Analista da Ideia fala sobre “voto útil” dos eleitores de Ciro a Lula no 1° turno

Dallagnol é duramente criticado após publicar vídeo em defesa da Lava Jato

Por Redação

06 de fevereiro de 2022 : 09h24

Neste sábado, 5, o ex-procurador Deltan Dallagnol foi alvo de diversas críticas após publicar um vídeo nas redes sociais onde classifica como “absurda” a decisão do subprocurador-geral, Lucas Furtado, que pediu o bloqueio dos bens do ex-juiz e pré candidato a presidência, Sergio Moro (Podemos), por suspeita de sonegação fiscal.

Um dos primeiros a criticar foi o senador e ex-relator da CPI da Pandemia, Renan Calheiros (MDB-AL). “Deltan Dallagnol é um pivete conhecido com uma folha corrida cheia de trangressões, delitos e abusos”.

O emedebista também lembrou que Dallagnol foi condenado por “duas vezes no CNMP e na justiça. Mas isso é pouco pra ficha policial dele. Responderá e haverá de pagar pelos outros crimes que cometeu”.

Já o advogado criminalista Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, escrevem em artigo publicado no DCM que “é muito grave e leviana a ‘acusação’ que este irresponsável do Deltan faz ao Dr. Lucas, procurador junto ao TCU, e ao ministro Bruno Dantas”.

Nas palavras de Kakay, o ex-procurador está, “usando a mesma régua, e pelo ex-chefe dele, o Moro”. “Como esta era a prática cotidiana deles — trabalhar em conluio MP e juiz —, ele agora ousa fazer uma acusação sem absolutamente nenhuma base”.

Outra figura do direito que não deixou de criticar o lavajatista foi o advogado Rodrigo Tacla Duran que publicou um texto nas redes sociais com críticas a Dallagnol.

Na avaliação de Tacla Duran, o vídeo de Dallagnol é “o retrato do canalha, pilantra e sem vergonha” que é o ex-procurador. É o mais puro retrato de desespero de quem tem medo de ser investigado!”.

Veja o vídeo de Dallagnol!

Apoie O Cafezinho

Crowdfunding

Ajude o Cafezinho a continuar forte e independente, faça uma assinatura! Você pode contribuir mensalmente ou fazer uma doação de qualquer valor.

Veja como nos apoiar »

8 comentários

Os comentários aqui postados são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião do site O CAFEZINHO. Todos as mensagens são moderadas. Não serão aceitos comentários com ofensas, com links externos ao site, e em letras maiúsculas. Em casos de ofensas pessoais, preconceituosas, ou que incitem o ódio e a violência, denuncie.

Escrever comentário »

Luiz Reis

23 de março de 2022 às 02h32

A vara federal de Curitiba emporcalhou a justiça brasileira e agora estão provando tudo de negativo contra eles. São verdadeiros bandidos que querem poder para roubar mais. Dallagnol, Moro e comparsas, cabe ao povo paranaense bani-los para sempre.

Responder

June

07 de fevereiro de 2022 às 01h04

Desespero de causa puro! DD ainda acha que a maioria do povo brasileiro acredita nele e no seu comandante… Não deve estar comendo e nem dormindo direito, e orando o dia inteiro para o deus dele o livrar dessa. Mas, Deus da Verdade e Justiça Tudo Vê, Ouve e Sabe o que eles fizeram nos verões e telegram’s passados. Aguardemos…

Responder

Batata Tavares

06 de fevereiro de 2022 às 16h24

Ser Criticado por Renan CaLheiros é um Excelente sinal de que vc está Certo.
E pelos demais citados na matéria a mesma coisa.
Mas é claro que este comentário não será publicado, pois Blogs de Esquerda só exibem Bajulação, jamais aceitam o Debate de idéias.

Responder

Sá Pinho

06 de fevereiro de 2022 às 13h49

“ISSO É ABUSO DO PODER”…

Aí já é por demais, vindo de membros daquela organização lavajateira comandada pelo ‘Russo’, que tinha no ‘Kremlin’ sua garantia, conforme gravações de posse da Spoofing e divulgadas pela Vaza Jato, sacada da mochila pelo desespero, na anunciada ‘volta do cipó de aroeira no lombo de quem mandou dar’, enquanto ‘a gente fazendo conta pro dia que vai chegar’ e chegou.

‘Quem os viu, quem os vê, quem não os conhece não pode mais ver pra crer, quem jamais os esquece só pode reconhecer’…

E permitir-se gargalhar de alma passada e que não é pequena, portanto vale a pena, além de não ser tangível poder em vida apreciar essa fedorenta escumalha jurídica-midiática, acessória e lambe botas da xucra e incompetente classe dominante, não mais de intocáveis, ora a espernearem em desespero ao serem tocados, ao invés de escoicearem como antes, quando intocáveis, ou seja, ‘quem com fórum fere, com fórum será ferido’, a volta do cipó de aroeira.

E la nave va rumo ao coração do Brasil, pois à chegada da ‘Primavera’ estaremos lá em outubro.

Responder

EdsonLuíz.

06 de fevereiro de 2022 às 13h34

Sérgio Moro, Lula, eu, você que está lendo, Gilmar Mendes, Renan Calheiros, todos temos que nos submeter a ações fundamentadas de investigação pelos órgãos competentes.

Se as ações de investigação a que temos que nos submeter são fundamentadas, naturalmente que essas ações têm que estar sendo conduzidas dentro dos preceitos legais, respeitadas as firulhinhas rituais inclusive, embora estas firulhinhas não sejam o que realmente importam na investigação, uma vez que os ritos processuais são apenas a forma de conduzir o processo, não são o crime.

Os ritos processuais são apenas subsidiários do processo, mas são a blindagem à lei, para que o investigado não corra o risco de ter seus direitos violados por estes descumprimentos subsidiários legais, como o rito de numerar o processo, de ouvir testemunhas, de arrecadar as provas, etc.

A Operação Lava Jato, por exemplo, incorreu em vários descumprimentos acessórios na condução das investigações que conduziram. A Operação Lava Jato provou corrupção e puniu inúmeros corruptos poderosos ligados à política ou ao meio empresarial corrupto, mas cometeu descumprimentos rituais para conseguir punir os crimes de corrupção.

Esses descumprimentos de ritos, embora sejam tão banais que, quando comparados a certos crimes de homicídio, de estupro e outras violações, quando comparados à corrupção de bilhões de dinheiro público por políticos ou empresas poderosas, quando comparados ao crime de pedofilia, dentre outros crimes, podemos mesmo chamar esses descumprimentos acessórios de ‘firulas, meras firulinhas’.

Mas, se estes meros ritos processuais, quando comparados aos crimes mesmos, muitos desses crimes hediondos e que não devem ou não deveriam prescrever, como certos homicídios, e a outros crimes que deveriam ser considerados hediondos, como os crimes de corrupção volumosos e reiterados, se os ritos, por serem meros ritos processuais, por um lado podem ser chamados de firulhinhas, por outro lado, como esses ritos constituem blindagem da lei, todos os descumprimentos de ritos em um processo devem ser saneados para que o processo possa prosseguir sem que haja nele qualquer dúvida sobre sua lisura.

Mas os processos, uma vez saneados, devem prosseguir!

Os processos conduzidos pela Lava Jato foram saneados. Uma vez saneados, esses processos deveriam ter prosseguidos e os criminosos serem efetivamente punidos.

Mas não foi isso que fizeram e que continuam fazendo com os processos da Operação Lava Jato. Uma das duas turmas do STF, sempre decidindo por um placar de três contra dois, tem usado a desculpa dos descumprimentos de ritos para invalidar as provas, “rasgar” essas provas e deixar os criminosos livres e sem punição, mesmo após já condenados e de já terem sido as penas confirmadas por tribunais superiores às varas judiciárias que fizeram as ações iniciais. E invalidam e rasgam as provas mesmo após os ritos dos processos terem sido saneados.

Com essa interpretação quanto a meros ritos poderem ser superiores ao crimes a ponto de servirem para invalidar as provas, esta turma do STF está propiciando aos réus, aos seus apoiadores e advogados o argumento enganador de que estão inocentando os réus, quando de fato não estão definindo uma decisão de inocência em relação às provas porque no STF as provas não são analizadas. Provas só são analizadas nos tribunais iniciais, nos TRFs e no STJ. NO STF são analizados apenas os ritos do processo.

Quando invalidam as provas usando como desculpas os meros ritos processuais, essa turma do STF obriga o ministério público a reiniciar o processo. Mas nesse tempo nào é mais possível arrecadar outras provas ou o tempo para processar o réu acaba, devido a sua idade e a data do crime que ele praticou, e o processo prescreve, o que foi o caso com o processo de Lula que o ex-juiz Sérgio Moro julgou, que agora prescreveu e a sociedade não pode mais fazer nada, mesmo com Lula já tendo sido condenado como corrupto.

Assim, essa turma do STF, usando como desculpa o descumprimento de ritos processuais, anulou provas poderosas que serviram para condenar Lula e Eduardo Cunha (corrupto ex-presidente da Câmara) e invalidou – “rasgou” – as provas poderosas que condenariam as “rachadinhas” do senador Flávio Bolsonaro.

Agora, é o ex-juiz Sérgio Moro que está sendo investigado.

O caso da investigação do ex-juiz pode configurar mesmo perseguição por parte de corruptos, de seus advogados e apoiadores, ressentidos por ele ter provado e condenado suas falcatruas, condenações estas que foram todas confirmadas pelo STF e STJ.

Mas o caso de investogação de Sérgio Moro pode configurar mesmo efetiva sonegação de impostos pelo ex-juiz! A única forma de saber se Sérgio Moro sonegou ou se utilizou de método fraudulento para elisão de impostos é investigando o ex-juiz.

Por que o subprocurador-geral Lucas Furtado tem que ser considerado perseguidor apenas porque quer investigar e está investigando? É um direito do subprocurador investigar! Mais que um direito, é um dever! Havendo indícios, todos devem ser investigados!

O que o ex-juiz tem que declarar sobre a investigação que sofre é que o subprocurador está em seu papel e deve investigar mesmo. Se o subprocurador-geral extrapolar e sua investigação configurar perseguição, o ex-juiz poderá depois acionar a justiça e pedir punição e indenização contra o subprocurador.

Todos nós temos que nos submeter à investigação da justiça. Eu, você, Lula, Renan Calheiros, Eduardo Cunha. Todos!

Sérgio Moro, também!

Edson Luiz Pianca.

Responder

    EdsonLuiz.

    06 de fevereiro de 2022 às 21h20

    Correção: condenações estas que foram todas confirmadas pelo TRF e STJ. Na resposta publicada eu havia escrito …”confirmadas pelo STF e STJ.”

    Responder

Paulo

06 de fevereiro de 2022 às 12h03

É banana comendo macaco. Essa onda de pós-verdades, criadas pelo PT e endossadas pelo bolsonarismo pode passar à posteridade como a maior inversão de valores da história política brasileira, a prática de “lawfare” em larga escala contra aqueles que certos grupos políticos odeiam e temem, como o próprio diabo teme a Cruz, como um ser das trevas teme a luz…Basta ver Renan falando em “folha corrida cheia de transgressões, delitos e abusos”…Dá para acreditar no “Justiça”, das planilhas da Odebrecht? E em Botafogo, Angorá, Caju, Cerrado, Primo Campari, Ferrari? E no recém reabilitado Caranguejo e outras abominações? Vocês acreditam? Então são discípulos e seguidores do Brahma? Os novos “brâmanes” do Brasil? Que lhes parece?

Responder

Kleiton

06 de fevereiro de 2022 às 10h16

Renan Calheiros, Kakay e Tacla Duran…faltou só Topo Gigio !! Kkkkkkkkk

Responder

Deixe um comentário

O Xadrez para Governador do Maranhão O Xadrez para Governador do Rio Grande do Sul O Xadrez para Governador da Bahia O Xadrez para Governador de Minas Gerais O Xadrez para Governador de São Paulo O Xadrez para Governador do Rio de Janeiro Novo Presidente da PETROBRAS defende preços altos Cadê o churrasco do povo, Bolsonaro? Preço explodiu! Conservadores? A atual juventude brasileira O Indulto sem Graça de Bolsonaro