcela de traição de deputados do PDT, PSB em votações no CN e pode ser ainda pior quando for governo).

Assim, além de o cidadão ter “boa-fé”, também seria mais prudente ter um pouco de senso de realidade e pensamento crítico para não acusar outros de fanatismo, sem enxergar o próprio umbigo.

Torço que haja uma maior conscientização da maioria da população, pois apenas a pressão da população organizada (por isso buscam tanto destruir sindicatos desde Reagan e Tatcher) que se poderia pressionar mudanças mais substanciais independente de quem seja o presidente no momento – veja o exemplo do Chile que fizeram engolir goela abaixo uma nova Constituição por pressão popular.

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Tiago Silva

02 de setembro de 2021 às 19h53

Ciro perdeu inúmeras janelas de oportunidade pelo menos desde 2018 para cá: 1- ser vice de Lula, para caso o golpe se concretizasse virasse cabeça de chapa com Hadad de Vice em algo similar à estratégia vitoriosa na Argentina, 2- Teve papel equivocado na passagem do 1º Turno para o 2º turno de 2018; 3- Virou uma metralhadora giratória e com linguagem de ódio busca uma radicalização dos Cirolipas em Cirominions (o que ocorreu para uma boa parte de seus apoiadores de internet); 4- Não soube identificar o inimigo, pois ao invés de centrar fogo em Bozo ou principalmente em Sérgio Moro (que em pesquisas que aparecem o seu nome se encontra empatado com Ciro), pois poderia ter papel de retirar as máscaras desses personagens entreguistas e neoliberafascistóides para angariar os votos de eleitores que vierem a se fustrar com essas figuras políticas nefastas (o que acabou ocorrendo, mas os frustrados com o Capetão e com o Marreco foram para o Lula)…. E hoje ainda parece que se equivoca mesmo com a contratação do ex-Marketeiro do PT ao querer inflar o anti-petismo que só lhe fornece fazer um tiro no pé ao criar a desconfiança no eleitorado de esquerda e ainda criar a pecha de que seria outro desequilibrado como um “Bolsonaro de Esquerda”.

Quanta falta faz Brizola nos dias de hoje para dar direção estratégica a Birutas de Aeroporto que nem se interessam a entender sobre o trabalhismo e quem são os principais inimigos.

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Marcus Padilha

02 de setembro de 2021 às 14h52

Também não acredito. Deve de ser o coroné Ciro que ganha em primeiro turno.

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Pedro

02 de setembro de 2021 às 10h48

Escreve: Ciro vai agregar muito com um bom vice…sua campanha está deslanchando e bem. Já o genocida ladrão derrete e vai sumir até 2022. Ciro nosso próximo presidente!!!!!

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Walsil

01 de setembro de 2021 às 23h27

Usando o argumento usado pelo ciro para o Lula desistir da candidatura que ele ganharia no segundo turno, podemos dizer que se o ciro desistir, o Lula ganha no primeiro turno. E não é só convicção, mas apontamento de todas as pesquisas até agora. Mas no projeto pessoal do ciro, o Lula é quem é o adversário a ser destruído.

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Alexandre Neres

01 de setembro de 2021 às 19h04

Meu caro Marco Vitis, faço um apelo pela união de todos nós progressistas. Preste atenção no argumento cirúrgico do Miguel: “Assim, ironicamente, as hostilidades crescentes de Ciro e ciristas contra Lula, e contra qualquer um que ouse dizer algo positivo sobre o petista, juntamente com o extremismo insuportável, desestabilizador do presidente Bolsonaro, pavimentam o caminho para Lula ganhar as eleições no primeiro turno.”

Temos nossas diferenças, mas nos respeitamos. Nosso adversário é um só. O serial killer que está ceifando o povo brasileiro. Que tal nos concentrarmos no boçal-ignaro? Chega de filme de terror, aqui só tem mortos, famintos e desempregados!

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Tony

01 de setembro de 2021 às 17h36

Como um eleitor vai votar para essa turma que já se autodeclara “terceira via”, ou seja terceira escolha, ou seja não vamos ganhar nunca já perdemos antes do jogo.

É ser muito idiotas.

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Gilmar Tranquilão

01 de setembro de 2021 às 16h36

TCHAU, QUERIDO!!!! kkkkkkkkkkkk

A cadeia te espera em 2023.

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Saulo

01 de setembro de 2021 às 15h25

Lula ganharia no primeiro turno !! kkkkkkk

Essas pesquisas brincam com a inteligência alheia.

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William

01 de setembro de 2021 às 15h19

Lula não será cândidato a nada.

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Batista

01 de setembro de 2021 às 13h42

Resumo da ópera viária:

A Terceira Via para salvar a Classe Dominante, também pretendida pelo certeiro ‘Cisco Kid’ de Pinda, cada vez mais aproxima-se de Via Secundária, podendo até irromper 2022 já como Vicinal, graças a Bolsonaro às direitas de Rio das Pedras e Narciro à gauche do Sena.

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Daniel

01 de setembro de 2021 às 13h41

Soltem Lula na rua para fazer uma pesquisa de verdade !! Kkkkkkk

Tem que ser muito tonto para acreditar em pesquisas…

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Marco Vitis

01 de setembro de 2021 às 13h41

MIGUEL: o PT já começou a mudar o dircurso. Como a farsa da “inevitável polarização” está derretendo, assessor do PT publicou artigo afirmando que Lula é a verdadeira terceira via. Espantosa a capacidade de tentar enganar os cidadãos de boa fé .

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Cláudio

01 de setembro de 2021 às 13h37

Cirão 2022!!!! Bozo na cadeia!!!

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Paulo

01 de setembro de 2021 às 12h51

Mais uma razão para impichar o Capetão. Em sua insanidade e egocentrismo (além do medo de ser preso) vai nos levar à ruína…

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